Foram encontradas 510 questões.
Sobre os processos editoriais, é CORRETO afirmar que
Provas
A questão refere-se ao texto a seguir.
DIFICULDADES DOS PERIÓDICOS CIENTÍFICOS BRASILEIROS
Silvana Schultze
Os periódicos científicos nacionais estão presos num círculo vicioso: muitos são publicados de forma semiamadora e têm um esquema de distribuição deficiente. Frequentemente apresentam irregularidades na periodicidade e morrem com facilidade. Alguns incluem artigos de qualidade e interesse para o país, embora talvez não interessassem à comunidade científica internacional, mas outros são muito irregulares em seus critérios de seleção. Como resultado dessa reunião de problemas, muitos periódicos brasileiros acabam atraindo artigos recusados ou que não teriam chances de ser publicados em periódicos estrangeiros. Transformam-se, assim, em segunda ou terceira opções, pois a tendência geral é que o pesquisador busque publicação nos periódicos de maior visibilidade, que lhe proporcionarão mais chances de citação, indicador reconhecido do prestígio do autor. A busca pelo reconhecimento científico é um dos estímulos mais eficientes para publicar (MUELLER; PECEGUEIRO, 2001).
Krzyzanowski e Ferreira (1998) apontam os principais problemas dos periódicos científicos nacionais: irregularidade na publicação e na distribuição e acesso; falta de normalização do periódico e problemas ligados à avaliação do conteúdo.
A tarefa principal dos periódicos científicos brasileiros é vencer esses obstáculos, pois a editoração científica ainda é o maior indicativo da pesquisa científica produzida no país. E a pesquisa brasileira tem se desenvolvido mais e mais: do reduzido número de cientistas com que o Brasil contava na década de 1960, chegou-se, em menos de quatro décadas, a um sistema de pesquisa bastante produtivo e com grupos de excelência em quase todas as áreas do conhecimento (PEREZ, 2002).
Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 15, n. 2, jul./dez. 2005.
NÃO cabe ao editor científico decidir sobre
Provas
A questão refere-se ao texto a seguir.
DIFICULDADES DOS PERIÓDICOS CIENTÍFICOS BRASILEIROS
Silvana Schultze
Os periódicos científicos nacionais estão presos num círculo vicioso: muitos são publicados de forma semiamadora e têm um esquema de distribuição deficiente. Frequentemente apresentam irregularidades na periodicidade e morrem com facilidade. Alguns incluem artigos de qualidade e interesse para o país, embora talvez não interessassem à comunidade científica internacional, mas outros são muito irregulares em seus critérios de seleção. Como resultado dessa reunião de problemas, muitos periódicos brasileiros acabam atraindo artigos recusados ou que não teriam chances de ser publicados em periódicos estrangeiros. Transformam-se, assim, em segunda ou terceira opções, pois a tendência geral é que o pesquisador busque publicação nos periódicos de maior visibilidade, que lhe proporcionarão mais chances de citação, indicador reconhecido do prestígio do autor. A busca pelo reconhecimento científico é um dos estímulos mais eficientes para publicar (MUELLER; PECEGUEIRO, 2001).
Krzyzanowski e Ferreira (1998) apontam os principais problemas dos periódicos científicos nacionais: irregularidade na publicação e na distribuição e acesso; falta de normalização do periódico e problemas ligados à avaliação do conteúdo.
A tarefa principal dos periódicos científicos brasileiros é vencer esses obstáculos, pois a editoração científica ainda é o maior indicativo da pesquisa científica produzida no país. E a pesquisa brasileira tem se desenvolvido mais e mais: do reduzido número de cientistas com que o Brasil contava na década de 1960, chegou-se, em menos de quatro décadas, a um sistema de pesquisa bastante produtivo e com grupos de excelência em quase todas as áreas do conhecimento (PEREZ, 2002).
Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 15, n. 2, jul./dez. 2005.
NÃO é problema da publicação científica brasileira
Provas
A questão refere-se ao texto a seguir.
