Foram encontradas 40 questões.
Em relação à coleta de amostras de sangue, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) Na coleta a vácuo, os tubos contendo anticoagulantes devem ser os primeiros a serem coletados, posteriormente deve-se coletar os tubos sem anticoagulante e, por último, deve-se coletar os tubos contendo ativador de coágulo.
( ) Durante a coleta de sangue, caso ocorra um problema de transfixação da veia, deve-se retroceder um pouco a agulha para que ela volte para dentro da veia e o sangue volte a fluir.
( ) Para obter amostra de soro, após a coleta, o tubo sem anticoagulante (tampa vermelha ou amarelo) deve ser mantido em repouso, em temperatura ambiente, até a total retração do coágulo.
( ) Os tubos de tampa cinza são utilizados para coletar amostras destinadas à dosagem de glicose e lactato, pois eles contêm EDTA e fluoresceína, a qual inibe a degradação da glicose.
( ) O plasma pode ser coletado em tubos com EDTA (tampa roxa ou lilás), com heparina (tampa verde) e com citrato de sódio (tampa azul), sendo que a escolha do tubo dependerá do tipo de exame que será realizado com o plasma.
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A respeito da prestação de primeiros socorros, indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) No caso de ingestão de agentes corrosivos, não se deve provocar vômito, pois isso fará com que o agente passe mais uma vez através dos tecidos do aparelho digestivo.
( ) Em casos de acidentes, é importante que alguém chame assistência especializada enquanto se processam os primeiros socorros, por isso é importante que números de emergência estejam visíveis e facilmente acessíveis.
( ) Em casos de queimaduras químicas, as vestimentas contaminadas do acidentado devem ser imediatamente removidas e a área da pele afetada deve ser lavada com água corrente.
( ) Quando ocorre um acidente de laboratório de qualquer natureza, nunca se deve mover a pessoa ferida, pois o movimento pode causar dano maior do que o próprio ferimento.
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Em relação à biossegurança no laboratório clínico, indique se as afirmativas são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) O laboratório clínico pode expor a equipe de funcionários a uma variedade de riscos por meio do contato com pacientes, amostras, equipamentos e tarefas da rotina diária.
( ) São estratégias de prevenção de riscos no laboratório colocar sinalização preventiva, não comer, beber ou fumar dentro do laboratório e lavar as mãos após o contato com cada paciente.
( ) Boas práticas de segurança beneficiam tanto o laboratório quanto os funcionários que nele trabalham, pois os potenciais riscos são eliminados por completo.
( ) Todas as superfícies do laboratório devem ser constituídas de material não poroso, que possa ser limpo ou descontaminado de modo fácil.
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Correlacione as informações da coluna 2 com os equipamentos de proteção individual e coletiva discriminados na coluna 1 e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
| Coluna 1 | Coluna 2 |
| I. Avental | ( ) Equipamento composto de quatro camadas de fibras sintéticas impermeáveis a fluídos, com densidade e porosidade capazes de atuar como barreira a microrganismos transportados pelo ar (aerossóis). |
| II. Luvas de látex | ( ) Destinado à proteção dos olhos contra respingos de material biológico, substâncias químicas e partículas. |
| III. Máscara N-95 | ( ) Principal equipamento de contenção física para agentes infecciosos, protege o material e o profissional na manipulação de materiais biológicos altamente infectantes, de substâncias tóxicas e de cultura de células. |
| IV. Óculos de proteção | ( ) Confeccionado em algodão, com manga longa e punho sanfonado, na altura dos joelhos, usado abotoado, e deve ser utilizado por todos que trabalham em ambiente laboratorial. |
| V. Protetor facial | ( ) Destinado à proteção da face contra respingos de material biológico, substâncias químicas e partículas. Deve ser leve, resistente, com visor em acrílico. |
| VI. Cabine de segurança biológica | ( ) Equipamento utilizado em procedimentos que necessitem de proteção contra material biológico. Deve ser desprezado após o uso. |
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razões científicas para aprender outro idioma
Humberto Abdo
Pesquisas científicas conduzidas nos últimos anos têm confirmado a importância e os
benefícios cognitivos de aprender novos idiomas. Além de poder assimilar outra linguagem e
sua cultura, as vantagens de estudar idiomas envolvem o desenvolvimento da memória,
habilidades de tomar decisões com mais rapidez e ainda ajudam a atrasar algumas doenças,
como o Alzheimer. Confira cinco motivos pelos quais você deve começar a aprender uma
nova língua:
1. Você desenvolve melhor as suas habilidades multitarefa
Pessoas que sabem falar mais de um idioma, especialmente crianças, conseguem “deslocar”
facilmente a atenção entre dois sistemas de fala e escrita. Um estudo da Universidade
Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugeriu que essa habilidade ajuda a
desenvolvermos a capacidade de conciliar várias tarefas ao mesmo tempo, já que o cérebro
passa pelo exercício de revezar entre diferentes estruturas linguísticas.
