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691728 Ano: 2018
Disciplina: Química
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Em relação à limpeza e utilização de equipamentos e vidrarias de uso laboratorial, considere as afirmativas a seguir.

I → A limpeza das centrífugas é importante para minimizar a propagação de agentes infecciosos.

II → Na preparação de soluções ácidas para lavagem, o ácido deve ser adicionado lentamente sobre a água.

III→Os frascos volumétricos devemser usados com soluções equilibradas na temperatura ambiente.

Está(ão) correta(s)

 

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667574 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Assinale a alternativa correta em relação ao Delirium.

 

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639832 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

Futuro: pacientes serão 'médicos deles mesmos', aponta neurologista
Entenda como a medicina está evoluindo em tecnologia e tratamentos

Enunciado 639832-1

Com avanços das tecnologias voltadas à medicina,
expectativa de vida pode chegar a mais de 150 anos

Qual é o limite da longevidade humana? Para alguns futuristas e entusiastas, a primeira pessoa que viverá até os 150 anos já nasceu. Outros vão ainda mais longe nas previsões: Ray Kurzweil, o cientista e autor do livro "A Singularidade está próxima" (ainda sem tradução para o português), prevê que a expansão exponencial de novas soluções elevará a expectativa de vida de maneira radical, chegando a mil anos.

Um dos principais fatores que aponta esta transformação na relação com a vida é a medicina de precisão. Diferentemente do enfoque dado atualmente, em que a doença está no centro da questão, essa outra linha visa aumentar a saúde e o bem-estar do paciente. A prática começa com a observação da constituição genética, entendendo que cada indivíduo é único e, portanto, responde de maneira diferente aos tratamentos.

A medicina tradicional é reativa. Espera a doença para poder agir. Já a medicina do futuro é proativa. É a medicina dos cinco "Ps": preventiva, preditiva, proativa, personalizada e parceira, explica Pedro Schestatsky, professor de neurologia da UFRGS e especialista em medicina de precisão.

Com isso, a relação médico-paciente também mudará, opina Schestatsky. Com acesso às muitas informações sobre o seu corpo, cada um poderá tomar decisões e diagnosticar sintomas. O médico reforça que não haverá uma substituição do profissional da saúde, mas uma mudança de comportamento:

— A tecnologia não vai substituir o médico e, sim, empoderá-lo. Assim como o paciente, que passa a ser médico dele mesmo. A tecnologia vai resolver as limitações da medicina, que hoje cresce de maneira linear. O médico se tornará um parceiro mais do que uma autoridade.

Fonte: Jornal Zero Hora, Informe Comercial, edição de 07/04/18, p.7. (Adaptado)

Para responder a questão, considere o fragmento em destaque.

— A tecnologia não vai substituir o médico e, sim, empoderá-lo. Assim como o paciente, que passa a ser médico dele mesmo. A tecnologia vai resolver as limitações da medicina, que hoje cresce de maneira linear.

Considere que, no fragmento, a terceira frase fosse reescrita como:

As limitações da medicina, a qual hoje cresce de maneira linear, vão ser resolvidas pela tecnologia.

Comparando-se com a frase do texto do último parágrafo, fica evidenciado que, na nova expressão, ocorreu

 

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638250 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

A fotografia inventada dentro de uma época positivista - primeiras décadas do século XIX - criou e referendou sua posição como espelho do real, mimese de um mundo sem nenhuma interferência de um olho pensante, a falsa ideia de um registro documental isento: prova de um discurso oral ou escrito. Contra essa crença, vários pensadores da fotografia tentaram se insurgir e, dentro dessas linhas de pensamento, também a sociologia. Ao tecer textos trazendo a fotografia como protagonista e não apenas como suporte de outras formas de expressão, o sociólogo José de Souza Martins demonstra, em seu mais recente livro, Sociologia da Fotografia e da Imagem, que "o icônico é essencialmente expressão de uma necessidade do imaginário, uma linguagem e um discurso visual".

Na obra, Martins rebate a ideia de que a fotografia "congela" momentos, deixando bem claro que é o contrário: cada imagem narra ou cria uma história. O que o autor defende é o reconhecimento da imagem como documento do imaginário social e não como registro factual de uma realidade social.

