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Como o cérebro processa informações?
Alexandre de Santi, Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni
O computador mais potente do mundo é o Sunway TaihuLight, uma máquina em operação desde 2016, que faz cálculos de prospecção de petróleo, previsão do tempo e engenharia molecular para empresas da China. Sua velocidade máxima é de 125 quatrilhões de cálculos por segundo, algo como 20 milhões de vezes mais potente do que um laptop caseiro. O problema desse supercomputador (e de todos os outros) é que ele gasta muita energia para operar: 15,3 MW, o equivalente a 3.900 aparelhos de ar-condicionado ligados na potência máxima ao mesmo tempo. Enquanto o Sunway TaihuLight precisa de uma pequena hidrelétrica para funcionar, o seu cérebro lê este texto e executa tarefas tão complexas quanto as realizadas pelo Sunway usando apenas 10 a 20 watts – menos do que uma lâmpada. Os computadores são melhores do que nós na hora de resolver equações ou manipular grandes quantidades de dados, por exemplo. Mas o cérebro humano ainda é vastamente superior em todo o resto. [...]
Como ele consegue fazer isso, e gastando tão pouca energia? Parte da resposta pode ser resumida numa característica peculiar: o cérebro é eficiente porque ele se permite errar. E muito. Em média, os neurônios falham em 71% das vezes em que disparam, segundo um estudo do Howard Hughes Medical Institute. Ou seja, em 71% das vezes a informação enviada por um neurônio, na forma de sinais elétricos, não chega corretamente ao outro neurônio a que se destina. Isso acontece por um motivo simples: economia de energia. Para que os neurônios se comunicassem com a precisão de um computador (que só erra 1 vez a cada 1 trilhão de operações), precisariam de muito mais eletricidade. Pense no rádio do seu carro. Quando você sai em viagem, a sua estação favorita começa a perder qualidade, e você ouve interferência. Isso ocorre porque a onda eletromagnética da rádio está fraca quando chega ao seu aparelho. Dentro do cérebro, ocorre algo parecido. Para melhorar a qualidade dos sinais, seria necessário amplificá-los com mais energia. Mas não podemos nos dar a esse luxo: sozinho, o cérebro consome 20% a 25% de todas as calorias que ingerimos. Se ele usasse mais eletricidade, precisaríamos comer mais – mas, para nossos antepassados, não era simples conseguir alimento.
Além disso, a sobrevivência humana não exige precisão absoluta. Quando queremos expressar ideias, às vezes temos dificuldade de encontrar as palavras certas, e ainda assim conseguimos nos comunicar. Nossa memória não é fotográfica, mas funciona. Mesmo depois de aprender uma tarefa, como tocar violão, costurar ou falar um idioma, podemos errar ao executá-la. Mais: talvez nossa força esteja justamente nos erros. Alguns cientistas acreditam que os erros elétricos do cérebro, que alteram de forma imprevisível as informações transmitidas entre neurônios, estejam entre os responsáveis pela criatividade humana.
Disponível em: <https://super.abril.com.br/especiais/7-misterios-do-cerebro-e-as-respostas-da-ciencia-para-eles/>.
[Adaptado]. Acesso em: 22 set. 2017.
Segundo o Texto, é correto afirmar que:
 

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Piadas com a língua portuguesa

Piada 1

A professora mandou o Joãozinho colocar uma caixa vazia na lixeira, mas ele a botou em

cima. Ela reclamou:

– Por que não colocou a caixa dentro da lixeira, Joãozinho?

– Porque não cabeu, professora – ele respondeu.

– “Não coube” – ela retrucou.

– Agora você vai escrever cem vezes nesta folha “não coube” – sentenciou a professora.

Passado algum tempo, Joãozinho estava parado olhando para o caderno.

– Escreveu cem vezes as palavras que lhe mandei? – perguntou a professora.

– Escrevi só 99, professora – respondeu.

– Por quê? – quis saber ela.

– Porque não cabeu tudo, professora!

 

Piada 2

Joãozinho conversava na aula e a professora disse:

– JOÃOZINHO! Me diga dois pronomes, agora!

