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O valor da expressão !$ \sqrt{6+ 3 \sqrt{3}} - \sqrt{6 - 3 \sqrt{3}} !$ é igual a:
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Observando a frase abaixo, assinale a alternativa que a corrige, trazendo o uso correto de vírgulas:
“A UFSCar divulgou nesta quinta-feira dia 12 de setembro o resultado referente ao pedido de isenção do pagamento da taxa de inscrição do vestibular para ingresso em 2020 no curso de Licenciatura em Música ofertado na modalidade presencial no Campus São Carlos. Os candidatos que tiveram o pedido aprovado poderão requerer sua inscrição diretamente no site da Fundação Vunesp já isentos do pagamento da taxa.”
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Leia as frases de I a IV e assinale a alternativa que indica quais delas estão de acordo com a norma padrão da língua portuguesa, sem erros de concordância verbal:
I. A doutoranda relata que, atualmente, vários estudos descrevem que a fisioterapia têm resultados similar ao tratamento cirúrgico em pessoas com a ruptura do tendão, mas ainda não se sabe qual é o melhor programa de exercícios para essa população.
II. Para a pesquisadora, identificar o tratamento mais adequado vai aprimorar a prática clínica dos profissionais de saúde que atende pessoas com esse diagnóstico.
III. Uma pesquisa de doutorado da UFSCar está buscando voluntários para comparar dois protocolos de tratamentos indicados para pessoas que tenham dor no ombro.
IV. Os participantes passarão por avaliações clínicas e funcionais do ombro e receberão tratamento baseado em exercícios, duas vezes por semana, durante três meses.
Somente estão corretas as frases:
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Por que o furacão Dorian se desloca mais devagar que uma pessoa andando?
Se houvesse uma ponte entre as Ilhas Ábaco e Grand Bahama, uma pessoa poderia percorrê-la mais rápido do que o furacão Dorian.
O furacão, agora categoria 4 na escala Saffir-Simpson (de um máximo de 5), descarrega vento e fúria no noroeste do arquipélago das Bahamas há mais de 24 horas. Desde que pousou em Elbow Cay ao meio-dia de domingo, ele se move muito lentamente: mal ultrapassou 7 km/h e, desde segunda-feira de manhã, sua velocidade caiu para 2 km/h. Para se ter uma ideia, um ser humano caminha normalmente a 6 km/h.
Isso, por si só, é um problema sério. Quanto menor a velocidade, maior o dano potencial, uma vez que ventos e chuvas fortes permanecerão nos mesmos locais por mais tempo. Segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC), essa situação pode levar a "destruição extrema" nas Bahamas. De fato, de acordo com relatórios preliminares, pelo menos 13.000 casas foram destruídas nas ilhas afetadas.
A costa leste dos Estados Unidos está agora no caminho de Dorian. No entanto, não há um consenso entre os meteorologistas sobre qual parte sofrerá os maiores impactos. (...)
E o que torna Dorian tão lento?
Desde que começou a se afastar de Porto Rico na semana passada, Dorian se deparou em sua trajetória com dois eventos atmosféricos. Por um lado, um cavado, ou região alongada de pressão atmosférica baixa, sobre Cuba e que, segundo o NHC, se move para o oeste e forma uma forte crista subtropical sobre o Atlântico ocidental. De acordo com as previsões, isso forçaria o furacão a virar para o noroeste rumo à Flórida. Mas, para que isso aconteça, precisa que um sistema de alta pressão que atualmente está sobre o Atlântico Norte abra caminho para ele.
É comum furacões reduzirem tanto de velocidade?
Conforme explicado pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, a velocidade dos furacões depende muito da latitude em que estão. E, tipicamente, à medida que se viram para o norte em sua trajetória a partir do oeste, geralmente reduzem sua velocidade. No entanto, praticamente parar não é um fenômeno tão comum. No ano passado, o furacão Florence também reduziu significativamente sua velocidade, e Mitch, em 1998, registrou uma velocidade de 0 km/h por um período de seis horas. O furacão mais rápido foi Emily, em 1987: atingiu 110,5 km/h ao atravessar o Atlântico Norte.
Fonte: Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-49489682. Acesso em 02 set 2019. (texto adaptado)
Com base no texto intitulado “Por que o furacão Dorian se desloca mais devagar que uma pessoa andando?”, assinale a alternativa que apresenta, respectivamente, as referências corretas aos números sublinhados (I) 110,5; (II) 5; (III) 6; e (IV) 13.000.
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Por que o furacão Dorian se desloca mais devagar que uma pessoa andando?
