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- Protocolos e ServiçosInternet e EmailHTTP: Hyper Text Transfer Protocol
- Protocolos e ServiçosInternet e EmailHTTPS: Hyper Text Transfer Protocol Secure
- Protocolos e ServiçosInternet e EmailIMAP: Internet Message Access Protocol
- Protocolos e ServiçosInternet e EmailPOP3: Post Office Protocol 3
E-Mail ou Correio Eletrônico é um serviço disponível na Internet que possibilita o envio e o recebimento de mensagens (mails).
Com relação ao e-mail, considere as afirmativas abaixo.
I. O IMAP (Internet Message Access Protocol) é um protocolo de gerenciamento de correio eletrônico, no qual as mensagens ficam armazenadas no servidor.
II. O POP3 (Post Office Protocol) é um protocolo que permite efetuar o download de mensagens recebidas em um servidor para um microcomputador local.
III. Uma vantagem do uso do protocolo POP3, com relação ao protocolo IMAP, é que ele permite acesso remoto às mensagens, de qualquer lugar.
IV. Webmail é uma interface da World Wide Web que permite ao utilizador ler e escrever e-mail usando um navegador através do protocolo IMAP.
Sobre o exposto acima, são FALSAS apenas as afirmativas
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- Equipamentos de RedeRoteador
- Modelo OSIModelo OSI: Camada de Rede
- Protocolos e ServiçosConfiguração de RedeDHCP: Dynamic Host Configuration Protocol
- Transmissão de DadosCaracterísticas de TransmissãoLatência e Jitter
Com relação aos conceitos de redes de computadores, considere as afirmativas abaixo.
I. A latência corresponde à distância entre dois pontos de uma rede local.
II. O DHCP (Dynamic Host Configuration Protocol) é um protocolo que permite aos computadores obterem um endereço IP automaticamente.
III. O roteador possui a função de interligar redes de computadores com diferentes rotas, trabalhando em camada 4 (Transporte).
IV. A comunicação entre dois equipamentos de dados pode ser realizada por duas formas de transmissão: assíncrona ou síncrona.
Sobre o exposto acima, são CORRETAS apenas as afirmativas
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- Protocolos e ServiçosAcesso ao MeioVLAN: Virtual LAN
- TCP/IPFundamentos de Roteamento
- Transmissão de DadosDomínios de Colisão e Broadcast
Uma rede local virtual, normalmente denominada de VLAN, é uma rede logicamente independente.
Com relação às VLANs, considere as afirmativas abaixo.
I. As VLANs possuem como um de seus principais objetivos o aumento da segurança e podem ser organizadas somente pela posição física. Portanto, sua aplicação só é possível quando há uma boa distribuição física departamental da organização.
II. Ao implementar uma VLAN, determina-se um domínio de broadcast.
III. A criação de VLANs em uma rede local tende a diminuir os problemas de broadcast, aumentando a disponibilidade de banda para o usuário final.
IV. Um computador de uma VLAN comunica-se com outro computador de outra VLAN de forma transparente e direta, sem a necessidade de utilizar um dispositivo de roteamento, bastando para isso conhecer o endereço IP do computador destino.
Sobre o exposto acima, são FALSAS apenas as afirmativas
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- Fundamentos de Sistemas OperacionaisDiferenças entre Windows e Linux
- LinuxRedirecionamento I/O no Linux
- WindowsLinha de Comando (Windows)
Acerca dos comandos de console e utilitários padronizados, que são suportados pelos sistemas operacionais Linux e Windows, é CORRETO afirmar que o
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Com relação a softwares, considere as afirmativas abaixo.
I. A World Wide Web, também conhecida como Web e/ou WWW, é um sistema de documentos em hipermídia que são interligados e executados na Internet.
II. Softwares de CRM (Customer Relationship Management) são sistemas de informações que integram todos os dados e processos de uma organização em um único sistema.
III. Firewall é um software, hardware ou uma combinação dos dois com o objetivo de aplicar uma política de segurança entre redes distintas, regulamentando o tráfego de dados entre elas.
IV. Os softwares de ERP (Enterprise Resource Planning) convertem uma imagem escaneada de um documento de texto para caracteres de texto que podem ser manipulados pelo software de processamento de texto.
Sobre o exposto acima, são CORRETAS apenas as afirmativas
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ
A respeito de tópicos relacionados aos fundamentos de computação, considere as afirmativas abaixo.
I. Uma impressora tem a função de dispositivo de saída somente se conectada a um computador.
II. Um Cluster é um conjunto de setores do HD (Hard Disk) que são endereçados pelo sistema operacional como uma única unidade lógica.
