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Foram encontradas 50 questões.

628701 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Considerando um circuito RLC formado por um resistor, um indutor e um capacitor associados em série, sendo a associação submetida a uma fonte de tensão alternada V (volts), fazem-se as afirmativas:

I - Na frequência de ressonância do circuito RLC em série, ele é puramente resistivo, e a oposição à passagem da corrente é máxima.

II - Para o circuito RLC em série, abaixo da frequência de ressonância, a impedância é capacitiva (XC > XL ), e a corrente está adiantada em relação à tensão aplicada.

III - Pode-se determinar a frequência fo de ressonância do circuito a partir da igualdade XL = XC , obtendo-se, assim, a equação !$ f_o = { \large 1 \over 2\pi \sqrt {X_L ⋅ X_C}} !$.

Está(ão) correta(s)

 

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Para responder à questão, leia o texto a seguir.

A cidade em crise

Carlos Antônio Leite Brandão*

Talvez ela seja a maior invenção da história, o espaço onde é possível conquistar nossa liberdade e humanidade plenas. Contudo, a cidade encontra-se ameaçada e em vias de ser até mesmo desinventada.

Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para a implantação de ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.

O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor.

É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.

A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.

Liberdade não é o prolongamento para o público daquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas a possibilidade de darmos um destino público às nossas ações e desenvolvermos plenamente as nossas potencialidades na medida que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.

* Professor de História da Arquitetura da UFMG.

Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>.Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)

A questão a seguir se refere ao fragmento em negrito, sua organização linguística e sua relação com o restante do texto.

No fragmento, caso cidade fosse para o plural e a concordância fosse observada, seria(m) pluralizada(s), além desse substantivo, obrigatoriamente,

 

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Para responder à questão, leia o texto a seguir.

A cidade em crise

Carlos Antônio Leite Brandão*

Talvez ela seja a maior invenção da história, o espaço onde é possível conquistar nossa liberdade e humanidade plenas. Contudo, a cidade encontra-se ameaçada e em vias de ser até mesmo desinventada.

Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para a implantação de ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.

O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor.

É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.

A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.

Liberdade não é o prolongamento para o público daquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas a possibilidade de darmos um destino público às nossas ações e desenvolvermos plenamente as nossas potencialidades na medida que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.

* Professor de História da Arquitetura da UFMG.

Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>.Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)

Para responder à questão a seguir, considere as frases a seguir, inspiradas na parte final do texto.

A - À medida que destinamos nosso trabalho ao outro, transcendemos a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.

B - Se destinarmos nosso trabalho ao outro, transcenderemos a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.

Analisando as escolhas linguísticas e a organização das orações nos períodos, percebe-se que, tanto em A quanto em B,

I - o que se declara sobre doação do trabalho e transcendência é apresentado como um fato de realização imediata e certa.

II - o uso da primeira pessoa do plural está evidenciado no verbo e no pronome possessivo.

III - o emprego da vírgula está relacionado com o deslocamento da oração subordinada.

Está(ão) correta(s)

 

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600188 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Assinale a alternativa que identifica a função lógica "Y" realizada pelo circuito da figura a seguir.

Enunciado 600188-1

 

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581498 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Considere um circuito amplificador a transistor de junção bipolar (TJB). Deseja-se que esse circuito atue apenas na região linear das características do TJB. Portanto, deve-se evitar que, durante a polarização do transistor, ele entre nas regiões denominadas

 

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571724 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Analise as seguintes afirmações sobre registradores:

I - Um registrador de entrada serial/saída serial pode ter todos os seus bits mostrados de uma vez.

II - Um registrador de entrada serial/saída paralela pode ter entrada de dados de um bit de cada vez e tem todos os bits de dados disponíveis como saídas.

III - Um registrador de 8 bits necessita de apenas 4 flip-flops do tipo D em sua estrutura.

Está(ão) correta(s)

 

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567664 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Elétrica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Os enrolamentos de um motor elétrico trifásico possuem uma resistência elétrica de 6 ohms e uma reatância indutiva de 8 ohms. Se o motor for ligado em triângulo e for aplicada uma tensão trifásica de 380 volts (rms), a corrente de linha (em ampères) e a potência aparente (em kVA) do motor correspondem, respectivamente, a

 

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Para responder à questão, leia o texto a seguir.

A cidade em crise

Carlos Antônio Leite Brandão*

Talvez ela seja a maior invenção da história, o espaço onde é possível conquistar nossa liberdade e humanidade plenas. Contudo, a cidade encontra-se ameaçada e em vias de ser até mesmo desinventada.

Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para a implantação de ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.

O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor.*)

É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.

A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.

Liberdade não é o prolongamento para o público daquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas a possibilidade de darmos um destino público às nossas ações e desenvolvermos plenamente as nossas potencialidades na medida que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.

* Professor de História da Arquitetura da UFMG.

Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>.Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)

Para responder à questão a seguir, leia atentamente o segundo e terceiro parágrafos.

Compare as afirmativas a seguir com o que se declara a respeito das figuras do cidadão, do contribuinte e do consumidor*.

I - Estão substituindo a figura tanto do contribuinte quanto do consumidor pela figura do cidadão.

II - Tanto a figura do contribuinte quanto a do consumidor estão substituindo a figura do cidadão.

III - A figura do cidadão está sendo substituída pela figura tanto do contribuinte quanto do consumidor.

Qual(is) afirmativa(s) está(ão) DE ACORDO COM o apresentado no texto ?

 

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547348 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Dentre os principais elementos que um sistema de supervisão deve possuir, estão os , que são mensagens de sistema definidas pelo usuário para alertar o operador sobre alguma situação específica.

A alternativa que completa corretamente a lacuna é

 

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545435 Ano: 2014
Disciplina: Engenharia Eletrônica
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Sobre um transistor de junção bipolar (TJB), fazem-se as seguintes afirmativas:

( ) Para que o TJB possa operar como um amplificador na região linear ou ativa, a sua junção basecoletor deve ser polarizada reversamente, enquanto a sua junção base-emissor deve ser polarizada diretamente.

( ) Quando opera como uma chave, o TJB passa rapidamente da região de corte para a de saturação e vice-versa, pois a impedância entre o coletor e o emissor pode ser aproximada como um circuito aberto para a saturação e um curto-circuito para o corte.

( ) Visando a que o TJB opere na região de corte, ambas as junções base-emissor e base-coletor deverão ser polarizadas diretamente, enquanto, para o dispositivo operar na região de saturação, as respectivas junções deverão ser polarizadas reversamente.

( ) Buscando-se a estabilidade da polarização de um circuito amplificador a TJB, deve-se considerar que o ganho Beta e a corrente de saturação inversa (Ico) aumentam com o aumento da temperatura, enquanto a tensão Vbe diminui o seu valor com o aumento da temperatura.

A sequência correta é

 

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