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Foram encontradas 50 questões.

2468594 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Considere as seguintes afirmações sobre a reaçãoemcadeia da polimerase:

I - A reação em cadeia da polimerase não pode ser utilizada para amostras que contenham DNA em concentração menor que 10 microgramas por microlitro.

II - O resultado final da reação em cadeia da polimerase é a amplificação total do DNA da amostra em investigação.

III - Desoxirribonucleotídeos trifosfatados, primers e TAQ polimerase são componentes típicos das reações em cadeia da polimerase.

Está(ão) correta(s)

 

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2467934 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Uma solução tampão é formada por 12 gramas de cloreto de potássio (!$ KC \ell !$) em um litro de água. A concentração dessa solução é igual a 6,0 gramas. Em percentual, qual amassa de !$ KC \ell !$ contida em100mLde solução?

 

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2467884 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Analise as afirmativas a seguir.

I - Algumas espécies produzem sementes em cones e estróbilos.
II -Em algumas espécies, os caules crescem em diâmetro por ação do floema e xilema secudários.
III -Apresentam xilema com células especializadas, denominadas elementos de vaso, cuja função é transportar água.

Assinale a resposta correta.

 

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2467450 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Numere a 2ª coluna de acordo com a 1ª, considerando a classificação das funções biológicas das proteínas.

1ª coluna

2ª coluna

1. Proteínas contráteis

( ) Hemoglobina

2. Proteínas de armazenamento

( ) Actina

3. Proteínas estruturais

( ) Colágeno

4. Proteínas protetoras

( ) Ferritina

5. Proteínas de transporte

( ) Imunoglobulina

A sequência correta é

 

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2467027 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia parte de um artigo publicado na revista Diversa, edição de número 17, de autoria de Ana Rita Araújo.

A onipresença do urbano

Final de semana de sol. O homem resolve fugir da agitação da cidade e dirige por estradas de terra, vê árvores, casas esparsas ao longe, horizonte sem prédios. Finalmente chega ao hotel-fazenda, onde poderá andar a cavalo, tomar banho de cachoeira e, de quebra, checar seus e-mails sob as árvores, ouvindo o canto dos pássaros. Ele saiu da cidade, mas não se dá conta de que está mergulhado no urbano, ambiente que perpassa todo o espaço social contemporâneo, no dizer do pesquisador Roberto Luís de Melo Monte-Mór, também professor do Núcleo de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Para Monte-Mór, o urbano não é adjetivo de cidade, mas um novo substantivo que surgiu com características próprias. É esse “tecido” que nasce nas cidades e se estende para além delas. “O urbano aparece como um terceiro elemento que engloba cidade e campo, mas não se confunde com nenhum dos dois, porque possui características que ambos, isoladamente, não têm”, afirma. Inclui, por exemplo, condomínios fechados, hotéis-fazenda, luz elétrica, sistema viário e telefonia, além de condições de produção e de consumo que eram próprias da cidade.

Pressionado por essa configuração social, o que restou do campo está diante de duas opções: “Ou se industrializa ou se urbaniza”, decreta Monte-Mór. Na primeira hipótese, passa a se subordinar a uma lógica típica da produção industrial e do agronegócio, regida pelo grande capital. A segunda opção inclui os sítios de lazer e as atividades do pequeno produtor que trabalha sem a perspectiva de enriquecer, mas quer garantir aos filhos aquilo que já possui. “Fazem parte do que se tem chamado do 'novo rural' as pousadas, casas de campo, segunda residência ou até aqueles que se mudam para regiões ditas rurais, mas que na verdade são uma clara extensão do urbano”, enumera Monte-Mór.

Coexistência

Os dois caminhos – urbanização e industrialização –, no entanto, não são antagônicos. “Em muitas situações eles coexistem, até porque na grande produção agrícola muitas vezes a mão de obra vem desses bolsões de pequenos produtores. Mas tende a haver sempre um embate, posto com muita força pela questão ambiental”, alerta o pesquisador. Se as atividades classificadas como urbanização têm compromisso com as condições de vida, já que dependem da preservação do meio ambiente, a industrialização utiliza os recursos naturais apenas para viabilizar a produção.

A entrada do urbano em cena, na década de 1970, também redefine as cidades, pois permite a emergência de uma metrópole diferente daquela moderna e industrial que conhecemos. “É uma metrópole muito mais fragmentada e estendida, onde a necessidade de outras centralidades se faz necessária”, explica o professor. Belo Horizonte vive hoje um processo que bem exemplifica as reflexões de Monte-Mór. A transferência do centro administrativo do governo estadual para uma das regiões mais pobres da cidade e, no outro extremo, a expansão de espaços de galerias de arte e a instalação do Instituto Cultural Inhotim abrem novas fronteiras e permitem à população deslocamentos diferenciados, para atividades específicas.

Fonte: Disponível em <http://www.ufmg.br/diversa/17>. Acesso em: 04 mar. 2013. (adaptado)

Considere que qualquer uma das versões destacadas a seguir poderia ser a frase que, coesa e coerentemente, encerraria o texto, numa espécie de síntese do que defende o Prof. Monte-Mór.

Desse modo,emfunção da onipresença do urbano, o campo e a cidade.

Desse modo, em função da onipresença do urbano, não só o campo mas também a cidade são .

Desse modo, em função da onipresença do urbano, tanto o campo quanto a cidade .

