Foram encontradas 50 questões.
As atividades de Laboratório com agentes potencialmente infecciosos, que podem causar enfermidades sérias ou potencialmente letais como resultado de uma exposição, exigem determinadas condições dos indivíduos e de manejos dos agentes pelos laboratórios. Entre as afirmações a seguir, assinale a que NÃO atende às necessidades de controle:
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Na gênese das doenças pulmonares relacionadas ao trabalho, os aerossóis sólidos com diâmetro aerodinâmico inferior a 10 μm constituem a fração
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A elaioconiose é uma doença relacionada ao trabalho em decorrência da exposição ocupacional
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Com relação aos procedimentos indicados no manejo de acidentes com material biológico, em caso de exposição acidental, as alternativas que seguem são essenciais no adequado controle e orientação dos pacientes, EXCETO:
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Para a abordagem e aplicação do nexo técnico epidemiológico previdenciário, quando a razão de chances calculada for inferior a um,
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Clorofos, clorpirifos, diclorvos, fention e malation são organofosforados que têm sido associados com a
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Para responder a questão, leia o texto que apresenta concisamente um dos artigos encontrados na edição eletrônica da revista Ciência & Ambiente número 37. A sinopse se refere ao artigo do professor Ronai Pires da Rocha.
TEXTO 02
AUTOMOBILISMO
QUAL USO, QUAL SIGNIFICADO?
O automóvel se diz de muitos modos. Em pouco mais de cem anos, deixou de ser uma invenção intrigante para se transformar em um dos eixos da economia e da vida nas cidades; passou a ser uma fonte de facilidades para a vida cotidiana, mas também a causa dos mais variados transtornos. O automóvel transformou-se, sob certo ponto de vista, em uma forma dominante de vida e o centro de uma terceira guerra mundial nunca declarada, como diz o poeta Heathcote Williams, no Autogeddon; de um lado, o carro drena as energias da Terra e deforma as cidades; de outro, transforma as relações do homem com o espaço e o tempo de uma forma aparentemente irreversível, já que as necessidades humanas de transporte individual parecem ser incontornáveis. Pensar o automóvel, no entanto, não é uma tarefa simples, dada a natureza do próprio objeto, que mistura em si natureza e cultura, necessidade e desejo, economia e arte. No automóvel, encontramos não apenas toda sorte de fetichismo, mas também todo tipo de consequências, que vão desde sua possível influência no feminismo até novas formas de engajamento político. Daí a complexidade de compreendermos adequadamente seus usos e significados.
Disponível em: <http://w3.ufsm.br/reciam/resenha.php?IDResenha=385>. Acesso em 18\08\2013.
De acordo com a organização estrutural e temática da sinopse, analise as afirmativas apresentadas a seguir.
I. O conteúdo da apresentação cria no leitor a expectativa de que, ao ler o artigo completo, ele encontrará um texto organizado em torno de reflexões sobre a sociedade motorizada.
II. Na tentativa de dar respostas aos questionamentos declarados no título, o autor defende uma abordagem plural para o significado de automóvel.
III. Embora aborde um tema familiar à maioria dos leitores, o autor, ao final de suas reflexões, declara ser impossível compreender um objeto tão complexo como o automóvel.
Está(ão) correta(s)
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Para responder a questão, leia parte do editorial A Cidade e o Automóvel, publicado na edição número 37 da revista Ciência & Ambiente. Essa revista é editada em associação com os Centros de Ciências Naturais e Exatas, de Ciências Rurais e de Ciências Sociais e Humanas da UFSM.
TEXTO 01
Ao nos depararmos com imagens de gigantescos engarrafamentos que constrangem as nossas cidades em todos os quadrantes planetários, é impossível não concluirmos que o sonho de liberdade e o desejo de comodidade pessoal, propiciados pelos veículos automotivos na viagem destinada a driblar tempo e espaço, encontram-se sob intenso questionamento. Embora as aspirações individuais sejam legítimas, o primeiro passo concreto, real, para a superação da enorme encrenca em que estamos metidos, parece residir na (re) valorização dos interesses comuns e da solidariedade na construção dos espaços urbanos e de seus múltiplos equipamentos. O primado das formas coletivas e integradas de transporte, sustentado pela inventividade humana e pelos cuidados crescentes com a estabilidade ecológica, pode indicar, em sentido literal, uma saída no fim do túnel. Mas não será fácil. Afinal, quem se habilita a deixar de lado seu reluzente, cômodo e tão sonhado carro?
Assinale verdadeiro (V) ou falso (F) em cada uma das afirmativas sobre a organização linguística do fragmento.
( ) No contexto da frase inicial, o segmento Ao nos depararmos com tem sentido semelhante ao da expressão Diante de.
( ) A locução ainda que manteria a mesma relação de sentido expressa por Embora na articulação do segundo período.
( ) A sequência quem se habilita a é interpretada, no contexto da pergunta formulada no último período, como quem tem capacidade para.
A sequência correta é
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Entra as taxas identificadas a seguir, assinale qual o indicador mais preciso para os “acidentes de trabalho típicos”, considerando-se que este leva em conta o número de horas trabalhadas pelos expostos ao risco de se acidentar no trabalho, ou seja, apenas o período em que o empregado está trabalhando.
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Para responder a questão, leia o texto que apresenta concisamente um dos artigos encontrados na edição eletrônica da revista Ciência & Ambiente número 37. A sinopse se refere ao artigo do professor Ronai Pires da Rocha.
TEXTO 02
AUTOMOBILISMO
QUAL USO, QUAL SIGNIFICADO?
O automóvel se diz de muitos modos. Em pouco mais de cem anos, deixou de ser uma invenção intrigante para se transformar em um dos eixos da economia e da vida nas cidades; passou a ser uma fonte de facilidades para a vida cotidiana, mas também a causa dos mais variados transtornos. O automóvel transformou-se, sob certo ponto de vista, em uma forma dominante de vida e o centro de uma terceira guerra mundial nunca declarada, como diz o poeta Heathcote Williams, no Autogeddon; de um lado, o carro drena as energias da Terra e deforma as cidades; de outro, transforma as relações do homem com o espaço e o tempo de uma forma aparentemente irreversível, já que as necessidades humanas de transporte individual parecem ser incontornáveis. Pensar o automóvel, no entanto, não é uma tarefa simples, dada a natureza do próprio objeto, que mistura em si natureza e cultura, necessidade e desejo, economia e arte. No automóvel, encontramos não apenas toda sorte de fetichismo, mas também todo tipo de consequências, que vão desde sua possível influência no feminismo até novas formas de engajamento político. Daí a complexidade de compreendermos adequadamente seus usos e significados.
Disponível em: <http://w3.ufsm.br/reciam/resenha.php?IDResenha=385>. Acesso em 18\08\2013.
Ao analisar o emprego do advérbio no texto, verifica-se que
I. o seu uso em aparentemente irreversível imprime à declaração um caráter de certeza absoluta na irreversibilidade das transformações provocadas pelo automóvel.
II. a sua colocação entre o verbo e o objeto direto em compreendermos adequadamente seus usos e significados cria condições para o emprego da vírgula.
III. o sufixo -mente auxilia na formação de aparentemente e adequadamente a partir de sua junção com adjetivos, no caso aparente e adequado.
Está(ão) correta(s)
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