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Foram encontradas 40 questões.

1195214 Ano: 2013
Disciplina: Medicina
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Sobre situações de risco para desenvolver candidemia é CORRETO afirmar:
 

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1167758 Ano: 2013
Disciplina: Medicina
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Paciente do sexo masculino, com 25 anos de idade, acadêmico de Medicina, sentiu-se mal na escola e foi levado por um colega à emergência do hospital. O paciente apresentava queda do estado geral, cefaleia intensa, vômitos sem náuseas e o exame físico mostrou a presença de sinais meníngeos. O clínico que o atendeu realizou punção lombar, que mostrou líquor hipertenso e turvo. O médico solicitou os seguintes exames no líquor: citologia total e diferencial, proteínas, glicose, cloretos, LDH, pesquisa de antígenos e bacterioscopia para germens comuns. Imediatamente após a punção lombar, prescreveu ceftriaxona 2 gr IV de doze em doze horas e, após o resultado dos exames, iniciou o tratamento com penicilina cristalina, 4 milhões de U IV de quatro em quatro horas, prevista para dez dias. O LCR mostrou 3.570 células com 95% de neutrófilos; 10 mg/DL de glicorraquia, 244 mg/DL de proteínas e LDH de 132 U/DL. A bacterioscopia mostrou a presença de diplococos gram-negativos.
Sobre o caso acima descrito, assinale com V as afirmativas VERDADEIRAS e, com F, as afirmativas FALSAS.
( ) O médico errou ao iniciar a ceftriaxona porque a citoquímica é altamente sugestiva de meningite viral.
( ) Se a bacterioscopia mostrasse a presença de diplococos gram-positivos, o diagnóstico provável seria de meningite por S. pneumoniae.
( ) Os exames solicitados incluem toda a rotina de líquor necessária para o diagnóstico etiológico.
( ) A citoquímica do líquor é característica das meningites bacterianas, e a bacterioscopia sugere o diagnóstico de meningite meningocócica.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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1167757 Ano: 2013
Disciplina: Medicina
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Considerando o Consenso em Paracoccidioidomicose publicado em 2006, analise as afirmativas a seguir, relativas à imunopatogênese da paracoccidioidomicose.
I. Existe atualmente um consenso na literatura de que os Paracoccidioides brasiliensis encontram-se, na natureza, como estruturas filamentosas contendo propágulos infectantes chamados conídios, que penetram no organismo do homem de forma inalatória.
II. A penetração do Paracoccidioides brasiliensis ocorre principalmente através da mucosa orofaríngea, do intestino, da mucosa retal e da pele, o que explica a manifestação clínica nesses sítios.
III. As formas mais graves evoluem com predomínio de resposta imunológica tipo 1, em que há maior ativação de linfócitos B, hipergamaglobulinemia e altos títulos de anticorpos específicos, cuja magnitude, em geral, correlaciona-se positivamente com a gravidade e a disseminação da doença.
IV. A razão de acometimento da paracoccidioidomicose em adultos varia entre dez a quinze homens para uma mulher, o que não ocorre na infância, quando a infecção e a doença se distribuem uniformemente entre ambos os sexos, com ligeiro predomínio do masculino em adultos jovens.
V. O controle da infecção depende de resposta imune celular efetiva, geralmente associada ao padrão tipo 1 da resposta imunológica, caracterizado pela síntese de citocinas que ativam macrófagos e linfócitos T CD4+ e CD8+, resultando na formação de granulomas compactos.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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Cotas de acesso ao ensino superior ajudam a transformar a universidade pública
Alguma coisa acontece nas universidades brasileiras. Há quem chame de mau gosto o que vê, porque "narciso acha feio o que não é espelho", diria Caetano Veloso em Sampa. São estudantes oriundos de famílias com renda inferior a um salário mínimo e meio, além de indígenas de diferentes etnias, que estão se fazendo presentes em salas de aula de cursos concorridos como medicina e engenharias, entre outras. São os cotistas que, desde agosto de 2012, passaram a ser regulamentados pela Lei das Cotas (Lei nº 12.711). Esta lei, que reserva 50% das vagas de cursos superiores para alunos vindos de escolas públicas e autodeclarados negros também oriundos de escola pública, é tema de vários estudos acadêmicos e movimenta a pauta da grande mídia.