Para quem quer estudar ou pensar fotografia - algo fundamental na sociedade contemporânea -, os textos de Martins são fundamentais. Não entregam receitas de leitura ou compreensão da imagem, mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinado momento social.

Sociologia da Fotografia e da Imagem começa com a discussão da fotografia e vida cotidiana. A fotografia é entendida como uma interpretação de um real que não se deixa simplesmente congelar ou aprisionar, mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-histórico.

No livro, para além do cotidiano, existe a temática dos ritos da sociedade, formas que a ajudam a se estruturar, e Martins nos apresenta um belo ensaio sobre as fotografias dos atos de fé no Brasil, trabalho realizado por cinco fotógrafos com olhares diferentes sobre essas questões.

Ao tentar analisar essas imagens, Martins nos dirige para a questão da imaginação fotográfica, dos vários modos de ver, que pertencem à imaginação do fotógrafo, mas também à imaginação de quem decifra imagens. Essa discussão no livro leva a um novo capítulo, onde o sociólogo analisa o trabalho do fotógrafo Sebastião Salgado, mais especificamente seu ensaio Êxodos. E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda. Claro que existe sempre uma busca, ou melhor, uma narrativa estética ao se criar um discurso, seja ele qual for.

É de destacarmos, por fim, o primoroso ensaio O Impressionismo na Fotografia e a Sociologia da Imagem, em que podemos ver defendida com mais vigor a tese de Martins da necessidade de aprender a ver. E para não ficar somente na teoria, o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédio. Um estudioso que tem as duas visões da análise imagética: a teoria e o fazer. "Decifrar o que se esconde por trás do visível ou do fotografável continua sendo um desafio para os cientistas que se documentam com expressões visuais da realidade social." Na tessitura de seu pensamento - formado, aliás, com muitos estudos sobre história da fotografia e fotógrafos -, Martins nos chama atenção para a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual para aprender a ler e interpretar imagens, em especial a fotográfica: "Sociólogos e antropólogos precisam muito mais do que uma foto para compreender o que uma foto contém." E assim é, pois desde muito alguém já nos disse que a fotografia é umtipo especial de conhecimento.

Fonte: PERSICHETTI, Simonetta. Documento do imaginário social. Jornal O Estado de S. Paulo. Edição de 15/11/08. (Adaptado) Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes-documento-do-imaginario-social,278319. Acesso em 04/07/2018.

Para responder à questão, leve em consideração o seguinte período:

Não entregam receitas de leitura ou compreensão da imagem, mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinado momento social.

Analisando-se o período, é correto afirmar que

 

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638157 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Sobre os procedimentos técnicos para a realização de análise do sêmen humano (espermograma), considere as afirmativas a seguir.

I → A análise de volume, viscosidade e motilidade espermática faz parte da avaliação rotineira do sêmen e deve ser realizada após o período de liquefação da amostra emestufa a 37°C.

II → O pH do sêmen deve ser medido antes da sua liquefação completa e após a avaliação da viscosidade.

III → A análise da motilidade espermática é realizada usando uma solução de formalina a 2% que paralisa os movimentos do espermatozoide.

IV → A avaliação da viscosidade do sêmen pode ser realizada por gotejamento utilizando pipeta de vidro de volume adequado.

Estão corretas

 

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575221 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Em casos de hipertireoidismo, a avaliação da Captação de Iodo Radioativo (I¹³¹) pode auxiliar na definição diagnóstica. A alternativa que apresenta situação clínica com a Captação de I¹³¹ elevada é

 

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575218 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

A fotografia inventada dentro de uma época positivista - primeiras décadas do século XIX - criou e referendou sua posição como espelho do real, mimese de um mundo sem nenhuma interferência de um olho pensante, a falsa ideia de um registro documental isento: prova de um discurso oral ou escrito. Contra essa crença, vários pensadores da fotografia tentaram se insurgir e, dentro dessas linhas de pensamento, também a sociologia. Ao tecer textos trazendo a fotografia como protagonista e não apenas como suporte de outras formas de expressão, o sociólogo José de Souza Martins demonstra, em seu mais recente livro, Sociologia da Fotografia e da Imagem, que "o icônico é essencialmente expressão de uma necessidade do imaginário, uma linguagem e um discurso visual".

