Foram encontradas 510 questões.
- Protocolos e ServiçosConfiguração de RedeDHCP: Dynamic Host Configuration Protocol
- Protocolos e ServiçosConfiguração de RedeDNS: Domain Name System
- Segurança de Redes
I. O protocolo FTP (File Transfer Protocol) utiliza a camada de aplicação do modelo OSI e a porta 21, tanto para transferência de dados como para informações de controle.
II. Ao ligar um computador do tipo PC e requisitar uma página Web, os seguintes protocolos podem ser envolvidos nessa operação: ARP, DHCP, DNS, IP, TCP
III. Um programa spammer é aquele utilizado para enviar grandes volumes de mensagens de correio eletrônico não desejadas pelo receptor.
IV. A apresentação de um certificado digital por uma entidade (pessoa, sistema ou computador) não atesta por si só a real identidade dessa entidade.
O número de afirmações INCORRETAS é;
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- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioPartes do documento no Padrão Ofício
- Manual de Redação da Presidência da RepúblicaAs Comunicações OficiaisPadrão OfícioO Padrão Ofício
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- Estado, Governo e Administração PúblicaAdministração PúblicaCaracterísticas da Administração Pública
- Estado, Governo e Administração PúblicaAdministração PúblicaPrincípios Aplicáveis à Administração Pública
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Compromisso com a qualidade de vida
A criação de ambientes urbanos
adequados é o primeiro passo
para que a população sofra menos
com as doenças e usufrua dos
benefícios da saúde.
O peso do fator urbano na saúde humana vem conquistando espaço em debates nas mais diferentes esferas sociais e o conhecimento em torno do tema traz à tona desafios para viabilizar, além do atendimento preventivo, ambulatorial e hospitalar para uma população que cresce a cada dia, uma infraestrutura urbana que permita viver de forma mais digna, com mais qualidade.
Além das intervenções em saúde, segundo Waleska Caiaffa, professora da Faculdade de Medicina da UFMG e uma das coordenadoras do Observatório de Saúde Urbana de Belo Horizonte (Osubh), há que se pensar em intervenções urbanas não necessariamente relacionadas à saúde, mas que exercem sobre ela impacto positivo.
A busca de soluções para que as populações usufruam de mais qualidade de vida na cidade, aliás, é uma das premissas do trabalho desenvolvido pelo Observatório. Waleska acredita que, com a conclusão do diagnóstico sobre a saúde em BH, prevista para ocorrer ainda este semestre, será possível apontar caminhos em consonância com as especificidades encontradas na capital mineira.
De antemão, é possível dizer que a cidade depende de uma mudança de paradigma no desenvolvimento de suas políticas de saúde. “Precisamos focar menos na cura de doenças e pensar mais na promoção da saúde, de qualidade de vida. Nosso trabalho de levantamento de dados, diagnóstico e monitoramento dos determinantes sociais de saúde só fará sentido se houver um compromisso consistente do governo local com a construção de ambientes urbanos mais saudáveis", defende.
ESTRUTURA. As vantagens de uma mudança de paradigma em saúde são muitas. A principal delas tem a ver justamente com o fato de as pessoas adoecerem menos. Outra se relaciona com o ônus para os cofres públicos.
No Brasil, a combinação de maus hábitos de vida com a falta de estrutura para o tratamento e prevenção das doenças delineou um perfil demográfico cujas demandas já ameaçaram o orçamento destinado à saúde e, em pouco tempo,tendem a comprometer ainda mais gravemente o funcionamento de todo o sistema, tanto público quanto privado.
Estamos passando pela chamada transição epidemiológica, o que significa dizer que morremos mais de doenças cardiovasculares do que de doenças infecciosas. Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2002, 44% das mortes em BH ocorreram em decorrência de doenças cardíacas e câncer. Outro levantamento, feito no ano passado pelo Instituto Nacional do Câncer, aponta que 40% da população belo-horizontina apresentam sobrepeso. Desse universo, 5% não comem legumes e verduras. “As doenças crônicas, além do enorme prejuízo para os indivíduos, são de tratamento caro e pouco efetivo. Seria muito mais lógico e inteligente investir na promoção da saúde", defende Waleska.
Vanessa Jacinto Jornal Estado de Minas 15 de fevereiro de 2009.
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Compromisso com a qualidade de vida
A criação de ambientes urbanos
adequados é o primeiro passo
para que a população sofra menos
com as doenças e usufrua dos
benefícios da saúde.
