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Sobre o tratamento da pneumonia adquirida na comunidade, a decisão de internar o paciente é sempre do médico assistente, porém escores de gravidade auxiliam na tomada de decisão. Assinale a alternativa CORRETA sobre essas escalas de gravidade.
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Com base no debate atual sobre o financiamento da saúde no Brasil, analise as afirmativas a seguir.
I. A remuneração por procedimento ou serviço produzido tornou a opção pela estruturação própria de serviços pela esfera pública em vez da contratação de terceiros, politicamente mais rentável para os municípios.
II. Os problemas gerados pela falta de força de trabalho capacitada contribuem com a redução da qualidade dos serviços prestados e não estão relacionados com o subfinanciamento do SUS.
III. A ampliação de recursos para a saúde passa necessariamente pelo questionamento de prioridades da política econômica e de ameaças à privatização do SUS.
IV. Esses novos modelos – organizações sociais, fundações públicas de direito privado, empresas públicas – significam, na prática, uma entrega do patrimônio do SUS para o setor privado, numa lógica de empresariamento da saúde.
Assinale a alternativa CORRETA.
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Com relação à gestação gemelar, é CORRETO afirmar que:
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A Administração Pública deve obedecer a princípios, segundo previsto na redação original do art. 37 da Constituição Federal promulgada em 1988. Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE esses princípios.
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Um cirurgião-dentista deverá realizar exodontias simples (dentes unirradiculares com pouco implante ósseo) em um paciente cuja contagem de plaquetas está com o valor de 25.000 cels/!$ mm^3 !$ (referência: 130.000 cels/!$ mm^3 !$ a 150.000 cels/!$ mm^3 !$).
Marque V para as afirmativas VERDADEIRAS e F para as FALSAS em relação a esse caso.
( ) Se o paciente for portador de aplasia de medula existe risco de hemorragia trans e pós-cirúrgica.
( ) Se o paciente for portador de aplasia de medula existe pouco risco de hemorragia trans e pós-cirúrgica.
( ) Se o paciente for portador de uma doença imunológica como Púrpura Trombocitopênica existe risco de hemorragia trans e pós-cirúrgica.
( ) Se o paciente for portador de uma doença imunológica como Púrpura Trombocitopênica existe pouco risco de hemorragia trans e pós-cirúrgica.
( ) Se o paciente for portador de aplasia de medula há indicação de uma transfusão de plaquetas.
( ) Se o paciente for portador de uma doença imunológica como Púrpura Trombocitopênica há pouca indicação de uma transfusão de plaquetas.
( ) Se o paciente for portador de aplasia de medula será beneficiado pelo uso de corticoide antes do procedimento cirúrgico, sob orientação do hematologista.
( ) Se o paciente for portador de uma doença imunológica como Púrpura Trombocitopênica será beneficiado pelo uso de corticoide antes do procedimento cirúrgico, sob orientação do hematologista.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
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Paciente com 25 anos, grávida do primeiro filho, queixa-se de dor ao urinar, sensação de boca amarga, irritada com o marido, distante da família, fica em casa, não faz atividade física, apresenta PA 110/70 mmHg. Parcial de urina e urocultura sem alteração. Foram utilizados os pontos LR3 (Taichong) e GB34 (Yanglinquan) para tratamento.
Assinale a alternativa CORRETA.
Sobre o ponto GB34, podemos dizer, pela teoria dos pontos SHU antigos, que é do Movimento:
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Assinale a alternativa CORRETA.
São consideradas formas farmacêuticas semissólidas:
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Cotas de acesso ao ensino superior ajudam a transformar a universidade pública
Alguma coisa acontece nas universidades brasileiras. Há quem chame de mau gosto o que vê, porque "narciso acha feio o que não é espelho" !$ ^{II)} !$, diria Caetano Veloso em Sampa. São estudantes oriundos de famílias com renda inferior a um salário mínimo e meio, além de indígenas de diferentes etnias, que estão se fazendo presentes em salas de aula de cursos concorridos como medicina e engenharias, entre outras. São os cotistas que, desde agosto de 2012, passaram a ser regulamentados pela Lei das Cotas (Lei nº 12.711). Esta lei, que reserva 50% das vagas de cursos superiores para alunos vindos de escolas públicas e autodeclarados negros também oriundos de escola pública, é tema de vários estudos acadêmicos e movimenta a pauta da grande mídia.
