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Revista do Serviço Público, v. 64, n. 4 (2013)
RSP Revisitada
A revolução da informática chega à administração
Paulo Jobim Filho
Texto publicado na RSP, vol. 113, nº 1, março de 1985.
[...]
1. A administração pública em uma sociedade a caminho da informatização
Tudo indica que a informática já está provocando mudanças profundas na nossa forma de pensar e agir, que acabarão refletindo na organização política, econômica e cultural da sociedade brasileira.
Muito mais que as revoluções tecnológicas do passado, a “revolução informática” está destinada a afetar a sociedade de forma global, criando novas relações entre os agentes econômicos, definindo novas fórmulas de convivência política, mudando concepções tradicionais de educação, interferindo na cultura e, até mesmo, ameaçando a soberania das nações (TOFFLER, 1980; NAISBTT, 1983). A informática constituir-se-á no fator comum de facilitação e indução de todo o processo de inovação tecnológica nas outras áreas do conhecimento.
A informática da década passada era elitista. Utilizada pelas grandes organizações, era muito cara e esotérica para a maioria das pessoas. O desenvolvimento surpreendente da eletrônica e das telecomunicações tem permitido sua gradativa massificação. Há dez anos seria difícil imaginar que a informática se tornasse tão popular, despertando o interesse do cidadão comum, do profissional, do jovem em idade escolar, de segmentos tão expressivos e diferenciados da sociedade.
Os computadores herméticos, reservados aos profissionais da área, começam a ser operados por leigos e até por crianças. Estão deixando também, gradativamente, de ser isolados, isto é, estão passando a se comunicar por meio de redes cada vez mais interconexas.
Tudo isso representa, afinal, a caminhada para a sociedade da informação e nada melhor para caracterizá-la que seus efeitos visíveis, isto é, a enorme variedade de aplicações do computador no cotidiano do cidadão, no ambiente profissional, na educação, no lar.
A passagem da sociedade industrial para a sociedade da informação transfere a ênfase da automatização do trabalho muscular para o processamento da informação mediante recursos técnicos, significando a abstração do material e a representação do mundo físico por figuras informacionais.
Visto que a administração pública lida essencialmente com o processamento de informações, ela será particularmente afetada por todo esse processo de mudança desencadeado pela informática, o que pressupõe sua preparação para absorver, de forma produtiva e racional, os impactos dessas transformações (REINERMANN, 1985).
No momento em que se inicia em nosso país um novo esforço de reforma da administração pública e se aproxima a convocação da Assembleia Nacional Constituinte, é de todo conveniente discutir a oportunidade de utilização da informática como instrumento viabilizador de transformações no panorama da administração pública brasileira e, por que não dizer, da própria sociedade.
[...]
Disponível em: <http://seer.enap.gov.br/index.php/RSP/article/view/136/136>.
Acesso em: 23 abr. 2014 [Adaptado]
Considere as informações acerca do Texto e analise as afirmativas a seguir.
I. O texto teve uma primeira edição publicada em 1985.
II. O texto foi republicado na Revista do Serviço Público (RSP) em 2014.
III. A informática da década passada [...] refere-se ao período que vai do ano 2000 a 2010.
IV. A revolução da informática representou, no século XX, a passagem para a sociedade da informação.
V. A informatização define novas formas de convivência política, garantindo a soberania das nações.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2496741 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Quando se realiza o balanço de massa em sistema estacionário, podem ocorrer casos de correntes de reciclagem, purga e curto-circuito. A respeito dessas correntes, analise as afirmativas abaixo.
I. Corrente de reciclagem é aquela que devolve ao processo matéria de uma corrente à jusante do processo.
II. Corrente de purga permite remover do processo inertes ou substâncias indesejáveis que podem estar presentes na corrente de reciclagem.
III. Corrente de curto-circuito permite evitar a passagem de uma dada corrente por uma ou mais etapas do processo, levando a matéria para outra etapa mais à jusante.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2496149 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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As indústrias têxteis produzem uma variada gama de produtos, desde fios sintéticos ou naturais beneficiados até tecidos e artigos finais. Essa produção envolve diversas etapas, incluindo vários tratamentos químicos. Os efluentes têxteis apresentam diversos produtos químicos e corantes. Os processos de tratamento desses efluentes objetivam reduzir a toxicidade inerente aos produtos químicos utilizados, a carga orgânica, os detergentes e a cor oriunda da mistura de corantes utilizados nos processos de tingimento.

