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Foram encontradas 50 questões.

949540 Ano: 2016
Disciplina: Museologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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O surgimento dos primeiros museus no Brasil está atrelado à vinda da Família Real portuguesa e ao desenvolvimento dos museus de cunho enciclopédico dedicados à pesquisa, coleta e estudo das coleções de ciências naturais, priorizando os estudos etnográficos, paleontológicos e arqueológicos.

Assinale a alternativa que apresenta os museus criados no século XIX no Brasil.

 

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947012 Ano: 2016
Disciplina: Museologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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No Brasil, a primeira instituição museológica que teve sua trajetória vinculada aos cursos de ensino superior foi o:

 

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941964 Ano: 2016
Disciplina: Museologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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O Observatório de Museus Ibero-americanos, cujo objetivo é conhecer os públicos e desenvolver pesquisas de interesse para o campo dos museus e da Museologia, é uma proposta dos encaminhamentos da

 

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939934 Ano: 2016
Disciplina: Museologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Qual das alternativas a seguir apresenta um princípio básico que norteia as ações da Nova Museologia?

 

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936271 Ano: 2016
Disciplina: Museologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Dentre as atribuições da Profissão de Museólogo definidas pela Lei n. 7.897 de 18 de dezembro de 1984, assinale a afirmativa que NÃO contempla as competências do exercício deste profissional.

 

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936263 Ano: 2016
Disciplina: Museologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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"Os acervos de museus, arquivos e demais tipos de instituições culturais passam a maior parte do tempo em áreas de Reserva Técnica. Por isso, é fundamental que esta área seja projetada, planejada, organizada, monitorada e mantida a partir de princípios, conceitos, modelos e paradigmas da Conservação Preventiva. Do projeto arquitetônico aos programas de controle ambiental (monitoramento do clima, da luz, das pragas); da concepção do mobiliário ao desenho dos invólucros; do acesso à segurança; do manuseio à consulta, todas essas questões devem ser levadas em conta na prática institucional de salvaguarda das coleções”.

Fonte: FRONER, Yacy-Ara. Reserva Técnica.
Belo Horizonte: LACICOR - EBA - UFMG, 2008, p. 3.

A partir dessa citação, assinale verdadeiro (V) ou falso (F) em cada afirmativa a seguir.

( ) Nas instituições adaptadas para serem museus, os espaços indicados para a localização da Reserva Técnica são porões, torres e pátios externos.

( ) A Reserva Técnica é local de armazenamento de acervos museológicos, de acessórios de exposições, caixas ou materiais de embalagem, ferramentas, equipamentos, mobiliário e réplicas.

( ) Na Reserva Técnica não é indicado o uso de desumidificadores e ventiladores.

( ) No momento de definir o espaço da Reserva Técnica é preciso levar em consideração a segurança e o acesso às coleções.

( ) A Reserva Técnica é o local indicado para a realização dos regimes de “quarentena” dos objetos recém-adquiridos ou que foram emprestados para a instituição.

A sequência correta é

 

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931929 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Para responder a questão, considere a frase do escritor português José Saramago e parte de um artigo sobre cidades publicado em uma revista acadêmica brasileira.

“No interior da grande cidade de todos está a cidade pequena em que realmente vivemos.”

(José Saramago)

Apesar de concentrar características execradas pelos seus habitantes, a cidade continua exercendo um grande poder de atração, avalia o professor João Júlio Vitral Amaro, do Departamento de Urbanismo da Escola de Arquitetura da UFMG. Curiosamente, na venda de casas e apartamentos construídos fora da área urbanizada, um dos itens que mais valorizam os imóveis é a vista que eles proporcionam da própria cidade.

“Parece paradoxal, mas não é”, afirma Vitral Amaro. Trata-se, segundo ele, de um certo recuo, mas nunca um abandono da cidade. “A cidade tem esse poder de atração porque é onde melhor administramos o tempo de encontro e o de recuo, uma coisa da própria natureza humana: somos mamíferos, gregários, animais de rebanho, e todo mamífero necessita de uma certa modulação do território, escolhendo as horas de maior ou menor proximidade”, avalia.

