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Criança de 6 anos é trazida para consulta na emergência com falta de ar e tosse. Mãe refere que o quadro iniciou há dois dias com coriza e tosse seca, mas sintomas se intensificaram nas últimas 6 horas. Tem história de asma, a última crise foi há seis meses, não está fazendo uso de nenhuma medicação. Exame físico: Frequência respiratória 40 ipm; Saturação O2 91%. Pálido, acianótico, com dispneia ao falar, com tiragens intercostais e subdiafragmáticas, sibilios difusos e aumento do tempo expiratório.
A conduta inicial é:
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Recém-nascido com 15 dias de vida é trazido à emergência. Há dois dias começou a cansar para mamar e hoje a mãe notou dispneia. Apresenta taquipneia (FR 90 irpm), taquicardia (FC 180 bpm), Saturação O2 90% em ar ambiente, retrações subcostais e intercostais. Não foi auscultado sopro. Ausculta pulmonar com sibilos e crepitantes difusos. O Raio X de tórax mostra congestão pulmonar e cardiomegalia. O teste da oximetria (coraçãozinho) na maternidade foi normal.
Em relação ao diagnóstico e manejo inicial, assinale a alternativa correta.
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Em relação ao desenvolvimento neuropsicomotor de uma criança de 13 meses de idade, nascida a termo, é correto afirmar que:
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Mulher, 55 anos de idade, procura Unidade de Saúde por quadro de dor em calcanhar bilateral. Ao exame, não há evidência de sinais flogísticos. Dor piora pela manhã, ao acordar, e também ao caminhar longas distâncias. Associado relato de dor em panturrilhas também. Nega sintomas genito-urinários, oftalmológicos, cutâneos, gastrointestinais. Exame físico: PA 130x80 mmHg, FC 88 bpm, peso 106 kg, altura 155 cm (IMC 44).
Qual é o diagnóstico mais provável?
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Paciente do sexo masculino, 36 anos de idade, procura Unidade de Saúde por dor articular em tornozelo esquerdo iniciada há 7 dias, com sinais flogísticos, iniciados após ter sido submetido à cirurgia de hérnia inguinal. Relato de episódios semelhantes prévios em ambos os pés, principalmente em metatarsofalangeanas. Apresenta tofo em cotovelo direito. Relato de litíase renal (calculo de 0,5 cm).
Etilista. Pensando no diagnóstico de gota, qual é a conduta recomendada?
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Paciente do sexo feminino, 25 anos de idade, relata aparecimento de lesões purpúricas em membros inferiores iniciados há 2 semanas. Diz ter tido hipermenorreia nos últimos meses. Nega abortos/tromboses. Sem outros sintomas. Nega comorbidades ou uso de medicações. Exames complementares revelam: FAN 1/640 nuclear homogêneo, Hb 9,8 g/dl, HT 27%, Leuco 6500 mm3, Linfo 750 mm3, Plaquetas 10.000 mm3, creatinina 0,8 g/dl, parcial de urina normal, PCR 3 mg/L, VHS 45 mm/1 hora.
Qual é o diagnóstico mais provável?
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Paciente com 60 anos de idade, diabético e hipertenso, procura emergência do Hospital Universitário por febre (37,5 °C - 38 °C) há 1 mês. Apresenta-se prostrado, com mialgia generalizada e artralgia em mão e pés. Nega sintomas urinários, gastrointestinais e/ou respiratórios. Teste de Covid-19 negativo. Nega viagens recentes. Exame físico: PA 90x60 mmHg, FC 120 bpm, FR 24 mipm, Tax: 37,3 °C. AC: rcr 2t bnf com sopro FoMi (++/4+). AP: mv+ bilateral s/ra Abd: rha+ flácido indolor à palpação. Sem rigidez de nuca. MMII: sem edemas, panturrilhas livres. Sem lesões de pele evidentes.
Qual é o exame a ser solicitado a fim de elucidar o quadro clínico e estabelecer o correto diagnóstico?
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Paciente do sexo feminino, 39 anos de idade, procura Unidade Local de Saúde por queixa de azia há 2 meses. Tem sintomas praticamente diariamente, pós-prandial, associados à dor torácica retroesternal que se irradia para cima. Nega disfagia, odinofagia, sintomas otológicos, febre, perda de peso. Não faz uso de medicamentos. Nega tabagismo e/ou etilismo.
Qual é a hipótese diagnóstica mais provável e conduta pertinente respectivamente?
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Paciente do sexo feminino, 55 anos de idade, procura Unidade de Saúde por conta de exame de densitometria óssea com resultado alterado. Fez exame, por história familiar de fratura de colo de fêmur em parente de primeiro grau. Diz ter boa saúde, nega comorbidades, uso crônico de medicações, tabagismo, fraturas prévias. Menopausada há 10 anos, não fez terapia de reposição hormonal, pois irmã apresentou câncer de mama.
Exame de Densitometria Óssea:
Coluna Lombar L1-L4 1,142 g/cm2 T-score: -1,5 Z-score: -1,4
Fêmur Total 0,745 g/cm2 T-score: -2,5 Z-score: -1,7
Colo Fêmur 0,800 g/cm2 T-score: -2,0 Z-score: -1,7
Diante do quadro clínico e interpretação do exame acima descrito, o diagnóstico correto é de:
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Paciente do sexo feminino, 30 anos de idade, procura Unidade de Saúde por quadro de dor articular em mãos, pés, punhos, joelhos e tornozelos, de caráter insidioso e simétrico, iniciado há 2 meses, com piora lenta e progressiva. Relata que o quadro álgico é pior pela manhã e diz ter uma certa rigidez articular ao iniciar as atividades da casa pela manhã. Faz uso de AINHs por conta própria, com melhora muito discreta. Ex-tabagista (parou há 1 ano). Sem outras comorbidades e/ou uso de medicamentos.
Sobre o caso clínico, qual é o provável diagnóstico e exame a ser solicitado respectivamente?
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