De acordo com a afirmação acima, assinale a alternativa que CORRESPONDE sequencialmente às etapas indicadas para o tratamento de efluentes têxteis:

 

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2496146 Ano: 2014
Disciplina: Química
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Na preparação de um banho de tingimento de fio 100% acrílico, a formulação adequada deve atender ao seguinte requisito: equilíbrio entre o fator de saturação da fibra, do corante e do retardante, sendo que a quantidade de retardante utilizada deve ser 90% da calculada, visando à reprodutibilidade, igualização da cor e possibilidade de reprocesso.
A tabela seguinte apresenta cinco formulações – I, II, III, IV e V – de corante e de auxiliares, em que os corantes e o retardante são expressos em % sobre a fibra seca e os demais auxiliares são expressos em g/L.
Dados:
Fator de saturação da fibra: 1,7
Fator de saturação do retardante: 0,7
Fator de saturação do corante amarelo: 1,00
Fator de saturação do corante vermelho: 0,62
Fator de saturação do corante azul: 0,66
Peso do material: 350 kg
Relação de banho: 1:5
Enunciado 3200772-1
Considerando as informações do texto e da tabela acima, assinale a alternativa que indica a formulação CORRETA de acordo com o requisito apresentado.
 

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O viajante clandestino
Mia Couto
– Não é arvião. Diz-se: avião.
O menino estranhou a emenda de sua mãe. Não mencionava ele uma criatura do ar? A criança tem a vantagem de estrear o mundo, iniciando outro matrimônio entre as coisas e os nomes. Outros a elas se assemelham, à vida sempre recém-chegando. São os homens em estado de poesia, essa infância autorizada pelo brilho da palavra.
– Mãe: avioneta é a neta do avião?
– Vamos para a sala de espera, ordenou a mãe.
Ela lhe admoestou, prescrevendo juízo. Aquilo era um aeroporto, lugar de respeito. A senhora apontou os passageiros, seus ares graves, soturnos. O menino mediu-se com aquele luto, aceitando os deveres do seu tamanho. Depois, se desenrolou do colo materno, fez sua a sua mão e foi à vidraça. Espreitou os imponentes ruídos, alertou a mãe para um qualquer espanto. Mas a sua voz se afogou no tropel dos motores.
Eu assistia a criança. Procurava naquele aprendiz de criatura a ingenuidade que nos autoriza a sermos estranhos num mundo que nos estranha. Frágeis onde a mentira credencia os fortes.
Seria aquele menino a fratura por onde, naquela toda frieza, espreitava a humanidade? No aeroporto eu me salvava da angústia através de um exemplar da infância.
O menino agora contemplava as traseiras do céu, seguindo as fumagens, lentas pegadas dos instantâneos aviões. Ele então se fingiu um aeroplano, braços estendidos em asas. Descolava do chão, o mundo sendo seu enorme brinquedo. E viajava por seus infinitos, roçando as malas e as pernas dos passageiros entediados. Até que a mãe debitou suas ordens. Ele que recolhesse a fantasia, aquele lugar era pertença exclusiva dos adultos.
