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Assinale a alternativa cuja expressão completa corretamente a frase a seguir, dando-lhe coesão e coerência.
Um problema as empresas se deparam é a crise provocada por e-mails inadequados.
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O emprego correto das vírgulas aparece na alternativa:
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E-mail: informalidade sim, desleixo, não!
Os últimos anos do século XX trouxeram uma nova ordem de comunicação entre as pessoas, consolidada definitivamente nos primeiros anos do século XXI. As nostálgicas cartas manuscritas – no caso das correspondências pessoais – e os ofícios comerciais datilografados cederam lugar à correspondência virtual, hoje maciçamente usada para praticamente todas as finalidades, das missivas para os amigos às discussões de caráter profissional. No entanto, essa nova forma de se comunicar trouxe consigo uma série de problemas de ordem ética e lingüística, relacionados principalmente à questão da confidencialidade dos documentos e à forma da escrita.
É cada vez mais comum as empresas baixarem regras rígidas e incentivarem cursos entre os colaboradores depois de enfrentarem crises provocadas por e-mails enviados aos destinatários errados e pornografia infiltrada em intranet. Isso sem falar na redação descuidada, talvez motivada pelo caráter informal do e-mail, sugerido quando a internet começou a se alastrar pelo mundo e era usada principalmente como diversão. Todos esses problemas, enfim, passaram a colocar em risco a imagem das empresas.
Mas a questão da ética e da moral não é o único inconveniente da era da comunicação virtual. A nossa bela Língua Portuguesa também está em risco. Na esfera comercial, por conta da informalidade já abordada, os funcionários das empresas se descuidam demais do texto, além de se esquecerem de que o que está em pauta são assuntos profissionais. É comum escreverem da forma como falam e acrescentarem recadinhos pessoais dispensáveis e inadequados às mensagens. E, mesmo na esfera particular, não é recomendado mandar textos mal escritos e redirecionar mensagens sem controle, fatos que já se transformaram em rotina na rede mundial de computadores.
(Adriana Gomes, Revista Vencer!, 02.2003)
Considere o trecho:
E mesmo na esfera particular, não é recomendado mandar textos mal escritos e redirecionar mensagens sem controle...
Assinale a alternativa em que a palavra mal está empregada corretamente e na mesma função com que aparece no trecho escolhido.
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E-mail: informalidade sim, desleixo, não!
Os últimos anos do século XX trouxeram uma nova ordem de comunicação entre as pessoas, consolidada definitivamente nos primeiros anos do século XXI. As nostálgicas cartas manuscritas – no caso das correspondências pessoais – e os ofícios comerciais datilografados cederam lugar à correspondência virtual, hoje maciçamente usada para praticamente todas as finalidades, das missivas para os amigos às discussões de caráter profissional. No entanto, essa nova forma de se comunicar trouxe consigo uma série de problemas de ordem ética e lingüística, relacionados principalmente à questão da confidencialidade dos documentos e à forma da escrita.
É cada vez mais comum as empresas baixarem regras rígidas e incentivarem cursos entre os colaboradores depois de enfrentarem crises provocadas por e-mails enviados aos destinatários errados e pornografia infiltrada em intranet. Isso sem falar na redação descuidada, talvez motivada pelo caráter informal do e-mail, sugerido quando a internet começou a se alastrar pelo mundo e era usada principalmente como diversão. Todos esses problemas, enfim, passaram a colocar em risco a imagem das empresas.
Mas a questão da ética e da moral não é o único inconveniente da era da comunicação virtual. A nossa bela Língua Portuguesa também está em risco. Na esfera comercial, por conta da informalidade já abordada, os funcionários das empresas se descuidam demais do texto, além de se esquecerem de que o que está em pauta são assuntos profissionais. É comum escreverem da forma como falam e acrescentarem recadinhos pessoais dispensáveis e inadequados às mensagens. E, mesmo na esfera particular, não é recomendado mandar textos mal escritos e redirecionar mensagens sem controle, fatos que já se transformaram em rotina na rede mundial de computadores.
(Adriana Gomes, Revista Vencer!, 02.2003)
Assinale a alternativa cujos termos substituem, respectivamente e sem alteração de sentido, as expressões em destaque em:
No entanto, essa nova forma de se comunicar trouxe consigo uma série de problemas...
É comum escreverem da forma como falam e acrescentarem recadinhos...
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E-mail: informalidade sim, desleixo, não!
Os últimos anos do século XX trouxeram uma nova ordem de comunicação entre as pessoas, consolidada definitivamente nos primeiros anos do século XXI. As nostálgicas cartas manuscritas – no caso das correspondências pessoais – e os ofícios comerciais datilografados cederam lugar à correspondência virtual, hoje maciçamente usada para praticamente todas as finalidades, das missivas para os amigos às discussões de caráter profissional. No entanto, essa nova forma de se comunicar trouxe consigo uma série de problemas de ordem ética e lingüística, relacionados principalmente à questão da confidencialidade dos documentos e à forma da escrita.
