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Foram encontradas 50 questões.

2469318 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Utilize as tabelas 2 e 3 para responder a questão.

Enunciado 3195765-1

Considerando-se a conversão de 1 kgf = 10N no local de ensaios, o torque apresentado pelo motor, na sua concepção original, a etanol, na rotação de potência máxima é, aproximadamente,

 

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2469141 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Nas afirmações a seguir, marque verdadeira (V) ou falsa (F).

( ) A análise rápida de óleo é um procedimento de manutenção preditiva e possibilita a dilatação do período usual de serviço do lubrificante.

( ) O exame visual não pode ser considerado um método indicado em procedimentos de manutenção.

( ) O método de ensaio por partículas magnéticas tem uma aplicação em manutenção para detecção de descontinuidades superficiais e sub-superficiais.

( ) O ensaio radiográfico é um método eficiente de inspeção que pode ser usado em manutenção, porém tem como desvantagem não ser possível aplicá-lo em peças metálicas.

A sequência correta é

 

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2468877 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Assinale a alternativa que completa corretamente a sentença a seguir.

A programação de velocidade de corte fixa em um torno com CNC .

 

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2468709 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Sobre tratamentos térmicos e termoquímicos realizados nos aços, complete as lacunas nas frases a seguir.

1. tem o objetivo de diminuir a dureza, melhorar a ductilidade, ajustar o tamanho do grão e produzir uma estrutura definida.

2. promove alterações estruturais que levam ao aumento da dureza, da resistência ao desgaste e da resistência à tração.

3. consiste no enriquecimento superficial de carbono em peças de baixo carbono.

Assinale a alternativa que preenche, respectivamente, as frases 1, 2 e 3.

 

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2468035 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Determine a força na barra HJ da treliça ilustrada na figura.

Enunciado 3156457-1

A seguir, marque a alternativa correta.

 

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2467766 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Para responder a questão, devem ser considerados os diagramas apresentados nas figuras 2A e 2B que representam os ciclos de funcionamento de motores de combustão interna (diagramas p x V).

Enunciado 3150004-1

Para os motores representados por seus ciclos (figuras 2A e 2B), o ponto 4, em ambos os diagramas, refere-se ao

 

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2467322 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Entre os principais fatores que influenciam a emissão de gases poluentes para a atmosfera por veículos automotores, estão o ciclo operativo do motor e o tipo de combustível utilizado. Considerando-se os principais combustíveis utilizados no Brasil, estabeleça uma relação entre a 1ª coluna (combustíveis) e a 2ª.

1ª coluna

2ª coluna

1. Etanol hidratado

( ) Menor taxa de compressão (Otto)

2. Gasolina

( ) Éster etílico

3. Biodiesel

( ) Maior número de Octano (líquido)

4. Gás natural veicular (GNV)

( ) Número de Metano

( ) Número de Cetano

( ) Baixa velocidade de propagação da chama

( ) Maior taxa de compressão (Otto)

A sequência correta é

 

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2467027 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia parte de um artigo publicado na revista Diversa, edição de número 17, de autoria de Ana Rita Araújo.

A onipresença do urbano

Final de semana de sol. O homem resolve fugir da agitação da cidade e dirige por estradas de terra, vê árvores, casas esparsas ao longe, horizonte sem prédios. Finalmente chega ao hotel-fazenda, onde poderá andar a cavalo, tomar banho de cachoeira e, de quebra, checar seus e-mails sob as árvores, ouvindo o canto dos pássaros. Ele saiu da cidade, mas não se dá conta de que está mergulhado no urbano, ambiente que perpassa todo o espaço social contemporâneo, no dizer do pesquisador Roberto Luís de Melo Monte-Mór, também professor do Núcleo de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Para Monte-Mór, o urbano não é adjetivo de cidade, mas um novo substantivo que surgiu com características próprias. É esse “tecido” que nasce nas cidades e se estende para além delas. “O urbano aparece como um terceiro elemento que engloba cidade e campo, mas não se confunde com nenhum dos dois, porque possui características que ambos, isoladamente, não têm”, afirma. Inclui, por exemplo, condomínios fechados, hotéis-fazenda, luz elétrica, sistema viário e telefonia, além de condições de produção e de consumo que eram próprias da cidade.

Pressionado por essa configuração social, o que restou do campo está diante de duas opções: “Ou se industrializa ou se urbaniza”, decreta Monte-Mór. Na primeira hipótese, passa a se subordinar a uma lógica típica da produção industrial e do agronegócio, regida pelo grande capital. A segunda opção inclui os sítios de lazer e as atividades do pequeno produtor que trabalha sem a perspectiva de enriquecer, mas quer garantir aos filhos aquilo que já possui. “Fazem parte do que se tem chamado do 'novo rural' as pousadas, casas de campo, segunda residência ou até aqueles que se mudam para regiões ditas rurais, mas que na verdade são uma clara extensão do urbano”, enumera Monte-Mór.

Coexistência

Os dois caminhos – urbanização e industrialização –, no entanto, não são antagônicos. “Em muitas situações eles coexistem, até porque na grande produção agrícola muitas vezes a mão de obra vem desses bolsões de pequenos produtores. Mas tende a haver sempre um embate, posto com muita força pela questão ambiental”, alerta o pesquisador. Se as atividades classificadas como urbanização têm compromisso com as condições de vida, já que dependem da preservação do meio ambiente, a industrialização utiliza os recursos naturais apenas para viabilizar a produção.

