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A expressão Patrimônio, nas questões que seguem, é utilizada com a conotação que lhe é dada pela Resolução CFC n. 750, de 29 de dezembro de 1993, com as alterações da Resolução CFC n. 1.282, de 28 de maio de 2010. Ou seja, Patrimônio é o conjunto de bens, de direitos e de obrigações para com terceiros de uma entidade.
O Patrimônio engloba os ativos (bens e direitos) e os passivos (obrigações para com terceiros, incluídos os eventuais lucros e/ou dividendos destinados, mas ainda não pagos, aos sócios).
Também nesta prova, a expressão Inventário Geral é utilizada para o relatório contábil que lista todos os itens componentes do Patrimônio de uma entidade em um dado momento. Logo, para fins desta prova, no Inventário Geral não comparecem as contas do denominado "Patrimônio Líquido".

Sejam as seguintes quatro afirmativas:
I. A equação básica da Contabilidade pode ser expressa por A - P - PL = 0.
II. A equação básica da Contabilidade pode ser expressa por A = P - PL.
III. Apenas em alguns casos é que a equação básica da Contabilidade pode ser expressa por A - P - PL = 0.
IV. Jamais a equação básica da Contabilidade pode ser expressa por A + PL = P.
Assinale a alternativa CORRETA.
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A entidade desenvolveu um novo sistema para registrar os processos licitatórios de forma mais eficaz, que irá resultar no aumento dos serviços prestados.
Durante o exercício encerrado em 31 de dezembro de X7, os gastos incorridos para o desenvolvimento do sistema foram de R$ 2.000,00, dos quais R$ 1.800,00 foram incorridos antes de 01 de dezembro de X7 e R$ 200,00 incorreram entre 01 de dezembro de X7 e 31 de dezembro de X7. O valor recuperável dos serviços do sistema (incluindo saídas futuras de caixa para concluir o desenvolvimento antes que esteja disponível para uso) é estimado em R$ 1.000,00.
A entidade é capaz de demonstrar, em 01 de dezembro de X7, que o sistema recém desenvolvido atendeu aos critérios para o reconhecimento como um ativo intangível.
Assinale a alternativa CORRETA para o valor a ser reconhecido, no final do exercício de X7, para o sistema desenvolvido, como ativo intangível.
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500 mil homicídios em 20 anos
A violência registrada nas grandes cidades fez com que, entre 1980 e 2000, mais de 500 mil brasileiros fossem vítimas de homicídio. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais, lançada na terça-feira, 13/04, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, enquanto nos anos 80 os acidentes de trânsito eram a principal causa externa dos óbitos masculinos, na década de 90, os homicídios passaram a liderar.
Entre 1980 e 2000, a taxa de mortalidade por homicídios para ambos os sexos no Brasil aumentou 130% (de 11,7 para 27 por 100 mil habitantes). De 1980 a 2000, as taxas masculinas de mortalidade por homicídios saltaram de 21,2 para 49,7 por 100 mil habitantes.
Os homens jovens, de 15 a 24 anos, são os mais afetados: em 2000, 95,6 em cada 100 mil homens dessa faixa de idade morreram vítimas de homicídio, sendo 71,7 em cada 100 mil (ou seja, 75%) mortos com armas de fogo. Em relação a 1991, cresceu 46% a taxa de homicídios de homens jovens (era de 65,5 a cada 100 mil) e aumentou 95% a taxa dos realizados com armas de fogo (era de 36,8 por 100 mil, ou 56,2% do total).
O total de causas externas (que, além de homicídios, inclui também acidentes, suicídios e outras causas não naturais) provocou no País cerca de 2 milhões de mortes de 1980 a 2000, o que corresponde a toda a população de Brasília. Em 82,2% dos casos (1,7 milhão), as vítimas foram homens. Em 2000, as causas externas foram a segunda maior causa de morte no País (14,5% do total de mortes).
Realidade catarinense
Ainda que a violência tenha aumentado em Santa Catarina no período de 1990 para 2000, na comparação com os outros estados do Sul e com o cenário brasileiro, o Estado ainda está em vantagem.