AVALIAÇÃO DE PERIÓDICOS CIENTÍFICOS
Silvana Schultze
Com o crescente número de títulos lançados a cada ano, torna-se cada vez mais difícil para um periódico científico sobressair em meio à grande massa de publicações produzidas e consolidar-se de forma reconhecida pela comunidade acadêmica. Para que isso ocorra, é necessária a utilização de instrumentos de avaliação que permitam a classificação dos títulos, oferecendo à comunidade acadêmica subsídios para identificar os periódicos científicos que melhor sirvam aos seus interesses.
Para Krzyzanowski e Ferreira (1998, p. 45), pode-se obter parâmetros a respeito da qualidade de um periódico científico pela mensuração dos aspectos relacionados ao seu conteúdo, cuja qualidade determina o mérito do título, e de normalização, cujo rigor tornou-se imprescindível, pois “os sistemas automatizados necessitam que os dados estejam em perfeita sintonia com as normas, para que os computadores possam interpretar eletronicamente os dados”.
No que diz respeito ao conteúdo, a avaliação de periódicos deve levar em conta os seguintes aspectos (KRZYZANOWSKI; FERREIRA, 1998, p. 45):
1. qualidade dos artigos (nível científico; atualidade; identificação com a orientação temática da revista; percentual de artigos originais);
2. qualidade do corpo editorial e dos consultores (participação de membros da comunidade nacional e internacional);
4. natureza do órgão publicador;
5. abrangência quanto à origem dos trabalhos (abertura da revista para autores de nível institucional, nacional e internacional);
6. difusão da revista (distribuição e divulgação devem ser as mais amplas possíveis);
7. indexação (a revista deve pleitear a inclusão das bases de dados nacionais e internacionais, de acordo com a área de assuntos que abrange – quanto maior o número de bases de dados, maior será a valorização de sua qualidade, produtividade, inclusive a difusão indireta da revista).
No que diz respeito à normalização, a avaliação leva em conta 16 aspectos, que vão desde o formato do periódico – o qual se recomenda que seja mantido durante a existência do título – até as instruções aos autores, que devem ser completas, descrevendo as áreas abrangidas pelo periódico, suas seções, norma adotada, critérios de seleção e questões relacionadas a direitos autorais e responsabilidade pelo conteúdo dos artigos publicados, entre outros, além de incluir exemplos de referências bibliográficas (KRZYZANOWSKI; FERREIRA, 1998).
Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 15, n. 2, jul./dez. 2005.
Quanto à inclusão de um periódico em indexadores e bases de dados, NÃO se pode afirmar que
Provas
A questão refere-se ao texto a seguir.
AVALIAÇÃO DE PERIÓDICOS CIENTÍFICOS
Silvana Schultze
Com o crescente número de títulos lançados a cada ano, torna-se cada vez mais difícil para um periódico científico sobressair em meio à grande massa de publicações produzidas e consolidar-se de forma reconhecida pela comunidade acadêmica. Para que isso ocorra, é necessária a utilização de instrumentos de avaliação que permitam a classificação dos títulos, oferecendo à comunidade acadêmica subsídios para identificar os periódicos científicos que melhor sirvam aos seus interesses.
Para Krzyzanowski e Ferreira (1998, p. 45), pode-se obter parâmetros a respeito da qualidade de um periódico científico pela mensuração dos aspectos relacionados ao seu conteúdo, cuja qualidade determina o mérito do título, e de normalização, cujo rigor tornou-se imprescindível, pois “os sistemas automatizados necessitam que os dados estejam em perfeita sintonia com as normas, para que os computadores possam interpretar eletronicamente os dados”.