– Te ajeita. Estamos quase partindo.
– Então vou me despedir do passaporteiro.
A mãe corrigiu em dupla dose. Primeiro, não ia a nenhuma parte. Segundo, não se chamava assim ao senhor dos passaportes. Mas só no presente o menino se deixava calar. Porque, em seu sonho, mais adiante, ele se proclama:
– Quando for grande quero ser passaporteiro.
E ele já se antefruía, de farda, dentro do vidro. Ele é que autorizava a subida aos céus.
– Vou estudar para migraceiro.
– Tá doido, filho. Fica quieto.
O garoto guardou seus jogos, contido. Que criança, neste mundo, tem vocação para adulto?
Saímos da sala para o avião. Chuviscava. O menino seguia seus passos quando, na lisura do asfalto, ele viu o sapo. Encharcado, o bicho saltiritava. Sua boca, maior que o corpo, traduzia o espanto das diferenças. Que fazia ali aquele representante dos primórdios, naquele lugar de futuros apressados?
O menino parou, observador, cuidando os perigos do batráquio. Na imensa incompreensão do asfalto, o bicho seria esmagado por cega e certeira roda.
– Mãe, eu posso levar o sapo?
A senhora estremeceu de horror. Olhou envergonhada, pedindo desculpas aos passantes. Então, começou a disputa. A senhora obrigava o braço do filho, os dois se teimavam. Venceu a secular maternidade. O menino, murcho como acento circunflexo, subiu as escadas, ocupou seu lugar, ajeitou o cinto.
Do meu assento eu podia ver a tristeza desembrulhando líquidas miçangas no seu rosto. Fiz-lhe sinal, ele me encarou de soslado. Então, em seu rosto se acendeu a mais grata bandeira de felicidade. Porque do côncavo de minhas mãos espreitou o focinho do mais clandestino de todos os passageiros.
Disponível em: <http://jardimdasdelicias.blogs.sapo.pt/277137.html>.
[Adaptado] Acesso em: 8 abr. 2014.
Glossário
Admoestar – repreender branda e benevolamente
Antefruir – usufruir antecipadamente
Batráquio – anfíbio
Debitar suas ordens – anunciar, proclamar suas regras
Fumagem – fumaça
Soslado – lado, oblíquo
Soturno – aspecto triste, taciturno
Tropel – grande ruído
Com base no Texto, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às asserções abaixo.
( ) Em Não mencionava ele uma criatura do ar? o sujeito da oração não está em ordem direta.
( ) O sufixo utilizado pelo menino ao criar as palavras “passaporteiro” e “migraceiro” tem a mesma função que o sufixo utilizado para formar as palavras “cabeleireiro” e “nevoeiro”.
( ) As palavras “matrimônio”, “fratura” e “miçangas” estão empregadas com sentido conotativo.
( ) Ao criar as palavras “arvião” e “avioneta”, o menino o faz por meio do processo de derivação parassintética.
( ) Em Vou estudar para migraceiro. a perífrase verbal poderia ser substituída por um verbo no futuro do subjuntivo sem provocar alterações no significado da frase.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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2494246 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Sobre funções de estado e com base no diagrama abaixo, é CORRETO afirmar que:
Enunciado 3085973-1
 

