Foram encontradas 50 questões.
Alguns equipamentos precisam converter o sinal de áudio analógico para digital. Sobre esse processo de conversão, analise as seguintes afirmações:
| I | Para gravarmos, digitalmente, um som de 16.000 Hz, são necessários 16 kHz de taxa de amostragem. |
| II | Taxa de amostragem ou sampling rate é a quantidade de samples (amostras) por segundo e é medida em Hz. |
| III | Resolução ou Bit Depth representa os valores das amostras e determina a variação dinâmica (amplitude). |
| IV | Para se gravar em estéreo, é necessário utilizar 24 Bit de resolução. |
Estão corretas as afirmações
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Na primeira linha do sétimo parágrafo, o uso dos dois pontos introduz uma
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Considere o período a seguir.
Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha de pobreza, com o aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo.
Sobre os termos sublinhados, é correto afirmar que,
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Sobre os cabos utilizados em sistemas de áudio, considere as seguintes afirmativas:
| I | Quanto menor o comprimento do cabo, maior a resistência elétrica. |
| II | Quanto maior o diâmetro do cabo, menor a resistência elétrica. |
| III | Os cabos balanceados possuem maior proteção contra interferências eletromagnéticas do que os cabos do tipo paralelo. |
| IV | Os cabos coaxiais possuem uma malha de proteção dentro do condutor central de cobre, com o objetivo de eliminar possíveis interferências eletromagnéticas. |
Estão corretas as afirmativas
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O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade
Bruno Calixto
Na última década, uma parcela da população brasileira experimentou uma forte mudança social. Estima-se que mais de 30 milhões de pessoas deixaram a linha da pobreza, com aumento de renda e acesso a crédito e a bens de consumo. Esse grupo, que está sendo chamado de nova classe média, é um dos principais alvos das políticas sociais do governo federal. Mas, por ser um grupo grande e heterogêneo, sabe-se pouco sobre o que pensa de temas importantes, como a questão ambiental. O que a nova classe média pensa sobre sustentabilidade?
A pesquisadora Izabelle Vieira, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tenta responder a essa pergunta. A ideia é entender como essa parcela da população, que vive a festejada conquista de poder consumir mais, encara o discurso de sustentabilidade, que diz que o consumo deve ser controlado.
"O objetivo é conhecer as práticas reais e entender como esse grupo percebe as questões de consumo sustentável", diz Izabelle.
A dificuldade começa na definição do grupo a ser estudado. O conceito de nova classe média é novo, cunhado pelo economista Marcelo Neri, atual presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Mas não há consenso sobre isso entre a comunidade acadêmica. Para muitos pesquisadores, não é possível ainda dizer que surgiu uma nova classe no Brasil. Para fazer a pesquisa, Izabelle considerou como "nova classe média" o grupo social que estava na base da pirâmide e experimentou grande incremento de renda na última década, com aumento do salário mínimo, emprego e acesso ao crédito. São famílias que hoje possuem renda mensal entre R$ 1.000 e R$ 5.000 e que vivem nas periferias das grandes cidades.
O estudo ainda não está completo, mas os resultados iniciais mostram que o consumo sustentável não é prioridade para essas famílias, e que as questões ambientais são percebidas como distantes da realidade, mais associadas à ideia de proteção de florestas e rios e não com o dia a dia das grandes cidades. "Sustentabilidade não é um termo que costuma ser utilizado", diz Izabelle.
Isso não quer dizer que o assunto seja completamente ignorado. As pessoas enfatizam os problemas da comunidade, especialmente a questão do lixo. Além disso, as famílias da nova classe média mostram alguns comportamentos considerados sustentáveis, como economizar água e apagar as luzes ao sair dos quartos. Mas a motivação não é ambiental, é econômica. "Apagar a luz ou evitar o desperdício de água significa dinheiro no final do mês. Pode significar sair uma vez a mais para jantar no mês".
A pesquisadora ressalta que o objetivo do estudo não é defender a sustentabilidade nem criticar as famílias da nova classe média. "Não adianta simplesmente culpar o consumidor desse grupo por não adotar essas práticas. O consumo sustentável esbarra em questões materiais básicas e até diferenças filosóficas."