Se houvesse uma ponte entre as Ilhas Ábaco e Grand Bahama, uma pessoa poderia percorrê-la mais rápido do que o furacão Dorian.
O furacão, agora categoria 4 na escala Saffir-Simpson (de um máximo de 5), descarrega vento e fúria no noroeste do arquipélago das Bahamas há mais de 24 horas. Desde que pousou em Elbow Cay ao meio-dia de domingo, ele se move muito lentamente: mal ultrapassou 7 km/h e, desde segunda-feira de manhã, sua velocidade caiu para 2 km/h. Para se ter uma ideia, um ser humano caminha normalmente a 6 km/h.
Isso, por si só, é um problema sério. Quanto menor a velocidade, maior o dano potencial, uma vez que ventos e chuvas fortes permanecerão nos mesmos locais por mais tempo. Segundo o Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos (NHC), essa situação pode levar a "destruição extrema" nas Bahamas. De fato, de acordo com relatórios preliminares, pelo menos 13.000 casas foram destruídas nas ilhas afetadas.
A costa leste dos Estados Unidos está agora no caminho de Dorian. No entanto, não há um consenso entre os meteorologistas sobre qual parte sofrerá os maiores impactos. (...)
E o que torna Dorian tão lento?
Desde que começou a se afastar de Porto Rico na semana passada, Dorian se deparou em sua trajetória com dois eventos atmosféricos. Por um lado, um cavado, ou região alongada de pressão atmosférica baixa, sobre Cuba e que, segundo o NHC, se move para o oeste e forma uma forte crista subtropical sobre o Atlântico ocidental. De acordo com as previsões, isso forçaria o furacão a virar para o noroeste rumo à Flórida. Mas, para que isso aconteça, precisa que um sistema de alta pressão que atualmente está sobre o Atlântico Norte abra caminho para ele.
É comum furacões reduzirem tanto de velocidade?
Conforme explicado pela Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos, a velocidade dos furacões depende muito da latitude em que estão. E, tipicamente, à medida que se viram para o norte em sua trajetória a partir do oeste, geralmente reduzem sua velocidade. No entanto, praticamente parar não é um fenômeno tão comum. No ano passado, o furacão Florence também reduziu significativamente sua velocidade, e Mitch, em 1998, registrou uma velocidade de 0 km/h por um período de seis horas. O furacão mais rápido foi Emily, em 1987: atingiu 110,5 km/h ao atravessar o Atlântico Norte.
Fonte: Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-49489682. Acesso em 02 set 2019. (texto adaptado)
Observando o título do texto: “Por que o furacão Dorian se desloca mais devagar que uma pessoa andando?”, assinale a alternativa que apresenta o emprego correto do ‘por que’ na frase:
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Assinale a alternativa em que as palavras estão grafadas segundo os padrões de ortografia da língua portuguesa.
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Assinale a alternativa em que a concordância verbal e nominal é realizada de acordo com a norma padrão da língua portuguesa.
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ENTREVISTA
Klement Tockner: Ambientes criativos
Presidente de agência austríaca explica como a indústria pode se beneficiar da ciência básica
O ecólogo Klement Tockner, presidente da Austrian Science Fund (FWF), é enfático ao apontar os riscos envolvidos na adoção do impacto econômico e social da pesquisa como critério para escolher projetos de cientistas que receberão financiamento. “Isso pode constranger a inovação e o ímpeto criativo dos pesquisadores”, afirma. Desde 2016, Tockner dirige a principal agência de fomento à pesquisa básica austríaca, que investiu € 230 milhões em projetos em 2018, o equivalente a R$ 1 bilhão. Embora defenda investimentos em projetos orientados exclusivamente pela curiosidade dos pesquisadores, a FWF reconhece o potencial transformador da ciência básica na realidade da indústria. É por isso que a agência assumiu a tarefa de criar pontos de contato entre grupos de pesquisa de excelência e empresas austríacas, como Tockner explica na entrevista a seguir, concedida quando participava da reunião do Global Research Council (GRC), realizada em maio em São Paulo.
Além de investir em pesquisa básica, uma das missões da FWF é promover articulações entre cientistas e empresas. Como vocês fazem isso?