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2491692 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Considere as afirmativas abaixo, com relação aos conceitos de calor e trabalho.
I. Dois sistemas em equilíbrio térmico devem ter a mesma temperatura.
II. Se um sistema isolado termicamente for trazido de um estado de equilíbrio a outro, o trabalho necessário para alcançar essa mudança é independente do processo utilizado.
III. Um processo no qual o único efeito é a completa conversão de calor em trabalho é impossível.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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Cabecinhas feitas
Aos pais que se preocupam com o tempo que o filho passa na frente do computador, um aviso: a coisa só tende a piorar. E isso pode ser bom. Educadores e profissionais da área de tecnologia do mundo todo estão empenhados em uma cruzada para dar uma utilidade prática ao fascínio da meninada por smartphones, tablets e laptops, e um dos caminhos são as aulas de programação ministradas desde a mais tenra idade. A ideia é que crianças e adolescentes dominem pelo menos uma linguagem dos códigos e, em vez de simplesmente usar o que já vem pronto no computador, aprendam a pôr a máquina a seu serviço.
Embora pesquisas de maior calibre ainda estejam em curso, a experiência já sinaliza que o exercício intelectual envolvido nesse aprendizado ajuda a desenvolver o raciocínio lógico e a capacidade de resolver problemas. Um dos estudiosos da área, o polonês Jakub Lacki, técnico da seleção de informática de seu país, enfatiza que, se bem administradas, as lições de programação podem dar um impulso naquilo que é mais essencial à vida escolar: “O exercício de conversa com o computador ajuda a sedimentar o conhecimento e a refletir sobre o que se aprende”.
Mesmo que ainda se debata como e quando os algoritmos devem entrar na vida da garotada, ganha força a teoria que compara o ensino da programação ao de uma língua estrangeira: quanto mais cedo, maior a capacidade de absorção. Mas que fique claro para pais que esperam milagres de seus pequenos gênios: aos 5 anos, ninguém vai escrever códigos de verdade, tarefa que exige uma maturidade intelectual que se pronunciará só lá pelos 10, 11 anos. O que os mais novinhos assimilam é o abecê mais básico, conhecimento que provavelmente lhes dará mais traquejo para aprender o que virá depois.
Muitas rodas de educadores são entusiastas da ideia de introduzir a linguagem dos códigos que o computador entende na grade de matérias obrigatórias desde o jardim de infância. Do outro lado do debate, há quem critique acrescentar mais essa obrigação à vida da meninada. Sobre um ponto todos concordam: para iniciar-se no universo dos códigos, é preciso ter a ferramenta adequada e, para a maioria, uma boa orientação – seja ela na escola ou em casa. Está comprovado que nos bancos escolares a exploração dos códigos só dá certo mesmo se o professor souber se portar como uma espécie de regente da investigação digital.
Se bem guiada, a garotada nascida e criada na era digital tem tudo para desenvolver as habilidades latentes em sua geração. O aprendizado do algoritmo na escola pode contribuir ainda para apagar duas imagens recorrentes: a de que a ciência da computação, tão crucial para o futuro, é uma matéria indecifrável para os comuns mortais e a de que o menino ou a menina versado nessa arte é um ser desinteressante e esquisito. Em outras palavras: o coding como segunda língua universal dos jovens será a vingança dos nerds.
BORGES, Helena. Cabecinhas feitas. Veja, n. 17, p. 96-97, abr. 2014.
[Adaptado]
Segundo o Texto, é CORRETO afirmar que:
 

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2489375 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Na indústria têxtil, é importante que os artigos, após passarem por processos de beneficiamento, sejam submetidos a ensaios que verifiquem a qualidade no que se refere à capacidade de manutenção da cor, denominada “solidez”. Em relação à solidez dos artigos têxteis, analise as afirmativas a seguir, marcando (V) para as afirmativas verdadeiras e (F) para as falsas.
( ) Os artigos têxteis tingidos são submetidos à ação de agentes como lavagem, luz, fricção e suor, entre outros, para verificar sua qualidade.
( ) A transferência de cor permite avaliar se uma cor irá manchar outras partes da peça confeccionada ou deixar migrar o corante para outras peças que forem lavadas em conjunto. Nem sempre uma cor que apresenta alteração apresenta também transferência e vice-versa.
( ) O Crockmeter é o aparelho utilizado para fazer os testes de solidez à fricção a seco, a úmido e também para o teste de solidez à lavação.
( ) O aparelho de solidez da cor à luz é uma câmara que mantém a umidade ambiente e a temperatura, bem como mantém as amostras girando em torno da luz de xenônio.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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2489125 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Sobre o sistema de controle de peso operando no transporte de sólidos ilustrado na figura abaixo, é CORRETO afirmar que:
Enunciado 2903006-1
 

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