Prós e contras se multiplicam, com argumentos que vão desde o fatalista "será o fim da universidade pública de qualidade" até o apologista "trata-se de uma nova abolição dos escravos". Há, ainda, os que veem a Lei de Cotas como mais uma política afirmativa para tentar diminuir as desigualdades no país. Afinal, curso superior é um caminho indicado para empregos com melhores salários. Com efeito, dados da pesquisa “Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2011”, divulgada em 24 de maio de 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que em 2011 quem tinha nível superior recebia, em média, salário de R$ 4.135,00 e quem não tinha, R$ 1.294,00. A diferença salarial entre os trabalhadores brasileiros com e sem nível superior pode chegar a 219%.
Portanto, o diploma universitário pode ser, de fato, um passaporte para ascensão social. Não é de se estranhar que, alheios ao debate sobre a pertinência da Lei das Cotas, mais de 7,8 milhões candidatos estão inscritos para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2013. O Enem é utilizado como critério de seleção para os estudantes que pretendem concorrer a uma bolsa no Programa Universidade para Todos (ProUni) ou para uma das 500 universidades brasileiras, segundo dados do Ministério da Educação (MEC), que já usam o resultado do exame como critério de seleção para o ingresso no ensino superior, seja complementando ou seja substituindo o vestibular. E a Lei de Cotas já está valendo para as instituições federais de ensino superior.
Em contrapartida, mesmo com pouco tempo ainda da adoção de algum tipo de cota de acesso, o que já se observa é que tal política nas universidades públicas contribui gradualmente, num processo lento, para uma transformação da universidade. E, nessa transformação, o lado mais resistente não é o aluno cotista que precisará fazer um grande esforço para acompanhar os cursos, se não tiver a necessária base que o ensino médio deveria oferecer. Os docentes também precisarão aprender a conviver com essas diferenças, que poderão contribuir, positivamente, para uma composição mais diversificada do alunado, capaz, assim, de melhor refletir, na universidade, a diversidade social e étnica de que se faz a nossa população.
[...]
Em 2004 ocorreram os primeiros vestibulares em universidades públicas por meio de um sistema de cotas, que variava de uma instituição a outra. As precursoras foram a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), seguidas pela Universidade de Brasília (UnB), pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Mas antes mesmo de se formarem as primeiras turmas, muitas análises foram e continuam sendo feitas, ora questionando os efeitos da política de cotas, ora apontando suas grandes possibilidades de inclusão social. Em geral esses argumentos, sejam favoráveis ou não, tendem a discutir universidade como se esta fosse única, uniforme e uníssona. Existem grandes diferenças regionais, e dentro de uma mesma instituição as diferenças entre cursos podem ser enormes.
Análises que dividem todos os alunos de uma mesma universidade em cotistas e não cotistas não consideram a diversidade que os números não revelam.
Um interessante exemplo é o estudo feito por Fábio Waltenberg e Márcia Marques de Carvalho, pesquisadores do Centro de Estudos sobre Desigualdade e Desenvolvimento (Cede-UFF). A partir do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) de 2008, os autores traçam um perfil dos concluintes dos cursos avaliados naquele ano, comparando alunos beneficiados por ações afirmativas com os demais alunos. Os dados referem-se a 167.704 concluintes. Estes, em algumas análises, foram agrupados de acordo com o cruzamento de informações acerca das proporções de não brancos, egressos de ensino médio público e baixa escolaridade dos pais nos diferentes cursos, em cursos de baixo (pedagogia), alto (engenharias e ciência da computação) e médio prestígio social (os demais). [...] Entendendo-se como diversidade uma maior representação de grupos desfavorecidos, os autores concluem que as diversas políticas de ações afirmativas foram de fato bem sucedidas no objetivo de proporcionar maior diversidade nas universidades, embora tal tendência seja menos clara em cursos mais prestigiosos. Com relação ao desempenho dos alunos, a nota média dos concluintes das estaduais e federais que ingressaram por meio de ações afirmativas é cerca de 0,4 pontos em 10 menor com relação aos concluintes que ingressaram pelo método tradicional, ou seja, pouco significativa.
