Foram encontradas 40 questões.
O gráfico e a tabela abaixo mostram a distribuição, por sexo, dos candidatos inscritos e classificados no Vestibular/2016 da UFSC.

Com base nos dados, assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas

Indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) de acordo com o Texto e com a norma padrão escrita.
( ) A palavra “recém-nascido” é um advérbio.
( ) O texto é formado a partir de linguagem verbal e não verbal.
( ) O vocábulo “recebeu” indica que o verbo está flexionado na segunda pessoa do singular, no pretérito perfeito do indicativo.
( ) A expressão “na vida” exerce a função de complemento indireto do verbo receber.
( ) O emprego do termo “notícia” pode se referir a mais de um contexto.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ler ficção nos torna mais empáticos
Estudo afirma que se pode aprender sobre as emoções ao explorar a vida interior de personagens fictícios
Marya González Nieto
Ler ficção fomenta a empatia. Os leitores podem formar ideias sobre as emoções, as motivações e os pensamentos dos outros(1) e transferir essas experiências para a vida real. É o que afirma Keith Oatley, psicólogo e romancista, em uma revisão de um estudo sobre os benefícios da leitura para a imaginação, publicado nesta terça-feira na Trends in Cognitive Sciences.
Nessa nova pesquisa são apresentados fundamentalmente dois estudos que embasam a tese de Oatley. No primeiro deles se pedia a vários participantes que imaginassem uma cena a partir de frases sucintas, tais como “um tapete azul escuro” ou “um lápis de listras laranjas”(2), enquanto permaneciam conectados a um aparelho de ressonância magnética. A cena que deveriam imaginar, com base nas pistas que lhes iam sendo dadas, era a de uma pessoa que ajudava uma outra cujo lápis havia caído no chão. Oatley explica que depois de os participantes escutarem apenas três frases tiveram uma maior ativação do hipocampo, uma região do cérebro associada com a aprendizagem e a memória. “Os escritores não precisam descrever cenários de modo exaustivo(3), só têm de sugerir uma cena e a imaginação do leitor fará o resto”, acrescenta.
A teoria de Oatley, professor emérito de psicologia aplicada e desenvolvimento humano na Universidade de Toronto, se baseia em que a ficção simula uma espécie de mundo social que provoca compreensão e empatia no leitor. “Quando lemos ficção nos tornamos mais aptos a compreender as pessoas e suas intenções”, explica o pesquisador. Essa resposta também é encontrada nas pessoas que veem histórias de ficção na televisão ou jogam videogames com uma narrativa em primeira pessoa. O que é comum a todas as modalidades de ficção é a compreensão das características que atribuímos aos personagens, segundo Oatley.
O outro experimento incluído na revisão do estudo consistia em que os participantes adivinhassem o que outras pessoas estavam pensando ou sentindo, a partir de fotografias dos olhos delas. Para isso podiam escolher entre quatro termos que descreviam estados de ânimo – por exemplo, “reflexivo” ou “impaciente”. A conclusão foi que as respostas dos leitores de ficção deram lugar a termos mais aproximados que as dos leitores de ensaios e livros de não ficção. Além desses estudos realizados por Oatley, o psicólogo também apresenta outras pesquisas que endossam suas conclusões, como uma realizada por Frank Hakemulder, pesquisador de língua e literatura no Institute for Cultural Inquiry (ICON) da Universidade Utrecht. Hakemulder afirma que a complexidade dos personagens literários ajuda os leitores a terem ideias mais sofisticadas acerca das emoções dos outros.
Todos esses experimentos se inserem em um momento de crescente interesse pelos estudos sobre as imagens do cérebro(4). Há alguns anos, em 2009, quando o mesmo autor publicou o primeiro estudo sobre a questão, não havia tanta disposição e expectativa em relação a esses temas. A guinada da comunidade científica na direção desse tipo de pesquisa é algo que se produziu nos últimos anos. “Os pesquisadores estão reconhecendo agora que na imaginação há algo importante a estudar”, diz Oatley.
A característica mais importante do ser humano é a sociabilidade, afirma Oatley. “O que nos diferencia é que nós, humanos, nos socializamos com outras pessoas de uma forma que não está programada pelo instinto, como é o caso dos animais”, explica o psicólogo, para quem a ficção pode ampliar a experiência social e ajudar a entendê-la(5).
