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Foram encontradas 53 questões.

2723357 Ano: 2022
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC

Aspectos relacionados à inclusão e à acessibilidade devem ser considerados pelos gestores de bibliotecas universitárias. O planejamento deve atentar para questões que viabilizem a prestação de serviço para qualquer usuário e, se necessário, modificações devem ser realizadas para a adequação das bibliotecas.

Sobre as questões de gestão e planejamento de uma biblioteca universitária inclusiva, assinale a alternativa correta.

 

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2723356 Ano: 2022
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC

Para Denis Grogan (2001), as expressões “serviço de referência” e “processo de referência” designam respectivamente a assistência prestada ao usuário que busca informação e a atividade que envolve o usuário, durante a qual se executa o serviço de referência. Diante disso, o autor apresenta uma sequência lógica composta de etapas decisórias encadeadas que constituem o processo normal de referência.

Sobre o assunto, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de acordo com o autor.

 

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2723355 Ano: 2022
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFSC
Orgão: UFSC

O Código de Ética e Deontologia do Bibliotecário brasileiro fixa normas que orientam a conduta dessa categoria de profissionais na realização de suas atividades. O bibliotecário que atua em bibliotecas universitárias pode se deparar com inúmeros dilemas éticos em seu cotidiano profissional.

De acordo com o Código de Ética, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. O Código de Ética descreve como proibição, explicitamente, a utilização da influência política em benefício próprio e da posição hierárquica para obtenção de vantagens pessoais.

II. Como circunstância atenuante de infração, o Código de Ética menciona, por exemplo, o fato de o bibliotecário infrator coagir outrem para a execução material da infração.

III. As questões que abordam sobre a atuação preconceituosa, discriminatória e prejudicial ao tratamento igualitário, embora não sejam mencionadas no Código de Ética, são consideradas, de forma consensual pela classe profissional, como condutas eticamente reprováveis.

IV. Fica proibido ao profissional assinar trabalhos ou quaisquer documentos executados por terceiros, ou elaborados por leigos, alheios a sua orientação, supervisão e fiscalização.

V. As infrações éticas e disciplinares previstas no Código de Ética não prescrevem.

 

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2723354 Ano: 2022
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFSC
Orgão: UFSC

Acerca do exercício da profissão e da ética profissional do Bibliotecário no Brasil, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. A profissão de Bibliotecário é exercida mediante a apresentação de diploma de Bacharel em Biblioteconomia, expedido por qualquer instituição de ensino superior brasileira ou estrangeira.

II. O exercício da profissão de Bibliotecário, no âmbito das pessoas jurídicas de direito público e privado, é privativo dos Bacharéis em Biblioteconomia.

III. O objeto de trabalho do Bibliotecário é a informação, artefato cultural conceituado como conhecimento estruturado sob as formas escrita, oral, gestual, audiovisual e digital, expressa sempre por meio da linguagem natural.

IV. É atribuição do Bacharel em Biblioteconomia a fiscalização de estabelecimentos de ensino de Biblioteconomia, Arquivologia e Museologia reconhecidos, equiparados ou em via de equiparação.

V. Em sua atuação profissional, o Bibliotecário repudia todas as formas de censura e ingerência política e deve observar os ditames da ciência e da técnica.

 

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2723353 Ano: 2022
Disciplina: Biblioteconomia
Banca: UFSC
Orgão: UFSC

No artigo “O conceito de informação”, Rafael Capurro e Birger Hjorland (2003) apresentam algumas distinções entre a Biblioteconomia e a Ciência da Informação.

Com base nessas distinções, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.

I. Historicamente, a Biblioteconomia, orientada para uma biblioteca especializada, a documentação e a Ciência da Informação se ocupam com bibliotecas de pesquisa, bases de dados, aplicação das tecnologias da informação e atividades de busca e recuperação de documentos científicos.

II. A Biblioteconomia não contribuiu com o campo da Ciência da Informação, sendo esta historicamente dissociada daquela.

III. A documentação e a Ciência da Informação inicialmente se orientaram para o trabalho nas bibliotecas públicas, assim como a Biblioteconomia.