Com relação especificamente aos homicídios, o Estado também está em melhores condições. Santa Catarina registrou 17,3 ocorrências por 100 mil habitantes, em comparação com as 95,6 registradas no País no mesmo período. O Rio Grande do Sul teve 54,3 casos em 100 mil habitantes e o Paraná novamente foi o campeão negativo, com 63 casos em 100 mil habitantes.
Correio de Santa Catarina, São José, 18 a 22 abr. 2004, p. 9. [adaptado]
Considerando as estatísticas apresentadas no Texto, é CORRETO afirmar que:
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TEXTO 1
500 mil homicídios em 20 anos
A violência registrada nas grandes cidades fez com que, entre 1980 e 2000, mais de 500 mil brasileiros fossem vítimas de homicídio. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais, lançada na terça-feira, 13/04, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, enquanto nos anos 80 os acidentes de trânsito eram a principal causa externa dos óbitos masculinos, na década de 90, os homicídios passaram a liderar.
Entre 1980 e 2000, a taxa de mortalidade por homicídios para ambos os sexos no Brasil aumentou 130% (de 11,7 para 27 por 100 mil habitantes). De 1980 a 2000, as taxas masculinas de mortalidade por homicídios saltaram de 21,2 para 49,7 por 100 mil habitantes.
Os homens jovens, de 15 a 24 anos, são os mais afetados: em 2000, 95,6 em cada 100 mil homens dessa faixa de idade morreram vítimas de homicídio, sendo 71,7 em cada 100 mil (ou seja, 75%) mortos com armas de fogo. Em relação a 1991, cresceu 46% a taxa de homicídios de homens jovens (era de 65,5 a cada 100 mil) e aumentou 95% a taxa dos realizados com armas de fogo (era de 36,8 por 100 mil, ou 56,2% do total).
O total de causas externas (que, além de homicídios, inclui também acidentes, suicídios e outras causas não naturais) provocou no País cerca de 2 milhões de mortes de 1980 a 2000, o que corresponde a toda a população de Brasília. Em 82,2% dos casos (1,7 milhão), as vítimas foram homens. Em 2000, as causas externas foram a segunda maior causa de morte no País (14,5% do total de mortes).
Realidade catarinense
Ainda que a violência tenha aumentado em Santa Catarina no período de 1990 para 2000, na comparação com os outros estados do Sul e com o cenário brasileiro, o Estado ainda está em vantagem.
Com relação especificamente aos homicídios, o Estado também está em melhores condições. Santa Catarina registrou 17,3 ocorrências por 100 mil habitantes, em comparação com as 95,6 registradas no País no mesmo período. O Rio Grande do Sul teve 54,3 casos em 100 mil habitantes e o Paraná novamente foi o campeão negativo, com 63 casos em 100 mil habitantes.
Correio de Santa Catarina, São José, 18 a 22 abr. 2004, p. 9. [adaptado]
TEXTO 2
Recentemente, num programa de entrevistas da emissora americana NBC, Parke Kunkle, um instrutor de astronomia ligado à Sociedade do Planetário de Minnesota, afirmou que os astrólogos deveriam ajustar o calendário dos 12 signos do zodíaco e acrescentar um 13º, Ophiuchus, ou Serpentário. Tudo isso por conta de uma mudança no eixo de rotação da Terra, chamada precessão, que coloca o Sol em uma posição diferente da que estava há "3 mil anos, quando se começou a estudar astrologia". Isso gerou uma torrente de matérias, posts e tweets ridicularizando a astrologia por ter se apegado a algo que foi derrubado há tempos.
Kunkle não deixou claro, no entanto, que os astrônomos e astrólogos sabem disso e calculam a precessão desde a Antiguidade. E ignora o fato de que os signos do zodíaco se referem a segmentos do plano de órbita da Terra, não às constelações de onde vieram seus nomes. Apesar disso, a história se alastrou, e parece que a maioria das pessoas a viu como um bom exemplo de que astrólogos são idiotas.
HIGGIT, Rebekah. Mais cuidado ao criticar os astrólogos? Galileu, n. 236, mar. 2011, p. 86. [excerto]
TEXTO 3
Um sonho de simplicidade
Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me supreendendo assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.