Relacione a coluna 1 à coluna 2, identificando a função sintática que os termos em destaque estão desempenhando no Texto.
| Coluna 1 | Coluna 2 |
| 1. “Os leitores podem formar ideias sobre as emoções, as motivações e os pensamentos dos outros [...].” | ( ) Objeto direto |
| 2. “No primeiro deles se pedia a vários participantes que imaginassem uma cena a partir de frases sucintas, tais como ‘um tapete azul escuro’ ou ‘um lápis de listras laranjas’ [...].” | ( ) Objeto indireto |
| 3. “Os escritores não precisam descrever cenários de modo exaustivo [...].” | ( ) Complemento nominal |
| 4. “Todos esses experimentos se inserem em um momento de crescente interesse pelos estudos sobre as imagens do cérebro.” | ( ) Adjunto adnominal |
| 5. “‘O que nos diferencia é que nós, humanos, nos socializamos com outras pessoas de uma forma que não está programada pelo instinto, como é o caso dos animais’, explica o psicólogo, para quem a ficção pode ampliar a experiência social e ajudar a entendê-la.” | ( ) Adjunto adverbial |
Assinale a alternativa que corresponde à sequência CORRETA, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ler ficção nos torna mais empáticos
Estudo afirma que se pode aprender sobre as emoções ao explorar a vida interior de personagens fictícios
Marya González Nieto
Ler ficção fomenta a empatia. Os leitores podem formar ideias sobre as emoções, as motivações e os pensamentos dos outros e transferir essas experiências para a vida real. É o que afirma Keith Oatley, psicólogo e romancista, em uma revisão de um estudo sobre os benefícios da leitura para a imaginação, publicado nesta terça-feira na Trends in Cognitive Sciences.
Nessa nova pesquisa são apresentados fundamentalmente dois estudos que embasam a tese de Oatley. No primeiro deles se pedia a vários participantes que imaginassem uma cena a partir de frases sucintas, tais como “um tapete azul escuro” ou “um lápis de listras laranjas”, enquanto permaneciam conectados a um aparelho de ressonância magnética. A cena que deveriam imaginar, com base nas pistas que lhes iam sendo dadas, era a de uma pessoa que ajudava uma outra cujo lápis havia caído no chão. Oatley explica que depois de os participantes escutarem apenas três frases tiveram uma maior ativação do hipocampo, uma região do cérebro associada com a aprendizagem e a memória. “Os escritores não precisam descrever cenários de modo exaustivo, só têm de sugerir uma cena e a imaginação do leitor fará o resto”, acrescenta.
A teoria de Oatley, professor emérito de psicologia aplicada e desenvolvimento humano na Universidade de Toronto, se baseia em que a ficção simula uma espécie de mundo social que provoca compreensão e empatia no leitor. “Quando lemos ficção nos tornamos mais aptos a compreender as pessoas e suas intenções”, explica o pesquisador. Essa resposta também é encontrada nas pessoas que veem histórias de ficção na televisão ou jogam videogames com uma narrativa em primeira pessoa. O que é comum a todas as modalidades de ficção é a compreensão das características que atribuímos aos personagens, segundo Oatley.
O outro experimento incluído na revisão do estudo consistia em que os participantes adivinhassem o que outras pessoas estavam pensando ou sentindo, a partir de fotografias dos olhos delas. Para isso podiam escolher entre quatro termos que descreviam estados de ânimo – por exemplo, “reflexivo” ou “impaciente”. A conclusão foi que as respostas dos leitores de ficção deram lugar a termos mais aproximados que as dos leitores de ensaios e livros de não ficção. Além desses estudos realizados por Oatley, o psicólogo também apresenta outras pesquisas que endossam suas conclusões, como uma realizada por Frank Hakemulder, pesquisador de língua e literatura no Institute for Cultural Inquiry (ICON) da Universidade Utrecht. Hakemulder afirma que a complexidade dos personagens literários ajuda os leitores a terem ideias mais sofisticadas acerca das emoções dos outros.
Todos esses experimentos se inserem em um momento de crescente interesse pelos estudos sobre as imagens do cérebro. Há alguns anos, em 2009, quando o mesmo autor publicou o primeiro estudo sobre a questão, não havia tanta disposição e expectativa em relação a esses temas. A guinada da comunidade científica na direção desse tipo de pesquisa é algo que se produziu nos últimos anos. “Os pesquisadores estão reconhecendo agora que na imaginação há algo importante a estudar”, diz Oatley.
