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Foram encontradas 190 questões.

1815584 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

Futuro: pacientes serão 'médicos deles mesmos', aponta neurologista
Entenda como a medicina está evoluindo em tecnologia e tratamentos

Enunciado 1815584-1

Com avanços das tecnologias voltadas à medicina,
expectativa de vida pode chegar a mais de 150 anos

Qual é o limite da longevidade humana? Para alguns futuristas e entusiastas, a primeira pessoa que viverá até os 150 anos já nasceu. Outros vão ainda mais longe nas previsões: Ray Kurzweil, o cientista e autor do livro "A Singularidade está próxima" (ainda sem tradução para o português), prevê que a expansão exponencial de novas soluções elevará a expectativa de vida de maneira radical, chegando a mil anos.

Um dos principais fatores que aponta esta transformação na relação com a vida é a medicina de precisão. Diferentemente do enfoque dado atualmente, em que a doença está no centro da questão, essa outra linha visa aumentar a saúde e o bem-estar do paciente. A prática começa com a observação da constituição genética, entendendo que cada indivíduo é único e, portanto, responde de maneira diferente aos tratamentos.

A medicina tradicional é reativa. Espera a doença para poder agir. Já a medicina do futuro é proativa. É a medicina dos cinco "Ps": preventiva, preditiva, proativa, personalizada e parceira, explica Pedro Schestatsky, professor de neurologia da UFRGS e especialista em medicina de precisão.

Com isso, a relação médico-paciente também mudará, opina Schestatsky. Com acesso às muitas informações sobre o seu corpo, cada um poderá tomar decisões e diagnosticar sintomas. O médico reforça que não haverá uma substituição do profissional da saúde, mas uma mudança de comportamento:

— A tecnologia não vai substituir o médico e, sim, empoderá-lo. Assim como o paciente, que passa a ser médico dele mesmo. A tecnologia vai resolver as limitações da medicina, que hoje cresce de maneira linear. O médico se tornará um parceiro mais do que uma autoridade.

Fonte: Jornal Zero Hora, Informe Comercial, edição de 07/04/18, p.7. (Adaptado)

O texto, parte de um Informe Comercial de um grupo empresarial da iniciativa privada, busca a adesão do leitor a ideias sobre a medicina do futuro, o que fica explícito no título e no subtítulo. Nessa parte do texto, a escolha de Entenda evidencia esse apelo ao leitor, pois o verbo está conjugado

 

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1815543 Ano: 2018
Disciplina: Farmácia
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Diferentes técnicas laboratoriais são empregadas para medir os eletrólitos Na+, K+ e Clem amostras biológicas.

As técnicas amplamente utilizadas na rotina laboratorial para essas análises são:

 

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1815449 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

Futuro: pacientes serão 'médicos deles mesmos', aponta neurologista
Entenda como a medicina está evoluindo em tecnologia e tratamentos

Enunciado 1815449-1

Com avanços das tecnologias voltadas à medicina,
expectativa de vida pode chegar a mais de 150 anos

Qual é o limite da longevidade humana? Para alguns futuristas e entusiastas, a primeira pessoa que viverá até os 150 anos já nasceu. Outros vão ainda mais longe nas previsões: Ray Kurzweil, o cientista e autor do livro "A Singularidade está próxima" (ainda sem tradução para o português), prevê que a expansão exponencial de novas soluções elevará a expectativa de vida de maneira radical, chegando a mil anos.

Um dos principais fatores que aponta esta transformação na relação com a vida é a medicina de precisão. Diferentemente do enfoque dado atualmente, em que a doença está no centro da questão, essa outra linha visa aumentar a saúde e o bem-estar do paciente. A prática começa com a observação da constituição genética, entendendo que cada indivíduo é único e, portanto, responde de maneira diferente aos tratamentos.

A medicina tradicional é reativa. Espera a doença para poder agir. Já a medicina do futuro é proativa. É a medicina dos cinco "Ps": preventiva, preditiva, proativa, personalizada e parceira, explica Pedro Schestatsky, professor de neurologia da UFRGS e especialista em medicina de precisão.

Com isso, a relação médico-paciente também mudará, opina Schestatsky. Com acesso às muitas informações sobre o seu corpo, cada um poderá tomar decisões e diagnosticar sintomas. O médico reforça que não haverá uma substituição do profissional da saúde, mas uma mudança de comportamento:

— A tecnologia não vai substituir o médico e, sim, empoderá-lo. Assim como o paciente, que passa a ser médico dele mesmo. A tecnologia vai resolver as limitações da medicina, que hoje cresce de maneira linear. O médico se tornará um parceiro mais do que uma autoridade.

Fonte: Jornal Zero Hora, Informe Comercial, edição de 07/04/18, p.7. (Adaptado)

Para aumentar a credibilidade do que se declara, foi incorporada a voz de especialistas ao longo do texto, o que implicou o emprego de verbos introdutores do discurso citado. Assinale a alternativa em que os dois verbos em destaque desempenham a função de introduzir o discurso indireto.

 

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1813358 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

A fotografia inventada dentro de uma época positivista - primeiras décadas do século XIX - criou e referendou sua posição como espelho do real, mimese de um mundo sem nenhuma interferência de um olho pensante, a falsa ideia de um registro documental isento: prova de um discurso oral ou escrito. Contra essa crença, vários pensadores da fotografia tentaram se insurgir e, dentro dessas linhas de pensamento, também a sociologia. Ao tecer textos trazendo a fotografia como protagonista e não apenas como suporte de outras formas de expressão, o sociólogo José de Souza Martins demonstra, em seu mais recente livro, Sociologia da Fotografia e da Imagem, que "A)o icônico é essencialmente expressão de uma necessidade do imaginário, uma linguagem e um discurso visual"A).