A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.
Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca — foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
Seria possível deixar essa eterna inquietação das madrugadas urbanas, inaugurar de repente uma vida de acordar bem cedo? Outro dia vi uma linda mulher, e senti um entusiasmo grande, uma vontade de conhecer mais aquela bela estrangeira: conversamos muito, essa primeira conversa longa em que a gente vai jogando um baralho meio marcado, e anda devagar, como a patrulha que faz um reconhecimento. Mas por que, para que, essa eterna curiosidade, essa fome de outros corpos e outras almas?
Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas... Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.
Todo mundo, com certeza, tem de repente um sonho assim. É apenas um instante. O telefone toca. Um momento! Tiramos um lápis do bolso para tomar nota de um nome, um número... Para que tomar nota? Não precisamos tomar nota de nada, precisamos apenas viver — sem nome, sem número, fortes, doces, distraídos, bons, como os bois, as mangueiras e o ribeirão.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 1978. p. 262-3.
A partir de informações fornecidas nos Textos 1, 2 e 3, construíram-se os períodos abaixo. Assinale o período CORRETO quanto ao emprego dos sinais de pontuação, segundo a norma padrão.
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Assinale a alternativa CORRETA.
O estágio da despesa que consiste na verificação do direito adquirido pelo credor, tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito, é denominado de:
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Na contabilidade pública, conforme orientada pelo MCASP, parte I, PCO, tem-se:
"São operações das quais resultam produtos (bens ou serviços), que contribuem para atender ao objetivo de um programa. Incluem-se também no conceito as transferências obrigatórias ou voluntárias a outros Entes da Federação e a pessoas físicas e jurídicas, na forma de subsídios, subvenções, auxílios, contribuições e financiamentos, dentre outros."
Assinale a alternativa CORRETA, a respeito da definição acima transcrita.
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Um sonho de simplicidade
Então, de repente, no meio dessa desarrumação feroz da vida urbana, dá na gente um sonho de simplicidade. Será um sonho vão? Detenho-me um instante, entre duas providências a tomar, para me fazer essa pergunta. Por que fumar tantos cigarros? Eles não me dão prazer algum; apenas me fazem falta. São uma necessidade que inventei. Por que beber uísque, por que procurar a voz de mulher na penumbra ou os amigos no bar para dizer coisas vãs, brilhar um pouco, saber intrigas?
Uma vez, entrando numa loja para comprar uma gravata, tive de repente um ataque de pudor, me supreendendo assim, a escolher um pano colorido para amarrar ao pescoço.
A vida bem poderia ser mais simples. Precisamos de uma casa, comida, uma simples mulher, que mais? Que se possa andar limpo e não ter fome, nem sede, nem frio. Para que beber tanta coisa gelada? Antes eu tomava a água fresca da talha, e a água era boa. E quando precisava de um pouco de evasão, meu trago de cachaça.
Que restaurante ou boate me deu o prazer que tive na choupana daquele velho caboclo do Acre? A gente tinha ido pescar no rio, de noite. Puxamos a rede afundando os pés na lama, na noite escura, e isso era bom. Quando ficamos bem cansados, meio molhados, com frio, subimos a barranca, no meio do mato, e chegamos à choça de um velho seringueiro. Ele acendeu um fogo, esquentamos um pouco junto do fogo, depois me deitei numa grande rede branca — foi um carinho ao longo de todos os músculos cansados. E então ele me deu um pedaço de peixe moqueado e meia caneca de cachaça. Que prazer em comer aquele peixe, que calor bom em tomar aquela cachaça e ficar algum tempo a conversar, entre grilos e vozes distantes de animais noturnos.
Seria possível deixar essa eterna inquietação das madrugadas urbanas, inaugurar de repente uma vida de acordar bem cedo? Outro dia vi uma linda mulher, e senti um entusiasmo grande, uma vontade de conhecer mais aquela bela estrangeira: conversamos muito, essa primeira conversa longa em que a gente vai jogando um baralho meio marcado, e anda devagar, como a patrulha que faz um reconhecimento. Mas por que, para que, essa eterna curiosidade, essa fome de outros corpos e outras almas?