As questões materiais são evidentes: a população que vive nas periferias das grandes cidades brasileiras precisa lidar, diariamente, com a ausência de serviços básicos. Se falta coleta de lixo e saneamento, como esperar serviços como a coleta seletiva e a reciclagem? As famílias da nova classe média dificilmente conseguem seguir o que organizações ambientais definem como parâmetros para o consumo sustentável.
Com poder aquisitivo limitado, essas famílias não conseguem comprar produtos orgânicos ou certificados, que são mais caros que outros produtos. Também não têm acesso a informações como as condições de fabricação de um determinado produto ou a relação de empresas com a comunidade, e o preço costuma ser o fator mais importante na hora da compra.
Além das questões materiais, há diferenças filosóficas, especialmente na ideia de justiça social. As famílias se comparam com classes econômicas mais ricas e questionam que, justamente agora que elas têm acesso a bens de consumo, se fale em consumir menos em prol do planeta. Muitos interpretam que a ideia de limitar o consumo acaba punindo a nova classe média, já que só agora esse grupo tem condições de ter um carro e bens de consumo.
Um dos resultados desse pensamento é que a nova classe média não se vê como o sujeito, como os autores do comportamento sustentável. Diferentemente do que prega o movimento ambiental, que defende que cada pessoa pode agir para melhorar o mundo, a nova classe média, segundo a pesquisa, parece acreditar que quem deve agir são os governos, as empresas e as ONGs. Também há dificuldade em saber o que cada um pode fazer. "Não está claro para as pessoas o que elas podem fazer pelo meio ambiente", diz Izabelle.
Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/
2013/11/o-que-bnova-classe-mediab-pensa-sobre>. Acesso em: 03 mar. 2014. [Adaptado]
De acordo com o texto, a nova classe média é representada por
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Um determinado alto-falante de 8 !$ \Omega !$ que estava conectado em um sistema de som queimou.
Para consertar, um técnico dispunha de alto-falantes com configurações diferentes. Assim, para manter o mesmo desempenho do alto-falante anterior, o técnico deve optar por um circuito que tenha a configuração presente na opção
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Os equalizadores das mesas de som são ferramentas muito importantes nos sistemas de sonorização e trabalham alterando características físicas do sinal, como, por exemplo, o timbre sonoro. Sobre os filtros existentes nas mesas de som, considere as seguintes afirmações:
| I | O filtro chamado low cut serve para evitar o surgimento de microfonia, pois atua reduzindo os agudos. |
| II | No equalizador paramétrico, existe uma variável chamada Q que se refere à largura do sino (onda) e quanto maior for o seu valor, mais estreita será a largura da banda. |
| III | Diminuir o ganho do filtro high shelving fará com que o som fique com mais brilho. |
| IV | As quantidades de frequências aumentadas ou diminuídas nos filtros são medidas em decibéis (dB). Se aumentarmos 3 dB de um determinado valor, estaremos dobrando a sua potência sonora. |
Estão corretas as afirmações
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Na expressão “nova classe média”, as aspas têm a função de
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Sobre os amplificadores, considere as seguintes afirmações:
| I | São equipamentos responsáveis por enviar o sinal para as mesas de som. |
| II | Para evitar a queima de determinadas caixas de som, os amplificadores devem ter pelo menos o dobro da potência apresentada nos alto-falantes. |
| III | Os principais componentes dos amplificadores responsáveis por aumentar o nível do sinal são as válvulas e/ou transistores. |
| IV | Nos amplificadores de Classe A, o dispositivo de saída conduz o sinal de entrada durante os 360 graus. |
Estão corretas as afirmações
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Um técnico de som necessita instalar um sistema de reforço (torre de delay) para um público que se encontra a uma distância de 27 metros das caixas do sistema principal (PA). Com o objetivo de promover a inteligibilidade do som produzido pelos alto-falantes, o técnico de som decidiu aplicar um atraso (delay) no sinal de áudio, mas ele tem dúvida em qual dos sistemas fazê-lo. [Dados: velocidade (som) = 340 m/s.]
O sistema correto a ser processado e o valor aproximado em milissegundos (ms) aplicado a esse sistema escolhido devem ser, respectivamente:
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