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Foram encontradas 40 questões.

2525100 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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À luz da Norma Regulamentadora nº 18 (Condições e meio ambiente de trabalho na indústria da construção), analise as afirmativas abaixo, relativas a escadas, rampas e passarelas em edifícios em construção.
I. As escadas de uso coletivo, as rampas e as passarelas para a circulação de pessoas e materiais devem ser de construção sólida e devem ser dotadas de corrimão, sem a necessidade de rodapé.
II. As escadas provisórias de uso coletivo devem ser dimensionadas em função do fluxo de trabalhadores, respeitando-se a largura mínima de 50 cm.
III. O uso de escadas de mão é permitido em qualquer lugar da obra.
IV. Os patamares intermediários das escadas devem ter largura e comprimento no mínimo iguais à largura da escada.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2525078 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Quanto ao levantamento topográfico do terreno, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F).
( ) São considerados métodos de levantamento topográfico a irradiação, a interseção, a triangulação e o caminhamento.
( ) Nos processos indiretos de determinação de distâncias, a distância é obtida por meio de unidades retilíneas aplicadas diretamente no terreno, denominadas “diastímetros”.
( ) A taqueometria ou estadimetria é um processo de medição de distâncias em que os alinhamentos são medidos sem a necessidade de percorrê-los, com o auxílio de instrumentos denominados “taqueômetros”.
( ) O erro de catenária pode ser considerado uma das fontes de erro no processo de medição de distâncias com trenas.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.
 

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O que é ética e moral
No contexto filosófico, ética e moral possuem diferentes significados. A ética está associada ao estudo fundamentado dos valores morais que orientam o comportamento humano em sociedade, enquanto a moral são os costumes, regras, tabus e convenções estabelecidas por cada sociedade.
Os termos possuem origem etimológica distinta. A palavra “ética” vem do grego ethos, que significa “modo de ser” ou “caráter”. Já a palavra “moral” tem origem no termo latino morales, que significa “relativo aos costumes”.
Ética é um conjunto de conhecimentos extraídos da investigação do comportamento humano ao tentar explicar as regras morais de forma racional, fundamentada, científica e teórica. É uma reflexão sobre a moral. Moral é o conjunto de regras aplicadas no cotidiano e usadas continuamente por cada cidadão. Essas regras orientam cada indivíduo, norteando as suas ações e os seus julgamentos sobre o que é moral ou imoral, certo ou errado, bom ou mau.
Disponível em: <http://www.significados.com.br/etica-e-moral/>. Acesso em: 21 jun. 2016. [Adaptado]
Assinale a alternativa que MELHOR sirva como conclusão ao Texto, tendo por base sua progressão.
 

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Enunciado 2881867-1

Conforme o Texto e a norma padrão escrita, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) em relação ao emprego do verbo chegar.

( ) O sujeito está posposto ao verbo no primeiro e no segundo quadrinhos.

( ) Nas duas ocorrências, a expressão "a primavera" requer que o verbo seja flexionado na terceira pessoa do singular.

( ) O acento indicativo de crase no segundo quadrinho é um indício de que a expressão "a primavera" não pode exercer a função sintática de sujeito do verbo chegar.

( ) O sujeito de chegar pode suceder o verbo na sentença, como no primeiro quadrinho, por esse sujeito não corresponder à definição de ser que pratica uma ação.

( ) O verbo chegar tem sujeitos diferentes no primeiro e no segundo quadrinhos.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência CORRETA, de cima para baixo.

 