IV. A Biblioteconomia especializada e a Ciência da Informação se desenvolveram juntas, com o mesmo foco.

V. A tendência em utilizar o termo “informação” em instituições de biblioteconomia está relacionada também a um interesse nas aplicações de tecnologias da informação.

 

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Reflexiones sobre internacionalización universitaria y dinámicas de cooperación sur-sur

desde una perspectiva contrahegemónica a la globalización neoliberal y neocolonial

Desde finales del siglo XX se observan cambios en la dinámica de vinculación internacional de las universidades y de sus investigadores y el incremento de políticas que promueven la cooperación internacional, dando lugar a un proceso de internacionalización universitaria que se presenta como “neutral”. Sin embargo, se encuentra orientado por la lógica de diferentes agentes y actores – organismos internacionales, regionales, nacionales e institucionales.

La política del gobierno nacional y el proyecto de país que sostiene inciden sobre la dinámica que adquiere la internacionalización de la ciencia, la tecnología y la universidad. Cuando adquiere un rol activo da lugar a dinámicas de internacionalización endógenas, orientadas por políticas públicas nacionales debatidas en el marco de planes estratégicos nacionales y de planes estratégicos de la propia universidad y, cuando adquiere un papel pasivo, da lugar a dinámicas de internacionalización exógenas que priorizan estímulos externos.

En este contexto, como iniciativa del Sector Educativo del Mercosur se creó el Núcleo de Estudios en Investigaciones en Educación Superior del Mercosur (NEIES) que tiene el objetivo de promover investigaciones sobre Educación Superior en la Región y contribuir a la formulación de políticas públicas. Entre otras acciones, promovió la convocatoria a redes de investigación como un instrumento de política que pugna por orientar el proceso de internacionalización a partir de la construcción de agendas regionales, en tensión con incentivos exógenos que instalaron la temática desde el último cuarto del siglo XX. De esta forma, se generaron dinámicas de producción y difusión de conocimiento entre investigadores latinoamericanos desde una perspectiva contrahegemónica respecto a las dinámicas de internacionalización. Las redes de cooperación sur-sur permiten orientar la internacionalización universitaria hacia la región, generando dinámicas de producción y difusión de conocimiento orientadas a partir de agendas de investigación endógenas. En este sentido, el regionalismo se presenta como una herramienta que permite resguardar la soberanía.

Sin embargo, a partir del año 2015 el giro a la derecha y el retorno de políticas neoliberales y neocoloniales ponen en riesgo la sostenibilidad de esos proyectos, dado el desinterés por la construcción regional. Pero hay fuerzas que sostienen que otra internacionalización posible, donde la voz la tomen los pueblos y generen conocimiento en función de sus problemas, y no a partir de los designios que ordena el mercado.

Consecuentemente, la propuesta consiste en descolonizar la internacionalización, visibilizando dinámicas que no responden a los indicadores hegemónicos, a partir de entender el proceso desde una perspectiva histórica y contextual, situada en la “región latinoamericana” y en el “sur global”, construyendo su sentido en forma interactiva y en relación con las demandas de los pueblos. Para ello es fundamental la generación de políticas públicas orientadas a la resolución de problemas que involucren a las universidades – en forma transversal a sus funciones sustantivas, esto es: investigación, docencia y extensión – y a la comunidad, a partir de la participación de actores de la sociedad civil y política que se encuentran directamente vinculados al territorio y manejan saberes específicos.

Disponible en: https://ri.conicet.gov.ar/handle/11336/131572. [Adaptado]. Acceso en: 11 mar. 2022.

Marque la proposición correcta respecto a la propuesta de descolonizar la internacionalización.

