Magna Concursos

Foram encontradas 50 questões.

2457416 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
Provas:

Complete as lacunas nas sentenças.

Os mancais de , especialmente em altas velocidades, não são tão silenciosos quanto os de .

Os mancais de começam a fazer ruídos, quando uma falha está iminente, enquanto, nos de , isso não ocorre, podendo ocasionar resultados desastrosos.

As folgas nos mancais de têm que ser muito menores que nos de , permitindo com seu uso maior precisão de montagem dos elementos componentes das máquinas.

Assinale a sequência correta.

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2457284 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia parte de um artigo publicado na revista Diversa, edição de número 17, de autoria de Ana Rita Araújo.

A onipresença do urbano

Final de semana de sol. O homem resolve fugir da agitação da cidade e dirige por estradas de terra, vê árvores, casas esparsas ao longe, horizonte sem prédios. Finalmente chega ao hotel-fazenda, onde poderá andar a cavalo, tomar banho de cachoeira e, de quebra, checar seus e-mails sob as árvores, ouvindo o canto dos pássaros. Ele saiu da cidade, mas não se dá conta de que está mergulhado no urbano, ambiente que perpassa todo o espaço social contemporâneo, no dizer do pesquisador Roberto Luís de Melo Monte-Mór, também professor do Núcleo de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Para Monte-Mór, o urbano não é adjetivo de cidade, mas um novo substantivo que surgiu com características próprias. É esse “tecido” que nasce nas cidades e se estende para além delas. “O urbano aparece como um terceiro elemento que engloba cidade e campo, mas não se confunde com nenhum dos dois, porque possui características que ambos, isoladamente, não têm”, afirma. Inclui, por exemplo, condomínios fechados, hotéis-fazenda, luz elétrica, sistema viário e telefonia, além de condições de produção e de consumo que eram próprias da cidade.

Pressionado por essa configuração social, o que restou do campo está diante de duas opções: “Ou se industrializa ou se urbaniza”, decreta Monte-Mór. Na primeira hipótese, passa a se subordinar a uma lógica típica da produção industrial e do agronegócio, regida pelo grande capital. A segunda opção inclui os sítios de lazer e as atividades do pequeno produtor que trabalha sem a perspectiva de enriquecer, mas quer garantir aos filhos aquilo que já possui. “Fazem parte do que se tem chamado do 'novo rural' as pousadas, casas de campo, segunda residência ou até aqueles que se mudam para regiões ditas rurais, mas que na verdade são uma clara extensão do urbano”, enumera Monte-Mór.

Coexistência

Os dois caminhos – urbanização e industrialização –, no entanto, não são antagônicos. “Em muitas situações eles coexistem, até porque na grande produção agrícola muitas vezes a mão de obra vem desses bolsões de pequenos produtores. Mas tende a haver sempre um embate, posto com muita força pela questão ambiental”, alerta o pesquisador. Se as atividades classificadas como urbanização têm compromisso com as condições de vida, já que dependem da preservação do meio ambiente, a industrialização utiliza os recursos naturais apenas para viabilizar a produção.

A entrada do urbano em cena, na década de 1970, também redefine as cidades, pois permite a emergência de uma metrópole diferente daquela moderna e industrial que conhecemos. “É uma metrópole muito mais fragmentada e estendida, onde a necessidade de outras centralidades se faz necessária”, explica o professor. Belo Horizonte vive hoje um processo que bem exemplifica as reflexões de Monte-Mór. A transferência do centro administrativo do governo estadual para uma das regiões mais pobres da cidade e, no outro extremo, a expansão de espaços de galerias de arte e a instalação do Instituto Cultural Inhotim abrem novas fronteiras e permitem à população deslocamentos diferenciados, para atividades específicas.

Fonte: Disponível em <http://www.ufmg.br/diversa/17>. Acesso em: 04 mar. 2013. (adaptado)

Caso a oração que inicia o último parágrafo fosse redigida na voz passiva, teria a seguinte expressão:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2457015 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
Provas:

Um engenheiro projetista calculou que é requerido um trabalho de 50 J/kg para que uma bomba hidráulica forneça uma vazão de 2160m3 /h de umfluido com densidade de 1200 kg/m3 para uma determinada aplicação. Qual a potência mínima teórica necessária ao acionamento da bomba hidráulica?

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2456399 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia parte de um artigo publicado na revista Diversa, edição de número 17, de autoria de Ana Rita Araújo.

A onipresença do urbano

Final de semana de sol. O homem resolve fugir da agitação da cidade e dirige por estradas de terra, vê árvores, casas esparsas ao longe, horizonte sem prédios. Finalmente chega ao hotel-fazenda, onde poderá andar a cavalo, tomar banho de cachoeira e, de quebra, checar seus e-mails sob as árvores, ouvindo o canto dos pássaros. Ele saiu da cidade, mas não se dá conta de que está mergulhado no urbano, ambiente que perpassa todo o espaço social contemporâneo, no dizer do pesquisador Roberto Luís de Melo Monte-Mór, também professor do Núcleo de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Para Monte-Mór, o urbano não é adjetivo de cidade, mas um novo substantivo que surgiu com características próprias. É esse “tecido” que nasce nas cidades e se estende para além delas. “O urbano aparece como um terceiro elemento que engloba cidade e campo, mas não se confunde com nenhum dos dois, porque possui características que ambos, isoladamente, não têm”, afirma. Inclui, por exemplo, condomínios fechados, hotéis-fazenda, luz elétrica, sistema viário e telefonia, além de condições de produção e de consumo que eram próprias da cidade.

