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Foram encontradas 40 questões.

2685661 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Suponha a seguinte planilha do Microsoft Excel 2013, na qual são registradas as horas de utilização de um espaço de trabalho compartilhado (coworking) por uma empresa durante o mês de fevereiro de 2018. A planilha contém o dia de utilização do espaço (coluna A) e os horários de início e fim de utilização do espaço (colunas B e C, respectivamente). O valor a pagar pelo uso do espaço (coluna D) deve ser calculado com base no tempo total de utilização do espaço na data correspondente, levando em conta o valor cobrado por hora ou fração de hora, especificado na célula G3 da planilha.
  A B C D E F G
1 Dia Início Fim Valor a pagar      
2 12/02/2018 9:40 11:30 R$ 160,00   Empresa XYZ Corp.
3 13/02/2018 14:20 18:10 R$ 320,00   Valor da hora ou fração R$ 80,00
4 17/02/2018 09:30 12:30 R$ 240,00   Valor total a pagar R$ 1.040,00
5 25/02/2018 13:30 17:30 R$ 320,00      
Indique a fórmula que calcula corretamente o valor da célula D2, conforme mostrado na figura acima.
 

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A capciosa conjugação do verbo “entreter”
Eduardo de Moraes Sabbag
O verbo “entreter” possui conjugação capciosa. Tanto é verdade que é possível ouvir flexões curiosas – “ele /entérte/”, “ele vai /entertê/”, “ele havia /entertido/” –, principalmente, é claro, na voz daquele falante com pouca instrução... e simpática simplicidade.
Já faz um bom tempo que cheguei a São Paulo, vindo de Guaxupé, em Minas Gerais. Lá vivi até meus 17 anos e testemunhei, não poucas vezes, as “divertidas” flexões.
A propósito, vem-me à mente a fala de um simpático sorveteiro – um daqueles que anda a cidade toda, empurrando um carrinho e anunciando com buzina que está ali –, de quem comprávamos, quando crianças, os inesquecíveis “sorvetes de saquinho”. O homem vociferava, indicando o produto maior do que o outro:
– Leve este, menino! Ele “enterte” mais...
Obviamente, não me valho do presente artigo para apontar, com o indicador, o “erro” de conjugação verbal daquele falante, de origem simples e limitada instrução C). À luz do padrão culto da língua, há um problema, sim, na flexão verbal por ele utilizada. Todavia, se atentarmos para os fatores múltiplos que demarcam o plano da comunicação – grau de instrução do falante, coloquialidade do discurso, objetivo da mensagem, entre outros –, poderemos até defender a ausência de “erro” naquela fala. Os linguistas me apoiam – creio.
Posso dizer, assim, que aquele simpático sorveteiro, que ainda permanece em minha memória, com seu legítimo “mineirês”, inspirou-me a falar sobre a conjugação do verbo ENTRETER. É o motivo deste artigo. Passemos, então, à análise do fato.
De início, é necessário destacar que o verbo ENTRETER possui a acepção de “distrair, ter por ocupação”. Exemplo: “O homem poderia entreter a criança com o sorvete”. Nota-se que sua transitividade é dupla, podendo apresentar-se como verbo transitivo direto ou como verbo bitransitivo. Veja:
O palhaço entreteve a criança (verbo transitivo direto);
O palhaço entretinha as crianças com brincadeiras (verbo transitivo direto e indireto).
Em tempo, é importante lembrar que o verbo pode ser pronominal:
O palhaço entreteve-se com a plateia naquele circo;
Eu me entretenho com música popular brasileira.
Passemos, agora, aos problemas de flexão verbal. Não percamos de vista, todavia, que este verbo deve ser conjugado como o verbo “ter”, do qual deriva.
Já no presente do indicativo, o verbo começa a mostrar suas “garras”. Se falamos “eu tenho”, falaremos “eu entretenho”. [...] Aliás, e se o saudoso sorveteiro da infância quisesse se valer do português culto? [...]
Cá pra nós: do jeito que criança é, desconfiada e arredia, é bem provável que deixasse de comprar aquele sorvete maior... Ficaria inibida com um verbo tão diferente e erudito... O tiro sairia pela culatra! Por isso, insistimos que, se houve “erro”, este se deu apenas na perspectiva imposta pelo português de rigor B), na esteira do padrão culto da linguagem. Quando analisamos o plano comunicacional, em uma abrangência superior, não veremos erro na fala. São os mistérios e ensinamentos da oralidade despretensiosa...
[...]
Assim, vimos algumas “encruzilhadas” que este verbo apresenta. E tudo porque uma agradável lembrança da infância veio à tona... e nos entreteve neste artigo. Um gramatical entretenimento...
Aliás, seria tão bom ouvir novamente aquele buzina do homem do sorvete, oferecendo o produto “que /entérte/”, “que vai /entertê/ mais”... Seria uma ótima oportunidade de lhe dizer que aquela espontânea flexão verbal, por ele utilizada, não existe, mas que seu sorvete era inesquecível! Tão inesquecível que sua fala me levou a aprender, com o tempo – e no português de rigor –, que são melhores as formas “ele entretém”, “ele vai entreter”, “ele havia entretido”.
Disponível em: <http://www.cartaforense.com.br/autor/eduardo-de-moraes-sabbag/7>.
[Adaptado]. Acesso em: 9 set. 2017.
Com base no Texto e conforme a norma padrão escrita, é correto afirmar que:
 

