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Quanto aos Princípios Fundamentais do Código de Ética do Assistente Social de 1993, considere as seguintes afirmações:
I - Defesa do aprofundamento da autonomia, enquanto socialização da participação política e da riqueza socialmente produzida.
II - Empenho na eliminação de todas as formas de preconceito, incentivando o respeito à diversidade, à participação de grupos socialmente discriminados e à discussão das diferenças.
III - Opção por um projeto profissional vinculado ao processo de construção de uma nova ordem societária, com dominação-exploração de classe, etnia e gênero.
IV - Compromisso com a qualidade dos serviços prestados à população e com o aprimoramento intelectual, na perspectiva da competência profissional.
V - Exercício do Serviço Social sem ser discriminado, nem discriminar, por questões de inserção de classe social, gênero, etnia, religião, nacionalidade [...] idade e condição física.
Estão corretas
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Para responder a questão, leia parte de um artigo publicado na revista Diversa, edição de número 17, de autoria de Ana Rita Araújo.
A onipresença do urbano
Final de semana de sol. O homem resolve fugir da agitação da cidade e dirige por estradas de terra, vê árvores, casas esparsas ao longe, horizonte sem prédios. Finalmente chega ao hotel-fazenda, onde poderá andar a cavalo, tomar banho de cachoeira e, de quebra, checar seus e-mails sob as árvores, ouvindo o canto dos pássaros. Ele saiu da cidade, mas não se dá conta de que está mergulhado no urbano, ambiente que perpassa todo o espaço social contemporâneo, no dizer do pesquisador Roberto Luís de Melo Monte-Mór, também professor do Núcleo de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Para Monte-Mór, o urbano não é adjetivo de cidade, mas um novo substantivo que surgiu com características próprias. É esse “tecido” que nasce nas cidades e se estende para além delas. “O urbano aparece como um terceiro elemento que engloba cidade e campo, mas não se confunde com nenhum dos dois, porque possui características que ambos, isoladamente, não têm”, afirma. Inclui, por exemplo, condomínios fechados, hotéis-fazenda, luz elétrica, sistema viário e telefonia, além de condições de produção e de consumo que eram próprias da cidade.
Pressionado por essa configuração social, o que restou do campo está diante de duas opções: “Ou se industrializa ou se urbaniza”, decreta Monte-Mór. Na primeira hipótese, passa a se subordinar a uma lógica típica da produção industrial e do agronegócio, regida pelo grande capital. A segunda opção inclui os sítios de lazer e as atividades do pequeno produtor que trabalha sem a perspectiva de enriquecer, mas quer garantir aos filhos aquilo que já possui. “Fazem parte do que se tem chamado do 'novo rural' as pousadas, casas de campo, segunda residência ou até aqueles que se mudam para regiões ditas rurais, mas que na verdade são uma clara extensão do urbano”, enumera Monte-Mór.
Coexistência
Os dois caminhos – urbanização e industrialização –, no entanto, não são antagônicos. “Em muitas situações eles coexistem, até porque na grande produção agrícola muitas vezes a mão de obra vem desses bolsões de pequenos produtores. Mas tende a haver sempre um embate, posto com muita força pela questão ambiental”, alerta o pesquisador. Se as atividades classificadas como urbanização têm compromisso com as condições de vida, já que dependem da preservação do meio ambiente, a industrialização utiliza os recursos naturais apenas para viabilizar a produção.
A entrada do urbano em cena, na década de 1970, também redefine as cidades, pois permite a emergência de uma metrópole diferente daquela moderna e industrial que conhecemos. “É uma metrópole muito mais fragmentada e estendida, onde a necessidade de outras centralidades se faz necessária”, explica o professor. Belo Horizonte vive hoje um processo que bem exemplifica as reflexões de Monte-Mór. A transferência do centro administrativo do governo estadual para uma das regiões mais pobres da cidade e, no outro extremo, a expansão de espaços de galerias de arte e a instalação do Instituto Cultural Inhotim abrem novas fronteiras e permitem à população deslocamentos diferenciados, para atividades específicas.