A atração exercida pela cidade põe para a sociedade o desafio de encontrar soluções para problemas que crescem junto com a mancha urbana. “O desafio de uma cidade do futuro não é tanto uma reflexão científica, pelo menos não é uma questão de volume de informação ou de conhecimento sobre a cidade”, opina Vitral. Para ele, a cidade que conseguirmos pensar “tem a ver com o tipo de futuro que estamos esperando”. E comenta: “Estamos tão pobres ao pensar o tema cidade, que deixamos a discussão se reduzir ao dilema murar ou não murar favela”. Em sua opinião, a pergunta deveria ser: nós, brasileiros, queremos ter favelas daqui a 50 anos?

Segundo Vitral Amaro, cada povo define para si um futuro, a exemplo do que fez o Brasil na década de 1960, ao construir Brasília. “Naquele momento, enviamos uma mensagem para o futuro.

Hoje é como se o país tivesse se recolhido, e a própria incapacidade de vislumbrar a cidade do futuro reflete essa falta de perspectiva de pensar o próprio futuro como nação”, diz.

Ao refletir sobre os limites da cidade e a construção de muros em favelas no Rio de Janeiro, o professor Cássio Eduardo Viana Hissa, do Departamento de Geografia do Instituto de Geociências da UFMG, afirma que não há e não poderá haver, sobretudo no capitalismo, uma cidade inteira. Segundo ele, a ideia de inteireza não é recortada apenas pelas topografias, edificações e circulação, mas pelas práticas sociais e pelas relações de identidade e de conflito. “Isso significa que há limites nos interiores da cidade. Há cidades na cidade. Para o
cidadão, também, não há uma cidade inteira: há a cidade para ele, que é feita nas relações que estabelece com o mundo urbano, com as pessoas, e através de um experimentar a cidade que ele próprio desenha.”

Hissa afirma que os habitantes interpretam a cidade a partir de paradigmas que lhes interessam porque se referem à história com a qual se identificam. “A interpretação que fazemos da cidade é a de nós mesmos, feita por nós e para o outro. Mas a ciência moderna ainda confia na fidelidade cartesiana das cartografias”, reflete. E diz que a edificação de uma muralha, por exemplo, poderá fazer as pessoas descobrirem que tal recorte existe nelas sem que se deem conta disso. “Desde as cidades medievais até as modernas, as muralhas, os sinais de grafite nos muros, as tintas no asfalto podem mostrar onde começa, termina e para onde segue a nossa cidade e a dos outros. Talvez ainda mais, tal desenho poderá nos dizer algo acerca de nós mesmos no mundo”, sugere.

O fragmento destacado a seguir serve de base para responder a questão.

A atração exercida pela cidade põe para a sociedade o desafio de encontrar soluções para problemas que crescem junto com a mancha urbana.

Coerente com o teor do texto, o segmento para a sociedade poderia ser reescrito como para seus moradores e gestores públicos. Semanticamente, a reescrita apresenta o referente como mais específico, mais delimitado; sintaticamente, a reescrita leva à modificação da expressão verbal

I → põe para pôs, caso se queira projetar a ação como de realização próxima, no futuro.
II → encontrar para encontrarem, caso se queira realçar a ação atribuída ao sujeito do infinitivo.
III → crescem para cresceram, caso se queira estender a ação também ao tempo passado.

Está(ão) correta(s)

 

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931699 Ano: 2016
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Sabe-se que os Princípios Constitucionais da Administração Pública devem reger a atuação dos Poderes Executivo, além dos Poderes Legislativo e Judiciário, quando os mesmos exercem a função administrativa.

Dessa forma, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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928224 Ano: 2016
Disciplina: Museologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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No processo de concepção e planejamento de uma exposição museológica, inicialmente deve-se estabelecer:

 

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927938 Ano: 2016
Disciplina: Museologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Dentro da cadeia operatória da Museologia, a Documentação Museológica se destaca como uma das etapas iniciais do processo de musealização: identificando, registrando, organizando e controlando a trajetória do objeto a partir do momento em que ele passa a fazer parte do museu.

Fonte: CÂNDIDO, Maria Inês. Documentação museológica. In: Caderno
de diretrizes museológicas I. Belo Horizonte: Secretaria do Estado
da Cultura/Superintendência de Museus, 2002. (Adaptado)

Em relação ao processo de marcação que deve ser realizado nos objetos museológicos, assinale a alternativa INCORRETA.

 

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