 

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Reflexiones sobre internacionalización universitaria y dinámicas de cooperación sur-sur

desde una perspectiva contrahegemónica a la globalización neoliberal y neocolonial

Desde finales del siglo XX se observan cambios en la dinámica de vinculación internacional de las universidades y de sus investigadores y el incremento de políticas que promueven la cooperación internacional, dando lugar a un proceso de internacionalización universitaria que se presenta como “neutral”. Sin embargo, se encuentra orientado por la lógica de diferentes agentes y actores – organismos internacionales, regionales, nacionales e institucionales.

La política del gobierno nacional y el proyecto de país que sostiene inciden sobre la dinámica que adquiere la internacionalización de la ciencia, la tecnología y la universidad. Cuando adquiere un rol activo da lugar a dinámicas de internacionalización endógenas, orientadas por políticas públicas nacionales debatidas en el marco de planes estratégicos nacionales y de planes estratégicos de la propia universidad y, cuando adquiere un papel pasivo, da lugar a dinámicas de internacionalización exógenas que priorizan estímulos externos.

En este contexto, como iniciativa del Sector Educativo del Mercosur se creó el Núcleo de Estudios en Investigaciones en Educación Superior del Mercosur (NEIES) que tiene el objetivo de promover investigaciones sobre Educación Superior en la Región y contribuir a la formulación de políticas públicas. Entre otras acciones, promovió la convocatoria a redes de investigación como un instrumento de política que pugna por orientar el proceso de internacionalización a partir de la construcción de agendas regionales, en tensión con incentivos exógenos que instalaron la temática desde el último cuarto del siglo XX. De esta forma, se generaron dinámicas de producción y difusión de conocimiento entre investigadores latinoamericanos desde una perspectiva contrahegemónica respecto a las dinámicas de internacionalización. Las redes de cooperación sur-sur permiten orientar la internacionalización universitaria hacia la región, generando dinámicas de producción y difusión de conocimiento orientadas a partir de agendas de investigación endógenas. En este sentido, el regionalismo se presenta como una herramienta que permite resguardar la soberanía.

Sin embargo, a partir del año 2015 el giro a la derecha y el retorno de políticas neoliberales y neocoloniales ponen en riesgo la sostenibilidad de esos proyectos, dado el desinterés por la construcción regional. Pero hay fuerzas que sostienen que otra internacionalización posible, donde la voz la tomen los pueblos y generen conocimiento en función de sus problemas, y no a partir de los designios que ordena el mercado.

Consecuentemente, la propuesta consiste en descolonizar la internacionalización, visibilizando dinámicas que no responden a los indicadores hegemónicos, a partir de entender el proceso desde una perspectiva histórica y contextual, situada en la “región latinoamericana” y en el “sur global”, construyendo su sentido en forma interactiva y en relación con las demandas de los pueblos. Para ello es fundamental la generación de políticas públicas orientadas a la resolución de problemas que involucren a las universidades – en forma transversal a sus funciones sustantivas, esto es: investigación, docencia y extensión – y a la comunidad, a partir de la participación de actores de la sociedad civil y política que se encuentran directamente vinculados al territorio y manejan saberes específicos.

Disponible en: https://ri.conicet.gov.ar/handle/11336/131572. [Adaptado]. Acceso en: 11 mar. 2022.

Señale la proposición que resume el objetivo y las acciones del Núcleo de Estudios en Investigaciones en Educación Superior del Mercosur (NEIES).

 

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Reflexiones sobre internacionalización universitaria y dinámicas de cooperación sur-sur

desde una perspectiva contrahegemónica a la globalización neoliberal y neocolonial

Desde finales del siglo XX se observan cambios en la dinámica de vinculación internacional de las universidades y de sus investigadores y el incremento de políticas que promueven la cooperación internacional, dando lugar a un proceso de internacionalización universitaria que se presenta como “neutral”. Sin embargo, se encuentra orientado por la lógica de diferentes agentes y actores – organismos internacionales, regionales, nacionales e institucionales.

La política del gobierno nacional y el proyecto de país que sostiene inciden sobre la dinámica que adquiere la internacionalización de la ciencia, la tecnología y la universidad. Cuando adquiere un rol activo da lugar a dinámicas de internacionalización endógenas, orientadas por políticas públicas nacionales debatidas en el marco de planes estratégicos nacionales y de planes estratégicos de la propia universidad y, cuando adquiere un papel pasivo, da lugar a dinámicas de internacionalización exógenas que priorizan estímulos externos.