III. A formatação lógica é o processo de organização de um HD (Hard Disk) para que este possa ser reconhecido e utilizado pelo sistema operacional do computador, podendo ser refeita quantas vezes for necessário.
IV. Os componentes ou circuitos Off-board são “ligados” à placa-mãe através dos slots de expansão. Entretanto, não funcionam em qualquer placa-mãe e com qualquer processador, mesmo que tenham seus drivers de instalação.
Sobre o exposto acima, são FALSAS as afirmativas
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ
Com relação à arquitetura interna de computadores, considere as afirmativas abaixo.
I. Setup é um programa de configuração que todo computador possui e que está gravado dentro da memória ROM do micro, localizada no setor de boot do disco rígido.
II. Buffer de impressora é uma memória interna do computador, utilizada para armazenar temporariamente os dados que irão para a impressora.
III. Barramento, também conhecido como Bus, é o conjunto de sinais digitais que conduzem a informação entre o processador (CPU) e as diversas placas, memórias e periféricos de um computador.
IV. As arquiteturas CISC (Complex Instruction Set Computing) e RISC (Reduced Instruction Set Computing) são as duas principais arquiteturas utilizadas pelos processadores.
Sobre o exposto acima, são FALSAS as afirmativas
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Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ
Com relação aos conceitos de hardware de computadores, é INCORRETO afirmar que
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A DURA VIDA DE QUEM BEBE GUARANÁ
Autor: João Ubaldo Ribeiro
Todo mundo, pelo menos todo mundo com quem converso, sabe que tive problemas com álcool e, de certa forma, sempre terei, porque ele é meu inimigo permanente. Saiu até minha cara toda inchada na capa de uma revista, apareci igualmente inchado e meio bêbedo num programa de tevê em que eu era o assunto e, quando ia falar no sofrimento que estava enfrentando, as luzes se apagaram. Todo mundo, do Bial, que me entrevistava, ao pessoal da equipe, ficou impressionado, há quem até hoje ache que foi intencional. E as pessoas não se esquecem do passado, mas são gentis, ao se referirem ao assunto.
— E a saúde, como vai? — indagam sempre, me dando um olhar de avaliação.
A pergunta é a forma codificada de saber se eu continuo um pau-d’água e é num clima de alívio e satisfação (desgosto somente nuns poucos) que ressoa minha resposta de que a saúde vai bem. Belas notícias e, aliás, minha aparência está muito boa, estou uns dez anos remoçado. Alguns, talvez em maior número do que eu penso, não acreditam, mesmo porque compareço ao boteco com regularidade todos os sábados e domingos. Faço parte de uma roda de chopistas de responsa, alguns raros uisquistas leves e um solitário cachacista, sofisticado e morigeradíssimo, que bebe um copinho somente e nem todo fim de semana. O pessoal manda ver e eu também, só que guaraná diet. No meu copo, parece que tem uísque, porque o guaraná é com gelo e sem aquela abominável rodela de laranja que aqui no Rio resolveram que acompanha obrigatoriamente guaraná.
Poderia dizer, para valorizar meu comportamento, que faço um esforço de vontade para resistir ao álcool, mas não faço. Creio que sei o que houve comigo, mas tenho certeza de que não estou sendo egoísta, ainda mais em assunto tão sério quanto este, quando digo que foi por uma via muito pessoal, que na verdade não posso dividir com ninguém, ou quase ninguém. O fato é que, tendo passado quase toda a vida adulta centrado de alguma forma no álcool, com tudo de prazeroso de uma forma ou de outra ligado à bebida, embora negasse minha condição de alcoólatra até que fui forçado a reconhecê-la, não sinto falta dele. Não faço, honestamente, força para não consumi-lo. Simplesmente, não quero mais, é como se meu corpo e meu espírito o rejeitassem — quem quiser que explique como quiser.
Sempre procurei evitar hipocrisia e recusei-me a agir hipocritamente em relação ao problema. Falei nele abertamente, dividi minha experiência com outros doentes e suas famílias, que também costumam passar o diabo por causa deles. Internei-me para tratar-me em regime, digamos, carcerário, freqüentei os Alcoólicos Anônimos, fui a uma clínica no interior de São Paulo, submeti-me a tratamento psiquiátrico, vivi um pesadelo horrendo. Mais ou menos oito anos, com um de abstinência intercalado, após o qual pensei, burramente, tornar-me um “bebedor social”, resolução que só subsistiu por algumas semanas. Cheguei a ter pancreatite e quase morrer — quinze dias numa unidade de tratamento semi-intensivo e mais cinco de hospital comum. Depois disso tudo, ainda continuei a enfiar o pé na jaca, até que, um belo dia, me veio a graça — só posso usar esta palavra — e, ao amanhecer, pensei que ia tomar a talagada habitual já às seis horas da manhã e não tomei, perdi de vez a vontade. Ou, pelo menos, perdi até hoje e não penso em voltar a beber nada, me dá até uma certa repulsa. Isto, é claro, não se estende à bebida dos outros, nem mesmo à dos bebedores extremados, contanto que não fiquem chatos ou agressivos. Só deixei de dar entrevistas sobre o assunto quando me transformaram numa espécie de alcoólatra-padrão e bastava alguém embriagado envolver-se numa encrenca para um repórter querer me entrevistar. Tive que passar a responder que não era o Pinguçólogo Geral da República e que fossem procurar outros.