No que diz respeito ao conteúdo, a avaliação de periódicos deve levar em conta os seguintes aspectos (KRZYZANOWSKI; FERREIRA, 1998, p. 45):
1. qualidade dos artigos (nível científico; atualidade; identificação com a orientação temática da revista; percentual de artigos originais);
2. qualidade do corpo editorial e dos consultores (participação de membros da comunidade nacional e internacional);
4. natureza do órgão publicador;
5. abrangência quanto à origem dos trabalhos (abertura da revista para autores de nível institucional, nacional e internacional);
6. difusão da revista (distribuição e divulgação devem ser as mais amplas possíveis);
7. indexação (a revista deve pleitear a inclusão das bases de dados nacionais e internacionais, de acordo com a área de assuntos que abrange – quanto maior o número de bases de dados, maior será a valorização de sua qualidade, produtividade, inclusive a difusão indireta da revista).
No que diz respeito à normalização, a avaliação leva em conta 16 aspectos, que vão desde o formato do periódico – o qual se recomenda que seja mantido durante a existência do título – até as instruções aos autores, que devem ser completas, descrevendo as áreas abrangidas pelo periódico, suas seções, norma adotada, critérios de seleção e questões relacionadas a direitos autorais e responsabilidade pelo conteúdo dos artigos publicados, entre outros, além de incluir exemplos de referências bibliográficas (KRZYZANOWSKI; FERREIRA, 1998).
Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 15, n. 2, jul./dez. 2005.
NÃO é elemento que concorra para a credibilidade de uma revista acadêmica
Provas
A questão refere-se ao texto a seguir.
AVALIAÇÃO DE PERIÓDICOS CIENTÍFICOS
Silvana Schultze
Com o crescente número de títulos lançados a cada ano, torna-se cada vez mais difícil para um periódico científico sobressair em meio à grande massa de publicações produzidas e consolidar-se de forma reconhecida pela comunidade acadêmica. Para que isso ocorra, é necessária a utilização de instrumentos de avaliação que permitam a classificação dos títulos, oferecendo à comunidade acadêmica subsídios para identificar os periódicos científicos que melhor sirvam aos seus interesses.
Para Krzyzanowski e Ferreira (1998, p. 45), pode-se obter parâmetros a respeito da qualidade de um periódico científico pela mensuração dos aspectos relacionados ao seu conteúdo, cuja qualidade determina o mérito do título, e de normalização, cujo rigor tornou-se imprescindível, pois “os sistemas automatizados necessitam que os dados estejam em perfeita sintonia com as normas, para que os computadores possam interpretar eletronicamente os dados”.
No que diz respeito ao conteúdo, a avaliação de periódicos deve levar em conta os seguintes aspectos (KRZYZANOWSKI; FERREIRA, 1998, p. 45):
1. qualidade dos artigos (nível científico; atualidade; identificação com a orientação temática da revista; percentual de artigos originais);
2. qualidade do corpo editorial e dos consultores (participação de membros da comunidade nacional e internacional);
4. natureza do órgão publicador;
5. abrangência quanto à origem dos trabalhos (abertura da revista para autores de nível institucional, nacional e internacional);
6. difusão da revista (distribuição e divulgação devem ser as mais amplas possíveis);
7. indexação (a revista deve pleitear a inclusão das bases de dados nacionais e internacionais, de acordo com a área de assuntos que abrange – quanto maior o número de bases de dados, maior será a valorização de sua qualidade, produtividade, inclusive a difusão indireta da revista).
No que diz respeito à normalização, a avaliação leva em conta 16 aspectos, que vão desde o formato do periódico – o qual se recomenda que seja mantido durante a existência do título – até as instruções aos autores, que devem ser completas, descrevendo as áreas abrangidas pelo periódico, suas seções, norma adotada, critérios de seleção e questões relacionadas a direitos autorais e responsabilidade pelo conteúdo dos artigos publicados, entre outros, além de incluir exemplos de referências bibliográficas (KRZYZANOWSKI; FERREIRA, 1998).
Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 15, n. 2, jul./dez. 2005.
Sobre a normalização de revistas científicas, é INCORRETO afirmar que
Provas
A questão refere-se ao texto a seguir.