En este contexto, como iniciativa del Sector Educativo del Mercosur se creó el Núcleo de Estudios en Investigaciones en Educación Superior del Mercosur (NEIES) que tiene el objetivo de promover investigaciones sobre Educación Superior en la Región y contribuir a la formulación de políticas públicas. Entre otras acciones, promovió la convocatoria a redes de investigación como un instrumento de política que pugna por orientar el proceso de internacionalización a partir de la construcción de agendas regionales, en tensión con incentivos exógenos que instalaron la temática desde el último cuarto del siglo XX. De esta forma, se generaron dinámicas de producción y difusión de conocimiento entre investigadores latinoamericanos desde una perspectiva contrahegemónica respecto a las dinámicas de internacionalización. Las redes de cooperación sur-sur permiten orientar la internacionalización universitaria hacia la región, generando dinámicas de producción y difusión de conocimiento orientadas a partir de agendas de investigación endógenas. En este sentido, el regionalismo se presenta como una herramienta que permite resguardar la soberanía.

Sin embargo, a partir del año 2015 el giro a la derecha y el retorno de políticas neoliberales y neocoloniales ponen en riesgo la sostenibilidad de esos proyectos, dado el desinterés por la construcción regional. Pero hay fuerzas que sostienen que otra internacionalización posible, donde la voz la tomen los pueblos y generen conocimiento en función de sus problemas, y no a partir de los designios que ordena el mercado.

Consecuentemente, la propuesta consiste en descolonizar la internacionalización, visibilizando dinámicas que no responden a los indicadores hegemónicos, a partir de entender el proceso desde una perspectiva histórica y contextual, situada en la “región latinoamericana” y en el “sur global”, construyendo su sentido en forma interactiva y en relación con las demandas de los pueblos. Para ello es fundamental la generación de políticas públicas orientadas a la resolución de problemas que involucren a las universidades – en forma transversal a sus funciones sustantivas, esto es: investigación, docencia y extensión – y a la comunidad, a partir de la participación de actores de la sociedad civil y política que se encuentran directamente vinculados al territorio y manejan saberes específicos.

Disponible en: https://ri.conicet.gov.ar/handle/11336/131572. [Adaptado]. Acceso en: 11 mar. 2022.

Considere las informaciones a continuación y marque la alternativa cuya secuencia corresponde a las que son verdaderas (V) y falsas (F).

( ) El texto defiende que la cooperación universitaria internacional debe ser un movimiento neutral, orientado por las dinámicas de internacionalización exógenas.

( ) Las políticas públicas del Estado no inciden sobre la internacionalización de la ciencia, la tecnología y la universidad, puesto que se trata de instituciones independientes.

( ) La dirección política de derecha, los movimientos neoliberales y neocoloniales comprometen la viabilidad de proyectos orientados a agendas regionales.

( ) El texto sostiene que una internacionalización endógena es posible.

( ) El proceso de internacionalización universitaria hacia la integración regional a partir de la dinámica de cooperación sur-sur orienta al nacionalismo y limita el conocimiento científico.

 

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Com relação ao Estatuto e Regimento da UFSC, identifique se as afirmativas abaixo são verdadeiras (V) ou falsas (F) e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
( ) A administração universitária far-se-á em nível superior e em nível de Unidades, Subunidades e Órgãos Suplementares.
( ) Compete ao Conselho de Curadores apurar a responsabilidade do Reitor quando, por omissão ou tolerância, permitir ou favorecer o não cumprimento de legislação.
( ) É atribuição do Conselho Universitário aprovar a alienação e a transferência de bens da Universidade.
( ) A Reitoria será exercida pelo Reitor, eleito nos termos da legislação vigente, para um mandato de cinco anos, permitidas duas reconduções.
 

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Assinale a alternativa correta.
 

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