Para mim, a vida ficou extraordinariamente melhor. Quem pode beber, sabendo desfrutar do que a bebida tem de bom e sem permitir que ela lhe seja ruinosa, que beba. Eu não posso e tenho a felicidade de não me ressentir disso. Mas a fama criada é difícil de erradicar e, como eu disse, tem muita gente que não acredita. Às vezes, é meio chato. No boteco mesmo, um cavalheiro desconhecido passou certa feita por minha mesa, me viu tomando meu guaraná e declarou que me admirava porque, diabético como eu (não sou diabético, nem pareço ter tendência), ele também bebia o uísque dele à vontade. Respondi que era guaraná e ele, para provar que eu sou um farsante, enfiou o nariz no meu copo, fazendo uma caprichada lavagem nasal, que me obrigou a pedir outro, porque tenho objeções a ingerir lavagem nasal.
Em outros ambientes, é freqüente que aconteçam coisas parecidas e, faz poucos dias, numa festa, quase tenho de brigar porque um convidado não se conformava que eu estivesse bebendo guaraná e outro insistiu que eu tomasse pelo menos um vinhozinho, quando eu recuso até bombom recheado de licor ou sorvete de passas ao rum. E sofro um pouco com outras coisas, porque, nas raras festas a que compareço, não só os garçons costumam estranhar que eu peça guaraná, como o servem na mesma bandeja meteórica em que trazem o uísque dos companheiros. O resultado é que os outros passam um tempão bebericando e eu consumo minha dose homeopática de guaraná em no máximo cinco minutos, tendo que realizar verdadeiras expedições para conseguir outra. Agora tomei uma providência. Vou a festinhas levando um pacote de latas de guaraná, que conservo a meu lado, e consigo acompanhar as libações alheias de forma abstêmia e farta. Não é fácil fugir da norma, mas a gente, com inventividade e persistência, consegue. Brindemos.
(Crônica publicada no jornal O GLOBO, em 03 de abril de 2005.)
Considere a seguinte passagem.
“Creio que sei o que houve comigo, mas tenho certeza de que não estou sendo egoísta, ainda mais em assunto tão sério quanto este, quando digo que foi por uma via muito pessoal, que na verdade não posso dividir com ninguém, ou quase ninguém.”
No contexto dessa passagem, o conectivo em destaque estabelece uma relação de
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A DURA VIDA DE QUEM BEBE GUARANÁ
Autor: João Ubaldo Ribeiro
Todo mundo, pelo menos todo mundo com quem converso, sabe que tive problemas com álcool e, de certa forma, sempre terei, porque ele é meu inimigo permanente. Saiu até minha cara toda inchada na capa de uma revista, apareci igualmente inchado e meio bêbedo num programa de tevê em que eu era o assunto e, quando ia falar no sofrimento que estava enfrentando, as luzes se apagaram. Todo mundo, do Bial, que me entrevistava, ao pessoal da equipe, ficou impressionado, há quem até hoje ache que foi intencional. E as pessoas não se esquecem do passado, mas são gentis, ao se referirem ao assunto.
— E a saúde, como vai? — indagam sempre, me dando um olhar de avaliação.
A pergunta é a forma codificada de saber se eu continuo um pau-d’água e é num clima de alívio e satisfação (desgosto somente nuns poucos) que ressoa minha resposta de que a saúde vai bem. Belas notícias e, aliás, minha aparência está muito boa, estou uns dez anos remoçado. Alguns, talvez em maior número do que eu penso, não acreditam, mesmo porque compareço ao boteco com regularidade todos os sábados e domingos. Faço parte de uma roda de chopistas de responsa, alguns raros uisquistas leves e um solitário cachacista, sofisticado e morigeradíssimo, que bebe um copinho somente e nem todo fim de semana. O pessoal manda ver e eu também, só que guaraná diet. No meu copo, parece que tem uísque, porque o guaraná é com gelo e sem aquela abominável rodela de laranja que aqui no Rio resolveram que acompanha obrigatoriamente guaraná.