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2523264 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Em relação a sistemas prediais de esgoto sanitário, analise as afirmativas abaixo.
I. Toda a coluna de ventilação deve ter seu diâmetro uniforme.
II. O prolongamento do tubo de queda ou da coluna de ventilação acima da laje ou do telhado deve ser de no mínimo 0,50 m.
III. No dimensionamento de ramais de ventilação é necessário considerar somente a existência de bacias sanitárias no grupo de aparelhos atendidos.
IV. A profundidade máxima das caixas de inspeção é de 0,60 m.
V. As caixas sifonadas de DN100 recebem efluentes de aparelhos sanitários até o limite de 6 UHC.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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Ora pois, uma língua bem brasileira
Análise de textos antigos e de entrevistas expõe as marcas próprias do idioma no país, o alcance do R caipira e os lugares que preservam modos antigos de falar
Carlos Fioravanti
A possibilidade de ser simples, dispensar elementos gramaticais teoricamente essenciais e responder “sim, comprei” quando alguém pergunta “você comprou o carro?” é uma das características que conferem flexibilidade e identidade ao português brasileiro. A análise de documentos antigos e de entrevistas de campo ao longo dos últimos trinta anos está mostrando que o português brasileiro já pode ser considerado único, diferente do português europeu, do mesmo modo que o inglês americano é distinto do inglês britânico. O português brasileiro ainda não é, porém, uma língua autônoma: talvez seja – na previsão de especialistas, em cerca de duzentos anos – quando acumular peculiaridades que nos impeçam de entender inteiramente o que um nativo de Portugal diz.
A expansão do português no Brasil, as variações regionais com suas possíveis explicações, que fazem o “urubu” de São Paulo ser chamado de “corvo” no Sul do país, e as raízes das inovações da linguagem estão emergindo por meio do trabalho de cerca de duzentos linguistas. De acordo com estudos da Universidade de São Paulo (USP), uma inovação do português brasileiro, por enquanto sem equivalente em Portugal, é o R caipira, às vezes tão intenso que parece valer por dois ou três, como em porrrta ou carrrne.
Associar o R caipira apenas ao interior paulista, porém, é uma imprecisão geográfica e histórica, embora o R desavergonhado tenha sido uma das marcas do estilo matuto do ator Amácio Mazzaropi em seus 32 filmes, produzidos de 1952 a 1980. Seguindo as rotas dos bandeirantes paulistas em busca de ouro, os linguistas encontraram o R supostamente típico de São Paulo em cidades de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e oeste de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, formando um modo de falar similar ao português do século XVIII. Quem tiver paciência e ouvido apurado poderá encontrar também na região central do Brasil – e em cidades do litoral – o S chiado, uma característica hoje típica do falar carioca, que veio com os portugueses em 1808 e era um sinal de prestígio por representar o falar da Corte. Mesmo os portugueses não eram originais: os especialistas argumentam que o S chiado, que faz da esquina uma shquina, veio dos nobres franceses, que os portugueses admiravam.
A história da língua portuguesa no Brasil está trazendo à tona as características preservadas do português, como a troca do L pelo R, resultando em pranta em vez de planta. Camões registrou essa troca em Os lusíadas – lá está um frautas no lugar de flautas – e o cantor e compositor paulista Adoniran Barbosa a deixou registrada em diversas composições, em frases como “frechada do teu olhar”, do samba Tiro ao Álvaro. Em levantamentos de campo, pesquisadores da USP observaram que moradores do interior tanto do Brasil quanto de Portugal, principalmente os menos escolarizados, ainda falam desse modo. Outro sinal de preservação da língua identificado por especialistas do Rio de Janeiro e de São Paulo, dessa vez em documentos antigos, foi a gente ou as gentes como sinônimo de “nós” e hoje uma das marcas próprias do português brasileiro.
Célia Lopes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), encontrou registros de a gente em documentos do século XVI e, com mais frequência, a partir do século XIX. Era uma forma de indicar a primeira pessoa do plural, no sentido de todo mundo com a inclusão necessária do eu. Segundo ela, o emprego de a gente pode passar descompromisso e indefinição: quem diz a gente em geral não deixa claro se pretende se comprometer com o que está falando ou se se vê como parte do grupo, como em “a gente precisa fazer”. Já o pronome nós, como em “nós precisamos fazer”, expressa responsabilidade e compromisso. Nos últimos 30 anos, ela notou, a gente instalou-se nos espaços antes ocupados pelo nós e se tornou um recurso bastante usado por todas as idades e classes sociais no país inteiro, embora nos livros de gramática permaneça na marginalidade.
Outro sinal da evolução do português brasileiro são as construções híbridas, com um verbo que não concorda mais com o pronome, do tipo tu não sabe?, e a mistura dos pronomes de tratamento você e tu, como em “se você precisar, vou te ajudar”. Os portugueses europeus poderiam alegar que se trata de mais uma prova de nossa capacidade de desfigurar a língua lusitana, mas talvez não tenham tanta razão para se queixar. Célia Lopes encontrou a mistura de pronomes de tratamento, que ela e outros linguistas não consideram mais um erro, em cartas do marquês do Lavradio, que foi vice-rei do Brasil de 1769 a 1796, e, mais de dois séculos depois, em uma entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Linguistas de vários estados do país estão desenterrando as raízes do português brasileiro ao examinar cartas pessoais e administrativas, testamentos, relatos de viagens, processos judiciais, cartas de leitores e anúncios de jornais desde o século XVI, coletados em instituições como a Biblioteca Nacional e o Arquivo Público do Estado de São Paulo. A equipe de Célia Lopes tem encontrado também na feira de antiguidades do sábado da Praça XV de Novembro, no centro do Rio, cartas antigas e outros tesouros linguísticos, nem sempre valorizados. “Um estudante me trouxe cartas maravilhosas encontradas no lixo”, ela contou.
Disponível em: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/04/08/ora-pois-uma-lingua-bem-brasileira/?cat=capa>. Acesso em: 21 jul. 2016. [Adaptado]
Segundo o autor do Texto, o português do Brasil se tornará uma língua autônoma em relação ao português de Portugal quando:
 

