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2296211 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR

Brasil não atinge meta do comitê olímpico de ficar entre os 10 melhores

países

Enviado especial ao Rio

21/08/20161 - 11h33 – Atualizado às 15h14.

Em casa, com o apoio maciço da torcida e amparados pelo maior investimento financeiro já feito em um ciclo olímpico. Mesmo assim, os esportistas brasileiros não atingiram a meta estabelecida pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil) de terminar os Jogos do Rio de Janeiro entre os dez primeiros, considerando o critério do total de medalhas, independentemente da cor de cada uma.

Neste domingo (21), ao não conquistar uma medalha na maratona masculina, o país se viu impedido de terminar o maior evento multiesportivo do planeta à frente do Canadá, décimo na tábua de medalhas, com 22. O Brasil terminou com 19 após o ouro no vôlei masculino.

O Brasil terminou os Jogos na 13ª colocação no quadro de medalhas tanto no critério de ouros conquistados quanto no total de medalhas. Foram sete ouros, seis pratas e seis bronzes na competição. (...)

Assim, houve a confirmação de uma previsão que se fortaleceu nos últimos dias da semana passada. Desde quinta (18), sabia-se que a possibilidade de o Brasil alcançar o objetivo do comitê olímpico era remota, e ela foi se tornando hora a hora inviável.

A sexta-feira (19) mostrou-se decisiva. Enquanto a nação da América do Norte, que iniciou o dia com três medalhas de vantagem (18 a 15), subiu ao pódio no hipismo, no futebol feminino e no atletismo, o anfitrião Brasil passou em branco.

Apenas a matemática não permitia cravar o fracasso na obtenção da meta, já que, pelo número de provas a serem realizadas, era possível atingi-la, mesmo contra todos os prognósticos, pois não se esperava sucesso dos brasileiros nas provas de atletismo que restavam, no pentatlo moderno masculino, no triatlo feminino e na ginástica rítmica.

Levantamento do UOL, empresa do Grupo Folha, que edita a Folha, mostra que neste ciclo olímpico (Londres-2012 até Rio-2016) o Brasil investiu no esporte, com verba pública, R$ 3,19 bilhões, considerando estrutura, capacitação de profissionais, logística e salários de esportistas. No ciclo anterior (Pequim-2008 até Londres-2012), o investimento foi de quase R$ 2 bilhões.

Com esse aporte, o país conseguiu ganhar seu maior número de ouros na história (7), superando os 5 de Atenas-2004, e também a maior quantidade de medalhas (19) — o recorde anterior era de Londres-2012 (17).

O diretor-executivo de esportes do COB, Marcus Vinícius Freire, declarou antes da Olimpíada que o Brasil tinha atletas em condições de lutar por 22 a 29 medalhas e pelo top 10. Nos últimos dias, declarou que o comitê só comentaria o desempenho do Brasil na Rio-2016 depois do término das competições. A Folha tentou contato com o dirigente neste domingo, mas, participando de um evento, ele não pôde atender. (...)

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/olimpiada-no-rio/2016/08/1805441-brasil-nao-

atinge-meta-de-classificacao-estabelecida-pelo-comite-olimpico.shtml Acesso em: 30 ago

2016 (texto adaptado).

Releia o excerto apresentado pelo texto. Na sequência, observe os termos e expressões sublinhados e escolha a alternativa correta.

O diretor-executivo de esportes do COB, Marcus Vinícius Freire, declarou antes da Olimpíada que o Brasil tinha atletas em condições de lutar por 22 a 29 medalhas e pelo top 10. Nos últimos dias, declarou que o comitê comentaria o desempenho do Brasil na Rio-2016 depois do término das competições. A Folha tentou contato com o dirigente neste domingo, mas, participando de um evento, ele não pôde atender.

 

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2296210 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR

Brasil não atinge meta do comitê olímpico de ficar entre os 10 melhores

países

Enviado especial ao Rio

21/08/20161 - 11h33 – Atualizado às 15h14.

Em casa, com o apoio maciço da torcida e amparados pelo maior investimento financeiro já feito em um ciclo olímpico. Mesmo assim, os esportistas brasileiros não atingiram a meta estabelecida pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil) de terminar os Jogos do Rio de Janeiro entre os dez primeiros, considerando o critério do total de medalhas, independentemente da cor de cada uma.

Neste domingo (21), ao não conquistar uma medalha na maratona masculina, o país se viu impedido de terminar o maior evento multiesportivo do planeta à frente do Canadá, décimo na tábua de medalhas, com 22. O Brasil terminou com 19 após o ouro no vôlei masculino.