Levando em conta a coerência do texto e as normas gramaticais, a sequência correta é

 

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2466317 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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A aneuploidia é uma condição em que um ou mais cromossomos encontram-se ausentes ou em excesso.Um exemplo é a Trissomia (2n + 1), a presença de três ao invés de dois cromossomos homólogos. Nas alternativas a seguir, assinale a síndrome autossômica que se apresenta com seu respectivo par.

 

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2466044 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Considere as seguintes afirmações:

I -Vidros quebrados devem ser descartados em recipientes apropriados.

II - Os resíduos de solventes devem ser colocados em frascos apropriados para descarte, frascos esses devidamente rotulados.

III - Para o descarte de animais de pequeno porte, eles, devidamente embalados e identificados de acordo com as normas de biossegurança existentes, devem ser enviados a fornos crematórios.

IV -Os resíduos aquosos ácidos ou básicos não necessitam ser neutralizados antes do descarte.

Está(ão) correta(s)

 

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2466043 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia parte de um artigo publicado na revista Diversa, edição de número 17, de autoria de Ana Rita Araújo.

A onipresença do urbano

Final de semana de sol. O homem resolve fugir da agitação da cidade e dirige por estradas de terra, vê árvores, casas esparsas ao longe, horizonte sem prédios. Finalmente chega ao hotel-fazenda, onde poderá andar a cavalo, tomar banho de cachoeira e, de quebra, checar seus e-mails sob as árvores, ouvindo o canto dos pássaros. Ele saiu da cidade, mas não se dá conta de que está mergulhado no urbano, ambiente que perpassa todo o espaço social contemporâneo, no dizer do pesquisador Roberto Luís de Melo Monte-Mór, também professor do Núcleo de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Para Monte-Mór, o urbano não é adjetivo de cidade, mas um novo substantivo que surgiu com características próprias. É esse “tecido” que nasce nas cidades e se estende para além delas. “O urbano aparece como um terceiro elemento que engloba cidade e campo, mas não se confunde com nenhum dos dois, porque possui características que ambos, isoladamente, não têm”, afirma. Inclui, por exemplo, condomínios fechados, hotéis-fazenda, luz elétrica, sistema viário e telefonia, além de condições de produção e de consumo que eram próprias da cidade.

Pressionado por essa configuração social, o que restou do campo está diante de duas opções: “Ou se industrializa ou se urbaniza”, decreta Monte-Mór. Na primeira hipótese, passa a se subordinar a uma lógica típica da produção industrial e do agronegócio, regida pelo grande capital. A segunda opção inclui os sítios de lazer e as atividades do pequeno produtor que trabalha sem a perspectiva de enriquecer, mas quer garantir aos filhos aquilo que já possui. “Fazem parte do que se tem chamado do 'novo rural' as pousadas, casas de campo, segunda residência ou até aqueles que se mudam para regiões ditas rurais, mas que na verdade são uma clara extensão do urbano”, enumera Monte-Mór.

Coexistência

Os dois caminhos – urbanização e industrialização –, no entanto, não são antagônicos. “Em muitas situações eles coexistem, até porque na grande produção agrícola muitas vezes a mão de obra vem desses bolsões de pequenos produtores. Mas tende a haver sempre um embate, posto com muita força pela questão ambiental”, alerta o pesquisador. Se as atividades classificadas como urbanização têm compromisso com as condições de vida, já que dependem da preservação do meio ambiente, a industrialização utiliza os recursos naturais apenas para viabilizar a produção.

A entrada do urbano em cena, na década de 1970, também redefine as cidades, pois permite a emergência de uma metrópole diferente daquela moderna e industrial que conhecemos. “É uma metrópole muito mais fragmentada e estendida, onde a necessidade de outras centralidades se faz necessária”, explica o professor. Belo Horizonte vive hoje um processo que bem exemplifica as reflexões de Monte-Mór. A transferência do centro administrativo do governo estadual para uma das regiões mais pobres da cidade e, no outro extremo, a expansão de espaços de galerias de arte e a instalação do Instituto Cultural Inhotim abrem novas fronteiras e permitem à população deslocamentos diferenciados, para atividades específicas.

Fonte: Disponível em <http://www.ufmg.br/diversa/17>. Acesso em: 04 mar. 2013. (adaptado)

No parágrafo de abertura do texto, o agente que transita entre a agitação da cidade e o ambiente escolhido para seu lazer é apresentado como O homem , uma referência genérica ao ser humano. Uma referência mais específica desse agente e coerente com o tema desenvolvido ao longo do texto é

 

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2465902 Ano: 2013
Disciplina: Biologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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As vitaminas são de grande importância para nossa saúde. As vitaminas lipossolúveis se constituem de moléculas apolares hidrofóbicas, não podem ser sintetizadas em quantidades adequadas pelo organismo, devendo, portanto, ser fornecidas pela alimentação.

Assinale verdadeira (V) ou falsa (F)em cada uma das alternativas sobre essas vitaminas.

( ) Sintomas de deficiência da vitamina A causam patologias, como o escorbuto.
( ) A vitamina A apresenta uma pró-vitamina, o betacaroteno.
( ) A vitamina D é representada pelos esteroides que ocorrem somente em animais.
( ) A absorção ativa de gorduras promove a absorção de vitamina E.
( ) A vitamina E parece ser o antioxidante natural mais importante dentre as vitaminas.

A sequência correta é

 

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2465860 Ano: 2013
Disciplina: Segurança e Saúde no Trabalho (SST)
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Considere os seguintes símbolos:

Enunciado 3033713-1

Assinale a alternativa correta.

 

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