Foram encontradas 50 questões.
É assegurado expressamente no art. 5° da Constituição Federal de 1988:
I- O acesso à informação e resguardado o sigilo da fonte, quando necessário ao exercício profissional.
II- O direito de resposta, proporcional ao agravo, além da indenização por dano material, moral ou à imagem.
III- O direito de herança.
IV- Às presidiárias condições para que possam permanecer com seus filhos durante e após o período de amamentação.
Em relação às afirmativas acima, marque a opção CORRETA.
Provas
A Lei 8.112/90 dispõe sobre a exoneração de ofício do ocupante de cargo efetivo no seguinte caso:
Provas
Com fundamento na Lei 8.112/90, e de acordo com as afirmações abaixo:
I. É punível com demissão o servidor que recusar fé a documentos públicos.
II. É punível com suspensão o servidor que receber presente de alto valor para agilizar decisão em processo administrativo.
III. É punível com demissão o servidor que coagir subordinado a filiar-se a partido político que está no governo.
Marque a opção CORRETA.
Provas
Leia as afirmativas abaixo.
I. A recondução é caracterizada pelo retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado quando inabilitado em estágio probatório relativo a outro cargo ou quando o anterior ocupante é reintegrado.
II. A reintegração é caracterizada pelo retorno do servidor estável a seu cargo anteriormente ocupado,ou cargo resultante de sua transformação, após ter sido invalidada sua demissão,com ressarcimento de todas as vantagens.
III. Nomeação é o ato administrativo que materializa o provimento originário. Podese dar em comissão ou em caráter efetivo, dependendo, neste último caso, de aprovação em concurso público.
Marque a opção CORRETA.
Provas
Verifique as proposições quantificadas abaixo e suas respectivas negações:
I. Afirmativa: Alguns políticos são honestos. Negativa: Alguns políticos não são honestos.
II. Afirmativa: Todos os analistas são dedicados. Negativa: Nenhum analista é dedicado.
III. Afirmativa: Algumas doenças são curáveis. Negativa: Nenhuma doença é curável.
IV. Afirmativa: Todos os programas de computador possuem bugs. Negativa: Alguns programas de computador não possuem bugs.
Com base nessas proposições, pode-se afirmar que
Provas
Onde esteve a escola esse tempo todo?
por Alexandre Sayad*
De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.
Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.
Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.
Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.
Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.
Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.
Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.
* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,
e coordena programas de Civic
Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.
Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.
uso da voz passiva em "A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões."
Provas
Onde esteve a escola esse tempo todo?
por Alexandre Sayad*
De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.
Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.
Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.
Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.
Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.
Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.
Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.
* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,
e coordena programas de Civic
Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.
Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.
O uso, logo nos dois primeiros parágrafos, dos pensamentos de Jacques Delors e Celestín Freinet funciona como um argumento de autoridade a partir de uma operação inferencial do tipo
Provas
Onde esteve a escola esse tempo todo?
por Alexandre Sayad*
De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.
Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.
Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.
Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.
Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.
Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.
Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.
* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,
e coordena programas de Civic
Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.
Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.
No texto, pode-se inferir da conclusão a que chega o autor uma
Provas
Onde esteve a escola esse tempo todo?
por Alexandre Sayad*
De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.
Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.
Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.
Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.
Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.
Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.
Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.
* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,
e coordena programas de Civic
Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.
Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.
Em"[...] uma agenda mundial de apropriação das novas mídias[...]", o uso do termo "apropriação" torna as novas mídias, no contexto do ensino formal, um elemento
Provas
Onde esteve a escola esse tempo todo?
por Alexandre Sayad*
De Abuja, Nigéria - Nos anos 90, o economista suíço Jacques Delors propôs uma educação sintonizada com a chegada do século XX, no documento encabeçado pela Unesco "Educação: Um Tesouro a Descobrir" - que influenciou políticas públicas em todo o mundo. Lá, por entre os pilares que ele considerava essenciais para educar, estavam pistas de como a escola deveria dialogar com a mídia, que se tornaria cada vez mais presente na vida de todos.
Práticas de comunicação e educação que o francês Celestín Freinet desbravou nos anos 30, mas que muitos pensadores, com pouca vocação para realização, deixaram morrer nas décadas seguintes. Nesse sentido, há de fato uma sensação global por parte de educadores e gestores de que, frente às recentes manifestações públicas, nas ruas, de desagravo à política, a escola pareceu mais uma vez bem distante da realidade - assistiu mesmo ao bonde passar, abismada. Professores pareciam perguntar: "onde estive que nada percebi?" Mas a pergunta precisa seria onde a escola "não esteve" e a resposta, "nas redes sociais", ou mais profundamente, no caldo cultural que respira essa geração.
Ainda reverberando esses recentes fatos, a Nigéria hospedou, no fim de junho, um evento importante organizado pela mesma Unesco, acerca do tema da "Media lnformation Literacy" (MIL); é assim que a organização denomina os projetos educativos de leitura de mídia e produção de comunicação por jovens. A Conferência foi patrocinada pelo governo da Suécia, Arábia Saudita, além dos anfitriões.
Em meio a apresentações acadêmicas, algumas interessantes outras nem tanto, a "lnternational Conference on MIL and Intercultural Dialogue" deu continuidade à construção coletiva de dois importantes documentos: um propõe uma aliança global entre práticas de MIL, e outro um guia estratégico para políticas públicas na área.
Países como o Brasil avançaram um pouco na última década com relação à produção de comunicação na escola, quando experiências isoladas se fortaleceram em rede e pautaram políticas públicas, como o Mais Educaçãolevando as práticas de mídia a milhares de escolas públicas no contraturno. Mas não há ainda uma percepção generalizada de que o trabalho com mídia na educação pode transformar a qualidade do ensino no Brasil e aproximar a escola do universo do estudante.
Nesse sentido, uma aliança global e um norte estratégico em políticas públicas podem se tornar ações importantes e emblemáticas na construção de uma agenda mundial de apropriação das novas mídias pelo ensino formal, talvez tão importante quanto o documento de Delors.
Coincidência ou não, triste foi noticiar que, na mesma Nigéria, um grupo radical muçulmano massacrou crianças em uma escola cristã perto de Abuja (capital), assim que a Conferência terminou. Não há programa de mídia e educação capaz de fazer entender algumas atrocidades que permeiam um continente que sempre foi tratado como servidor- e jamais ator- de grandes decisões políticas e econômicas mundiais.
* Alexandre Sayad é jornalista especializado em direitos humanos, colaborou com O Estado de S. Paulo e Rádio Eldorado,
e coordena programas de Civic
Midia com a Universidade de Harvard. ** Publicado originalmente no site Portal Aprendiz.
Disponível em: http://envolverde.com.br/educacao/onde-esteve-a-escola-esse-tempo-todo/ Acesso em 01 jul. 2013.
O uso da conjunção "Mas" em "Mas não há ainda uma percepção[ ...]"
Provas
Caderno Container