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As partes da frase que podem conter erro estão sublinhadas e indicadas por uma letra. Assinale a letra correspondente à parte em que você encontrou erro.
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Suponha que, no hall de um prédio, sejam colocados 8 vasos de flores, com forma e dimensões representadas na figura.

Para plantar as ores, são deixados 5cm sem terra na altura de cada vaso. Qual é a quantidade, em m3 , de terra necessária para os 8 vasos?
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Para expressar a direção do vento, é convencional se considerar o ângulo medido no sentido a partir do geográfico até a direção .
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas da frase.
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Leia o texto a seguir para responder a questão.
Fim de tarde num conhecido hospital de Santa Maria, o diretor de marketing de uma multinacional chinesa convalesce de uma forte indigestão. Um colega de empresa entra no quarto para uma visita rápida.
- Puxa! Você nos pregou um susto.
- Pois é, eu mesmo achei que não ia sair dessa.
- Mas os médicos já descobriram o que foi? Talvez um Gary Hamel estragado...
- Não, não. Eu achei que tinha sido um Stephen Covey a la mode que eu comi na segunda-feira. Tava com um gosto esquisito. Mas o patologista me disse que pode ter sido o Porter do mês passado. É assim mesmo. No princípio, você acha que ganhou visão estratégica. Começa a tomar decisões importantes e fazer mudanças no portifólio de negócios. Um mês depois, começam as alucionações: cadeia de valores, matrizes de competitividade e análise SWOT. Então, cada vez que você tem que tomar decisões práticas, vêm as náuseas e dores de cabeça. Mas o médico disse que eu vou superar. Ele receitou um Gilberto Freyre a cada quinze dias e chá de Fernando Pessoa todo m de tarde, para acalmar o estômago.
- Bah, a coisa tá feia, heim! Ontem ouvi falar de um sujeito internado por causa de um Iaccoca mal passado. Começou a ter delírios de grandeza. Um amigo médico disse que estão pensando em abrir uma clínica só para vítimas de bloombergs, Gates e Iaccocas. Parece que ainda não conseguiram achar um tratamento eficaz. Ataca diretamente o cérebro. O sujeito perde o senso de ridículo. O pior é que vicia e o cara não consegue mais viver sem a coisa. É pior que droga.
- É mesmo? No meu caso parece que os efeitos são temporários. Perdi a visão estratégica, mas com terapia posso recuperar até 50%.
- Tenho certeza que você vai superar. Parece que Porter não é fatal. Se tivesse sido Senge ou Deming poderia ser pior. Você lembra do diretor da lial do Rio de Janeiro? Comeu um Senge há um mês e começou a delirar. Só fala em pensamento sistêmico e aprendizado organizacional. Corre o boato que vai ser aposentado por invalidez.
Fonte: Texto Adaptado do capítulo: Antropofagia Organizacional e a difícil digestão de tecnologia gerencial importada. Tomaz Wood Jr. E Miguel P. Caldas. In: RODRIGUES, Suzana Braga, CUNHA, Miguel P. (organizadores). Estudos Organizacionais: novas perspectivas na administração de empresas: uma coletânea luso brasileira. São Paulo: Iglu, p. 110, 2000.
Segundo o texto abordado, os modelos gerenciais externos, principalmente americanos, podem ser facilmente encontrados na forma de pensar e agir das empresas brasileiras. Por que isso ocorre?
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Disciplina: Legislação Específica das Agências Reguladoras
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
- ANVISARDCsResolução RDC nº 50/2002 - RT de Projetos Físicos de Estabelecimentos Assistenciais de Saúde
Considere a Unidade Funcional 3 – Internação, constante na RDC nº 50. A quantificação mínima para a Unidade/Ambiente: quarto para situações que requeiram isolamento é
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Diante de um paciente com queixa de flutuação auditiva, vertigem, plenitude aural e zumbido, qual deve ser a principal hipótese diagnóstica?
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A calvária humana é formada
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Profundidade de campo refere-se às distâncias entre os objetos mais próximos e mais afastados que podem ser aceitavelmente focados ao mesmo tempo sobre o filme ou sensor. Para obterem-se as maiores profundidades de campo, deve-se
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Marque a alternativa em que todos os instrumentos pertencem ao naipe das madeiras.
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Para responder a questão, leia o texto a seguir.
Haverá emprego para nós?
A pergunta do título desta coluna não saía da minha cabeça enquanto eu assistia, na semana passada, sentado na plateia, à performance de um computador instalado no palco. Minhas sensações oscilavam entre o medo e o encantamento — e até, devo admitir, certo complexo de inferioridade. Fui ao auditório, com a ilusão de assistir a uma vitória de humanos — ex-alunos de renomadas instituições americanas— contra um computador. Era um teste de conhecimentos gerais, que abrangia de cultura pop a personagens históricos, passando por geografia. A novidade não era o computador guardar tantas informações — cerca de 1 milhão de livros —, mas ele ser capaz de reconhecer as sutilezas da fala humana.
