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Foram encontradas 39 questões.

1142037 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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No ano de 2016, o Governo do Estado de Pólis teve uma sobra de recursos representada pela diferença do Ativo Financeiro e do Passivo Financeiro de R$ 2 milhões. Tal sobra pode ser utilizada para a abertura de créditos adicionais em 2017, tendo como fonte:
 

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1142036 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Segundo as normas vigentes para o registro da depreciação, amortização e exaustão, previstas na NBC T 16.9, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. A depreciação, a amortização e a exaustão devem ser reconhecidas até que o valor líquido contábil do ativo seja igual a zero.

II. A depreciação, a amortização ou a exaustão de um ativo começa quando o item estiver em condições de uso.

III. A depreciação e a amortização não cessam quando o ativo é retirado temporariamente de operação.

IV. A depreciação de bens imóveis deve ser calculada com base, exclusivamente, no custo de construção e no valor dos terrenos.

 

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1142035 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Segundo as normas relativas à consolidação das demonstrações contábeis no setor público, assinale a alternativa correta.
 

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1142034 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Segundo a Lei nº 4.320/64, analise as afirmativas abaixo sobre os créditos adicionais e assinale a alternativa correta.

I. São créditos especiais aqueles destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica.

II. Os créditos suplementares, destinados a reforços de dotação orçamentária já existente, devem ser autorizados e abertos por decreto do Executivo.

III. A abertura de créditos adicionais depende da existência de recursos disponíveis para ocorrer a despesa e será precedida de justificativa.

IV. São créditos extraordinários aqueles destinados ao reforço orçamentário de dotação já existente.

 

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1142033 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Uma entidade pública pretende realizar a depreciação de um bem utilizando o método da soma dos dígitos. O valor bruto contábil do bem é R$ 32.000 e o valor residual determinado é R$ 3.000. A vida útil desse bem é de cinco anos. O bem foi incorporado à entidade em 2/1/2017 e começou a ser utilizado na mesma data. Nesse caso, aponte o valor da despesa com depreciação ao final do segundo ano de uso desse bem.
 

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1142032 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Analise os itens abaixo, identifique as demonstrações contábeis aplicadas ao setor público e assinale a alternativa correta.

I. Balanço Orçamentário

II. Balanço Financeiro

III. Balanço Patrimonial

IV. Demonstração das Variações Patrimoniais

V. Demonstração dos Fluxos de Caixa (DFC)

VI. Demonstração das Mutações do Patrimônio Líquido (DMPL)

VII. Demonstração do Resultado do Exercício

 

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1142031 Ano: 2018
Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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A Lei nº 4.320/64 estatui Normas Gerais de Direito Financeiro para elaboração e controle dos orçamentos e balanços públicos. Tomando por base essa norma, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. A liquidação da despesa consiste na verificação do direito adquirido pelo credor tendo por base os títulos e documentos comprobatórios do respectivo crédito.

II. O empenho da despesa não poderá exceder o limite dos créditos concedidos.

III. É vedada a realização de despesa sem prévio empenho.

IV. A ordem de pagamento só poderá ser exarada em documentos processados pelos serviços de contabilidade.

V. O pagamento da despesa poderá ser ordenado antes de sua regular liquidação.

 

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1142004 Ano: 2018
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFSC
Orgão: UFSC
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Em relação ao orçamento público, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. A Lei de Orçamento compreende todas as receitas, inclusive as operações de crédito por antecipação da receita.

II. A Lei de Orçamento pode conter autorização para o Executivo abrir créditos suplementares até determinada importância.

III. A Constituição Federal prevê três tipos de orçamento: fiscal, da seguridade social e de custeio.

IV. As chamadas leis orçamentárias previstas na Constituição Federal são o plano plurianual, as diretrizes orçamentárias e os orçamentos anuais.