A característica mais importante do ser humano é a sociabilidade, afirma Oatley. “O que nos diferencia é que nós, humanos, nos socializamos com outras pessoas de uma forma que não está programada pelo instinto, como é o caso dos animais”, explica o psicólogo, para quem a ficção pode ampliar a experiência social e ajudar a entendê-la.
De acordo com o texto, estamos vivendo um momento de crescente interesse pelos estudos sobre as imagens do cérebro, diferentemente de alguns anos atrás. Assinale a alternativa CORRETA a respeito desse momento.
Provas
Questão presente nas seguintes provas

Leia a sentença abaixo, retirada do Texto, e analise as afirmativas a seguir com base na norma padrão escrita.
“A melhor notícia impressa que você já recebeu na sua vida.”
I. A expressão “melhor notícia” pode ser substituída por “notícia melhor” sem alteração no sentido na sentença.
II. O termo “impressa” corresponde ao particípio passado de imprimir.
III. Os termos “você” e “sua” estão na função de pronome reflexivo e possessivo, respectivamente.
IV. O termo “que” está desempenhando a função de pronome relativo.
Assinale a alternativa CORRETA.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que completa CORRETA e RESPECTIVAMENTE as lacunas das frases abaixo, que versam sobre a avaliação de desempenho funcional.
Algumas organizações utilizam a por parte dos empregados como método de avaliação de desempenho.
Em algumas organizações, a avaliação do desempenho é atribuída a uma especialmente designada para esse fim e constituída por pertencentes a diversas unidades.
Por meio da avaliação de desempenho, o conhece seus pontos fortes e fracos e as de seu chefe a respeito de seu desempenho.
Há vários de avaliação de desempenho, e cada um apresenta vantagens, desvantagens e relativa adequação a determinados tipos de cargos e situações.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Assinale a alternativa que completa CORRETAMENTE a frase.
O próximo elemento da sequência !$ \dfrac {2} {3}, \dfrac {7} {5}, \dfrac {11} {13}, \dfrac {19} {17}, ... !$ é:
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Ler ficção nos torna mais empáticos
Estudo afirma que se pode aprender sobre as emoções ao explorar a vida interior de personagens fictícios
Marya González Nieto
Ler ficção fomenta a empatia. Os leitores podem formar ideias sobre as emoções, as motivações e os pensamentos dos outros e transferir essas experiências para a vida real. É o que afirma Keith Oatley, psicólogo e romancista, em uma revisão de um estudo sobre os benefícios da leitura para a imaginação, publicado nesta terça-feira na Trends in Cognitive Sciences.
Nessa nova pesquisa são apresentados fundamentalmente dois estudos que embasam a tese de Oatley. No primeiro deles se pedia a vários participantes que imaginassem uma cena a partir de frases sucintas, tais como “um tapete azul escuro” ou “um lápis de listras laranjas”, enquanto permaneciam conectados a um aparelho de ressonância magnética. A cena que deveriam imaginar, com base nas pistas que lhes iam sendo dadas, era a de uma pessoa que ajudava uma outra cujo lápis havia caído no chão. Oatley explica que depois de os participantes escutarem apenas três frases tiveram uma maior ativação do hipocampo, uma região do cérebro associada com a aprendizagem e a memória. “Os escritores não precisam descrever cenários de modo exaustivo, só têm de sugerir uma cena e a imaginação do leitor fará o resto”, acrescenta.
A teoria de Oatley, professor emérito de psicologia aplicada e desenvolvimento humano na Universidade de Toronto, se baseia em que a ficção simula uma espécie de mundo social que provoca compreensão e empatia no leitor. “Quando lemos ficção nos tornamos mais aptos a compreender as pessoas e suas intenções”, explica o pesquisador. Essa resposta também é encontrada nas pessoas que veem histórias de ficção na televisão ou jogam videogames com uma narrativa em primeira pessoa. O que é comum a todas as modalidades de ficção é a compreensão das características que atribuímos aos personagens, segundo Oatley.