Até que os jovens se saíram bem, mas o computador, criação da IBM, batizado de Watson, é imbatível. Enquanto me encantava com as
possibilidades que aquela descoberta poderia produzir, ajudando prossionais — médicos, por exemplo — a tomar decisões, cava imaginando quantos trabalhadores aquela máquina não iria pôr na rua. Talvez minha sensibilidade estivesse aguçada porque, antes de entrar naquele auditório, eu havia passado a manhã num seminário sobre o futuro do trabalho — e um dos personagens tinha sido oWatson.
Ninguém ali era contrário à inovação. Aqueles indivíduos sabem que, embora sejam cercadas de temor no início, pois provocam abalos nas velhas estruturas, as novas tecnologias logo geram diferentes empregos e prosperidade. Perguntavam-se, porém, se havia algo de novo no ar sobre a rapidez com que as máquinas vêm substituindo os seres humanos. Mesmo que a economia volte a crescer rapidamente, o emprego vai crescer? Isso signica o risco de piorar cada vez mais a distribuição de renda.
Um dos palestrantes era Andrew McAfee, autor de um recém-lançado livro que está chamando a atenção do mundo acadêmico, cujo título é "A Corrida contra a Máquina". Logo ele pede: "Por favor, não me confundam com esses tipos que têm medo de novas tecnologias". Mas os números que ele tem coletado de economias em várias partes do mundo, especialmente nos Estados Unidos, trazem uma preocupação.
Pergunto-lhe em que o temor dos trabalhadores de hoje é diferente do daqueles ingleses que, na Revolução Industrial, destruíam as máquinas. A resposta: “O problema é que os computadores estão adquirindo cada vez mais rapidamente habilidades que eram essencialmente humanas”. Segundo ele, a tendência deve afetar menos os que estão no topo da pirâmide educacional e os que estão na sua base: empregadas domésticas, garis, passeadores de cachorro, manicures. “Quem está no meio, ou seja, a maioria, vai sofrer.”
As novas invenções — e o tal Watson, com seu complexo sistema de reconhecimento de voz, é uma delas — radicalizam esse movimento e, em certos casos, superam com vantagem os humanos, segundo McAfee. “Quantos empregados você conhece que, além de guardar na memória o conteúdo de 1 milhão de livros, sabem encontrar a resposta certa quando indagados por uma voz?”, pergunta ele. Programas desse tipo estão sendo usados em escritórios de advocacia e vêm pondo na rua muita gente com diploma de ensino superior.
A cada dia, aparecem novidades sobre a capacidade de coletar, armazenar e selecionar dados. Aposta-se até que, com tantos dados gerados pelas redes sociais a cada segundo, seria possível prever o futuro — por exemplo, o que vai ser sucesso na música ou o surgimento de movimentos políticos.
Segundo McAfee, um dos problemas é a velocidade da mudança, o que diculta o treinamento dos trabalhadores para novas demandas. As escolas e faculdades deveriam estar mais próximas do mercado de trabalho e fazer mudanças em seu currículo quase em tempo real. Aí vai estar quem vê um Watson com medo ou encantamento.
Já está em andamento a transformação do Watson num médico, capaz de ajudar no diagnóstico e até na medicação de pacientes. A ideia é que ele seja uma espécie de GPS para os médicos. Afinal, o robô vai ter na memória todos os casos de pacientes com doença semelhante e o tratamento dado a cada um, podendo comparar os resultados. No lado do encantamento, vejo isso como um jeito de ajudar no atendimento de pacientes, especialmente na rede pública. Como o câncer de Lula, graças ao seu tratamento de primeira qualidade, estimulou o debate sobre saúde pública no Brasil, invenções do tipo Watson mostram que, no futuro, será possível agilizar o atendimento e diminuir as filas.
Fonte: Texto de Gilberto Dimenstein postado em 06/11/2011, em http://www.1.folha.uol.com.br (adaptado)
Assinale verdadeira (V) ou falsa (F)em cada afirmativa sobre a interação verbal relatada entre no quinto parágrafo.
( ) O pronome lhe no quinto parágrafo, tem como referente o criador do robô Watson.
( ) As aspas auxiliam a demarcar as falas atribuídas ao interlocutor de Andrew McAfee.
( ) O destaque conferido pelos travessões ao exemplo apresentado no sexto parágrafo permaneceria se, ao invés desse sinal de pontuação, as vírgulas tivessem sido empregadas.
( ) A pergunta dirigida a Dimenstein esclarece a razão de os trabalhadores se sentirem ameaçados.
A sequência correta é
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