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razões científicas para aprender outro idioma

Humberto Abdo

Pesquisas científicas conduzidas nos últimos anos têm confirmado a importância e os

benefícios cognitivos de aprender novos idiomas. Além de poder assimilar outra linguagem e

sua cultura, as vantagens de estudar idiomas envolvem o desenvolvimento da memória,

habilidades de tomar decisões com mais rapidez e ainda ajudam a atrasar algumas doenças,

como o Alzheimer. Confira cinco motivos pelos quais você deve começar a aprender uma

nova língua:

1. Você desenvolve melhor as suas habilidades multitarefa

Pessoas que sabem falar mais de um idioma, especialmente crianças, conseguem “deslocar”

facilmente a atenção entre dois sistemas de fala e escrita. Um estudo da Universidade

Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugeriu que essa habilidade ajuda a

desenvolvermos a capacidade de conciliar várias tarefas ao mesmo tempo, já que o cérebro

passa pelo exercício de revezar entre diferentes estruturas linguísticas.

2. Os riscos de ter Alzheimer ou demência diminuem

Vários estudos sobre o assunto foram conduzidos e os resultados demonstram que, para

adultos que só falam uma língua, a idade média para os primeiros sinais de demência

começarem a se manifestar é 71,4. Entre adultos que falam duas ou mais línguas, os

sintomas só começam aos 75,5. As pesquisas também consideraram fatores como

escolaridade, nível de renda, sexo e saúde física, mas esses aspectos não alteraram os

resultados.

3. Sua memória também é fortalecida

Um estudo publicado em 2011 pela Academia Americana de Neurologia mostrou que

aprender novos idiomas ajuda a “proteger” nossas memórias, mesmo depois de adultos.

Entre os voluntários do estudo, os pesquisadores descobriram que falantes de quatro ou mais

idiomas tinham cinco vezes menos chance de desenvolver problemas cognitivos em

comparação com quem falava dois idiomas; para os que falavam três línguas, a chance era

três vezes menor. Os resultados consideraram a idade e escolaridade dos participantes.

4. Melhora a capacidade de tomar decisões

Publicado pelo periódico Psychological Science, um estudo da Universidade de Chicago

sugere que o processo de raciocinar em outro idioma ajuda a diminuir inconsistências

cognitivas e melhora o processo de tomada de decisão: ao usar seu idioma estrangeiro, as

decisões passam a ser mais sistemáticas e menos baseadas em fatores negativos, processo

mental que seria comum ao usar a língua nativa.

5. Sua percepção fica mais aguçada

Uma pesquisa da Universidade de Pompeu Fabra, na Espanha, revelou que pessoas que

falam mais de um idioma são mais observadoras e capazes de manter o foco sobre

informações relevantes, filtrando o que não for tão importante. Também demonstram melhor

desempenho para identificar informações erradas — o personagem Sherlock Holmes não era

um poliglota por acaso.

Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/12/5-razoes-cientificas-para-aprender-outro-idioma.html. Acesso em: set. 20

 
Em relação ao Texto 3, é correto afirmar que:
 

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Texto 2

Enunciado 1425329-1
Disponível em: <https://wordsofleisure.com/tag/mafalda/page/2/>. [Adaptado]. Acesso em: 11 set. 2017.
Assinale a alternativa que melhor exprime a ideia central do Texto 2.
 

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Texto 2

Enunciado 1425328-1
Disponível em: <https://wordsofleisure.com/tag/mafalda/page/2/>. [Adaptado]. Acesso em: 11 set. 2017.
Indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F), de acordo com as informações do Texto 2, e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) O texto é constituído de linguagem verbovisual. ( ) Trata-se de um monólogo, uma vez que há apenas uma personagem. ( ) A participação da mãe é marcada predominantemente por linguagem verbal. ( ) Há mais de uma voz explicitamente marcada no texto.
 