Vou dar como exemplo o desenvolvimento de novos materiais. Temos um grande banco de dados com todas as propostas que recebemos para essa área, contendo informações sobre grupos de pesquisa e o que eles fazem. Nós realizamos uma triagem para identificar quais grupos ou pesquisadores individuais estão atuando na fronteira do conhecimento no setor. Na sequência, consultamos os cientistas para ver se eles têm interesse em fazer contato com empresas que desejam produzir novos materiais. Evidentemente, a indústria conhece pessoas que pesquisam nessa área, mas o fato é que surgem novos grupos produzindo conhecimento com potencial de aplicação e que ainda não interagiram com empresas. Portanto, nosso trabalho é criar condições para que novas interações se concretizem. [...]
Por que a FWF não considera o impacto social como um bom critério para selecionar projetos?
Porque essa abordagem pode comprometer a qualidade da pesquisa ao inibir a capacidade dos pesquisadores de propor projetos ousados e correr riscos. Nosso objetivo é financiar projetos guiados pela curiosidade dos pesquisadores em várias áreas do conhecimento, incluindo humanidades e artes. Existe uma outra organização dedicada a apoiar pesquisa aplicada na Áustria e ela dispõe de mais recursos que nós. Temos convicção de que, se a agência se preocupa muito cedo com o impacto que a pesquisa vai gerar na sociedade, se pode constranger qualquer intenção de inovar por parte dos pesquisadores. O outro aspecto importante é que queremos estimular a pesquisa transdisciplinar. A Áustria está interessada em incentivar a diversidade nos projetos de pesquisa.
Qual é a forma mais adequada de avaliar o impacto da pesquisa básica?
Acreditamos que uma boa maneira de fazer isso é acompanhar a carreira dos pesquisadores que apoiamos após a conclusão dos projetos. É muito importante saber o que essas pessoas estão fazendo cinco ou 10 anos depois que terminaram um doutorado ou um estágio de pós-doutorado. Muitos acabam trabalhando em áreas diferentes daquelas que estudaram, mas chegam ao mercado com uma qualificação diferenciada, mais crítica, e com capacidade de introduzir novos pontos de vista por onde passam. Trabalhar em um projeto de pesquisa é um grande privilégio porque estimula o pensamento e a criatividade e permite a absorção de conhecimentos que não poderiam ser adquiridos de outra maneira. Criatividade não se aprende fazendo cursos: é algo que precisa ter experiência prática.
Isso se aplica também às áreas de ciências humanas e sociais?
Sim, e por isso não levamos em consideração a questão do impacto da pesquisa no momento de avaliar as propostas que recebemos. Isso é algo que beneficiaria apenas algumas áreas do conhecimento, reduzindo a diversidade do conjunto de projetos que podemos apoiar. Na minha visão todos os grandes desafios da sociedade enfrentados tanto agora quanto no futuro somente poderão ser resolvidos por meio de abordagens interdisciplinares e transdisciplinares. E, nesse contexto, as ciências humanas e sociais cumprem um papel fundamental e precisam ser estimuladas.
A avaliação de projetos nessas áreas exige a adoção de critérios específicos?
Exige. Não se pode usar os mesmos critérios para avaliar o impacto da pesquisa em biomedicina e em filosofia. Nossa agência tem um painel de avaliação composto por diferentes disciplinas, e isso proporciona um clima de respeito entre elas. Sabemos o que uma área pode oferecer de positivo para a outra. Não podemos partir do princípio de que um campo do conhecimento é mais relevante ou importante do que outro. O que realmente importa é apoiar os projetos mais qualificados. E excelência é algo que não se negocia.
Fonte: Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.br/
2019/09/06/klement-tockner-ambientes-criativos/>. Acesso em 13/09/2019 (Texto adaptado).
Assinale a alternativa que traz uma afirmação correta a respeito do que é dito na entrevista de Klement Tockner.
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ENTREVISTA
Klement Tockner: Ambientes criativos
Presidente de agência austríaca explica como a indústria pode se beneficiar da ciência básica
O ecólogo Klement Tockner, presidente da Austrian Science Fund (FWF), é enfático ao apontar os riscos envolvidos na adoção do impacto econômico e social da pesquisa como critério para escolher projetos de cientistas que receberão financiamento. “Isso pode constranger a inovação e o ímpeto criativo dos pesquisadores”, afirma. Desde 2016, Tockner dirige a principal agência de fomento à pesquisa básica austríaca, que investiu € 230 milhões em projetos em 2018, o equivalente a R$ 1 bilhão. Embora defenda investimentos em projetos orientados exclusivamente pela curiosidade dos pesquisadores, a FWF reconhece o potencial transformador da ciência básica na realidade da indústria. É por isso que a agência assumiu a tarefa de criar pontos de contato entre grupos de pesquisa de excelência e empresas austríacas, como Tockner explica na entrevista a seguir, concedida quando participava da reunião do Global Research Council (GRC), realizada em maio em São Paulo.