!$ ^{III)} !$ Prós e contras se multiplicam, com argumentos que vão desde o fatalista "será o fim da universidade pública de qualidade" até o apologista "trata-se de uma nova abolição dos escravos". Há, ainda, os que veem a Lei de Cotas como mais uma política afirmativa para tentar diminuir as desigualdades no país. Afinal, curso superior é um caminho indicado para empregos com melhores salários. !$ ^{I)} !$ Com efeito, dados da pesquisa “Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2011”, divulgada em 24 de maio de 2012 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) !$ ^{I)} !$ , apontam que em 2011 quem tinha nível superior recebia, em média, salário de R$ 4.135,00 e quem não tinha, R$ 1.294,00. A diferença salarial entre os trabalhadores brasileiros com e sem nível superior pode chegar a 219%.
Portanto, o diploma universitário pode ser, de fato, um passaporte para ascensão social. Não é de se estranhar que, alheios ao debate sobre a pertinência da Lei das Cotas, mais de 7,8 milhões candidatos estão inscritos para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2013. O Enem é utilizado como critério de seleção para os estudantes que pretendem concorrer a uma bolsa no Programa Universidade para Todos (ProUni) ou para uma das 500 universidades brasileiras, segundo dados do Ministério da Educação (MEC), que já usam o resultado do exame como critério de seleção para o ingresso no ensino superior, seja complementando ou seja substituindo o vestibular. E a Lei de Cotas já está valendo para as instituições federais de ensino superior.
Em contrapartida, mesmo com pouco tempo ainda da adoção de algum tipo de cota de acesso, o que já se observa é que tal política nas universidades públicas contribui gradualmente, num processo lento, para uma transformação da universidade. E, nessa transformação, o lado mais resistente não é o aluno cotista que precisará fazer um grande esforço para acompanhar os cursos, se não tiver a necessária base que o ensino médio deveria oferecer. Os docentes também precisarão aprender a conviver com essas diferenças, que poderão contribuir, positivamente, para uma composição mais diversificada do alunado, capaz, assim, de melhor refletir, na universidade, a diversidade social e étnica de que se faz a nossa população.
[...]
Em 2004 ocorreram os primeiros vestibulares em universidades públicas por meio de um sistema de cotas, que variava de uma instituição a outra. As precursoras foram a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), a Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), seguidas pela Universidade de Brasília (UnB), pela Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).
Mas antes mesmo de se formarem as primeiras turmas, muitas análises foram e continuam sendo feitas, ora questionando os efeitos da política de cotas, ora apontando suas grandes possibilidades de inclusão social. Em geral esses argumentos, sejam favoráveis ou não, tendem a discutir universidade como se esta fosse única, uniforme e uníssona. Existem grandes diferenças regionais, e dentro de uma mesma instituição as diferenças entre cursos podem ser enormes.
Análises que dividem todos os alunos de uma mesma universidade em cotistas e não cotistas não consideram a diversidade que os números não revelam.