– Quem? Eu?

– Muito bem, pode sentar.

 

Piada 3

Professor:

– “Chovia”, que tempo é?

Aluno:

– É tempo feio.

 

Piada 4

A professora está ensinando o uso de pronomes e pede ao Joãozinho:

– Faça uma frase com o pronome “consigo”!

O Joãozinho:

– “Eu não consigo correr muito”.

 

Piada 5

A professora diz:

– “Ontem fui criança”. Isso é passado. “Hoje sou bonita”. O que é isso, Joãozinho?

– É mentira, professora!

 

Piada 6

A professora pergunta pro Joãozinho:

– Joãozinho, em que tempo está o verbo da frase “Isso não poderia ter acontecido”.

Ele responde:

– Preservativo imperfeito!

Disponível em: http://estacaodapalavra.blogspot.com.br/2011/07/piadas-gramaticais-piada-1-professora.html; http://bentovsales.blogspot.com.br/2011/03/piadas-gramaticais.html. [Adaptado]. Acesso em: 9 out. 2017.

Com base no Texto 2 e na norma padrão escrita, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. O humor da piada 1 consiste no fato de que o castigo aplicado pela professora parece não ter feito sentido para Joãozinho. II. O humor da piada 2 está no fato de Joãozinho ter errado a resposta. III. O humor da piada 4 decorre do uso inadequado da classe da palavra “consigo” por Joãozinho. IV. O humor das piadas 5 e 6 procede das respostas de Joãozinho, relacionadas não propriamente à análise gramatical das frases, mas, sim, a outro sentido contextual que ele dá para essas frases.
 

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Enunciado 1428535-1
Disponível em: <http://castelodaalegria.blogspot.com.br/2015/04/blog-post_13.html>. [Adaptado]. Acesso em: 2 out. 2017.

Considere as seguintes afirmativas sobre o Texto 3 e assinale a alternativa correta.

I. No primeiro quadrinho, a palavra “ROSINHA” se refere à flor na mão de Chico Bento.
II. O quadrinho faz uso de linguagem verbal e não verbal para a construção de sentidos.
III. A variedade linguística empregada no texto contribui para a construção das personagens.

 