V. O período de vigência do plano plurianual coincide com o da lei de diretrizes orçamentárias.

 

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A capciosa conjugação do verbo “entreter”
Eduardo de Moraes Sabbag
O verbo “entreter” possui conjugação capciosa. Tanto é verdade que é possível ouvir flexões curiosas – “ele /entérte/”, “ele vai /entertê/”, “ele havia /entertido/” –, principalmente, é claro, na voz daquele falante com pouca instrução... e simpática simplicidade.
Já faz um bom tempo que cheguei a São Paulo, vindo de Guaxupé, em Minas Gerais. Lá vivi até meus 17 anos e testemunhei, não poucas vezes, as “divertidas” flexões.
A propósito, vem-me à mente a fala de um simpático sorveteiro – um daqueles que anda a cidade toda, empurrando um carrinho e anunciando com buzina que está ali –, de quem comprávamos, quando crianças, os inesquecíveis “sorvetes de saquinho”. O homem vociferava, indicando o produto maior do que o outro:
– Leve este, menino! Ele “enterte” mais...
Obviamente, não me valho do presente artigo para apontar, com o indicador, o “erro” de conjugação verbal daquele falante, de origem simples e limitada instrução. À luz do padrão culto da língua, há um problema, sim, na flexão verbal por ele utilizada. Todavia, se atentarmos para os fatores múltiplos que demarcam o plano da comunicação – grau de instrução do falante, coloquialidade do discurso, objetivo da mensagem, entre outros –, poderemos até defender a ausência de “erro” naquela fala. Os linguistas me apoiam – creio.
Posso dizer, assim, que aquele simpático sorveteiro, que ainda permanece em minha memória, com seu legítimo “mineirês”, inspirou-me a falar sobre a conjugação do verbo ENTRETER. É o motivo deste artigo. Passemos, então, à análise do fato.
De início, é necessário destacar que o verbo ENTRETER possui a acepção de “distrair, ter por ocupação”. Exemplo: “O homem poderia entreter a criança com o sorvete”. Nota-se que sua transitividade é dupla, podendo apresentar-se como verbo transitivo direto ou como verbo bitransitivo. Veja:
O palhaço entreteve a criança (verbo transitivo direto);
O palhaço entretinha as crianças com brincadeiras (verbo transitivo direto e indireto).
Em tempo, é importante lembrar que o verbo pode ser pronominal:
O palhaço entreteve-se com a plateia naquele circo;
Eu me entretenho com música popular brasileira.
Passemos, agora, aos problemas de flexão verbal. Não percamos de vista, todavia, que este verbo deve ser conjugado como o verbo “ter”, do qual deriva.
Já no presente do indicativo, o verbo começa a mostrar suas “garras”. Se falamos “eu tenho”, falaremos “eu entretenho”. [...] Aliás, e se o saudoso sorveteiro da infância quisesse se valer do português culto? [...]
Cá pra nós: do jeito que criança é, desconfiada e arredia, é bem provável que deixasse de comprar aquele sorvete maior... Ficaria inibida com um verbo tão diferente e erudito... O tiro sairia pela culatra! Por isso, insistimos que, se houve “erro”, este se deu apenas na perspectiva imposta pelo português de rigor, na esteira do padrão culto da linguagem. Quando analisamos o plano comunicacional, em uma abrangência superior, não veremos erro na fala. São os mistérios e ensinamentos da oralidade despretensiosa...
[...]
Assim, vimos algumas “encruzilhadas” que este verbo apresenta. E tudo porque uma agradável lembrança da infância veio à tona... e nos entreteve neste artigo. Um gramatical entretenimento...
Aliás, seria tão bom ouvir novamente aquele buzina do homem do sorvete, oferecendo o produto “que /entérte/”, “que vai /entertê/ mais”... Seria uma ótima oportunidade de lhe dizer que aquela espontânea flexão verbal, por ele utilizada, não existe, mas que seu sorvete era inesquecível! Tão inesquecível que sua fala me levou a aprender, com o tempo – e no português de rigor –, que são melhores as formas “ele entretém”, “ele vai entreter”, “ele havia entretido”.
Disponível em: <http://www.cartaforense.com.br/autor/eduardo-de-moraes-sabbag/7>.
[Adaptado]. Acesso em: 9 set. 2017.
Indique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) de acordo com o Texto e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) O verbo “entreter” apresenta conjugação que pode levar ao erro à luz do padrão culto.
( ) A fala do sorveteiro pode ou não ser considerada um erro pela perspectiva da gramática normativa.
( ) O termo “mineirês” (linha 18) refere-se a uma variedade linguística típica de Minas Gerais.
( ) O texto trata do problema relacionado ao fato de o sorveteiro usar o verbo “entreter” com sentido equivocado.
( ) O que motivou a escrita do texto foi a saudade que o autor sentia da buzina do sorveteiro.
 