O Brasil terminou os Jogos na 13ª colocação no quadro de medalhas tanto no critério de ouros conquistados quanto no total de medalhas. Foram sete ouros, seis pratas e seis bronzes na competição. (...)

Assim, houve a confirmação de uma previsão que se fortaleceu nos últimos dias da semana passada. Desde quinta (18), sabia-se que a possibilidade de o Brasil alcançar o objetivo do comitê olímpico era remota, e ela foi se tornando hora a hora inviável.

A sexta-feira (19) mostrou-se decisiva. Enquanto a nação da América do Norte, que iniciou o dia com três medalhas de vantagem (18 a 15), subiu ao pódio no hipismo, no futebol feminino e no atletismo, o anfitrião Brasil passou em branco.

Apenas a matemática não permitia cravar o fracasso na obtenção da meta, já que, pelo número de provas a serem realizadas, era possível atingi-la, mesmo contra todos os prognósticos, pois não se esperava sucesso dos brasileiros nas provas de atletismo que restavam, no pentatlo moderno masculino, no triatlo feminino e na ginástica rítmica.

Levantamento do UOL, empresa do Grupo Folha, que edita a Folha, mostra que neste ciclo olímpico (Londres-2012 até Rio-2016) o Brasil investiu no esporte, com verba pública, R$ 3,19 bilhões, considerando estrutura, capacitação de profissionais, logística e salários de esportistas. No ciclo anterior (Pequim-2008 até Londres-2012), o investimento foi de quase R$ 2 bilhões.

Com esse aporte, o país conseguiu ganhar seu maior número de ouros na história (7), superando os 5 de Atenas-2004, e também a maior quantidade de medalhas (19) — o recorde anterior era de Londres-2012 (17).

O diretor-executivo de esportes do COB, Marcus Vinícius Freire, declarou antes da Olimpíada que o Brasil tinha atletas em condições de lutar por 22 a 29 medalhas e pelo top 10. Nos últimos dias, declarou que o comitê só comentaria o desempenho do Brasil na Rio-2016 depois do término das competições. A Folha tentou contato com o dirigente neste domingo, mas, participando de um evento, ele não pôde atender. (...)

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/olimpiada-no-rio/2016/08/1805441-brasil-nao-

atinge-meta-de-classificacao-estabelecida-pelo-comite-olimpico.shtml Acesso em: 30 ago

2016 (texto adaptado).

De acordo com o texto, o que é possível inferir com relação ao ciclo olímpico (Londres – 2012 até Rio – 2016) se comparado ao ciclo anterior (Pequim – 2008 até Londres – 2012) com relação ao investimento brasileiro no esporte?

 

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2296209 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR

Brasil não atinge meta do comitê olímpico de ficar entre os 10 melhores

países

Enviado especial ao Rio

21/08/20161 - 11h33 – Atualizado às 15h14.

Em casa, com o apoio maciço da torcida e amparados pelo maior investimento financeiro já feito em um ciclo olímpico. Mesmo assim, os esportistas brasileiros não atingiram a meta estabelecida pelo COB (Comitê Olímpico do Brasil) de terminar os Jogos do Rio de Janeiro entre os dez primeiros, considerando o critério do total de medalhas, independentemente da cor de cada uma.

Neste domingo (21), ao não conquistar uma medalha na maratona masculina, o país se viu impedido de terminar o maior evento multiesportivo do planeta à frente do Canadá, décimo na tábua de medalhas, com 22. O Brasil terminou com 19 após o ouro no vôlei masculino.

O Brasil terminou os Jogos na 13ª colocação no quadro de medalhas tanto no critério de ouros conquistados quanto no total de medalhas. Foram sete ouros, seis pratas e seis bronzes na competição. (...)

Assim, houve a confirmação de uma previsão que se fortaleceu nos últimos dias da semana passada. Desde quinta (18), sabia-se que a possibilidade de o Brasil alcançar o objetivo do comitê olímpico era remota, e ela foi se tornando hora a hora inviável.

A sexta-feira (19) mostrou-se decisiva. Enquanto a nação da América do Norte, que iniciou o dia com três medalhas de vantagem (18 a 15), subiu ao pódio no hipismo, no futebol feminino e no atletismo, o anfitrião Brasil passou em branco.