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Como o cérebro processa informações?
Alexandre de Santi, Sílvia Lisboa e Bruno Garattoni
O computador mais potente do mundo é o Sunway TaihuLight, uma máquina em operação desde 2016, que faz cálculos de prospecção de petróleo, previsão do tempo e engenharia molecular para empresas da China. Sua velocidade máxima é de 125 quatrilhões de cálculos por segundo, algo como 20 milhões de vezes mais potente do que um laptop caseiro. O problema desse supercomputador (e de todos os outros) é que ele gasta muita energia para operar: 15,3 MW, o equivalente a 3.900 aparelhos de ar-condicionado ligados na potência máxima ao mesmo tempo. Enquanto o Sunway TaihuLight precisa de uma pequena hidrelétrica para funcionar, o seu cérebro lê este texto e executa tarefas tão complexas quanto as realizadas pelo Sunway usando apenas 10 a 20 watts – menos do que uma lâmpada. Os computadores são melhores do que nós na hora de resolver equações ou manipular grandes quantidades de dados, por exemplo. Mas o cérebro humano ainda é vastamente superior em todo o resto. [...]
Como ele consegue fazer isso, e gastando tão pouca energia? Parte da resposta pode ser resumida numa característica peculiar: o cérebro é eficiente porque ele se permite errar. E muito. Em média, os neurônios falham em 71% das vezes em que disparam, segundo um estudo do Howard Hughes Medical Institute. Ou seja, em 71% das vezes a informação enviada por um neurônio, na forma de sinais elétricos, não chega corretamente ao outro neurônio a que se destina. Isso acontece por um motivo simples: economia de energia. Para que os neurônios se comunicassem com a precisão de um computador (que só erra 1 vez a cada 1 trilhão de operações), precisariam de muito mais eletricidade. Pense no rádio do seu carro. Quando você sai em viagem, a sua estação favorita começa a perder qualidade, e você ouve interferência. Isso ocorre porque a onda eletromagnética da rádio está fraca quando chega ao seu aparelho. Dentro do cérebro, ocorre algo parecido. Para melhorar a qualidade dos sinais, seria necessário amplificá-los com mais energia. Mas não podemos nos dar a esse luxo: sozinho, o cérebro consome 20% a 25% de todas as calorias que ingerimos. Se ele usasse mais eletricidade, precisaríamos comer mais – mas, para nossos antepassados, não era simples conseguir alimento.
Além disso, a sobrevivência humana não exige precisão absoluta. Quando queremos expressar ideias, às vezes temos dificuldade de encontrar as palavras certas, e ainda assim conseguimos nos comunicar. Nossa memória não é fotográfica, mas funciona. Mesmo depois de aprender uma tarefa, como tocar violão, costurar ou falar um idioma, podemos errar ao executá-la. Mais: talvez nossa força esteja justamente nos erros. Alguns cientistas acreditam que os erros elétricos do cérebro, que alteram de forma imprevisível as informações transmitidas entre neurônios, estejam entre os responsáveis pela criatividade humana.
Disponível em: <https://super.abril.com.br/especiais/7-misterios-do-cerebro-e-as-respostas-da-ciencia-para-eles/>.
[Adaptado]. Acesso em: 22 set. 2017.
Considere as seguintes afirmativas referentes ao Texto e assinale a alternativa correta.
I. O computador mais potente do mundo executa tarefas complexas gastando pouca energia.
II. Deixando de lado a capacidade de resolver equações, o cérebro humano é muito mais potente do que qualquer computador.
III. O cérebro humano consome menos da metade das calorias que ingerimos.
IV. Os laptops não têm a mesma velocidade de processamento de dados que os computadores superpotentes.
 

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Enunciado 1425326-1
Disponível em: <http://castelodaalegria.blogspot.com.br/2015/04/blog-post_13.html>. [Adaptado]. Acesso em: 2 out. 2017.
O humor do Texto 3 reside, principalmente, em qual aspecto?
 

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1142271 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Em aula de laboratório, um estudante mediu uma caneta com auxilio de uma régua, conforme figura a seguir.
Enunciado 1142271-1
Assinale a alternativa que apresenta um valor equivalente a essa medida.
 

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1142270 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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O multímetro é um instrumento utilizado para medir algumas grandezas físicas. Considerando a imagem do multímetro apresentada abaixo e a indicação marcada por seu seletor, assinale a opção que apresenta corretamente o intervalo de medida indicado e a grandeza que seu seletor está selecionando para medir.
Enunciado 1142270-1
 

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1142269 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Em uma aula no laboratório de física, quatro alunos montaram um circuito elétrico simples utilizando uma pilha, uma lâmpada e alguns fios. Para medir a corrente elétrica do circuito e a diferença de potencial sobre a lâmpada utilizaram um amperímetro (1) e um voltímetro (2). A seguir, estão representados os esquemas dos circuitos montados pelos quatro estudantes.
Enunciado 1142269-1
Com base nas informações acima, é correto afirmar que:
 

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1142268 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Um técnico de laboratório de ciências encontrou três equipamentos antigos guardados em uma caixa. Como não conhecia os instrumentos, decidiu verificar quais grandezas eles deveriam medir, observando as unidades de suas escalas. Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas das frases abaixo.
O equipamento nº1 mede a grandeza , pois a unidade de sua escala é N/m2. O aparelho nº 2 mede a grandeza temperatura, porque sua escala tem a unidade . O instrumento nº 3 mede a grandeza , porque sua escala tem a unidade watt.
 

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1142267 Ano: 2018
Disciplina: Física
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Os fusíveis são equipamentos muito utilizados em circuitos elétricos. Existem instrumentos de medidas elétricas que utilizam fusíveis em seus circuitos. Assinale a alternativa que apresenta a função de um fusível no circuito elétrico de um instrumento de medida.
 

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