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razões científicas para aprender outro idioma
Humberto Abdo
Pesquisas científicas conduzidas nos últimos anos têm confirmado a importância e os
benefícios cognitivos de aprender novos idiomas. Além de poder assimilar outra linguagem e
sua cultura, as vantagens de estudar idiomas envolvem o desenvolvimento da memória,
habilidades de tomar decisões com mais rapidez e ainda ajudam a atrasar algumas doenças,
como o Alzheimer. Confira cinco motivos pelos quais você deve começar a aprender uma
nova língua:
1. Você desenvolve melhor as suas habilidades multitarefa
Pessoas que sabem falar mais de um idioma, especialmente crianças, conseguem “deslocar”
facilmente a atenção entre dois sistemas de fala e escrita. Um estudo da Universidade
Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugeriu que essa habilidade ajuda a
desenvolvermos a capacidade de conciliar várias tarefas ao mesmo tempo, já que o cérebro
passa pelo exercício de revezar entre diferentes estruturas linguísticas.
2. Os riscos de ter Alzheimer ou demência diminuem
Vários estudos sobre o assunto foram conduzidos e os resultados demonstram que, para
adultos que só falam uma língua, a idade média para os primeiros sinais de demência
começarem a se manifestar é 71,4. Entre adultos que falam duas ou mais línguas, os
sintomas só começam aos 75,5. As pesquisas também consideraram fatores como
escolaridade, nível de renda, sexo e saúde física, mas esses aspectos não alteraram os
resultados.
3. Sua memória também é fortalecida
Um estudo publicado em 2011 pela Academia Americana de Neurologia mostrou que
aprender novos idiomas ajuda a “proteger” nossas memórias, mesmo depois de adultos.
Entre os voluntários do estudo, os pesquisadores descobriram que falantes de quatro ou mais
idiomas tinham cinco vezes menos chance de desenvolver problemas cognitivos em
comparação com quem falava dois idiomas; para os que falavam três línguas, a chance era
três vezes menor. Os resultados consideraram a idade e escolaridade dos participantes.
4. Melhora a capacidade de tomar decisões
Publicado pelo periódico Psychological Science, um estudo da Universidade de Chicago
sugere que o processo de raciocinar em outro idioma ajuda a diminuir inconsistências
cognitivas e melhora o processo de tomada de decisão: ao usar seu idioma estrangeiro, as
decisões passam a ser mais sistemáticas e menos baseadas em fatores negativos, processo
mental que seria comum ao usar a língua nativa.
5. Sua percepção fica mais aguçada
Uma pesquisa da Universidade de Pompeu Fabra, na Espanha, revelou que pessoas que
falam mais de um idioma são mais observadoras e capazes de manter o foco sobre
informações relevantes, filtrando o que não for tão importante. Também demonstram melhor
desempenho para identificar informações erradas — o personagem Sherlock Holmes não era
um poliglota por acaso.
Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/12/5-razoes-cientificas-para-aprender-outro-idioma.html. Acesso em: set. 20
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( ) O texto é constituído de linguagem verbovisual. ( ) Trata-se de um monólogo, uma vez que há apenas uma personagem. ( ) A participação da mãe é marcada predominantemente por linguagem verbal. ( ) Há mais de uma voz explicitamente marcada no texto.
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razões científicas para aprender outro idioma
Humberto Abdo
Pesquisas científicas conduzidas nos últimos anos têm confirmado a importância e os
benefícios cognitivos de aprender novos idiomas. Além de poder assimilar outra linguagem e
sua cultura, as vantagens de estudar idiomas envolvem o desenvolvimento da memória,
habilidades de tomar decisões com mais rapidez e ainda ajudam a atrasar algumas doenças,
como o Alzheimer. Confira cinco motivos pelos quais você deve começar a aprender uma
nova língua:
1. Você desenvolve melhor as suas habilidades multitarefa
Pessoas que sabem falar mais de um idioma, especialmente crianças, conseguem “deslocar”
facilmente a atenção entre dois sistemas de fala e escrita. Um estudo da Universidade
Estadual da Pensilvânia, nos Estados Unidos, sugeriu que essa habilidade ajuda a
desenvolvermos a capacidade de conciliar várias tarefas ao mesmo tempo, já que o cérebro
passa pelo exercício de revezar entre diferentes estruturas linguísticas.