!$ ^{I)} !$ Um interessante exemplo é o estudo feito por Fábio Waltenberg e Márcia Marques de Carvalho, pesquisadores do Centro de Estudos sobre Desigualdade e Desenvolvimento (Cede-UFF). A partir do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) de 2008, os autores traçam um perfil dos concluintes dos cursos avaliados naquele ano, comparando alunos beneficiados por ações afirmativas com os demais alunos. Os dados referem-se a 167.704 concluintes. Estes, em algumas análises, foram agrupados de acordo com o cruzamento de informações acerca das proporções de não brancos, egressos de ensino médio público e baixa escolaridade dos pais nos diferentes cursos, em cursos de baixo (pedagogia), alto (engenharias e ciência da computação) e médio prestígio social (os demais). [...] Entendendo-se como diversidade uma maior representação de grupos desfavorecidos, os autores concluem que as diversas políticas de ações afirmativas foram de fato bem sucedidas no objetivo de proporcionar maior diversidade nas universidades, embora tal tendência seja menos clara em cursos mais prestigiosos. Com relação ao desempenho dos alunos, a nota média dos concluintes das estaduais e federais que ingressaram por meio de ações afirmativas é cerca de 0,4 pontos em 10 menor com relação aos concluintes que ingressaram pelo método tradicional, ou seja, pouco significativa. !$ ^{I)} !$
[...]
As políticas de ação afirmativa surgiram a partir da década de 1960, no auge da luta dos negros norte-americanos pelo fim da segregação racial legal, até então em vigor em várias esferas da vida social nos Estados Unidos. A expressão ação afirmativa tem sido atribuída a John Kennedy que, em decreto presidencial de 1961, determinou que órgãos do governo dos Estados Unidos deveriam adotar medidas afirmativas no sentido de assegurar o acesso e a permanência como empregados de indivíduos das diversas raças, credos e nacionalidades. Depois disso, a expressão ganhou conteúdo mais preciso e passou a definir as medidas especiais e temporárias que buscam acelerar o processo de igualdade substantiva por parte de grupos considerados vulneráveis.
Assim, enquanto ação afirmativa, a atual Lei de Cotas busca reduzir as !$ ^{I)} !$ fortes distorções que são observadas na sociedade brasileira. [...] Em trabalho apresentado no XVI Encontro Nacional de Didática e Práticas de Ensino (XVI Endipe), realizado na Unicamp em 2012, Daniela Frida Drelich Valentim, professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj), considera que as ações afirmativas para os negros nas universidades fazem parte das chamadas políticas de reconhecimento da diferença, cujas demandas estão ligadas à representação, à cultura e à identidade dos grupos étnicos, raciais, sexuais, dentre outros. Segundo ela, as demandas por reconhecimento vêm adquirindo maior relevância na arena política desde o fim do século XX. Mas Daniela pondera que essas demandas estão ocorrendo em um mundo de desigualdade material acentuada, onde ainda faz muito sentido lutar por uma repartição menos desigual das riquezas sociais. !$ ^{I)} !$
ASSAD, Leonor. Cotas de acesso ao ensino superior ajudam a transformar a universidade pública. Cienc. Cult., São Paulo, v. 65, n. 3, jul. 2013. Disponível em: <http://cienciaecultura.bvs.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0009-67252013000300003&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em: 5 out. 2013. [adaptado]
Considere as seguintes afirmativas, referentes ao Texto.
I. O uso de dados, tais como a pesquisa divulgada pelo IBGE, o estudo feito pelos pesquisadores do Centro de Estudos sobre Desigualdade e Desenvolvimento e o trabalho apresentado pela professora da Universidade Estadual do Rio de Janeiro são argumentos que a autora utiliza para dar confiabilidade ao seu texto.
II. Fica subentendida a crítica que a autora faz em relação àqueles que têm reagido mal à política de cotas, ao utilizar um trecho da canção “Sampa”, de Caetano Veloso, que diz: “narciso acha feio o que não é espelho".
III. A autora não deixa claro qual seu posicionamento em relação ao ingresso por meio de cotas nas universidades brasileiras, especialmente quando diz “Prós e contras se multiplicam”.
Com base no Texto, assinale a alternativa CORRETA.
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Assinale a alternativa CORRETA.
Qual é o achado neurorradiológico mais frequentemente relacionado à síndrome de Rasmussen?
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Considerando as recomendações atuais estabelecidas pelo Ministério da Saúde do Brasil (Consenso Nacional de Nutrição Oncológica, 2009) para a assistência nutricional de pacientes oncológicos em cuidados paliativos, é CORRETO afirmar que:
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