É cada vez mais comum as empresas baixarem regras rígidas e incentivarem cursos entre os colaboradores depois de enfrentarem crises provocadas por e-mails enviados aos destinatários errados e pornografia infiltrada em intranet. Isso sem falar na redação descuidada, talvez motivada pelo caráter informal do e-mail, sugerido quando a internet começou a se alastrar pelo mundo e era usada principalmente como diversão. Todos esses problemas, enfim, passaram a colocar em risco a imagem das empresas.
Mas a questão da ética e da moral não é o único inconveniente da era da comunicação virtual. A nossa bela Língua Portuguesa também está em risco. Na esfera comercial, por conta da informalidade já abordada, os funcionários das empresas se descuidam demais do texto, além de se esquecerem de que o que está em pauta são assuntos profissionais. É comum escreverem da forma como falam e acrescentarem recadinhos pessoais dispensáveis e inadequados às mensagens. E, mesmo na esfera particular, não é recomendado mandar textos mal escritos e redirecionar mensagens sem controle, fatos que já se transformaram em rotina na rede mundial de computadores.
(Adriana Gomes, Revista Vencer!, 02.2003)
Considere o trecho:
Os últimos anos do século XX trouxeram uma nova ordem de comunicação entre as pessoas, consolidada definitivamente nos primeiros anos do século XXI.
Todos os termos em destaque são
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E-mail: informalidade sim, desleixo, não!
Os últimos anos do século XX trouxeram uma nova ordem de comunicação entre as pessoas, consolidada definitivamente nos primeiros anos do século XXI. As nostálgicas cartas manuscritas – no caso das correspondências pessoais – e os ofícios comerciais datilografados cederam lugar à correspondência virtual, hoje maciçamente usada para praticamente todas as finalidades, das missivas para os amigos às discussões de caráter profissional. No entanto, essa nova forma de se comunicar trouxe consigo uma série de problemas de ordem ética e lingüística, relacionados principalmente à questão da confidencialidade dos documentos e à forma da escrita.
É cada vez mais comum as empresas baixarem regras rígidas e incentivarem cursos entre os colaboradores depois de enfrentarem crises provocadas por e-mails enviados aos destinatários errados e pornografia infiltrada em intranet. Isso sem falar na redação descuidada, talvez motivada pelo caráter informal do e-mail, sugerido quando a internet começou a se alastrar pelo mundo e era usada principalmente como diversão. Todos esses problemas, enfim, passaram a colocar em risco a imagem das empresas.
Mas a questão da ética e da moral não é o único inconveniente da era da comunicação virtual. A nossa bela Língua Portuguesa também está em risco. Na esfera comercial, por conta da informalidade já abordada, os funcionários das empresas se descuidam demais do texto, além de se esquecerem de que o que está em pauta são assuntos profissionais. É comum escreverem da forma como falam e acrescentarem recadinhos pessoais dispensáveis e inadequados às mensagens. E, mesmo na esfera particular, não é recomendado mandar textos mal escritos e redirecionar mensagens sem controle, fatos que já se transformaram em rotina na rede mundial de computadores.
(Adriana Gomes, Revista Vencer!, 02.2003)
De acordo com o texto, o profissional que escreve e-mails com recadinhos dispensáveis e inadequados, confundindo esfera pessoal e empresarial, tem uma postura
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E-mail: informalidade sim, desleixo, não!
Os últimos anos do século XX trouxeram uma nova ordem de comunicação entre as pessoas, consolidada definitivamente nos primeiros anos do século XXI. As nostálgicas cartas manuscritas – no caso das correspondências pessoais – e os ofícios comerciais datilografados cederam lugar à correspondência virtual, hoje maciçamente usada para praticamente todas as finalidades, das missivas para os amigos às discussões de caráter profissional. No entanto, essa nova forma de se comunicar trouxe consigo uma série de problemas de ordem ética e lingüística, relacionados principalmente à questão da confidencialidade dos documentos e à forma da escrita.
É cada vez mais comum as empresas baixarem regras rígidas e incentivarem cursos entre os colaboradores depois de enfrentarem crises provocadas por e-mails enviados aos destinatários errados e pornografia infiltrada em intranet. Isso sem falar na redação descuidada, talvez motivada pelo caráter informal do e-mail, sugerido quando a internet começou a se alastrar pelo mundo e era usada principalmente como diversão. Todos esses problemas, enfim, passaram a colocar em risco a imagem das empresas.