Pressionado por essa configuração social, o que restou do campo está diante de duas opções: “Ou se industrializa ou se urbaniza”, decreta Monte-Mór. Na primeira hipótese, passa a se subordinar a uma lógica típica da produção industrial e do agronegócio, regida pelo grande capital. A segunda opção inclui os sítios de lazer e as atividades do pequeno produtor que trabalha sem a perspectiva de enriquecer, mas quer garantir aos filhos aquilo que já possui. “Fazem parte do que se tem chamado do 'novo rural' as pousadas, casas de campo, segunda residência ou até aqueles que se mudam para regiões ditas rurais, mas que na verdade são uma clara extensão do urbano”, enumera Monte-Mór.

Coexistência

Os dois caminhos – urbanização e industrialização –, no entanto, não são antagônicos. “Em muitas situações eles coexistem, até porque na grande produção agrícola muitas vezes a mão de obra vem desses bolsões de pequenos produtores. Mas tende a haver sempre um embate, posto com muita força pela questão ambiental”, alerta o pesquisador. Se as atividades classificadas como urbanização têm compromisso com as condições de vida, já que dependem da preservação do meio ambiente, a industrialização utiliza os recursos naturais apenas para viabilizar a produção.

A entrada do urbano em cena, na década de 1970, também redefine as cidades, pois permite a emergência de uma metrópole diferente daquela moderna e industrial que conhecemos. “É uma metrópole muito mais fragmentada e estendida, onde a necessidade de outras centralidades se faz necessária”, explica o professor. Belo Horizonte vive hoje um processo que bem exemplifica as reflexões de Monte-Mór. A transferência do centro administrativo do governo estadual para uma das regiões mais pobres da cidade e, no outro extremo, a expansão de espaços de galerias de arte e a instalação do Instituto Cultural Inhotim abrem novas fronteiras e permitem à população deslocamentos diferenciados, para atividades específicas.

Fonte: Disponível em <http://www.ufmg.br/diversa/17>. Acesso em: 04 mar. 2013. (adaptado)

De acordo com o texto,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2455960 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
Provas:

Para responder a questão, devem ser considerados os diagramas apresentados nas figuras 2A e 2B que representam os ciclos de funcionamento de motores de combustão interna (diagramas p x V).

Enunciado 2809661-1

Os ciclos representados nas figuras 2A e 2B referem-se, respectivamente, a

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2455846 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
Provas:

Utilize as tabelas 2 e 3 para responder a questão.

Enunciado 2807892-1

A pressão média efetiva característica do motor da tabela é, aproximadamente,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2455544 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
Provas:

Utilize as tabelas 2 e 3 para responder a questão.

Enunciado 2803008-1

Para que seja possível a transformação de um motor de 4 cilindros, originalmente multicombustível (flex), em um motor que deve operar com gás natural, de forma otimizada, um engenheiro foi designado para obter alguns dados construtivos do motor que são parâmetros fundamentais de projeto.As tabelas 2 e 3 apresentam os dados obtidos nas medições realizadas. Considere !$ \pi !$= 3,14.

A determinação da duração do comando de válvulas (exatamente) e o cálculo da potência específica (aproximadamente) resultaram, respectivamente,em

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2455475 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
Provas:

As cartas psicrométricas são muito utilizadas nas aplicações de condicionamento de ar. Utilizando a carta apresentada na Figura 5 (adaptada), considere as condições do ar nos pontos 1 e 2 para responder a questão.

Enunciado 2801750-1

A mudança de estado representada pelo processo Enunciado 2801750-2, realizada na serpentina de um condicionador de ar, trata-se de

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2455370 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
Provas:

As cartas psicrométricas são muito utilizadas nas aplicações de condicionamento de ar. Utilizando a carta apresentada na Figura 5 (adaptada), considere as condições do ar nos pontos 1 e 2 para responder a questão.

Enunciado 2800151-1

As temperaturas do ponto de orvalho (tpo) para as condições representadas pelos pontos 1 e 2 são, respectivamente,

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2455083 Ano: 2013
Disciplina: Engenharia Mecânica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
Provas:

Necessita-se conhecer a pressão interna do reservatório na Figura 1. Um manômetro de coluna fornece uma medição representada por um desnível h de 50 cm. A densidade do fluido manométrico é 900 kg/m3 e a aceleração da gravidade local é 10 m/s2 . Considere a pressão barométrica local igual a 100 kPa.

Enunciado 2795677-1

A alternativa que apresenta os valores corretos para as pressões manométrica e absoluta, respectivamente, é

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas