Foram encontradas 50 questões.
Na alvenaria estrutural, a presença da verga nas aberturas servem para
I - evitar a concentração de tensões no entorno das aberturas devido ao peso das paredes superiores.
II - absorver tensões horizontais de flexão produzidas pelo vento.
III - evitar que ocorram recalques diferenciais na construção.
IV - absorver as variações de temperatura devido ao aquecimento e resfriamento da parede.
Está(ão) corretas)
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Sobre as estruturas em madeira, considere as alternativas:
I- A resistência à tração normal às fibras da madeira é menor que a resistência à compressão normal.
II - A densidade aparente é uma relação entre o volume e a massa do corpo de prova a 18% de umidade.
III - Uma viga em madeira biapoiada, com uma carga uniformemente distribuída, produzirá as seguintes tensões no meio do vão: tração paralela às fibras, compressão normal e cisalhamento paralelo às fibras.
Está(ão) correta(s)
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Em casos excepcionais, quando não for possível executar a descarga de materiais de construção ou de entulho diretamente dentro do canteiro de obras, pode-se
I - descarregar o material sobre o passeio público, para posterior transporte ao interior do canteiro.
II - permanecer no passeio por, no máximo, 36 horas.
III - permanecer no passeio por, no máximo, 48 horas.
IV - permanecer no passeio sem impedir o trânsito de pedestres.
Está(ão) correta(s)
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
A cidade em crise
Carlos Antônio Leite Brandão*
Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publicaI). E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para que se implementem ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.
Essa crise foi longamente germinada e é intrínseca à própria formação das sociedades modernas e se traduz na progressiva restrição do espaço público. Diariamente, vemos pessoas reclamarem dos prejuízos causados à qualidade de seu meio ambiente particular, como a inserção de um poste, a derrubada de uma árvore, a falta de segurança no bairro, o excesso de ruído, a poluição ou a mudança no fluxo viário em seus arredores. Tais reclamações são válidas, mas cumpre verificar com que caráter o problema da qualidade de vida comparece nelas: são desconfortos sentidos apenas na medida em que interferem no espaço particular do reclamante.
O cidadão, figura central do movimento da pólis, também estáII) se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor. É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.
A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamosIII), mais do que tudo, “privados” de liberdade.
Liberdade não é prolongar para o público aquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas ter a possibilidade de dar um destino público às nossas ações e desenvolver plenamente as nossas potencialidades na medida em que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.
* Professor de História da Arquitetura da UFMG.
Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>. Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)
Analise as afirmativas com hipóteses de uso do travessão no texto e os efeitos produzidos com esse emprego.
I - Em “promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica”, a substituição da vírgula pelo travessão destacaria a expressão em latim cujo significado é um dos conceitos-chave do texto.
II - Em “ O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está (...)”, a substituição das vírgulas pelos travessões enfatizaria uma avaliação negativa sobre o referente central do texto.
III - Em “habitamos não cidades, espaços privados onde estamos (...)”, a substituição da vírgula pelo travessão destacaria uma definição baseada em características físicas do referente.
Está(ão) correta(s) a(s) hipótese(s) apresentada(s) em:
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Pode ser concedido Habite-se parcial nas edificações multifamiliares ou mistas quando
I - as unidades autônomas estiverem concluídas.
II - os acessos e as circulações a essas unidades estiverem concluídos.
III - for anexado à solicitação o Alvará de Licença.
IV - houver a Certidão de Vistoria Sanitária.
Está(ão) correta(s)
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- Engenharia e AgronomiaCONFEAResolução CONFEA 1.010/2005: Regulamentação Atribuição de Títulos Profissionais
A Resolução N°. 1010 de 22 de agosto de 2005 do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia, para efeito de fiscalização do exercício das profissões inseridas no Sistema CONFEA/CREA, estabelece normas que flexibilizam a atribuição de títulos profissionais, atividades e competências no âmbito da atuação profissional. A Resolução define que os CREAs devem
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De acordo com a legislação municipal, NÃO é de responsabilidade do Poder Executivo Municipal
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Quanto ao concreto e à argamassa, considere as alternativas:
I - A exsudação é um fenômeno relacionado à capacidade de retenção de água por parte do concreto, afetando as propriedades superficiais. Pode ser identificada pelo aparecimento de um filme de água logo após a pega do concreto.
II - A condensação de água no concreto é um fenômeno relacionado com a permeabilidade ao vapor de água, podendo produzir patologias nas estruturas de concreto, como fissurações e bolor.
III - A permeabilidade à água é um fenômeno relacionado com a porosidade do concreto, e sua magnitude independe de o poro apresentar continuidade.
Está(ão) correta(s)
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Observe a figura:

Para a estrutura em viga acima representada, submetida a uma carga uniforme a partir do pilar P até a ponta do balanço, os trechos onde deverão ser colocadas as armaduras necessárias para absorver os esforços oriundos da flexão são
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
A cidade em crise
Carlos Antônio Leite Brandão*
Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para que se implementem ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.
Essa crise foi longamente germinada e é intrínseca à própria formação das sociedades modernas e se traduz na progressiva restrição do espaço público. Diariamente, vemos pessoas reclamarem dos prejuízos causados à qualidade de seu meio ambiente particular, como a inserção de um poste, a derrubada de uma árvore, a falta de segurança no bairro, o excesso de ruído, a poluição ou a mudança no fluxo viário em seus arredores. Tais reclamações são válidas, mas cumpre verificar com que caráter o problema da qualidade de vida comparece nelas: são desconfortos sentidos apenas na medida em que interferem no espaço particular do reclamante.
O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor. É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.
A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.
Liberdade não é prolongar para o público aquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas ter a possibilidade de dar um destino público às nossas ações e desenvolver plenamente as nossas potencialidades na medida em que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.
* Professor de História da Arquitetura da UFMG.
Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>. Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)
Para responder à questão, considere a frase a seguir, inspirada na parte final do parágrafo.
À medida que aumenta a riqueza de um grupo, mais forte se torna a sua voz.
Na frase, a oração subordinada evidencia que, entre o aumento da riqueza de um grupo e o fortalecimento de sua voz, existe uma relação de
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