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Foram encontradas 50 questões.

52721 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ

Observe o circuito a seguir em que as lâmpadas L1 e L2, 60 W/127 V e L3 60 W/220 V são lâmpadas incandescentes. Elas brilham mais ou menos se a tensão em seus terminais for maior ou menor do que a especificada para a sua alimentação.

Enunciado 3605090-1

Se o fusível F se romper, é CORRETO afirmar que L1 e L2 brilham

 

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52720 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ

Em uma instalação elétrica alimentada por rede de 220/127 V existem três motores trifásicos, especificados conforme a tabela que se segue.

Motor

P(cv) FP

\( η \)(%)

1 20 0,9 em atraso

0,85

2 10 0,87 em atraso

0,85

3 15 0,78 em atraso

0,90

Dados: 1 cv = 736 W; cos 25,84º = 0,9; sen 25,84º = 0,44; cos 29,54º = 0,87; sen 29,54º = 0,49; cos 38,74º = 0,78; sen 38,74º = 0,63.

Supondo que os motores estão operando simultaneamente, o fator de potência total da instalação é

 

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52719 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ

Para inverter o sentido de rotação de um motor elétrico trifásico, operando no sentido anti-horário, deve(m) ser usado(a)(s)

 

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52718 Ano: 2009
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSJ
Orgão: UFSJ

Com relação à elevação do fator de potência de um sistema elétrico, avalie as afirmativas a seguir.

I. Reduz a capacidade de transformação dos transformadores.

II. Prejudica a operação dos motores elétricos.

III. Reduz a demanda mensal contratada com a concessionária.

IV. Permite a inclusão de mais cargas elétricas ao sistema.

V. Eleva a temperatura dos cabos alimentadores.

VI. Tende a elevar os campos indutivos do sistema elétrico.

São verdadeiras as afirmativas

 

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Um servidor da UFSJ aplicou um capital à taxa composta de 4% a.m., que deu origem a um montante de R$2.249,72, no fim de 3 meses. O lucro aproximado desse servidor foi de
Questão Anulada

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Considere a figura a seguir, que mostra uma janela do Microsoft Office PowerPoint tela a seguir. 2003 com uma apresentação em processo de elaboração.

enunciado 136825-1

É CORRETO afirmar que
Questão Anulada

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Nos termos da Lei 9.784/99, têm legitimidade para interpor recurso administrativo
Questão Anulada

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Com fulcro na Lei 11.091/05, que trata do Plano de Carreira dos Cargos Técnico- Administrativos em Educação, no âmbito das Instituições Federais de Ensino vinculadas ao Ministério da Educação, é INCORRETO afirmar que
Questão Anulada

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Texto

Compromisso com a qualidade de vida


A criação de ambientes urbanos
adequados é o primeiro passo
para que a população sofra menos
com as doenças e usufrua dos
benefícios da saúde.

O peso do fator urbano na saúde humana vem conquistando espaço em debates nas mais diferentes esferas sociais e o conhecimento em torno do tema traz à tona desafios para viabilizar, além do atendimento preventivo, ambulatorial e hospitalar para uma população que cresce a cada dia, uma infraestrutura urbana que permita viver de forma mais digna, com mais qualidade.
Além das intervenções em saúde, segundo Waleska Caiaffa, professora da Faculdade de Medicina da UFMG e uma das coordenadoras do Observatório de Saúde Urbana de Belo Horizonte (Osubh), há que se pensar em intervenções urbanas não necessariamente relacionadas à saúde, mas que exercem sobre ela impacto positivo.
A busca de soluções para que as populações usufruam de mais qualidade de vida na cidade, aliás, é uma das premissas do trabalho desenvolvido pelo Observatório. Waleska acredita que, com a conclusão do diagnóstico sobre a saúde em BH, prevista para ocorrer ainda este semestre, será possível apontar caminhos em consonância com as especificidades encontradas na capital mineira.
De antemão, é possível dizer que a cidade depende de uma mudança de paradigma no desenvolvimento de suas políticas de saúde. “Precisamos focar menos na cura de doenças e pensar mais na promoção da saúde, de qualidade de vida. Nosso trabalho de levantamento de dados, diagnóstico e monitoramento dos determinantes sociais de saúde só fará sentido se houver um compromisso consistente do governo local com a construção de ambientes urbanos mais saudáveis", defende.
ESTRUTURA. As vantagens de uma mudança de paradigma em saúde são muitas. A principal delas tem a ver justamente com o fato de as pessoas adoecerem menos. Outra se relaciona com o ônus para os cofres públicos.
No Brasil, a combinação de maus hábitos de vida com a falta de estrutura para o tratamento e prevenção das doenças delineou um perfil demográfico cujas demandas já ameaçaram o orçamento destinado à saúde e, em pouco tempo,tendem a comprometer ainda mais gravemente o funcionamento de todo o sistema, tanto público quanto privado.
Estamos passando pela chamada transição epidemiológica, o que significa dizer que morremos mais de doenças cardiovasculares do que de doenças infecciosas. Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2002, 44% das mortes em BH ocorreram em decorrência de doenças cardíacas e câncer. Outro levantamento, feito no ano passado pelo Instituto Nacional do Câncer, aponta que 40% da população belo-horizontina apresentam sobrepeso. Desse universo, 5% não comem legumes e verduras. “As doenças crônicas, além do enorme prejuízo para os indivíduos, são de tratamento caro e pouco efetivo. Seria muito mais lógico e inteligente investir na promoção da saúde", defende Waleska.