A entrada do urbano em cena, na década de 1970, também redefine as cidades, pois permite a emergência de uma metrópole diferente daquela moderna e industrial que conhecemos. “É uma metrópole muito mais fragmentada e estendida, onde a necessidade de outras centralidades se faz necessária”, explica o professor. Belo Horizonte vive hoje um processo que bem exemplifica as reflexões de Monte-Mór. A transferência do centro administrativo do governo estadual para uma das regiões mais pobres da cidade e, no outro extremo, a expansão de espaços de galerias de arte e a instalação do Instituto Cultural Inhotim abrem novas fronteiras e permitem à população deslocamentos diferenciados, para atividades específicas.

Fonte: Disponível em <http://www.ufmg.br/diversa/17>. Acesso em: 04 mar. 2013. (adaptado)

Considere que qualquer uma das versões destacadas a seguir poderia ser a frase que, coesa e coerentemente, encerraria o texto, numa espécie de síntese do que defende o Prof. Monte-Mór.

Desse modo,emfunção da onipresença do urbano, o campo e a cidade.

Desse modo, em função da onipresença do urbano, não só o campo mas também a cidade são .

Desse modo, em função da onipresença do urbano, tanto o campo quanto a cidade .

Levando em conta a coerência do texto e as normas gramaticais, a sequência correta é

 

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2466199 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Observe:

Enunciado 3044260-1

Quais os valores das medições do paquímetro e do micrômetro representados nas figuras?

 

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2466043 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia parte de um artigo publicado na revista Diversa, edição de número 17, de autoria de Ana Rita Araújo.

A onipresença do urbano

Final de semana de sol. O homem resolve fugir da agitação da cidade e dirige por estradas de terra, vê árvores, casas esparsas ao longe, horizonte sem prédios. Finalmente chega ao hotel-fazenda, onde poderá andar a cavalo, tomar banho de cachoeira e, de quebra, checar seus e-mails sob as árvores, ouvindo o canto dos pássaros. Ele saiu da cidade, mas não se dá conta de que está mergulhado no urbano, ambiente que perpassa todo o espaço social contemporâneo, no dizer do pesquisador Roberto Luís de Melo Monte-Mór, também professor do Núcleo de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Para Monte-Mór, o urbano não é adjetivo de cidade, mas um novo substantivo que surgiu com características próprias. É esse “tecido” que nasce nas cidades e se estende para além delas. “O urbano aparece como um terceiro elemento que engloba cidade e campo, mas não se confunde com nenhum dos dois, porque possui características que ambos, isoladamente, não têm”, afirma. Inclui, por exemplo, condomínios fechados, hotéis-fazenda, luz elétrica, sistema viário e telefonia, além de condições de produção e de consumo que eram próprias da cidade.

Pressionado por essa configuração social, o que restou do campo está diante de duas opções: “Ou se industrializa ou se urbaniza”, decreta Monte-Mór. Na primeira hipótese, passa a se subordinar a uma lógica típica da produção industrial e do agronegócio, regida pelo grande capital. A segunda opção inclui os sítios de lazer e as atividades do pequeno produtor que trabalha sem a perspectiva de enriquecer, mas quer garantir aos filhos aquilo que já possui. “Fazem parte do que se tem chamado do 'novo rural' as pousadas, casas de campo, segunda residência ou até aqueles que se mudam para regiões ditas rurais, mas que na verdade são uma clara extensão do urbano”, enumera Monte-Mór.

Coexistência

Os dois caminhos – urbanização e industrialização –, no entanto, não são antagônicos. “Em muitas situações eles coexistem, até porque na grande produção agrícola muitas vezes a mão de obra vem desses bolsões de pequenos produtores. Mas tende a haver sempre um embate, posto com muita força pela questão ambiental”, alerta o pesquisador. Se as atividades classificadas como urbanização têm compromisso com as condições de vida, já que dependem da preservação do meio ambiente, a industrialização utiliza os recursos naturais apenas para viabilizar a produção.

A entrada do urbano em cena, na década de 1970, também redefine as cidades, pois permite a emergência de uma metrópole diferente daquela moderna e industrial que conhecemos. “É uma metrópole muito mais fragmentada e estendida, onde a necessidade de outras centralidades se faz necessária”, explica o professor. Belo Horizonte vive hoje um processo que bem exemplifica as reflexões de Monte-Mór. A transferência do centro administrativo do governo estadual para uma das regiões mais pobres da cidade e, no outro extremo, a expansão de espaços de galerias de arte e a instalação do Instituto Cultural Inhotim abrem novas fronteiras e permitem à população deslocamentos diferenciados, para atividades específicas.

Fonte: Disponível em <http://www.ufmg.br/diversa/17>. Acesso em: 04 mar. 2013. (adaptado)

No parágrafo de abertura do texto, o agente que transita entre a agitação da cidade e o ambiente escolhido para seu lazer é apresentado como O homem , uma referência genérica ao ser humano. Uma referência mais específica desse agente e coerente com o tema desenvolvido ao longo do texto é

 

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