Apenas a matemática não permitia cravar o fracasso na obtenção da meta, já que, pelo número de provas a serem realizadas, era possível atingi-la, mesmo contra todos os prognósticos, pois não se esperava sucesso dos brasileiros nas provas de atletismo que restavam, no pentatlo moderno masculino, no triatlo feminino e na ginástica rítmica.

Levantamento do UOL, empresa do Grupo Folha, que edita a Folha, mostra que neste ciclo olímpico (Londres-2012 até Rio-2016) o Brasil investiu no esporte, com verba pública, R$ 3,19 bilhões, considerando estrutura, capacitação de profissionais, logística e salários de esportistas. No ciclo anterior (Pequim-2008 até Londres-2012), o investimento foi de quase R$ 2 bilhões.

Com esse aporte, o país conseguiu ganhar seu maior número de ouros na história (7), superando os 5 de Atenas-2004, e também a maior quantidade de medalhas (19) — o recorde anterior era de Londres-2012 (17).

O diretor-executivo de esportes do COB, Marcus Vinícius Freire, declarou antes da Olimpíada que o Brasil tinha atletas em condições de lutar por 22 a 29 medalhas e pelo top 10. Nos últimos dias, declarou que o comitê só comentaria o desempenho do Brasil na Rio-2016 depois do término das competições. A Folha tentou contato com o dirigente neste domingo, mas, participando de um evento, ele não pôde atender. (...)

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/esporte/olimpiada-no-rio/2016/08/1805441-brasil-nao-

atinge-meta-de-classificacao-estabelecida-pelo-comite-olimpico.shtml Acesso em: 30 ago

2016 (texto adaptado).

Com base no texto apresentado anteriormente, o que é possível inferir sobre a previsão feita pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB) com relação à posição ocupada pelo Brasil nos jogos Olímpicos realizados no Rio de Janeiro no ano de 2016?

 

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2296208 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR

Febre do Pokémon testa limites para jogos nos celulares

Felipe Maia

de São Paulo

13/07/2016 – 02h00 - Atualizado às 09h41

"Pokémon Go", o jogo que tem feito usuários de smartphone saírem pelas ruas atrás de Pikachus e outras criaturas, e fez as ações da Nintendo subir 65% em uma semana, é o primeiro exemplo bem-sucedido de um tipo de produto que a indústria vê como o game do futuro. A dúvida é se ele será capaz de manter a atenção do público, algo desafiador no mundo dos celulares.

A realidade aumentada, tecnologia que permite exibir hologramas e imagens 3D no campo de visão do usuário, misturando o real e o virtual, é uma das apostas do setor de tecnologia como um todo. (...)

"É o primeiro caso de sucesso de realidade aumentada, algo que a indústria busca há algum tempo", diz Marcelo Tavares, presidente da feira BGS (Brasil Game Show).

Outra surpresa foi o fato de o jogo ter sido lançado pela Nintendo, empresa pioneira do setor que há alguns anos caiu em descrédito no mercado. O Wii U, último console lançado pela empresa, em 2012, nunca conseguiu concorrer em vendas com os outros aparelhos de sua geração (PlayStation 4, da Sony, e Xbox One, da Microsoft).

ACESSÓRIOS

"Pokémon Go" é o jogo para aparelhos móveis que atingiu mais rápido a posição de mais lucrativo do ramo, de acordo com a ferramenta de monitoramento App Annie.

A empresa prevê que o game possa gerar US$ 1 bilhão por ano, a partir do momento que atingir mais mercados –por enquanto, está disponível apenas nos EUA, na Austrália e na Nova Zelândia.

Assim como a maioria dos jogos para smartphones, o game pode ser baixado gratuitamente. A Nintendo cobra apenas por acessórios especiais que podem incrementar a experiência com o jogo.

Segundo a consultoria Gartner, 75% da receita desses jogos vêm de microtransações desse tipo. Trata-se de um negócio em ascensão: a empresa de pesquisas Newzoo diz que neste ano os games de aparelhos móveis vão faturar US$ 37 bilhões – pela primeira vez, mais do que os jogos para computadores pessoais.

O desafio da Nintendo é manter os usuários interessados por mais tempo. Em geral, as pessoas não usam mais do que dez dos aplicativos instalados em seus celulares, e seu interesse pelas novidades costuma durar poucas semanas. (...)

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/07/1791111-febre-do-pokemon-testa-

limites-para-jogos-nos-celulares.shtml Acesso em: 20 ago 2016 (texto adaptado).

Leia as sentenças sobre o texto e escolha a alternativa que apresenta somente um erro de ortografia e o uso correto da crase.