AVALIAÇÃO DE PERIÓDICOS CIENTÍFICOS
Silvana Schultze
Com o crescente número de títulos lançados a cada ano, torna-se cada vez mais difícil para um periódico científico sobressair em meio à grande massa de publicações produzidas e consolidar-se de forma reconhecida pela comunidade acadêmica. Para que isso ocorra, é necessária a utilização de instrumentos de avaliação que permitam a classificação dos títulos, oferecendo à comunidade acadêmica subsídios para identificar os periódicos científicos que melhor sirvam aos seus interesses.
Para Krzyzanowski e Ferreira (1998, p. 45), pode-se obter parâmetros a respeito da qualidade de um periódico científico pela mensuração dos aspectos relacionados ao seu conteúdo, cuja qualidade determina o mérito do título, e de normalização, cujo rigor tornou-se imprescindível, pois “os sistemas automatizados necessitam que os dados estejam em perfeita sintonia com as normas, para que os computadores possam interpretar eletronicamente os dados”.
No que diz respeito ao conteúdo, a avaliação de periódicos deve levar em conta os seguintes aspectos (KRZYZANOWSKI; FERREIRA, 1998, p. 45):
1. qualidade dos artigos (nível científico; atualidade; identificação com a orientação temática da revista; percentual de artigos originais);
2. qualidade do corpo editorial e dos consultores (participação de membros da comunidade nacional e internacional);
4. natureza do órgão publicador;
5. abrangência quanto à origem dos trabalhos (abertura da revista para autores de nível institucional, nacional e internacional);
6. difusão da revista (distribuição e divulgação devem ser as mais amplas possíveis);
7. indexação (a revista deve pleitear a inclusão das bases de dados nacionais e internacionais, de acordo com a área de assuntos que abrange – quanto maior o número de bases de dados, maior será a valorização de sua qualidade, produtividade, inclusive a difusão indireta da revista).
No que diz respeito à normalização, a avaliação leva em conta 16 aspectos, que vão desde o formato do periódico – o qual se recomenda que seja mantido durante a existência do título – até as instruções aos autores, que devem ser completas, descrevendo as áreas abrangidas pelo periódico, suas seções, norma adotada, critérios de seleção e questões relacionadas a direitos autorais e responsabilidade pelo conteúdo dos artigos publicados, entre outros, além de incluir exemplos de referências bibliográficas (KRZYZANOWSKI; FERREIRA, 1998).
Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 15, n. 2, jul./dez. 2005.
Quanto às revistas científicas, é CORRETO afirmar que
Provas
A questão refere-se ao texto a seguir.
O PROCESSO EDITORIAL DE UM PERIÓDICO CIENTÍFICO
Silvana Schultze
O processo editorial de um periódico científico varia de título para título, estando vinculado às características da unidade publicadora, seja ela uma sociedade, organização ou entidade de classe, departamento de uma universidade pública ou particular ou uma editora.
Este processo, no entanto, possui fases específicas, comuns a qualquer organização, que podem ser descritas, no caso de um periódico científico impresso, como:
(a) definição de projeto gráfico, fase necessária no momento de lançamento da primeira edição do periódico e que define os layouts de capa e de miolo;
(b) recebimento de artigos, fase na qual a pessoa responsável pelo periódico encarrega-se de receber e organizar os artigos candidatos à publicação;
(c) avaliação de artigos, fase em que os artigos recebidos são analisados, seja pelo próprio editor acadêmico, por membros do Conselho Editorial/Científico ou da Comissão Editorial, ou mesmo por pareceristas, contratados ou convidados, pelo sistema blind review ou não;
(d) preparação de artigos, fase composta por revisão dos originais dos artigos e normalização, realizada por revisores especializados ou pelo próprio editor acadêmico;
(e) editoração, fase na qual os artigos são diagramados eletronicamente conforme o padrão gráfico estabelecido anteriormente, pelo próprio editor acadêmico, pessoas ligadas a ele ou então empresas especializadas;
(f) acompanhamento gráfico, fase na qual o editor acadêmico ou a pessoa responsável pela produção editorial e/ou gráfica do periódico verifica a adequação da impressão às características preestabelecidas, sendo ainda responsável pela aprovação da prova heliográfica.
Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 15, n. 2, jul./dez. 2005.
A diagramação consiste, atualmente, na etapa de
Provas
A questão refere-se ao texto a seguir.
O PROCESSO EDITORIAL DE UM PERIÓDICO CIENTÍFICO
Silvana Schultze
O processo editorial de um periódico científico varia de título para título, estando vinculado às características da unidade publicadora, seja ela uma sociedade, organização ou entidade de classe, departamento de uma universidade pública ou particular ou uma editora.
Este processo, no entanto, possui fases específicas, comuns a qualquer organização, que podem ser descritas, no caso de um periódico científico impresso, como:
(a) definição de projeto gráfico, fase necessária no momento de lançamento da primeira edição do periódico e que define os layouts de capa e de miolo;
(b) recebimento de artigos, fase na qual a pessoa responsável pelo periódico encarrega-se de receber e organizar os artigos candidatos à publicação;
(c) avaliação de artigos, fase em que os artigos recebidos são analisados, seja pelo próprio editor acadêmico, por membros do Conselho Editorial/Científico ou da Comissão Editorial, ou mesmo por pareceristas, contratados ou convidados, pelo sistema blind review ou não;
(d) preparação de artigos, fase composta por revisão dos originais dos artigos e normalização, realizada por revisores especializados ou pelo próprio editor acadêmico;
(e) editoração, fase na qual os artigos são diagramados eletronicamente conforme o padrão gráfico estabelecido anteriormente, pelo próprio editor acadêmico, pessoas ligadas a ele ou então empresas especializadas;
(f) acompanhamento gráfico, fase na qual o editor acadêmico ou a pessoa responsável pela produção editorial e/ou gráfica do periódico verifica a adequação da impressão às características preestabelecidas, sendo ainda responsável pela aprovação da prova heliográfica.
Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 15, n. 2, jul./dez. 2005.
Revistas Científicas são publicações
Provas
A questão refere-se ao texto a seguir.
O PROCESSO EDITORIAL DE UM PERIÓDICO CIENTÍFICO
Silvana Schultze
O processo editorial de um periódico científico varia de título para título, estando vinculado às características da unidade publicadora, seja ela uma sociedade, organização ou entidade de classe, departamento de uma universidade pública ou particular ou uma editora.
Este processo, no entanto, possui fases específicas, comuns a qualquer organização, que podem ser descritas, no caso de um periódico científico impresso, como:
(a) definição de projeto gráfico, fase necessária no momento de lançamento da primeira edição do periódico e que define os layouts de capa e de miolo;
(b) recebimento de artigos, fase na qual a pessoa responsável pelo periódico encarrega-se de receber e organizar os artigos candidatos à publicação;
(c) avaliação de artigos, fase em que os artigos recebidos são analisados, seja pelo próprio editor acadêmico, por membros do Conselho Editorial/Científico ou da Comissão Editorial, ou mesmo por pareceristas, contratados ou convidados, pelo sistema blind review ou não;
(d) preparação de artigos, fase composta por revisão dos originais dos artigos e normalização, realizada por revisores especializados ou pelo próprio editor acadêmico;
(e) editoração, fase na qual os artigos são diagramados eletronicamente conforme o padrão gráfico estabelecido anteriormente, pelo próprio editor acadêmico, pessoas ligadas a ele ou então empresas especializadas;
(f) acompanhamento gráfico, fase na qual o editor acadêmico ou a pessoa responsável pela produção editorial e/ou gráfica do periódico verifica a adequação da impressão às características preestabelecidas, sendo ainda responsável pela aprovação da prova heliográfica.
Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 15, n. 2, jul./dez. 2005.
Schultze e Gallardo parecem concordar com relação à(s)
Provas
Caderno Container