Mas a questão da ética e da moral não é o único inconveniente da era da comunicação virtual. A nossa bela Língua Portuguesa também está em risco. Na esfera comercial, por conta da informalidade já abordada, os funcionários das empresas se descuidam demais do texto, além de se esquecerem de que o que está em pauta são assuntos profissionais. É comum escreverem da forma como falam e acrescentarem recadinhos pessoais dispensáveis e inadequados às mensagens. E, mesmo na esfera particular, não é recomendado mandar textos mal escritos e redirecionar mensagens sem controle, fatos que já se transformaram em rotina na rede mundial de computadores.
(Adriana Gomes, Revista Vencer!, 02.2003)
Em – As nostálgicas cartas manuscritas – no caso das correspondências pessoais... – a palavra em destaque pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do trecho, por
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E-mail: informalidade sim, desleixo, não!
Os últimos anos do século XX trouxeram uma nova ordem de comunicação entre as pessoas, consolidada definitivamente nos primeiros anos do século XXI. As nostálgicas cartas manuscritas – no caso das correspondências pessoais – e os ofícios comerciais datilografados cederam lugar à correspondência virtual, hoje maciçamente usada para praticamente todas as finalidades, das missivas para os amigos às discussões de caráter profissional. No entanto, essa nova forma de se comunicar trouxe consigo uma série de problemas de ordem ética e lingüística, relacionados principalmente à questão da confidencialidade dos documentos e à forma da escrita.
É cada vez mais comum as empresas baixarem regras rígidas e incentivarem cursos entre os colaboradores depois de enfrentarem crises provocadas por e-mails enviados aos destinatários errados e pornografia infiltrada em intranet. Isso sem falar na redação descuidada, talvez motivada pelo caráter informal do e-mail, sugerido quando a internet começou a se alastrar pelo mundo e era usada principalmente como diversão. Todos esses problemas, enfim, passaram a colocar em risco a imagem das empresas.
Mas a questão da ética e da moral não é o único inconveniente da era da comunicação virtual. A nossa bela Língua Portuguesa também está em risco. Na esfera comercial, por conta da informalidade já abordada, os funcionários das empresas se descuidam demais do texto, além de se esquecerem de que o que está em pauta são assuntos profissionais. É comum escreverem da forma como falam e acrescentarem recadinhos pessoais dispensáveis e inadequados às mensagens. E, mesmo na esfera particular, não é recomendado mandar textos mal escritos e redirecionar mensagens sem controle, fatos que já se transformaram em rotina na rede mundial de computadores.
(Adriana Gomes, Revista Vencer!, 02.2003)
No texto, faz-se uma crítica
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E-mail: informalidade sim, desleixo, não!
Os últimos anos do século XX trouxeram uma nova ordem de comunicação entre as pessoas, consolidada definitivamente nos primeiros anos do século XXI. As nostálgicas cartas manuscritas – no caso das correspondências pessoais – e os ofícios comerciais datilografados cederam lugar à correspondência virtual, hoje maciçamente usada para praticamente todas as finalidades, das missivas para os amigos às discussões de caráter profissional. No entanto, essa nova forma de se comunicar trouxe consigo uma série de problemas de ordem ética e lingüística, relacionados principalmente à questão da confidencialidade dos documentos e à forma da escrita.
É cada vez mais comum as empresas baixarem regras rígidas e incentivarem cursos entre os colaboradores depois de enfrentarem crises provocadas por e-mails enviados aos destinatários errados e pornografia infiltrada em intranet. Isso sem falar na redação descuidada, talvez motivada pelo caráter informal do e-mail, sugerido quando a internet começou a se alastrar pelo mundo e era usada principalmente como diversão. Todos esses problemas, enfim, passaram a colocar em risco a imagem das empresas.
Mas a questão da ética e da moral não é o único inconveniente da era da comunicação virtual. A nossa bela Língua Portuguesa também está em risco. Na esfera comercial, por conta da informalidade já abordada, os funcionários das empresas se descuidam demais do texto, além de se esquecerem de que o que está em pauta são assuntos profissionais. É comum escreverem da forma como falam e acrescentarem recadinhos pessoais dispensáveis e inadequados às mensagens. E, mesmo na esfera particular, não é recomendado mandar textos mal escritos e redirecionar mensagens sem controle, fatos que já se transformaram em rotina na rede mundial de computadores.
(Adriana Gomes, Revista Vencer!, 02.2003)
Pela leitura do texto, pode-se concluir que são características da correspondência virtual
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Software malicioso é um programa capaz de se infiltrar em um sistema computacional alheio de forma ilícita, com o intuito de causar algum dano ou de realizar o roubo de informações. Assinale a alternativa que contém somente tipos de softwares maliciosos.
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