Na obra, Martins rebate a ideia de que a fotografia "congela" momentos, deixando bem claro que é o contrário: cada imagem narra ou cria uma história. O que o autor defende é o reconhecimento da imagem como documento do imaginário social e não como registro factual de uma realidade social.

Para quem quer estudar ou pensar fotografia - algo fundamental na sociedade contemporânea -, os textos de Martins são fundamentais. Não entregam receitas de leitura ou compreensão da imagem, mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinado momento social.

Sociologia da Fotografia e da Imagem começa com a discussão da fotografia e vida cotidiana. A fotografia é entendida como uma interpretação de um real que não se deixa simplesmente congelar ou aprisionar, mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-histórico.

No livro, para além do cotidiano, existe a temática dos ritos da sociedade, formas que a ajudam a se estruturar, e Martins nos apresenta um belo ensaio sobre as fotografias dos atos de fé no Brasil, trabalho realizado por cinco fotógrafos com olhares diferentes sobre essas questões.

Ao tentar analisar essas imagens, Martins nos dirige para a questão da imaginação fotográfica, dos vários modos de ver, que pertencem à imaginação do fotógrafo, mas também à imaginação de quem decifra imagens. Essa discussão no livro leva a um novo capítulo, onde o sociólogo analisa o trabalho do fotógrafo Sebastião Salgado, mais especificamente seu ensaio Êxodos. E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda. Claro que existe sempre uma busca, ou melhor, uma narrativa estética ao se criar um discurso, seja ele qual for.

É de destacarmos, por fim, o primoroso ensaio O Impressionismo na Fotografia e a Sociologia da Imagem, em que podemos ver defendida com mais vigor a tese de Martins da necessidade de aprender a ver. E para não ficar somente na teoria, o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédio. Um estudioso que tem as duas visões da análise imagética: a teoria e o fazer. "Decifrar o que se esconde por trás do visível ou do fotografável continua sendo um desafio para os cientistas que se documentam com expressões visuais da realidade social." Na tessitura de seu pensamento - formado, aliás, com muitos estudos sobre história da fotografia e fotógrafos -, Martins nos chama atenção para a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual para aprender a ler e interpretar imagens, em especial a fotográfica: "Sociólogos e antropólogos precisam muito mais do que uma foto para compreender o que uma foto contém." E assim é, pois desde muito alguém já nos disse que a fotografia é umtipo especial de conhecimento.

Fonte: PERSICHETTI, Simonetta. Documento do imaginário social. Jornal O Estado de S. Paulo. Edição de 15/11/08. (Adaptado) Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes-documento-do-imaginario-social,278319. Acesso em 04/07/2018.

Para responder à questão, considere o seguinte fragmento:

"Decifrar o que se enconde por trás do visível ou do fotografável continua sendo um desafio para os cientistas que se documentam com expressões visuais da realidade social."

Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) para o que se declara sobre o fragmento.

( ) O processo da sufixação permitiu criar-se fotografável, mantendo-se o paralelismo no segmento comvisível.

( ) A sequência se documentam é entendida, na frase, como prover-se de documentos.

( ) Depreende-se do fragmento que cientistas utilizam fotografias como fontes documentais em seu trabalho.

A sequência correta é

 

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575194 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

A fotografia inventada dentro de uma época positivista - primeiras décadas do século XIX - criou e referendou sua posição como espelho do real, mimese de um mundo sem nenhuma interferência de um olho pensante, a falsa ideia de um registro documental isento: prova de um discurso oral ou escrito. Contra essa crença, vários pensadores da fotografia tentaram se insurgir e, dentro dessas linhas de pensamento, também a sociologia. Ao tecer textos trazendo a fotografia como protagonista e não apenas como suporte de outras formas de expressão, o sociólogo José de Souza Martins demonstra, em seu mais recente livro, Sociologia da Fotografia e da Imagem, que "o icônico é essencialmente expressão de uma necessidade do imaginário, uma linguagem e um discurso visual".