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2521359 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Em relação à corrosão, ao envelhecimento e à degradação de tubulações de água fria, analise as afirmativas abaixo.
I. Em tubulações metálicas, a velocidade de corrosão é afetada pela temperatura, por gases dissolvidos e pela velocidade de escoamento.
II. As tubulações de PVC rígido não são afetadas pela temperatura.
III. As tubulações de PVC rígido sofrem fadiga por efeitos de sobrepressões.
IV. As tubulações de PVC rígido sofrem deterioração por causa de exposição prologada à radiação ultravioleta.
V. Em tubulações metálicas, a corrosão galvânica se dá pela formação de par galvânico entre materiais diferentes.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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2520422 Ano: 2016
Disciplina: Engenharia Civil
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Com base nas normas de segurança contra incêndio do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Santa Catarina, analise as afirmativas abaixo.
I. A central de gás não pode ser instalada em garagens, subsolos ou porões e não poderá ser construída com um afastamento inferior a 1,00 m de fossos, ralos de escoamento de água ou de esgoto, caixas de rede de luz e telefone, da fossa ou do sumidouro.
II. “Carga de incêndio específica” é a soma das energias caloríficas que poderiam ser liberadas pela combustão completa de todos os materiais combustíveis presentes na edificação, inclusive os revestimentos das paredes, divisórias, pisos e tetos, dividida pela área do espaço considerado, em valor expresso em MJ/m² ou kcal/m².
III. Entre os diversos detectores automáticos de incêndio, podem ser citados quebra-vidro push button, detectores de fumaça, detectores de temperatura e detectores de chama.
IV. Nos sistemas de proteção contra descargas atmosféricas, o modelo eletrogeométrico, também conhecido como “esfera rolante”, serve para delimitar o volume de proteção dos captores, sejam eles constituídos de hastes, cabos, elementos estruturais ou de uma combinação destes.
V. A vistoria para “Habite-se” é realizada em todos os imóveis, exceto em edificações escolares e em edificações residenciais unifamiliares, independentemente da complexidade do imóvel ou da área construída.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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Ora pois, uma língua bem brasileira
Análise de textos antigos e de entrevistas expõe as marcas próprias do idioma no país, o alcance do R caipira e os lugares que preservam modos antigos de falar
Carlos Fioravanti
A possibilidade de ser simples, dispensar elementos gramaticais teoricamente essenciais e responder “sim, comprei” quando alguém pergunta “você comprou o carro?” é uma das características que conferem flexibilidade e identidade ao português brasileiro. A análise de documentos antigos e de entrevistas de campo ao longo dos últimos trinta anos está mostrando que o português brasileiro já pode ser considerado único, diferente do português europeu, do mesmo modo que o inglês americano é distinto do inglês britânico. O português brasileiro ainda não é, porém, uma língua autônoma: talvez seja – na previsão de especialistas, em cerca de duzentos anos – quando acumular peculiaridades que nos impeçam de entender inteiramente o que um nativo de Portugal diz.
A expansão do português no Brasil, as variações regionais com suas possíveis explicações, que fazem o “urubu” de São Paulo ser chamado de “corvo” no Sul do país, e as raízes das inovações da linguagem estão emergindo por meio do trabalho de cerca de duzentos linguistas. De acordo com estudos da Universidade de São Paulo (USP), uma inovação do português brasileiro, por enquanto sem equivalente em Portugal, é o R caipira, às vezes tão intenso que parece valer por dois ou três, como em porrrta ou carrrne.
Associar o R caipira apenas ao interior paulista, porém, é uma imprecisão geográfica e histórica, embora o R desavergonhado tenha sido uma das marcas do estilo matuto do ator Amácio Mazzaropi em seus 32 filmes, produzidos de 1952 a 1980. Seguindo as rotas dos bandeirantes paulistas em busca de ouro, os linguistas encontraram o R supostamente típico de São Paulo em cidades de Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná e oeste de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul, formando um modo de falar similar ao português do século XVIII. Quem tiver paciência e ouvido apurado poderá encontrar também na região central do Brasil – e em cidades do litoral – o S chiado, uma característica hoje típica do falar carioca, que veio com os portugueses em 1808 e era um sinal de prestígio por representar o falar da Corte. Mesmo os portugueses não eram originais: os especialistas argumentam que o S chiado, que faz da esquina uma shquina, veio dos nobres franceses, que os portugueses admiravam.