O outro experimento incluído na revisão do estudo consistia em que os participantes adivinhassem o que outras pessoas estavam pensando ou sentindo, a partir de fotografias dos olhos delas. Para isso podiam escolher entre quatro termos que descreviam estados de ânimo – por exemplo, “reflexivo” ou “impaciente”. A conclusão foi que as respostas dos leitores de ficção deram lugar a termos mais aproximados que as dos leitores de ensaios e livros de não ficção. Além desses estudos realizados por Oatley, o psicólogo também apresenta outras pesquisas que endossam suas conclusões, como uma realizada por Frank Hakemulder, pesquisador de língua e literatura no Institute for Cultural Inquiry (ICON) da Universidade Utrecht. Hakemulder afirma que a complexidade dos personagens literários ajuda os leitores a terem ideias mais sofisticadas acerca das emoções dos outros.
Todos esses experimentos se inserem em um momento de crescente interesse pelos estudos sobre as imagens do cérebro. Há alguns anos, em 2009, quando o mesmo autor publicou o primeiro estudo sobre a questão, não havia tanta disposição e expectativa em relação a esses temas. A guinada da comunidade científica na direção desse tipo de pesquisa é algo que se produziu nos últimos anos. “Os pesquisadores estão reconhecendo agora que na imaginação há algo importante a estudar”, diz Oatley.
A característica mais importante do ser humano é a sociabilidade, afirma Oatley. “O que nos diferencia é que nós, humanos, nos socializamos com outras pessoas de uma forma que não está programada pelo instinto, como é o caso dos animais”, explica o psicólogo, para quem a ficção pode ampliar a experiência social e ajudar a entendê-la.
Indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) de acordo com as diferentes pesquisas de natureza experimental relatadas no texto.
( ) É necessária a exposição a um número grande de sentença para gerar uma ativação maior da região do cérebro associada à aprendizagem e à memória.
( ) Os leitores de ficção escolheram termos mais próximos para descrever estados de ânimo do que os leitores de não ficção.
( ) A complexidade de um personagem de ficção auxilia o leitor no refinamento de sua visão sobre as emoções alheias.
( ) O desenvolvimento da aptidão para compreender as pessoas e suas intenções depende unicamente da qualidade das obras de ficção a que o leitor é exposto.
( ) A ampliação e compreensão de nossa experiência social não estão restritas à leitura de ficção, mas podem ser desenvolvidas também jogando-se videogames com narrativas em primeira pessoa.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Relacione os princípios da administração pública, listados na coluna 1, às definições apresentadas na coluna 2.
| Coluna 1 | Coluna 2 |
|
I.
Legalidade
|
( ) Defende que o representante deve buscar as melhores saídas, de acordo com a lei, bem como as mais efetivas. Esse princípio, não previsto inicialmente, foi incluído após a Emenda Constitucional nº 19/98. |
| II. Impessoalidade | ( ) Afirma que todo administrador público deve atuar sob a regência da lei. |
|
III.
Moralidade
|
( ) Requer que os atos da administração pública sejam levados ao conhecimento da população, o que contribui para haver um verdadeiro controle social. |
|
IV.
Publicidade
|
( ) Define que ao representante público são vedados privilégios. Todos devem ser tratados de forma igual. |
|
V.
Eficiência
|
( ) Define que o administrador deve trabalhar com bases éticas, aliando legalidade e finalidade em sua conduta. |
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
A redação oficial é o meio utilizado para o estabelecimento de relações de serviço na administração pública e corresponde ao modo uniforme de redigir atos normativos e comunicações oficiais. Acerca desse tema, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras ( V) ou falsas ( F).
( ) As comunicações oficiais devem primar pela impessoalidade, pelo uso do padrão culto de linguagem e pela concisão.
( ) Com o intuito de simplificar e padronizar os fechos de comunicações oficiais, foi estabelecido o emprego de dois fechos para todas as modalidades: “Atenciosamente” para autoridades de hierarquia superior e “Respeitosamente” para autoridades de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior.
( ) A redação oficial, que se caracteriza por ser aberta a múltiplas interpretações, deve ser compreensível por boa parte da população brasileira.
( ) O ofício é o documento que tem por finalidade o tratamento de assuntos oficiais entre órgãos da administração pública e também entre órgãos públicos e particulares, que podem ser pessoas físicas ou jurídicas.
( ) O memorando é um gênero escrito que se destina à comunicação entre unidades administrativas de um mesmo órgão. Trata-se, portanto, de uma forma de comunicação interna.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
Provas
Questão presente nas seguintes provas
Cadernos
Caderno Container