Fonte: Disponível em <http://www.ufmg.br/diversa/17>. Acesso em: 04 mar. 2013. (adaptado)
No parágrafo de abertura do texto, o agente que transita entre a agitação da cidade e o ambiente escolhido para seu lazer é apresentado como O homem , uma referência genérica ao ser humano. Uma referência mais específica desse agente e coerente com o tema desenvolvido ao longo do texto é
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Consta no Código de Ética do Assistente Social de 1993 o reconhecimento da como valor ético central e das demandas políticas a elas inerentes : , e plena dos indivíduos sociais.
Assinale a alternativa correta que completa as lacunas.
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Numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª.
| 1. Centro de | ( ) Desenvolve atividades de atendimento a adolescentes autores de ato infracional em Liberdade Assistida (LA) e/ou em Prestação de Serviço à Comunidade (PSC). |
| 2. Centro de | ( ) É uma unidade de referência da Proteção Básica. |
| ( ) Aglutina serviços especializados de média e alta complexidade. | |
| ( ) Desenvolve atividades de plantão social, visitas domiciliares, cursos, projetos de capacitação e geração de trabalho e renda, administra benefícios, entre outras. | |
| ( ) Atende situações de negligência, abandono, ameaça, maus tratos, violências e outras formas de violação dos direitos da criança e do adolescente. |
A sequência correta é
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As principais fases de um projeto social são:
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Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
- Orçamento PúblicoAspectos Gerais do Orçamento PúblicoConceito e Natureza Jurídica do Orçamento Público
O orçamento é fundamental no processo de planejamento no âmbito do Serviço Social, pois, a partir da informação do quantitativo de recurso disponível, pode-se definir o que será implementado. No que se refere ao orçamento público, há algumas particularidades. Assinale verdadeira (V) ou falsa (F)em cada uma das afirmativas a seguir.
( ) O controle da execução orçamentária compreenderá a legalidade dos atos de que resultam a arrecadação da receita ou a realização da despesa, o nascimento ou a extinção de direitos e obrigações.
( ) É necessária a elaboração de um plano de receitas e despesas esperadas, e o desembolso financeiro deverá ocorrer conforme tal plano; qualquer alteração deverá ser justificada no relatório final de prestação de contas.
( ) O orçamento público para projetos sociais tem sua principal fonte em doações, portanto o ente que doa tais recursos decide como o recurso será investido.
( ) O orçamento público sofre controle social em diferentes etapas, e a participação popular brasileira nas decisões dos orçamentos federais, estaduais e municipais é preponderante.
A sequência correta é
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Para responder a questão, leia parte de um artigo publicado na revista Diversa, edição de número 17, de autoria de Ana Rita Araújo.
A onipresença do urbano
Final de semana de sol. O homem resolve fugir da agitação da cidade e dirige por estradas de terra, vê árvores, casas esparsas ao longe, horizonte sem prédios. Finalmente chega ao hotel-fazenda, onde poderá andar a cavalo, tomar banho de cachoeira e, de quebra, checar seus e-mails sob as árvores, ouvindo o canto dos pássaros. Ele saiu da cidade, mas não se dá conta de que está mergulhado no urbano, ambiente que perpassa todo o espaço social contemporâneo, no dizer do pesquisador Roberto Luís de Melo Monte-Mór, também professor do Núcleo de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Para Monte-Mór, o urbano não é adjetivo de cidade, mas um novo substantivo que surgiu com características próprias. É esse “tecido” que nasce nas cidades e se estende para além delas. “O urbano aparece como um terceiro elemento que engloba cidade e campo, mas não se confunde com nenhum dos dois, porque possui características que ambos, isoladamente, não têm”, afirma. Inclui, por exemplo, condomínios fechados, hotéis-fazenda, luz elétrica, sistema viário e telefonia, além de condições de produção e de consumo que eram próprias da cidade.
Pressionado por essa configuração social, o que restou do campo está diante de duas opções: “Ou se industrializa ou se urbaniza”, decreta Monte-Mór. Na primeira hipótese, passa a se subordinar a uma lógica típica da produção industrial e do agronegócio, regida pelo grande capital. A segunda opção inclui os sítios de lazer e as atividades do pequeno produtor que trabalha sem a perspectiva de enriquecer, mas quer garantir aos filhos aquilo que já possui. “Fazem parte do que se tem chamado do 'novo rural' as pousadas, casas de campo, segunda residência ou até aqueles que se mudam para regiões ditas rurais, mas que na verdade são uma clara extensão do urbano”, enumera Monte-Mór.