Além de investir em pesquisa básica, uma das missões da FWF é promover articulações entre cientistas e empresas. Como vocês fazem isso?
Vou dar como exemplo o desenvolvimento de novos materiais. Temos um grande banco de dados com todas as propostas que recebemos para essa área, contendo informações sobre grupos de pesquisa e o que eles fazem. Nós realizamos uma triagem para identificar quais grupos ou pesquisadores individuais estão atuando na fronteira do conhecimento no setor. Na sequência, consultamos os cientistas para ver se eles têm interesse em fazer contato com empresas que desejam produzir novos materiais. Evidentemente, a indústria conhece pessoas que pesquisam nessa área, mas o fato é que surgem novos grupos produzindo conhecimento com potencial de aplicação e que ainda não interagiram com empresas. Portanto, nosso trabalho é criar condições para que novas interações se concretizem. [...]
Por que a FWF não considera o impacto social como um bom critério para selecionar projetos?
Porque essa abordagem pode comprometer a qualidade da pesquisa ao inibir a capacidade dos pesquisadores de propor projetos ousados e correr riscos. Nosso objetivo é financiar projetos guiados pela curiosidade dos pesquisadores em várias áreas do conhecimento, incluindo humanidades e artes. Existe uma outra organização dedicada a apoiar pesquisa aplicada na Áustria e ela dispõe de mais recursos que nós. Temos convicção de que, se a agência se preocupa muito cedo com o impacto que a pesquisa vai gerar na sociedade, se pode constranger qualquer intenção de inovar por parte dos pesquisadores. O outro aspecto importante é que queremos estimular a pesquisa transdisciplinar. A Áustria está interessada em incentivar a diversidade nos projetos de pesquisa.
Qual é a forma mais adequada de avaliar o impacto da pesquisa básica?
Acreditamos que uma boa maneira de fazer isso é acompanhar a carreira dos pesquisadores que apoiamos após a conclusão dos projetos. É muito importante saber o que essas pessoas estão fazendo cinco ou 10 anos depois que terminaram um doutorado ou um estágio de pós-doutorado. Muitos acabam trabalhando em áreas diferentes daquelas que estudaram, mas chegam ao mercado com uma qualificação diferenciada, mais crítica, e com capacidade de introduzir novos pontos de vista por onde passam. Trabalhar em um projeto de pesquisa é um grande privilégio porque estimula o pensamento e a criatividade e permite a absorção de conhecimentos que não poderiam ser adquiridos de outra maneira. Criatividade não se aprende fazendo cursos: é algo que precisa ter experiência prática.
Isso se aplica também às áreas de ciências humanas e sociais?
Sim, e por isso não levamos em consideração a questão do impacto da pesquisa no momento de avaliar as propostas que recebemos. Isso é algo que beneficiaria apenas algumas áreas do conhecimento, reduzindo a diversidade do conjunto de projetos que podemos apoiar. Na minha visão todos os grandes desafios da sociedade enfrentados tanto agora quanto no futuro somente poderão ser resolvidos por meio de abordagens interdisciplinares e transdisciplinares. E, nesse contexto, as ciências humanas e sociais cumprem um papel fundamental e precisam ser estimuladas.
A avaliação de projetos nessas áreas exige a adoção de critérios específicos?
Exige. Não se pode usar os mesmos critérios para avaliar o impacto da pesquisa em biomedicina e em filosofia. Nossa agência tem um painel de avaliação composto por diferentes disciplinas, e isso proporciona um clima de respeito entre elas. Sabemos o que uma área pode oferecer de positivo para a outra. Não podemos partir do princípio de que um campo do conhecimento é mais relevante ou importante do que outro. O que realmente importa é apoiar os projetos mais qualificados. E excelência é algo que não se negocia.
Fonte: Disponível em: <https://revistapesquisa.fapesp.br/
2019/09/06/klement-tockner-ambientes-criativos/>. Acesso em 13/09/2019 (Texto adaptado).
Em qual alternativa as frases abaixo são reescritas sem que sejam criados problemas de coesão e coerência?
Temos convicção de que, se a agência se preocupa muito cedo com o impacto que a pesquisa vai gerar na sociedade, se pode constranger qualquer intenção de inovar por parte dos pesquisadores. O outro aspecto importante é que queremos estimular a pesquisa transdisciplinar.
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São ensaios para determinação direta da coesão e do ângulo de atrito do solo:
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