2. Os riscos de ter Alzheimer ou demência diminuem
Vários estudos sobre o assunto foram conduzidos e os resultados demonstram que, para
adultos que só falam uma língua, a idade média para os primeiros sinais de demência
começarem a se manifestar é 71,4. Entre adultos que falam duas ou mais línguas, os
sintomas só começam aos 75,5. As pesquisas também consideraram fatores como
escolaridade, nível de renda, sexo e saúde física, mas esses aspectos não alteraram os
resultados.
3. Sua memória também é fortalecida
Um estudo publicado em 2011 pela Academia Americana de Neurologia mostrou que
aprender novos idiomas ajuda a “proteger” nossas memórias, mesmo depois de adultos.
Entre os voluntários do estudo, os pesquisadores descobriram que falantes de quatro ou mais
idiomas tinham cinco vezes menos chance de desenvolver problemas cognitivos em
comparação com quem falava dois idiomas; para os que falavam três línguas, a chance era
três vezes menor. Os resultados consideraram a idade e escolaridade dos participantes.
4. Melhora a capacidade de tomar decisões
Publicado pelo periódico Psychological Science, um estudo da Universidade de Chicago
sugere que o processo de raciocinar em outro idioma ajuda a diminuir inconsistências
cognitivas e melhora o processo de tomada de decisão: ao usar seu idioma estrangeiro, as
decisões passam a ser mais sistemáticas e menos baseadas em fatores negativos, processo
mental que seria comum ao usar a língua nativa.
5. Sua percepção fica mais aguçada
Uma pesquisa da Universidade de Pompeu Fabra, na Espanha, revelou que pessoas que
falam mais de um idioma são mais observadoras e capazes de manter o foco sobre
informações relevantes, filtrando o que não for tão importante. Também demonstram melhor
desempenho para identificar informações erradas — o personagem Sherlock Holmes não era
um poliglota por acaso.
Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/12/5-razoes-cientificas-para-aprender-outro-idioma.html. Acesso em: set. 20
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( ) O texto é constituído de linguagem verbovisual. ( ) Trata-se de um monólogo, uma vez que há apenas uma personagem. ( ) A participação da mãe é marcada predominantemente por linguagem verbal. ( ) Há mais de uma voz explicitamente marcada no texto.
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razões científicas para aprender outro idioma
Humberto Abdo
Pesquisas científicas conduzidas nos últimos anos têm confirmado a importância e os
benefícios cognitivos de aprender novos idiomas. Além de poder assimilar outra linguagem e
sua cultura, as vantagens de estudar idiomas envolvem o desenvolvimento da memória,
habilidades de tomar decisões com mais rapidez e ainda ajudam a atrasar algumas doenças,
como o Alzheimer. Confira cinco motivos pelos quais você deve começar a aprender uma
nova língua:
1. Você desenvolve melhor as suas habilidades multitarefa
Pessoas que sabem falar mais de um idioma, especialmente crianças, conseguem “deslocar”
facilmente a atenção entre dois sistemas de fala e escrita. Um estudo da Universidade
Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugeriu que essa habilidade ajuda a
desenvolvermos a capacidade de conciliar várias tarefas ao mesmo tempo, já que o cérebro
passa pelo exercício de revezar entre diferentes estruturas linguísticas.
2. Os riscos de ter Alzheimer ou demência diminuem
Vários estudos sobre o assunto foram conduzidos e os resultados demonstram que, para
adultos que só falam uma língua, a idade média para os primeiros sinais de demência
começarem a se manifestar é 71,4. Entre adultos que falam duas ou mais línguas, os
sintomas só começam aos 75,5. As pesquisas também consideraram fatores como
escolaridade, nível de renda, sexo e saúde física, mas esses aspectos não alteraram os
resultados.
3. Sua memória também é fortalecida
Um estudo publicado em 2011 pela Academia Americana de Neurologia mostrou que
aprender novos idiomas ajuda a “proteger” nossas memórias, mesmo depois de adultos.
Entre os voluntários do estudo, os pesquisadores descobriram que falantes de quatro ou mais
idiomas tinham cinco vezes menos chance de desenvolver problemas cognitivos em
comparação com quem falava dois idiomas; para os que falavam três línguas, a chance era
três vezes menor. Os resultados consideraram a idade e escolaridade dos participantes.
4. Melhora a capacidade de tomar decisões
Publicado pelo periódico Psychological Science, um estudo da Universidade de Chicago
sugere que o processo de raciocinar em outro idioma ajuda a diminuir inconsistências
cognitivas e melhora o processo de tomada de decisão: ao usar seu idioma estrangeiro, as
decisões passam a ser mais sistemáticas e menos baseadas em fatores negativos, processo
mental que seria comum ao usar a língua nativa.
5. Sua percepção fica mais aguçada
Uma pesquisa da Universidade de Pompeu Fabra, na Espanha, revelou que pessoas que
falam mais de um idioma são mais observadoras e capazes de manter o foco sobre
informações relevantes, filtrando o que não for tão importante. Também demonstram melhor
desempenho para identificar informações erradas — o personagem Sherlock Holmes não era
um poliglota por acaso.
Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/12/5-razoes-cientificas-para-aprender-outro-idioma.html. Acesso em: set. 20
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