Poderia dizer, para valorizar meu comportamento, que faço um esforço de vontade para resistir ao álcool, mas não faço. Creio que sei o que houve comigo, mas tenho certeza de que não estou sendo egoísta, ainda mais em assunto tão sério quanto este, quando digo que foi por uma via muito pessoal, que na verdade não posso dividir com ninguém, ou quase ninguém. O fato é que, tendo passado quase toda a vida adulta centrado de alguma forma no álcool, com tudo de prazeroso de uma forma ou de outra ligado à bebida, embora negasse minha condição de alcoólatra até que fui forçado a reconhecê-la, não sinto falta dele. Não faço, honestamente, força para não consumi-lo. Simplesmente, não quero mais, é como se meu corpo e meu espírito o rejeitassem — quem quiser que explique como quiser.
Sempre procurei evitar hipocrisia e recusei-me a agir hipocritamente em relação ao problema. Falei nele abertamente, dividi minha experiência com outros doentes e suas famílias, que também costumam passar o diabo por causa deles. Internei-me para tratar-me em regime, digamos, carcerário, freqüentei os Alcoólicos Anônimos, fui a uma clínica no interior de São Paulo, submeti-me a tratamento psiquiátrico, vivi um pesadelo horrendo. Mais ou menos oito anos, com um de abstinência intercalado, após o qual pensei, burramente, tornar-me um “bebedor social”, resolução que só subsistiu por algumas semanas. Cheguei a ter pancreatite e quase morrer — quinze dias numa unidade de tratamento semi-intensivo e mais cinco de hospital comum. Depois disso tudo, ainda continuei a enfiar o pé na jaca, até que, um belo dia, me veio a graça — só posso usar esta palavra — e, ao amanhecer, pensei que ia tomar a talagada habitual já às seis horas da manhã e não tomei, perdi de vez a vontade. Ou, pelo menos, perdi até hoje e não penso em voltar a beber nada, me dá até uma certa repulsa. Isto, é claro, não se estende à bebida dos outros, nem mesmo à dos bebedores extremados, contanto que não fiquem chatos ou agressivos. Só deixei de dar entrevistas sobre o assunto quando me transformaram numa espécie de alcoólatra-padrão e bastava alguém embriagado envolver-se numa encrenca para um repórter querer me entrevistar. Tive que passar a responder que não era o Pinguçólogo Geral da República e que fossem procurar outros.
Para mim, a vida ficou extraordinariamente melhor. Quem pode beber, sabendo desfrutar do que a bebida tem de bom e sem permitir que ela lhe seja ruinosa, que beba. Eu não posso e tenho a felicidade de não me ressentir disso. Mas a fama criada é difícil de erradicar e, como eu disse, tem muita gente que não acredita. Às vezes, é meio chato. No boteco mesmo, um cavalheiro desconhecido passou certa feita por minha mesa, me viu tomando meu guaraná e declarou que me admirava porque, diabético como eu (não sou diabético, nem pareço ter tendência), ele também bebia o uísque dele à vontade. Respondi que era guaraná e ele, para provar que eu sou um farsante, enfiou o nariz no meu copo, fazendo uma caprichada lavagem nasal, que me obrigou a pedir outro, porque tenho objeções a ingerir lavagem nasal.
Em outros ambientes, é freqüente que aconteçam coisas parecidas e, faz poucos dias, numa festa, quase tenho de brigar porque um convidado não se conformava que eu estivesse bebendo guaraná e outro insistiu que eu tomasse pelo menos um vinhozinho, quando eu recuso até bombom recheado de licor ou sorvete de passas ao rum. E sofro um pouco com outras coisas, porque, nas raras festas a que compareço, não só os garçons costumam estranhar que eu peça guaraná, como o servem na mesma bandeja meteórica em que trazem o uísque dos companheiros. O resultado é que os outros passam um tempão bebericando e eu consumo minha dose homeopática de guaraná em no máximo cinco minutos, tendo que realizar verdadeiras expedições para conseguir outra. Agora tomei uma providência. Vou a festinhas levando um pacote de latas de guaraná, que conservo a meu lado, e consigo acompanhar as libações alheias de forma abstêmia e farta. Não é fácil fugir da norma, mas a gente, com inventividade e persistência, consegue. Brindemos.
(Crônica publicada no jornal O GLOBO, em 03 de abril de 2005.)
Considere o trecho abaixo.
“Só deixei de dar entrevistas sobre o assunto quando me transformaram numa espécie de alcoólatra-padrão e bastava alguém embriagado envolver-se numa encrenca para um repórter querer me entrevistar.”
Marque a alternativa em que as alterações produziram DIFERENÇA de sentido.
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