[...]
As políticas de ação afirmativa surgiram a partir da década de 1960, no auge da luta dos negros norte-americanos pelo fim da segregação racial legal, até então em vigor em várias esferas da vida social nos Estados Unidos. A expressão ação afirmativa tem sido atribuída a John Kennedy que, em decreto presidencial de 1961, determinou que órgãos do governo dos Estados Unidos deveriam adotar medidas afirmativas no sentido de assegurar o acesso e a permanência como empregados de indivíduos das diversas raças, credos e nacionalidades. Depois disso, a expressão ganhou conteúdo mais preciso e passou a definir as medidas especiais e temporárias que buscam acelerar o processo de igualdade substantiva por parte de grupos considerados vulneráveis.
Assim, enquanto ação afirmativa, a atual Lei de Cotas busca reduzir as fortes distorções que são observadas na sociedade brasileira. [...] Em trabalho apresentado no XVI Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino (XVI Endipe), realizado na Unicamp em 2012, Daniela Frida Drelich Valentim, professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), considera que as ações afirmativas para os negros nas universidades fazem parte das chamadas políticas de reconhecimento da diferença, cujas demandas estão ligadas à representação, à cultura e à identidade dos grupos étnicos, raciais, sexuais, dentre outros. Segundo ela, as demandas por reconhecimento vêm adquirindo maior relevância na arena política desde o fim do século XX. Mas Daniela pondera que essas demandas estão ocorrendo em um mundo de desigualdade material acentuada, onde ainda faz muito sentido lutar por uma repartição menos desigual das riquezas sociais.
ASSAD, Leonor. Cotas de acesso ao ensino superior ajudam a transformar a universidade pública. Cienc. Cult., São Paulo, v. 65, n. 3, jul. 2013. Disponível em: <http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252013000300003&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 5 out. 2013. [adaptado]
Com relação ao Texto, analise se as afirmativas abaixo são VERDADEIRAS (V) ou FALSAS (F).
( ) A palavra “cotistas” tem como referência “estudantes” e “indígenas”.
( ) A expressão “instituições federais de ensino superior” não pode ser considerada sinônimo de “500 universidades brasileiras”.
( ) O referente de “suas” é “política de cotas”.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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Cotas de acesso ao ensino superior ajudam a transformar a universidade pública
Alguma coisa acontece nas universidades brasileiras. Há quem chame de mau gosto o que vê, porque "narciso acha feio o que não é espelho", diria Caetano Veloso em Sampa. São estudantes oriundos de famílias com renda inferior a um salário mínimo e meio, além de indígenas de diferentes etnias, que estão se fazendo presentes em salas de aula de cursos concorridos como medicina e engenharias, entre outras. São os cotistas que, desde agosto de 2012, passaram a ser regulamentados pela Lei das Cotas (Lei nº 12.711). Esta lei, que reserva 50% das vagas de cursos superiores para alunos vindos de escolas públicas e autodeclarados negros também oriundos de escola pública, é tema de vários estudos acadêmicos e movimenta a pauta da grande mídia.
Prós e contras se multiplicam, com argumentos que vão desde o fatalista "será o fim da universidade pública de qualidade" até o apologista "trata-se de uma nova abolição dos escravos". Há, ainda, os que veem a Lei de Cotas como mais uma política afirmativa para tentar diminuir as desigualdades no país. Afinal, curso superior é um caminho indicado para empregos com melhores salários. Com efeito, dados da pesquisa “Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2011”, divulgada em 24 de maio de 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que em 2011 quem tinha nível superior recebia, em média, salário de R$ 4.135,00 e quem não tinha, R$ 1.294,00. A diferença salarial entre os trabalhadores brasileiros com e sem nível superior pode chegar a 219%.
Portanto, o diploma universitário pode ser, de fato, um passaporte para ascensão social. Não é de se estranhar que, alheios ao debate sobre a pertinência da Lei das Cotas, mais de 7,8 milhões candidatos estão inscritos para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2013. O Enem é utilizado como critério de seleção para os estudantes que pretendem concorrer a uma bolsa no Programa Universidade para Todos (ProUni) ou para uma das 500 universidades brasileiras, segundo dados do Ministério da Educação (MEC), que já usam o resultado do exame como critério de seleção para o ingresso no ensino superior, seja complementando ou seja substituindo o vestibular. E a Lei de Cotas já está valendo para as instituições federais de ensino superior.