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A capciosa conjugação do verbo “entreter”
Eduardo de Moraes Sabbag
O verbo “entreter” possui conjugação capciosa. Tanto é verdade que é possível ouvir flexões curiosas – “ele /entérte/”, “ele vai /entertê/”, “ele havia /entertido/” –, principalmente, é claro, na voz daquele falante com pouca instrução... e simpática simplicidade.
Já faz um bom tempo que cheguei a São Paulo, vindo de Guaxupé, em Minas Gerais. Lá vivi até meus 17 anos e testemunhei, não poucas vezes, as “divertidas” flexões.
A propósito, vem-me à mente a fala de um simpático sorveteiro – um daqueles que anda a cidade toda, empurrando um carrinho e anunciando com buzina que está ali –, de quem comprávamos, quando crianças, os inesquecíveis “sorvetes de saquinho”. O homem vociferava, indicando o produto maior do que o outro:
– Leve este, menino! Ele “enterte” mais...
Obviamente, não me valho do presente artigo para apontar, com o indicador, o “erro” de conjugação verbal daquele falante, de origem simples e limitada instrução. À luz do padrão culto da língua, há um problema, sim, na flexão verbal por ele utilizada. Todavia, se atentarmos para os fatores múltiplos que demarcam o plano da comunicação – grau de instrução do falante, coloquialidade do discurso, objetivo da mensagem, entre outros –, poderemos até defender a ausência de “erro” naquela fala. Os linguistas me apoiam – creio.
Posso dizer, assim, que aquele simpático sorveteiro, que ainda permanece em minha memória, com seu legítimo “mineirês”, inspirou-me a falar sobre a conjugação do verbo ENTRETER. É o motivo deste artigo. Passemos, então, à análise do fato.
De início, é necessário destacar que o verbo ENTRETER possui a acepção de “distrair, ter por ocupação”. Exemplo: “O homem poderia entreter a criança com o sorvete”. Nota-se que sua transitividade é dupla, podendo apresentar-se como verbo transitivo direto ou como verbo bitransitivo. Veja:
O palhaço entreteve a criança (verbo transitivo direto);
O palhaço entretinha as crianças com brincadeiras (verbo transitivo direto e indireto).
Em tempo, é importante lembrar que o verbo pode ser pronominal:
O palhaço entreteve-se com a plateia naquele circo;
Eu me entretenho com música popular brasileira.
Passemos, agora, aos problemas de flexão verbal. Não percamos de vista, todavia, que este verbo deve ser conjugado como o verbo “ter”, do qual deriva.
Já no presente do indicativo, o verbo começa a mostrar suas “garras”. Se falamos “eu tenho”, falaremos “eu entretenho”. [...] Aliás, e se o saudoso sorveteiro da infância quisesse se valer do português culto? [...]
Cá pra nós: do jeito que criança é, desconfiada e arredia, é bem provável que deixasse de comprar aquele sorvete maior... Ficaria inibida com um verbo tão diferente e erudito... O tiro sairia pela culatra! Por isso, insistimos que, se houve “erro”, este se deu apenas na perspectiva imposta pelo português de rigor, na esteira do padrão culto da linguagem. Quando analisamos o plano comunicacional, em uma abrangência superior, não veremos erro na fala. São os mistérios e ensinamentos da oralidade despretensiosa...
[...]
Assim, vimos algumas “encruzilhadas” que este verbo apresenta. E tudo porque uma agradável lembrança da infância veio à tona... e nos entreteve neste artigo. Um gramatical entretenimento...
Aliás, seria tão bom ouvir novamente aquele buzina do homem do sorvete, oferecendo o produto “que /entérte/”, “que vai /entertê/ mais”... Seria uma ótima oportunidade de lhe dizer que aquela espontânea flexão verbal, por ele utilizada, não existe, mas que seu sorvete era inesquecível! Tão inesquecível que sua fala me levou a aprender, com o tempo – e no português de rigor –, que são melhores as formas “ele entretém”, “ele vai entreter”, “ele havia entretido”.
Disponível em: <http://www.cartaforense.com.br/autor/eduardo-de-moraes-sabbag/7>.
[Adaptado]. Acesso em: 9 set. 2017.
Considerando o trecho abaixo, transcrito do Texto, analise as afirmativas apresentadas na sequência, conforme a norma padrão escrita, e assinale a alternativa correta.
– Leve este, menino! Ele “enterte” mais...
I. O verbo “entreter” deveria estar flexionado na forma “entrete”.
II. A flexão de “entreter” na terceira pessoa do singular do presente do indicativo é “entretém”.
III. O pronome pessoal retoma o pronome demonstrativo.
IV. O termo “ele” retoma o substantivo “menino”.
 

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