Vanessa Jacinto Jornal Estado de Minas 15 de fevereiro de 2009.
O trecho “... há que se pensar em intervenções humanas não necessariamente relacionadas à saúde, mas que exercem sobre ela um impacto positivo.”, pretende
Questão Anulada

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Texto

Compromisso com a qualidade de vida


A criação de ambientes urbanos
adequados é o primeiro passo
para que a população sofra menos
com as doenças e usufrua dos
benefícios da saúde.

O peso do fator urbano na saúde humana vem conquistando espaço em debates nas mais diferentes esferas sociais e o conhecimento em torno do tema traz à tona desafios para viabilizar, além do atendimento preventivo, ambulatorial e hospitalar para uma população que cresce a cada dia, uma infraestrutura urbana que permita viver de forma mais digna, com mais qualidade.
Além das intervenções em saúde, segundo Waleska Caiaffa, professora da Faculdade de Medicina da UFMG e uma das coordenadoras do Observatório de Saúde Urbana de Belo Horizonte (Osubh), há que se pensar em intervenções urbanas não necessariamente relacionadas à saúde, mas que exercem sobre ela impacto positivo.
A busca de soluções para que as populações usufruam de mais qualidade de vida na cidade, aliás, é uma das premissas do trabalho desenvolvido pelo Observatório. Waleska acredita que, com a conclusão do diagnóstico sobre a saúde em BH, prevista para ocorrer ainda este semestre, será possível apontar caminhos em consonância com as especificidades encontradas na capital mineira.
De antemão, é possível dizer que a cidade depende de uma mudança de paradigma no desenvolvimento de suas políticas de saúde. “Precisamos focar menos na cura de doenças e pensar mais na promoção da saúde, de qualidade de vida. Nosso trabalho de levantamento de dados, diagnóstico e monitoramento dos determinantes sociais de saúde só fará sentido se houver um compromisso consistente do governo local com a construção de ambientes urbanos mais saudáveis", defende.
ESTRUTURA. As vantagens de uma mudança de paradigma em saúde são muitas. A principal delas tem a ver justamente com o fato de as pessoas adoecerem menos. Outra se relaciona com o ônus para os cofres públicos.
No Brasil, a combinação de maus hábitos de vida com a falta de estrutura para o tratamento e prevenção das doenças delineou um perfil demográfico cujas demandas já ameaçaram o orçamento destinado à saúde e, em pouco tempo,tendem a comprometer ainda mais gravemente o funcionamento de todo o sistema, tanto público quanto privado.
Estamos passando pela chamada transição epidemiológica, o que significa dizer que morremos mais de doenças cardiovasculares do que de doenças infecciosas. Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2002, 44% das mortes em BH ocorreram em decorrência de doenças cardíacas e câncer. Outro levantamento, feito no ano passado pelo Instituto Nacional do Câncer, aponta que 40% da população belo-horizontina apresentam sobrepeso. Desse universo, 5% não comem legumes e verduras. “As doenças crônicas, além do enorme prejuízo para os indivíduos, são de tratamento caro e pouco efetivo. Seria muito mais lógico e inteligente investir na promoção da saúde", defende Waleska.

Vanessa Jacinto Jornal Estado de Minas 15 de fevereiro de 2009.
Sobre a afirmação que inicia o terceiro parágrafo, é CORRETO afirmar que
Questão Anulada

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