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Foram encontradas 230 questões.

3676468 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UFSB
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Texto para a questão.
TECNOFEUDALISMO
    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.
    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.
    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.
Tales M. de Sá Cavalcante
O título do texto em voga, “Tecnofeudalismo”, apresenta um vocábulo composto etimologicamente por
 

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3676467 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UFSB
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Texto para a questão.
TECNOFEUDALISMO
    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.
    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.
    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.
Tales M. de Sá Cavalcante
A regência verbal trata-se da relação de subordinação entre um verbo e um termo regido ou ainda da independência sintático-semântica de um verbo em relação ao processo de complementação. Partindo desse pressuposto, assinale a alternativa em que se descreve corretamente esse processo linguístico, tendo por base o verbo ressaltado no trecho “A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza.”
 

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3676466 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UFSB
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Texto para a questão.
TECNOFEUDALISMO
    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.
    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.
    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.
Tales M. de Sá Cavalcante
A oração destacada, na passagem a seguir, é tipificada como
“Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA.
 

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3676465 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UFSB
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Texto para a questão.
TECNOFEUDALISMO
    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.
    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.
    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.
Tales M. de Sá Cavalcante
“Varoufakis afirma que¹ os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que², na prática, operam como os antigos feudos [...]”
Os termos enumerados, no trecho em evidência, desempenham função de
 

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3676464 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UFSB
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Texto para a questão.
TECNOFEUDALISMO
    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.
    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.
    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.
Tales M. de Sá Cavalcante
“Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível.
O termo demarcado, no excerto anterior, trata-se de um operador intraparagráfico adversativo, cuja função coesiva é
 

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3676463 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UFSB
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Texto para a questão.
TECNOFEUDALISMO
    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.
    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.
    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.
Tales M. de Sá Cavalcante
No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao TséTung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia.
Probo, nesse contexto, é o mesmo que
 

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3676462 Ano: 2025
Disciplina: Português
Banca: IDECAN
Orgão: UFSB
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Texto para a questão.
TECNOFEUDALISMO
    No livro “Sobre a China”, Henry Kissinger elogia Mao Tsé-Tung por ter ordenado seu exército a se manter “comedido e probo” em antiga guerra da China contra a Índia. A vitória sobre posições indianas gerou nova fronteira. Mao determinou a volta ao limite anterior e a devolução dos armamentos pesados retidos. A China usou a força não para conquistar territórios, senão “para obrigar a Índia a voltar à mesa de negociações”. A China de hoje faria o mesmo? E Putin? E Trump? A mídia nos diz que este deseja tomar a Groenlândia, o Canadá e capturar Gaza. E, sem garantir a proteção aos ataques russos, exigiu da Ucrânia US$ 500 bilhões em terras com minerais raros e 50% da renda gerada pela exploração desses recursos.
    Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível. Após 24 anos, Bolívar Torres, no “O Globo”, comenta o compêndio “Tecnofeudalismo”, de Yanis Varoufakis, ex-ministro das Finanças da Grécia, a ser lançado no Brasil em abril, em que o autor compara as big techs a senhores feudais e defende que o capitalismo morreu e foi substituído por algo pior.
    Varoufakis afirma que os mercados teriam sido trocados “por plataformas de comércio digital que, na prática, operam como os antigos feudos. Os usuários digitais se tornariam ‘servos’, enquanto os detentores do capital tradicional [...] se limitariam ao papel de ‘vassalos’. E o lucro, motor do capitalismo, teria sido substituído por seu antecessor feudal: a renda. [...] Os usuários não são clientes no sentido clássico, mas servos que geram dados e precisam dessas plataformas para acessar informações, trabalho e serviços essenciais”. Para Arthur Bezerra, também citado por Torres, a influência das big techs sobre Trump leva muitos a achar que Elon Musk é o “verdadeiro” chefe de Estado dos EUA. Será o tecnofeudalismo uma das respostas às indagações de Kenichi Ohmae sobre o continente invisível? O futuro dirá.
Tales M. de Sá Cavalcante
Atente-se à significação e à função contextual da expressão em seu dizer, de modo a assinalar a alternativa correta em se tratando da intenção comunicativa modalizadora do articulista ao utilizá-la no trecho:
“Em 2001, o consultor internacional Kenichi Ohmae lançou o livro “O Continente Invisível”. Nele destacou a descoberta e a colonização dos continentes e o advento da internet, “o continente invisível”, que, em seu dizer, seria colonizado, porém, com futuro imprevisível.”
 

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3835615 Ano: 2025
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IDECAN
Orgão: UFSB
Com base nas normas de redação do Manual de Redação da Presidência da República, marque o item que apresenta o uso correto do vocativo para o cargo de Presidente(a).
Questão Anulada

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3835614 Ano: 2025
Disciplina: Redação Oficial
Banca: IDECAN
Orgão: UFSB
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, marque qual das alternativas abaixo apresenta o uso correto de pronomes de tratamento em um ofício endereçado a um Embaixador.
Questão Anulada

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3736519 Ano: 2025
Disciplina: Biologia
Banca: IDECAN
Orgão: UFSB
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A conclusão da 15ª Conferência das Partes da Convenção da ONU (COP-15) sobre Diversidade Biológica resultou no Marco Global de Biodiversidade de Kunming-Montreal (GBF). Em meio a um perigoso declínio, que ameaça a sobrevivência de 1 milhão de espécies e impacta a vida de bilhões de pessoas, o GBF visa deter e reverter a perda da natureza. O Marco consiste em metas globais a atingir até 2030 e além, para salvaguardar e utilizar de forma sustentável a biodiversidade. Marque o item que informa uma meta do GBF a ser alcançada até 2030.
Questão Anulada

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