Na obra, Martins rebate a ideia de que a fotografia "congela" momentos, deixando bem claro que é o contrário: cada imagem narra ou cria uma história. O que o autor defende é o reconhecimento da imagem como documento do imaginário social e não como registro factual de uma realidade social.

Para quem quer estudar ou pensar fotografia - algo fundamental na sociedade contemporânea -, os textos de Martins são fundamentais. Não entregam receitas de leitura ou compreensão da imagem, mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinado momento social.

Sociologia da Fotografia e da Imagem começa com a discussão da fotografia e vida cotidiana. A fotografia é entendida como uma interpretação de um real que não se deixa simplesmente congelar ou aprisionar, mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-histórico.

No livro, para além do cotidiano, existe a temática dos ritos da sociedade, formas que a ajudam a se estruturar, e Martins nos apresenta um belo ensaio sobre as fotografias dos atos de fé no Brasil, trabalho realizado por cinco fotógrafos com olhares diferentes sobre essas questões.

Ao tentar analisar essas imagens, Martins nos dirige para a questão da imaginação fotográfica, dos vários modos de ver, que pertencem à imaginação do fotógrafo, mas também à imaginação de quem decifra imagens. Essa discussão no livro leva a um novo capítulo, onde o sociólogo analisa o trabalho do fotógrafo Sebastião Salgado, mais especificamente seu ensaio Êxodos. E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda. Claro que existe sempre uma busca, ou melhor, uma narrativa estética ao se criar um discurso, seja ele qual for.

É de destacarmos, por fim, o primoroso ensaioI) O Impressionismo na Fotografia e a Sociologia da Imagem, em que podemos ver defendida com mais vigor a tese de Martins da necessidade de aprender a ver. E para não ficar somente na teoria, o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédio. Um estudioso que tem as duas visões da análise imagética: a teoria e o fazerII). "Decifrar o que se esconde por trás do visível ou do fotografável continua sendo um desafio para os cientistas que se documentam com expressões visuais da realidade social." Na tessitura de seu pensamento - formado, aliás, com muitos estudos sobre história da fotografia e fotógrafosIII) -, Martins nos chama atenção para a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual para aprender a ler e interpretar imagens, em especial a fotográfica: "Sociólogos e antropólogos precisam muito mais do que uma foto para compreender o que uma foto contém." E assim é, pois desde muito alguém já nos disse que a fotografia é umtipo especial de conhecimento.

Fonte: PERSICHETTI, Simonetta. Documento do imaginário social. Jornal O Estado de S. Paulo. Edição de 15/11/08. (Adaptado) Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes-documento-do-imaginario-social,278319. Acesso em 04/07/2018.

Para responder à questão, considere as afirmativas a seguir.

I → No segmento um belo ensaio , o adjetivo expressa uma avaliação pessoal, assim como ocorre na sequência o primoroso ensaio .

II → No segmento Um estudioso que tem as duas visões da análise imagética: a teoria e o fazer , a colocação de artigo diante de estudioso e de fazer evidencia o uso no texto dessas duas palavras como substantivos.

III → No segmento formado, aliás, com muitos estudos sobre história da fotografia e fotógrafos , a palavra aliás minimiza o argumento de que a base da formação do pensamento de Martins sobre fotografia é seu intenso estudo sobre o tema.

Está(ão) correta(s)

 

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367221 Ano: 2018
Disciplina: Biologia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Durante a coleta de sangue ou punção venosa, alguns problemas técnicos podem ocorrer, os quais, porém, podem ser solucionados. A alternativa que apresenta o problema com uma solução INADEQUADA é:

 

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355446 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Com relação à drenagem urbana, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) Nos projetos de drenagem urbana, a precipitação máxima pontual pode ser obtida pelas equações IDF (relações intensidade-duraçãofrequência).

( ) Nos projetos de canais para macrodrenagem, quanto maior o raio hidráulico da seção transversal, maior será sua capacidade de descarga.

( ) Elementos como bocas-de-lobo, sarjetas, sarjetões, poços de visita fazem parte do sistema de microdrenagem.

( ) Os canais de macrodrenagem destinam-se à condução final das águas captadas pela drenagem primária, constituídas exclusivamente por canais artificiais.

A sequência correta é

 

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