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razões científicas para aprender outro idioma

Humberto Abdo

Pesquisas científicas conduzidas nos últimos anos têm confirmado a importância e os

benefícios cognitivos de aprender novos idiomas. Além de poder assimilar outra linguagem e

sua cultura, as vantagens de estudar idiomas envolvem o desenvolvimento da memória,

habilidades de tomar decisões com mais rapidez e ainda ajudam a atrasar algumas doenças,

como o Alzheimer. Confira cinco motivos pelos quais você deve começar a aprender uma

nova língua:

1. Você desenvolve melhor as suas habilidades multitarefa

Pessoas que sabem falar mais de um idioma, especialmente crianças, conseguem “deslocar”

facilmente a atenção entre dois sistemas de fala e escrita. Um estudo da Universidade

Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugeriu que essa habilidade ajuda a

desenvolvermos a capacidade de conciliar várias tarefas ao mesmo tempo, já que o cérebro

passa pelo exercício de revezar entre diferentes estruturas linguísticas.

2. Os riscos de ter Alzheimer ou demência diminuem

Vários estudos sobre o assunto foram conduzidos e os resultados demonstram que, para

adultos que só falam uma língua, a idade média para os primeiros sinais de demência

começarem a se manifestar é 71,4. Entre adultos que falam duas ou mais línguas, os

sintomas só começam aos 75,5. As pesquisas também consideraram fatores como

escolaridade, nível de renda, sexo e saúde física, mas esses aspectos não alteraram os

resultados.

3. Sua memória também é fortalecida

Um estudo publicado em 2011 pela Academia Americana de Neurologia mostrou que

aprender novos idiomas ajuda a “proteger” nossas memórias, mesmo depois de adultos.

Entre os voluntários do estudo, os pesquisadores descobriram que falantes de quatro ou mais

idiomas tinham cinco vezes menos chance de desenvolver problemas cognitivos em

comparação com quem falava dois idiomas; para os que falavam três línguas, a chance era

três vezes menor. Os resultados consideraram a idade e escolaridade dos participantes.

4. Melhora a capacidade de tomar decisões

Publicado pelo periódico Psychological Science, um estudo da Universidade de Chicago

sugere que o processo de raciocinar em outro idioma ajuda a diminuir inconsistências

cognitivas e melhora o processo de tomada de decisão: ao usar seu idioma estrangeiro, as

decisões passam a ser mais sistemáticas e menos baseadas em fatores negativos, processo

mental que seria comum ao usar a língua nativa.

5. Sua percepção fica mais aguçada

Uma pesquisa da Universidade de Pompeu Fabra, na Espanha, revelou que pessoas que

falam mais de um idioma são mais observadoras e capazes de manter o foco sobre

informações relevantes, filtrando o que não for tão importante. Também demonstram melhor

desempenho para identificar informações erradas — o personagem Sherlock Holmes não era

um poliglota por acaso.

Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/12/5-razoes-cientificas-para-aprender-outro-idioma.html. Acesso em: set. 20

 
Segundo o Texto 3, é correto afirmar que:
 

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1142288 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Considere as seguintes afirmativas acerca dos cabos, portas e conectores utilizados para a conexão de periféricos a computadores. Entenda como “conector” a extremidade de um cabo que deve ser conectado ao computador e como “porta” a entrada do computador na qual o conector é encaixado. Em seguida, assinale a alternativa correta.

I. As portas USB do computador são utilizadas para a conexão de teclado, mouse e outros dispositivos periféricos compatíveis com o padrão USB. A porta USB possui formato retangular, o que permite o encaixe do conector à porta em duas posições diferentes, com a rotação em 180 graus do conector.

II. A porta VGA do computador permite a conexão de um monitor utilizando um cabo VGA. O formato da porta VGA impede o encaixe do conector na posição incorreta.

III. A porta HDMI do computador permite a conexão de um monitor ao computador utilizando um cabo HDMI. A porta HDMI possui formato retangular, o que permite o encaixe do conector à porta em duas posições diferentes, com a rotação em 180 graus do conector.

 

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1142286 Ano: 2018
Disciplina: Informática
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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A respeito do uso da Internet, é correto afirmar que:
 

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1142127 Ano: 2018
Disciplina: Mecânica de Autos
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Provas:

Com relação aos motores automotivos de combustão interna, atribua V (verdadeiro) ou F (falso) às sentenças a seguir e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.

( ) O ciclo de um motor de combustão interna possui dois ou quatro estágios (ou ciclos).

( ) São partes fixas do motor: bloco, cárter e cabeçote.

( ) Os motores de combustão interna são assim chamados por transformarem energia térmica gerada pela queima do combustível em energia mecânica.

( ) Existem dois tipos de anéis: de vedação, na parte de cima do pistão, e de lubrificação (ou raspagem), na parte de baixo do pistão.

( ) A biela é a parte do motor que liga o pistão ao virabrequim.

( ) Um motor de combustão interna de quatro tempos é assim definido pelo fato de o seu ciclo de funcionamento ser realizado em quatro fases: admissão, compressão, explosão ou combustão e escape.

 

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1142126 Ano: 2018
Disciplina: Mecânica
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
Provas:
Com relação aos processos de usinagem convencional, é correto afirmar que:
 

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