Mas para instaurar uma vida mais simples e sábia, então seria preciso ganhar a vida de outro jeito, não assim, nesse comércio de pequenas pilhas de palavras, esse ofício absurdo e vão de dizer coisas, dizer coisas... Seria preciso fazer algo de sólido e de singelo; tirar areia do rio, cortar lenha, lavrar a terra, algo de útil e concreto, que me fatigasse o corpo, mas deixasse a alma sossegada e limpa.
Todo mundo, com certeza, tem de repente um sonho assim. É apenas um instante. O telefone toca. Um momento! Tiramos um lápis do bolso para tomar nota de um nome, um número... Para que tomar nota? Não precisamos tomar nota de nada, precisamos apenas viver — sem nome, sem número, fortes, doces, distraídos, bons, como os bois, as mangueiras e o ribeirão.
BRAGA, Rubem. 200 crônicas escolhidas. Rio de Janeiro: Record, 1978. p. 262-3.
Considerando o Texto, assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE o período abaixo:
Ao propor um ideal de vida simples, o autor constrói um jogo de oposições, entre as quais NÃO se inclui a oposição entre...
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Assinale a alternativa CORRETA quanto ao uso do acento indicativo de crase.
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500 mil homicídios em 20 anos
A violência registrada nas grandes cidades fez com que, entre 1980 e 2000, mais de 500 mil brasileiros fossem vítimas de homicídio. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais, lançada na terça-feira, 13/04, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, enquanto nos anos 80 os acidentes de trânsito eram a principal causa externa dos óbitos masculinos, na década de 90, os homicídios passaram a liderar.
Entre 1980 e 2000, a taxa de mortalidade por homicídios para ambos os sexos no Brasil aumentou 130% (de 11,7 para 27 por 100 mil habitantes). De 1980 a 2000, as taxas masculinas de mortalidade por homicídios saltaram de 21,2 para 49,7 por 100 mil habitantes.
Os homens jovens, de 15 a 24 anos, são os mais afetados: em 2000, 95,6 em cada 100 mil homens dessa faixa de idade morreram vítimas de homicídio, sendo 71,7 em cada 100 mil (ou seja, 75%) mortos com armas de fogo. Em relação a 1991, cresceu 46% a taxa de homicídios de homens jovens (era de 65,5 a cada 100 mil) e aumentou 95% a taxa dos realizados com armas de fogo (era de 36,8 por 100 mil, ou 56,2% do total).
O total de causas externas (que, além de homicídios, inclui também acidentes, suicídios e outras causas não naturais) provocou no País cerca de 2 milhões de mortes de 1980 a 2000, o que corresponde a toda a população de Brasília. Em 82,2% dos casos (1,7 milhão), as vítimas foram homens. Em 2000, as causas externas foram a segunda maior causa de morte no País (14,5% do total de mortes).
Realidade catarinense
Ainda que a violência tenha aumentado em Santa Catarina no período de 1990 para 2000, na comparação com os outros estados do Sul e com o cenário brasileiro, o Estado ainda está em vantagem.
Com relação especificamente aos homicídios, o Estado também está em melhores condições. Santa Catarina registrou 17,3 ocorrências por 100 mil habitantes, em comparação com as 95,6 registradas no País no mesmo período. O Rio Grande do Sul teve 54,3 casos em 100 mil habitantes e o Paraná novamente foi o campeão negativo, com 63 casos em 100 mil habitantes.
Correio de Santa Catarina, São José, 18 a 22 abr. 2004, p. 9. [adaptado]
A respeito do gênero do Texto, é CORRETO afirmar que se trata de:
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Com o advento da Lei n. 10.833, de 29 de dezembro de 2003, a qual regulou a instituição da retenção de Tributos e Contribuições Federais, passou-se ao recolhimento antecipado destes tributos, os quais deverão ser retidos diretamente pelo tomador dos serviços, quando superiores a R$ 5.000,00.
Assinale a alternativa CORRETA que indica qual o regime de reconhecimento para fins de retenção destes tributos.
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