 

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2296207 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR

Febre do Pokémon testa limites para jogos nos celulares

Felipe Maia

de São Paulo

13/07/2016 – 02h00 - Atualizado às 09h41

"Pokémon Go", o jogo que tem feito usuários de smartphone saírem pelas ruas atrás de Pikachus e outras criaturas, e fez as ações da Nintendo subir 65% em uma semana, é o primeiro exemplo bem-sucedido de um tipo de produto que a indústria vê como o game do futuro. A dúvida é se ele será capaz de manter a atenção do público, algo desafiador no mundo dos celulares.

A realidade aumentada, tecnologia que permite exibir hologramas e imagens 3D no campo de visão do usuário, misturando o real e o virtual, é uma das apostas do setor de tecnologia como um todo. (...)

"É o primeiro caso de sucesso de realidade aumentada, algo que a indústria busca há algum tempo", diz Marcelo Tavares, presidente da feira BGS (Brasil Game Show).

Outra surpresa foi o fato de o jogo ter sido lançado pela Nintendo, empresa pioneira do setor que há alguns anos caiu em descrédito no mercado. O Wii U, último console lançado pela empresa, em 2012, nunca conseguiu concorrer em vendas com os outros aparelhos de sua geração (PlayStation 4, da Sony, e Xbox One, da Microsoft).

ACESSÓRIOS

"Pokémon Go" é o jogo para aparelhos móveis que atingiu mais rápido a posição de mais lucrativo do ramo, de acordo com a ferramenta de monitoramento App Annie.

A empresa prevê que o game possa gerar US$ 1 bilhão por ano, a partir do momento que atingir mais mercados –por enquanto, está disponível apenas nos EUA, na Austrália e na Nova Zelândia.

Assim como a maioria dos jogos para smartphones, o game pode ser baixado gratuitamente. A Nintendo cobra apenas por acessórios especiais que podem incrementar a experiência com o jogo.

Segundo a consultoria Gartner, 75% da receita desses jogos vêm de microtransações desse tipo. Trata-se de um negócio em ascensão: a empresa de pesquisas Newzoo diz que neste ano os games de aparelhos móveis vão faturar US$ 37 bilhões – pela primeira vez, mais do que os jogos para computadores pessoais.

O desafio da Nintendo é manter os usuários interessados por mais tempo. Em geral, as pessoas não usam mais do que dez dos aplicativos instalados em seus celulares, e seu interesse pelas novidades costuma durar poucas semanas. (...)

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/07/1791111-febre-do-pokemon-testa-

limites-para-jogos-nos-celulares.shtml Acesso em: 20 ago 2016 (texto adaptado).

Releia a sentença apresentada pelo texto e escolha a alternativa que apresenta a substituição correta do termo sublinhado.

Segundo a consultoria Gartner, 75% da receita desses jogos vêm de microtransações desse tipo.

 

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2296206 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR

Febre do Pokémon testa limites para jogos nos celulares

Felipe Maia

de São Paulo

13/07/2016 – 02h00 - Atualizado às 09h41

"Pokémon Go", o jogo que tem feito usuários de smartphone saírem pelas ruas atrás de Pikachus e outras criaturas, e fez as ações da Nintendo subir 65% em uma semana, é o primeiro exemplo bem-sucedido de um tipo de produto que a indústria vê como o game do futuro. A dúvida é se ele será capaz de manter a atenção do público, algo desafiador no mundo dos celulares.

A realidade aumentada, tecnologia que permite exibir hologramas e imagens 3D no campo de visão do usuário, misturando o real e o virtual, é uma das apostas do setor de tecnologia como um todo. (...)

"É o primeiro caso de sucesso de realidade aumentada, algo que a indústria busca há algum tempo", diz Marcelo Tavares, presidente da feira BGS (Brasil Game Show).

Outra surpresa foi o fato de o jogo ter sido lançado pela Nintendo, empresa pioneira do setor que há alguns anos caiu em descrédito no mercado. O Wii U, último console lançado pela empresa, em 2012, nunca conseguiu concorrer em vendas com os outros aparelhos de sua geração (PlayStation 4, da Sony, e Xbox One, da Microsoft).

ACESSÓRIOS

"Pokémon Go" é o jogo para aparelhos móveis que atingiu mais rápido a posição de mais lucrativo do ramo, de acordo com a ferramenta de monitoramento App Annie.

A empresa prevê que o game possa gerar US$ 1 bilhão por ano, a partir do momento que atingir mais mercados –por enquanto, está disponível apenas nos EUA, na Austrália e na Nova Zelândia.