O peso do fator urbano na saúde humana vem conquistando espaço em debates nas mais diferentes esferas sociais e o conhecimento em torno do tema traz à tona desafios para viabilizar, além do atendimento preventivo, ambulatorial e hospitalar para uma população que cresce a cada dia, uma infraestrutura urbana que permita viver de forma mais digna, com mais qualidade.
Além das intervenções em saúde, segundo Waleska Caiaffa, professora da Faculdade de Medicina da UFMG e uma das coordenadoras do Observatório de Saúde Urbana de Belo Horizonte (Osubh), há que se pensar em intervenções urbanas não necessariamente relacionadas à saúde, mas que exercem sobre ela impacto positivo.
A busca de soluções para que as populações usufruam de mais qualidade de vida na cidade, aliás, é uma das premissas do trabalho desenvolvido pelo Observatório. Waleska acredita que, com a conclusão do diagnóstico sobre a saúde em BH, prevista para ocorrer ainda este semestre, será possível apontar caminhos em consonância com as especificidades encontradas na capital mineira.
De antemão, é possível dizer que a cidade depende de uma mudança de paradigma no desenvolvimento de suas políticas de saúde. “Precisamos focar menos na cura de doenças e pensar mais na promoção da saúde, de qualidade de vida. Nosso trabalho de levantamento de dados, diagnóstico e monitoramento dos determinantes sociais de saúde só fará sentido se houver um compromisso consistente do governo local com a construção de ambientes urbanos mais saudáveis", defende.
ESTRUTURA. As vantagens de uma mudança de paradigma em saúde são muitas. A principal delas tem a ver justamente com o fato de as pessoas adoecerem menos. Outra se relaciona com o ônus para os cofres públicos.
No Brasil, a combinação de maus hábitos de vida com a falta de estrutura para o tratamento e prevenção das doenças delineou um perfil demográfico cujas demandas já ameaçaram o orçamento destinado à saúde e, em pouco tempo,tendem a comprometer ainda mais gravemente o funcionamento de todo o sistema, tanto público quanto privado.
Estamos passando pela chamada transição epidemiológica, o que significa dizer que morremos mais de doenças cardiovasculares do que de doenças infecciosas. Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2002, 44% das mortes em BH ocorreram em decorrência de doenças cardíacas e câncer. Outro levantamento, feito no ano passado pelo Instituto Nacional do Câncer, aponta que 40% da população belo-horizontina apresentam sobrepeso. Desse universo, 5% não comem legumes e verduras. “As doenças crônicas, além do enorme prejuízo para os indivíduos, são de tratamento caro e pouco efetivo. Seria muito mais lógico e inteligente investir na promoção da saúde", defende Waleska.
Vanessa Jacinto Jornal Estado de Minas 15 de fevereiro de 2009.
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A questão refere-se ao texto a seguir.
DIFICULDADES DOS PERIÓDICOS CIENTÍFICOS BRASILEIROS
Silvana Schultze
Os periódicos científicos nacionais estão presos num círculo vicioso: muitos são publicados de forma semiamadora e têm um esquema de distribuição deficiente. Frequentemente apresentam irregularidades na periodicidade e morrem com facilidade. Alguns incluem artigos de qualidade e interesse para o país, embora talvez não interessassem à comunidade científica internacional, mas outros são muito irregulares em seus critérios de seleção. Como resultado dessa reunião de problemas, muitos periódicos brasileiros acabam atraindo artigos recusados ou que não teriam chances de ser publicados em periódicos estrangeiros. Transformam-se, assim, em segunda ou terceira opções, pois a tendência geral é que o pesquisador busque publicação nos periódicos de maior visibilidade, que lhe proporcionarão mais chances de citação, indicador reconhecido do prestígio do autor. A busca pelo reconhecimento científico é um dos estímulos mais eficientes para publicar (MUELLER; PECEGUEIRO, 2001).
Krzyzanowski e Ferreira (1998) apontam os principais problemas dos periódicos científicos nacionais: irregularidade na publicação e na distribuição e acesso; falta de normalização do periódico e problemas ligados à avaliação do conteúdo.
A tarefa principal dos periódicos científicos brasileiros é vencer esses obstáculos, pois a editoração científica ainda é o maior indicativo da pesquisa científica produzida no país. E a pesquisa brasileira tem se desenvolvido mais e mais: do reduzido número de cientistas com que o Brasil contava na década de 1960, chegou-se, em menos de quatro décadas, a um sistema de pesquisa bastante produtivo e com grupos de excelência em quase todas as áreas do conhecimento (PEREZ, 2002).
Inf. & Soc.: Est., João Pessoa, v. 15, n. 2, jul./dez. 2005.
O papel das revistas científicas, no Brasil, é
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