A história da língua portuguesa no Brasil está trazendo à tona as características preservadas do português, como a troca do L pelo R, resultando em pranta em vez de planta. Camões registrou essa troca em Os lusíadas – lá está um frautas no lugar de flautas – e o cantor e compositor paulista Adoniran Barbosa a deixou registrada em diversas composições, em frases como “frechada do teu olhar”, do samba Tiro ao Álvaro. Em levantamentos de campo, pesquisadores da USP observaram que moradores do interior tanto do Brasil quanto de Portugal, principalmente os menos escolarizados, ainda falam desse modo. Outro sinal de preservação da língua identificado por especialistas do Rio de Janeiro e de São Paulo, dessa vez em documentos antigos, foi a gente ou as gentes como sinônimo de “nós” e hoje uma das marcas próprias do português brasileiro.
Célia Lopes, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), encontrou registros de a gente em documentos do século XVI e, com mais frequência, a partir do século XIX. Era uma forma de indicar a primeira pessoa do plural, no sentido de todo mundo com a inclusão necessária do eu. Segundo ela, o emprego de a gente pode passar descompromisso e indefinição: quem diz a gente em geral não deixa claro se pretende se comprometer com o que está falando ou se se vê como parte do grupo, como em “a gente precisa fazer”. Já o pronome nós, como em “nós precisamos fazer”, expressa responsabilidade e compromisso. Nos últimos 30 anos, ela notou, a gente instalou-se nos espaços antes ocupados pelo nós e se tornou um recurso bastante usado por todas as idades e classes sociais no país inteiro, embora nos livros de gramática permaneça na marginalidade.
Outro sinal da evolução do português brasileiro são as construções híbridas, com um verbo que não concorda mais com o pronome, do tipo tu não sabe?, e a mistura dos pronomes de tratamento você e tu, como em “se você precisar, vou te ajudar”. Os portugueses europeus poderiam alegar que se trata de mais uma prova de nossa capacidade de desfigurar a língua lusitana, mas talvez não tenham tanta razão para se queixar. Célia Lopes encontrou a mistura de pronomes de tratamento, que ela e outros linguistas não consideram mais um erro, em cartas do marquês do Lavradio, que foi vice-rei do Brasil de 1769 a 1796, e, mais de dois séculos depois, em uma entrevista do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
Linguistas de vários estados do país estão desenterrando as raízes do português brasileiro ao examinar cartas pessoais e administrativas, testamentos, relatos de viagens, processos judiciais, cartas de leitores e anúncios de jornais desde o século XVI, coletados em instituições como a Biblioteca Nacional e o Arquivo Público do Estado de São Paulo. A equipe de Célia Lopes tem encontrado também na feira de antiguidades do sábado da Praça XV de Novembro, no centro do Rio, cartas antigas e outros tesouros linguísticos, nem sempre valorizados. “Um estudante me trouxe cartas maravilhosas encontradas no lixo”, ela contou.
Disponível em: <http://revistapesquisa.fapesp.br/2015/04/08/ora-pois-uma-lingua-bem-brasileira/?cat=capa>. Acesso em: 21 jul. 2016. [Adaptado]
Considere os seguintes trechos, retirados do Texto.
“A expansão do português no Brasil, as variações regionais com suas possíveis explicações, que fazem o ‘urubu’ de São Paulo ser chamado de ‘corvo’ no Sul do país, e as raízes das inovações da linguagem estão emergindo por meio do trabalho de cerca de duzentos linguistas.”
“Quem tiver paciência e ouvido apurado poderá encontrar também na região central do Brasil – e em cidades do litoral – o S chiado, uma característica hoje típica do falar carioca, que veio com os portugueses em 1808 e era um sinal de prestígio por representar o falar da Corte.”
“Mesmo os portugueses não eram originais: os especialistas argumentam que o S chiado, que faz da esquina uma shquina, veio dos nobres franceses, que os portugueses admiravam.”
Assinale a alternativa CORRETA.
Os pronomes em negrito retomam, respectivamente, os termos:
 

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2520215 Ano: 2016
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Provas:
A norma ABNT NBR 6493 (Emprego de cores para identificação de tubulações), referente à canalização de fluidos e material fragmentado ou de condutores elétricos, tem a finalidade de facilitar a identificação e evitar acidentes. Com base nessa normativa, analise as afirmativas abaixo sobre a pintura das tubulações.
I. Para gases não liquefeitos, utiliza-se a cor alaranjado-segurança.
II. Para água, exceto a destinada a combater incêndio, utiliza-se a cor azul-segurança.
III. Para ar comprimido, utiliza-se a cor verde-emblema.
IV. Para água e outras substâncias destinadas a combater incêndio, utiliza-se a cor vermelho-segurança.
Assinale a alternativa CORRETA.
 

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