2. Os riscos de ter Alzheimer ou demência diminuem
Vários estudos sobre o assunto foram conduzidos e os resultados demonstram que, para
adultos que só falam uma língua, a idade média para os primeiros sinais de demência
começarem a se manifestar é 71,4. Entre adultos que falam duas ou mais línguas, os
sintomas só começam aos 75,5. As pesquisas também consideraram fatores como
escolaridade, nível de renda, sexo e saúde física, mas esses aspectos não alteraram os
resultados.
3. Sua memória também é fortalecida
Um estudo publicado em 2011 pela Academia Americana de Neurologia mostrou que
aprender novos idiomas ajuda a “proteger” nossas memórias, mesmo depois de adultos.
Entre os voluntários do estudo, os pesquisadores descobriram que falantes de quatro ou mais
idiomas tinham cinco vezes menos chance de desenvolver problemas cognitivos em
comparação com quem falava dois idiomas; para os que falavam três línguas, a chance era
três vezes menor. Os resultados consideraram a idade e escolaridade dos participantes.
4. Melhora a capacidade de tomar decisões
Publicado pelo periódico Psychological Science, um estudo da Universidade de Chicago
sugere que o processo de raciocinar em outro idioma ajuda a diminuir inconsistências
cognitivas e melhora o processo de tomada de decisão: ao usar seu idioma estrangeiro, as
decisões passam a ser mais sistemáticas e menos baseadas em fatores negativos, processo
mental que seria comum ao usar a língua nativa.
5. Sua percepção fica mais aguçada
Uma pesquisa da Universidade de Pompeu Fabra, na Espanha, revelou que pessoas que
falam mais de um idioma são mais observadoras e capazes de manter o foco sobre
informações relevantes, filtrando o que não for tão importante. Também demonstram melhor
desempenho para identificar informações erradas — o personagem Sherlock Holmes não era
um poliglota por acaso.
Disponível em: http://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2016/12/5-razoes-cientificas-para-aprender-outro-idioma.html. Acesso em: set. 20
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Um paciente em pós-operatório de cirurgia abdominal relata dor intensa. A técnica de enfermagem já havia administrado a medicação analgésica prescrita, mas o paciente continua com dor. Considerando que a dor é definida pela International Association for the Study of Pain (IASP) como uma “experiência sensitiva e emocional desagradável associada ou relacionada à lesão real ou potencial dos tecidos”, analise as condutas abaixo e identifique quais podem ser adotadas para aliviar a dor do paciente. Em seguida, assinale a alternativa correta.
I. Solicitar ao paciente para definir a intensidade da dor, utilizando uma escala.
II. Qualificar a dor, solicitando que o paciente descreva o local e o tipo, se ela tem irradiação para alguma outra parte do corpo e se a movimentação no leito a intensifica.
III. Observar a posição do paciente no leito para avaliar se não está interferindo na ocorrência da dor.
IV. Solicitar ao paciente para aguardar o próximo horário da medicação, tendo em vista que só está prescrito um analgésico de oito em oito horas.
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Aranhas e escorpiões são animais encontrados muitas vezes no interior das casas, com uma tendência crescente a se adaptarem ao ambiente urbano, devido à facilidade de encontrarem alimento, como baratas. Inseticidas domésticos têm utilidade limitada no combate às aranhas e escorpiões; além de não impedirem que entrem nas casas, existe o risco de causarem intoxicação. Nesse sentido, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. A aranha-marrom é muito comum no sul do país. Não é agressiva e só pica quando comprimida contra a pele. No momento da picada pode ocorrer uma leve dor e, após algumas horas, o local fica vermelho.
II. Lavar o local da picada com água ou água e sabão.
III. O soro antiaracnídico é utilizado para neutralizar a ação do veneno da aranha-marrom, da aranha-armadeira, e o do escorpião. Somente deve ser administrado com indicação médica.
IV. Torniquete, incisão e sucção no local da picada ajudam a evitar a disseminação do veneno.
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Em relação ao atendimento de pacientes politraumatizados, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. O mecanismo do trauma é fator fundamental na anamnese do traumatizado. São considerados traumatizados de risco para lesões graves os pacientes que foram atropelados, vítimas de quedas de mais de seis metros de altura e os que foram vítimas de ferimentos penetrantes em tronco.
II. No atendimento à vítima politraumatizada, a sondagem nasogástrica está contraindicada na suspeita de fratura de base de crânio, pelo risco de penetração da sonda no encéfalo durante a sua introdução pela narina.
III. O edema peniano e o sangramento no meato uretral não contraindicam a passagem de sonda vesical de demora em casos de politraumatizados.
IV. O uso da prancha rígida e do colar cervical em vítima de acidente com trauma na coluna é fundamental somente no paciente que não tenha sinais/sintomas de lesão.
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