Coexistência
Os dois caminhos – urbanização e industrialização –, no entanto, não são antagônicos. “Em muitas situações eles coexistem, até porque na grande produção agrícola muitas vezes a mão de obra vem desses bolsões de pequenos produtores. Mas tende a haver sempre um embate, posto com muita força pela questão ambiental”, alerta o pesquisador. Se as atividades classificadas como urbanização têm compromisso com as condições de vida, já que dependem da preservação do meio ambiente, a industrialização utiliza os recursos naturais apenas para viabilizar a produção.
A entrada do urbano em cena, na década de 1970, também redefine as cidades, pois permite a emergência de uma metrópole diferente daquela moderna e industrial que conhecemos. “É uma metrópole muito mais fragmentada e estendida, onde a necessidade de outras centralidades se faz necessária”, explica o professor. Belo Horizonte vive hoje um processo que bem exemplifica as reflexões de Monte-Mór. A transferência do centro administrativo do governo estadual para uma das regiões mais pobres da cidade e, no outro extremo, a expansão de espaços de galerias de arte e a instalação do Instituto Cultural Inhotim abrem novas fronteiras e permitem à população deslocamentos diferenciados, para atividades específicas.
Fonte: Disponível em <http://www.ufmg.br/diversa/17>. Acesso em: 04 mar. 2013. (adaptado)
Leia atentamente o parágrafo destacado a seguir, para responder a questão.
Pressionado por essa configuração social, o que restou do campo está diante de duas opções: “Ou se industrializa ou se urbaniza”, decreta Monte-Mór. Na primeira hipótese, passa a se subordinar a uma lógica típica da produção industrial e do agronegócio, regida pelo grande capital. A segunda opção inclui os sítios de lazer e as atividades do pequeno produtor que trabalha sem a perspectiva de enriquecer, mas quer garantir aos filhos aquilo que já possui. “Fazem parte do que se tem chamado do 'novo rural' as pousadas, casas de campo, segunda residência ou até aqueles que se mudam para regiões ditas rurais, mas que na verdade são uma clara extensão do urbano”, enumera Monte-Mór.
Se parte do parágrafo destacado fosse reescrita como
[...] do pequeno produtor que mesmo sem a perspectiva de enriquecer com o seu trabalho quer garantir aos filhos aquilo que já possui,
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A questão social, segundo Iamamoto (2009), é indissociável da sociabilidade capitalista e envolve uma arena de lutas e culturais contra as socialmente produzidas. Suas expressões condensam múltiplas desigualdades por disparidades nas relações de gênero, características étnico-raciais, relações com o meio ambiente e formações regionais, colocando em causa amplos segmentos da sociedade civil no acesso aos bens da civilização. [...] Esse processo é denso de e expressando consciência e luta que acumulem forças para o reconhecimento das necessidades de cada um e de todos os indivíduos sociais.
Assinale a alternativa que completa corretamente as lacunas.
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Considerando a política social brasileira, observou-se significativo avanço com a promulgação da Constituição de 1988, especialmente no que concerne ao tripé da Seguridade Social que é composto pelas políticas de saúde, assistência social e previdência social, cada qual com um rol de princípios. Observando tais princípios, numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª.
| 1. Saúde | ( ) Universalidade de participação mediante contribuição. |
| 2. Assistência Social | Supremacia do atendimento às necessidades sociais sobre as exigências de rentabilidade econômica. |
| 3. Previdência Social | ( ) Integralidade de assistência, entendida como um conjunto articulado e contínuo às ações e aos serviços. |
| ( ) Irredutibilidade dos benefícios de modo a preservar o poder aquisitivo do sujeito. | |
| ( ) Respeito à dignidade do cidadão, à sua autonomia e ao seu direito a benefícios e serviços de qualidade, bem como à convivência familiar e comunitária, vedando-se qualquer comprovação vexatória de necessidade. |
A sequência correta é
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Segundo Iamamoto (2009), o trabalhador polivalente deixa de ser um trabalhador especializado e passa a ser solicitado a desenvolver diversas atividades que não necessariamente estão envolvidas em suas tradicionais atribuições.Combase nessa afirmação, assinale a alternativa correta.
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