Em contrapartida, mesmo com pouco tempo ainda da adoção de algum tipo de cota de acesso, o que já se observa é que tal política nas universidades públicas contribui gradualmente, num processo lento, para uma transformação da universidade. E, nessa transformação, o lado mais resistente não é o aluno cotista que precisará fazer um grande esforço para acompanhar os cursos, se não tiver a necessária base que o ensino médio deveria oferecer. Os docentes também precisarão aprender a conviver com essas diferenças, que poderão contribuir, positivamente, para uma composição mais diversificada do alunado, capaz, assim, de melhor refletir, na universidade, a diversidade social e étnica de que se faz a nossa população.
[...]
Em 2004 ocorreram os primeiros vestibulares em universidades públicas por meio de um sistema de cotas, que variava de uma instituição a outra. As precursoras foram a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), seguidas pela Universidade de Brasília (UnB), pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Mas antes mesmo de se formarem as primeiras turmas, muitas análises foram e continuam sendo feitas, ora questionando os efeitos da política de cotas, ora apontando suas grandes possibilidades de inclusão social. Em geral esses argumentos, sejam favoráveis ou não, tendem a discutir universidade como se esta fosse única, uniforme e uníssona. Existem grandes diferenças regionais, e dentro de uma mesma instituição as diferenças entre cursos podem ser enormes.
Análises que dividem todos os alunos de uma mesma universidade em cotistas e não cotistas não consideram a diversidade que os números não revelam.
Um interessante exemplo é o estudo feito por Fábio Waltenberg e Márcia Marques de Carvalho, pesquisadores do Centro de Estudos sobre Desigualdade e Desenvolvimento (Cede-UFF). A partir do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) de 2008, os autores traçam um perfil dos concluintes dos cursos avaliados naquele ano, comparando alunos beneficiados por ações afirmativas com os demais alunos. Os dados referem-se a 167.704 concluintes. Estes, em algumas análises, foram agrupados de acordo com o cruzamento de informações acerca das proporções de não brancos, egressos de ensino médio público e baixa escolaridade dos pais nos diferentes cursos, em cursos de baixo (pedagogia), alto (engenharias e ciência da computação) e médio prestígio social (os demais). [...] Entendendo-se como diversidade uma maior representação de grupos desfavorecidos, os autores concluem que as diversas políticas de ações afirmativas foram de fato bem sucedidas no objetivo de proporcionar maior diversidade nas universidades, embora tal tendência seja menos clara em cursos mais prestigiosos. Com relação ao desempenho dos alunos, a nota média dos concluintes das estaduais e federais que ingressaram por meio de ações afirmativas é cerca de 0,4 pontos em 10 menor com relação aos concluintes que ingressaram pelo método tradicional, ou seja, pouco significativa.
[...]
As políticas de ação afirmativa surgiram a partir da década de 1960, no auge da luta dos negros norte-americanos pelo fim da segregação racial legal, até então em vigor em várias esferas da vida social nos Estados Unidos. A expressão ação afirmativa tem sido atribuída a John Kennedy que, em decreto presidencial de 1961, determinou que órgãos do governo dos Estados Unidos deveriam adotar medidas afirmativas no sentido de assegurar o acesso e a permanência como empregados de indivíduos das diversas raças, credos e nacionalidades. Depois disso, a expressão ganhou conteúdo mais preciso e passou a definir as medidas especiais e temporárias que buscam acelerar o processo de igualdade substantiva por parte de grupos considerados vulneráveis.
Assim, enquanto ação afirmativa, a atual Lei de Cotas busca reduzir as fortes distorções que são observadas na sociedade brasileira. [...] Em trabalho apresentado no XVI Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino (XVI Endipe), realizado na Unicamp em 2012, Daniela Frida Drelich Valentim, professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), considera que as ações afirmativas para os negros nas universidades fazem parte das chamadas políticas de reconhecimento da diferença, cujas demandas estão ligadas à representação, à cultura e à identidade dos grupos étnicos, raciais, sexuais, dentre outros. Segundo ela, as demandas por reconhecimento vêm adquirindo maior relevância na arena política desde o fim do século XX. Mas Daniela pondera que essas demandas estão ocorrendo em um mundo de desigualdade material acentuada, onde ainda faz muito sentido lutar por uma repartição menos desigual das riquezas sociais.
