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Um determinado paciente chega ao serviço odontológico referindo dor forte na região da gengiva do elemento 13. Ao exame clínico, constata-se ser o paciente portador de periodontite e, na região vestibular do 13, observa-se a presença de edema que se estende da gengiva queratinizada ao início da mucosa alveolar, com profundidade de sondagem de 10 milímetros na face vestibular e sensibilidade pulpar positiva ao teste frio no referido dente. O diagnóstico clínico mais provável é
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Em uma síntese, o processo final envolve uma separação na qual o produto permanece em solução e o sólido é descartado. Uma maneira eficaz para realizar essa separação, a fim de se obter o produto em solução, é utilizar
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A sequência técnica e o emprego correto dos materiais protetores do complexo dentina-polpa são fundamentais para o sucesso do procedimento de proteção pulpar direta.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência adequada de procedimentos para proteção pulpar direta, considerando o dente livre de tecido cariado e o campo operatório isolado.
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Em uma reação, carbonato de cálcio com 80% de pureza foi dissolvido em ácido clorídrico e foram formados 9,25 g de CaCl2. Que massa de CaCO3, em gramas, foi usada?
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ASSERÇÃO
A hibridização dentinária é um procedimento realizado previamente à aplicação da resina composta e é considerada uma forma de adesão mecânica,
PORQUE
RAZÃO
os polímeros formados pelo sistema adesivo aplicado no tecido dentinário ficam imbricados com as fibras colágenas.
Assinale a alternativa correta.
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
A cidade em crise
Carlos Antônio Leite Brandão*
Talvez ela seja a maior invenção da história, o espaço onde é possível conquistar nossa liberdade e humanidade plenas. Contudo, a cidade encontra-se ameaçada e em vias de ser até mesmo desinventada.
Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para a implantação de ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.
O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor.
É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.
A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.
Liberdade não é o prolongamento para o público daquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas a possibilidade de darmos um destino público às nossas ações e desenvolvermos plenamente as nossas potencialidades na medida que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.
* Professor de História da Arquitetura da UFMG.
Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>.Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)
Para responder à questão a seguir, leia atentamente o segundo e terceiro parágrafos.
Com base na leitura dos dois últimos parágrafos, infere-se que
I - a cidade não pode ser entendida como um espaço físico, pois é um espaço ético.
II - moramos em cidades fictícias, pois habitamos não cidades, lugares privados de liberdade.
III - estamos “privados” de liberdade, pois não damos um destino público às nossas ações.
Está(ão) correta(s)
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Considerando o preparo do dente para uma restauração indireta, assinale a alternativa que apresenta os princípios que determinam o seu projeto e execução.
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Num editor de texto, pode-se adicionar uma planilha eletrônica preexistente usando menu Arquivo e submenu
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Para responder à questão, leia o texto a seguir.
A cidade em crise
Carlos Antônio Leite Brandão*
Os espaços físicos urbanos são, por excelência, do domínio público em que se movimenta a cidade e a sociedade. Isso aponta, de imediato, a necessidade de pensar e promover como seu bem maior a coisa pública, a res publica. E aí repousa, justamente, a maior dificuldade: o domínio público tem perdido seu lugar na sociedade urbana contemporânea. A perda da dimensão pública de nossa existência é o maior desafio enfrentado para que se implementem ações destinadas a preservar a cidade enquanto pólis e urbe.
Essa crise foi longamente germinada e é intrínseca à própria formação das sociedades modernas e se traduz na progressiva restrição do espaço público. Diariamente, vemos pessoas reclamarem dos prejuízos causados à qualidade de seu meio ambiente particular, como a inserção de um poste, a derrubada de uma árvore, a falta de segurança no bairro, o excesso de ruído, a poluição ou a mudança no fluxo viário em seus arredores. Tais reclamações são válidas, mas cumpre verificar com que caráter o problema da qualidade de vida comparece nelas: são desconfortos sentidos apenas na medida em que interferem no espaço particular do reclamante.
O cidadão, figura central do movimento da pólis, também está se perdendo e sendo substituído pela figura do contribuinte e do consumidor. É na condição de contribuinte ou consumidor de serviços, por exemplo, que se reivindica a preservação da qualidade de vida, a obtenção da segurança e o afastamento do jogo político de alguns profissionais da economia informal. Se a qualidade de vida só pode ser requerida pelo contribuinte e consumidor, ela não é comum a todos, mas apenas a um grupo de cidadãos cuja voz é mais forte quanto maior a sua riqueza.
A cidade é mais do que um espaço físico, e o problema da qualidade de vida vai além da questão ambiental. A cidade é um espaço ético. Desenvolver essa noção é o propósito preliminar de um modelo ainda a ser implantado que tem como vértice a educação das pessoas para o agir ético dentro de uma sociedade em que a virtude pública constitui o horizonte privilegiado de nossas visadas. Fisicamente, acreditamos morar em cidades; espiritualmente, habitamos não cidades, espaços privados onde estamos, mais do que tudo, “privados” de liberdade.
Liberdade não é prolongar para o público aquilo que fazemos e desejamos na intimidade, mas ter a possibilidade de dar um destino público às nossas ações e desenvolver plenamente as nossas potencialidades na medida em que as dirigimos à comunidade à qual pertencemos. Isso só é possível quando nosso trabalho escolhe destinar-se ao outro, permitindo-nos transcender a finitude de nossa existência particular e de nossa temporalidade mortal.
* Professor de História da Arquitetura da UFMG.
Fonte: Disponível em: <www.ufmg.br/diversa/17/index.php/aglomerados/a-cidade-em-crise>. Acesso em: 21 mar. 2013. (adaptado)
Com base nas informações contextuais e nas ideias defendidas no texto, percebe-se que
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É um arquivo onde devem ser recolhidos todos os documentos considerados vitais, acumulados através do tempo, os quais, após uma avaliação e seleção prévia, foram encaminhados para guarda e preservação, para fins administrativos e fiscais, por exigências legais e/ou por questões históricas. Que arquivo é esse?
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