Assim como a maioria dos jogos para smartphones, o game pode ser baixado gratuitamente. A Nintendo cobra apenas por acessórios especiais que podem incrementar a experiência com o jogo.

Segundo a consultoria Gartner, 75% da receita desses jogos vêm de microtransações desse tipo. Trata-se de um negócio em ascensão: a empresa de pesquisas Newzoo diz que neste ano os games de aparelhos móveis vão faturar US$ 37 bilhões – pela primeira vez, mais do que os jogos para computadores pessoais.

O desafio da Nintendo é manter os usuários interessados por mais tempo. Em geral, as pessoas não usam mais do que dez dos aplicativos instalados em seus celulares, e seu interesse pelas novidades costuma durar poucas semanas. (...)

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/07/1791111-febre-do-pokemon-testa-

limites-para-jogos-nos-celulares.shtml Acesso em: 20 ago 2016 (texto adaptado).

Com base no texto, o que podemos inferir sobre o custo do “Pokémon Go” e de seus acessórios para seus usuários?

 

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2296205 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR

Febre do Pokémon testa limites para jogos nos celulares

Felipe Maia

de São Paulo

13/07/2016 – 02h00 - Atualizado às 09h41

"Pokémon Go", o jogo que tem feito usuários de smartphone saírem pelas ruas atrás de Pikachus e outras criaturas, e fez as ações da Nintendo subir 65% em uma semana, é o primeiro exemplo bem-sucedido de um tipo de produto que a indústria vê como o game do futuro. A dúvida é se ele será capaz de manter a atenção do público, algo desafiador no mundo dos celulares.

A realidade aumentada, tecnologia que permite exibir hologramas e imagens 3D no campo de visão do usuário, misturando o real e o virtual, é uma das apostas do setor de tecnologia como um todo. (...)

"É o primeiro caso de sucesso de realidade aumentada, algo que a indústria busca há algum tempo", diz Marcelo Tavares, presidente da feira BGS (Brasil Game Show).

Outra surpresa foi o fato de o jogo ter sido lançado pela Nintendo, empresa pioneira do setor que há alguns anos caiu em descrédito no mercado. O Wii U, último console lançado pela empresa, em 2012, nunca conseguiu concorrer em vendas com os outros aparelhos de sua geração (PlayStation 4, da Sony, e Xbox One, da Microsoft).

ACESSÓRIOS

"Pokémon Go" é o jogo para aparelhos móveis que atingiu mais rápido a posição de mais lucrativo do ramo, de acordo com a ferramenta de monitoramento App Annie.

A empresa prevê que o game possa gerar US$ 1 bilhão por ano, a partir do momento que atingir mais mercados –por enquanto, está disponível apenas nos EUA, na Austrália e na Nova Zelândia.

Assim como a maioria dos jogos para smartphones, o game pode ser baixado gratuitamente. A Nintendo cobra apenas por acessórios especiais que podem incrementar a experiência com o jogo.

Segundo a consultoria Gartner, 75% da receita desses jogos vêm de microtransações desse tipo. Trata-se de um negócio em ascensão: a empresa de pesquisas Newzoo diz que neste ano os games de aparelhos móveis vão faturar US$ 37 bilhões – pela primeira vez, mais do que os jogos para computadores pessoais.

O desafio da Nintendo é manter os usuários interessados por mais tempo. Em geral, as pessoas não usam mais do que dez dos aplicativos instalados em seus celulares, e seu interesse pelas novidades costuma durar poucas semanas. (...)

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br/mercado/2016/07/1791111-febre-do-pokemon-testa-

limites-para-jogos-nos-celulares.shtml Acesso em: 20 ago 2016 (texto adaptado).

Com base no texto, assinale a alternativa correta com relação à descrição do que é o “Pokémon Go”.

 

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Questão presente nas seguintes provas
2296239 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR

Os microfones podem ser classificados conforme a direção em que sua sensibilidade é maior. O gráfico abaixo representa a curva de diretividade de que tipo de microfone?

Enunciado 3539789-1

Questão Anulada

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Questão presente nas seguintes provas
2296245 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR

Referente ao processo de audiodescrição em um vídeo, podemos considerar que:

Questão Anulada e Desatualizada

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Questão presente nas seguintes provas
2296243 Ano: 2016
Disciplina: Comunicação Social
Banca: UFSCAR
Orgão: UFSCAR

Dos formatos de vídeo abaixo, qual deles não é apropriado para streaming pela Internet?

Questão Anulada e Desatualizada

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