ASSAD, Leonor. Cotas de acesso ao ensino superior ajudam a transformar a universidade pública. Cienc. Cult., São Paulo, v. 65, n. 3, jul. 2013. Disponível em: <http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252013000300003&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 5 out. 2013. [adaptado]
Considere as seguintes sentenças, retiradas do Texto.
“Os docentes também precisarão aprender a conviver com essas diferenças, que poderão contribuir, positivamente, para uma composição mais diversificada do alunado [...]”.
“Em 2004 ocorreram os primeiros vestibulares em universidades públicas por meio de um sistema de cotas, que variava de uma instituição a outra.”
“Assim, enquanto ação afirmativa, a atual Lei de Cotas busca reduzir as fortes distorções que são observadas na sociedade brasileira.”
As referências CORRETAS dos pronomes sublinhados são, respectivamente:
 

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466899 Ano: 2013
Disciplina: Medicina
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Em relação à Hepatite C, considere as afirmativas abaixo e assinale com V as VERDADEIRAS e, com F, as FALSAS.
( ) Todos os pacientes com doença ativa apresentam transaminases alteradas.
( ) Na Hepatite C crônica os aumentos das aminotransferases variam de zero a vinte vezes, mas geralmente menos que cinco vezes o limite superior.
( ) Os níveis de ALT geralmente são mais elevados que os de AST e, quando ocorre inversão, podem indicar a presença de cirrose.
( ) A presença do fator reumatoide, de plaquetopenia e de leucopenia são frequentes em pacientes com fibrose severa ou cirrose.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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466681 Ano: 2013
Disciplina: Medicina
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Quanto ao diagnóstico laboratorial das leishmanioses, considere as afirmativas abaixo, atribuindo V às VERDADEIRAS e F às FALSAS.
( ) Devido a sua elevada sensibilidade e especificidade, os testes sorológicos (IFI e ELISA) são considerados "padrão ouro" para o diagnóstico de Leishmaniose tegumentar americana.
( ) A Intradermorreação de Montenegro é um teste de hipersensibilidade tardia que apresenta-se positivo em pacientes com Leishmaniose tegumentar americana, sendo, portanto, um teste suficiente para o diagnóstico da doença.
( ) A Intradermorreação de Montenegro é um teste de hipersensibilidade tardia que mede os níveis de anticorpos séricos, mas que não pode ser utilizado como diagnóstico confirmatório da Leishmaniose tegumentar americana.
( ) No diagnóstico parasitológico da Leishmaniose tegumentar americana, o fragmento de tecido deve ser colhido da borda da lesão para a pesquisa de amastigotas em preparações coradas pelo Giemsa e/ou para pesquisa de DNA do parasito pela técnica de PCR.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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451042 Ano: 2013
Disciplina: Medicina
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Assinale com V as afirmativas VERDADEIRAS e com F as afirmativas FALSAS em relação ao tratamento da dengue.
( ) Quando necessário, o procedimento invasivo para venóclise profunda é a dissecção venosa.
( ) Quando necessário, o procedimento invasivo para venóclise profunda é a punção de jugular interna ou da subclávia.
( ) O acetaminofen é o analgésico e antipirético de eleição.
( ) A hidratação oral deve ser feita com sais de hidratação oral.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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397801 Ano: 2013
Disciplina: Medicina
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Assinale a alternativa CORRETA.
Um funcionário da Higienização e Limpeza acidenta-se com agulha descartada em saco de lixo de cor branca. Considerando a disposição do resíduo, de acordo com a Resolução ANVISA RDC 306, de 7 de dezembro de 2004, e a Resolução CONAMA 358, de 29 de abril de 2005, que dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde, qual recomendação deveria ser realizada quanto ao acondicionamento do material?
 

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358796 Ano: 2013
Disciplina: Medicina
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Em relação ao paciente adulto neutropênico febril, é CORRETO afirmar:
 

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