Na obra, Martins rebate a ideia de que a fotografia "congela"B) momentos, deixando bem claro que é o contrário: cada imagem narra ou cria uma história. O que o autor defende é o reconhecimento da imagem como documento do imaginário social e não como registro factual de uma realidade social.

Para quem quer estudar ou pensar fotografia -C) algo fundamental na sociedade contemporânea -C), os textos de Martins são fundamentais. Não entregam receitas de leitura ou compreensão da imagem, mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinado momento social.

Sociologia da Fotografia e da Imagem começa com a discussão da fotografia e vida cotidiana. A fotografia é entendida como uma interpretação de um real que não se deixa simplesmente congelar ou aprisionar, mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-histórico.

No livro, para além do cotidiano, existe a temática dos ritos da sociedade, formas que a ajudam a se estruturar, e Martins nos apresenta um belo ensaio sobre as fotografias dos atos de fé no Brasil, trabalho realizado por cinco fotógrafos com olhares diferentes sobre essas questões.

Ao tentar analisar essas imagens, Martins nos dirige para a questão da imaginação fotográfica, dos vários modos de ver, que pertencem à imaginação do fotógrafo, mas também à imaginação de quem decifra imagens. Essa discussão no livro leva a um novo capítulo, onde o sociólogo analisa o trabalho do fotógrafo Sebastião Salgado, mais especificamente seu ensaio Êxodos. E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda. Claro que existe sempre uma
busca, ou melhor, uma narrativa estética ao se criar um discurso, seja ele qual for.

É de destacarmos, por fim, o primoroso ensaio O Impressionismo na Fotografia e a Sociologia da Imagem, em que podemos ver defendida com mais vigor a tese de Martins da necessidade de aprender a ver. E para não ficar somente na teoria, o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédio. Um estudioso que tem as duas visões da análise imagética: a teoria e o fazer. "D)Decifrar o que se esconde por trás do visível ou do fotografável continua sendo um desafio para os
cientistas que se documentam com expressões visuais da realidade social."D) Na tessitura de seu pensamento - formado, aliás, com muitos estudos sobre história da fotografia e fotógrafos -, Martins nos chama atenção para a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual para aprender a ler e interpretar imagens, em especial a fotográfica:E) "Sociólogos e antropólogos precisam muito mais do que uma foto para compreender o que uma foto contém." E assim é, pois desde muito alguém já nos disse que a fotografia é umtipo especial de conhecimento.

Fonte: PERSICHETTI, Simonetta. Documento do imaginário social. Jornal O Estado de S. Paulo. Edição de 15/11/08. (Adaptado)
Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes-documento-do-imaginario-social,278319. Acesso em 04/07/2018.

Sobre o uso argumentativo dos sinais de pontuação, está correto afirmar que

 

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1812987 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Para responder a questão, leia o texto a seguir.

A fotografia inventada dentro de uma época positivista - primeiras décadas do século XIX - criou e referendou sua posição como espelho do real, mimese de um mundo sem nenhuma interferência de um olho pensante, a falsa ideia de um registro documental isento: prova de um discurso oral ou escrito. Contra essa crença, vários pensadores da fotografia tentaram se insurgir e, dentro dessas linhas de pensamento, também a sociologia. Ao tecer textos trazendo a fotografia como protagonista e não apenas como suporte de outras formas de expressão, o sociólogo José de Souza Martins demonstra, em seu mais recente livro, Sociologia da Fotografia e da Imagem, que "o icônico é essencialmente expressão de uma necessidade do imaginário, uma linguagem e um discurso visual".

Na obra, Martins rebate a ideia de que a fotografia "congela" momentos, deixando bem claro que é o contrário: cada imagem narra ou cria uma história. O que o autor defende é o reconhecimento da imagem como documento do imaginário social e não como registro factual de uma realidade social.

Para quem quer estudar ou pensar fotografia - algo fundamental na sociedade contemporânea -, os textos de Martins são fundamentais. Não entregam receitas de leitura ou compreensão da imagem, mas nos instigam a pensar em seu papel como representante da imaginação coletiva de determinado momento social.

Sociologia da Fotografia e da Imagem começa com a discussão da fotografia e vida cotidiana. A fotografia é entendida como uma interpretação de um real que não se deixa simplesmente congelar ou aprisionar, mas que a cada olhada nos permite novas significações, novas possibilidades para entender representações da sociedade, num certo período sócio-histórico.

No livro, para além do cotidiano, existe a temática dos ritos da sociedade, formas que a ajudam a se estruturar, e Martins nos apresenta um belo ensaio sobre as fotografias dos atos de fé no Brasil, trabalho realizado por cinco fotógrafos com olhares diferentes sobre essas questões.

Ao tentar analisar essas imagens, Martins nos dirige para a questão da imaginação fotográfica, dos vários modos de ver, que pertencem à imaginação do fotógrafo, mas também à imaginação de quem decifra imagens. Essa discussão no livro leva a um novo capítulo, onde o sociólogo analisa o trabalho do fotógrafo Sebastião Salgado, mais especificamente seu ensaio Êxodos. E, aqui, surge o embate entre documentação e estética, como se uma fosse excludente da outra, ideia com que Martins não concorda. Claro que existe sempre uma busca, ou melhor, uma narrativa estética ao se criar um discurso, seja ele qual for.

É de destacarmos, por fim, o primoroso ensaio O Impressionismo na Fotografia e a Sociologia da Imagem, em que podemos ver defendida com mais vigor a tese de Martins da necessidade de aprender a ver. E para não ficar somente na teoria, o autor nos apresenta seu próprio ensaio fotográfico sobre o Carandiru durante o processo de desativação do prédio. Um estudioso que tem as duas visões da análise imagética: a teoria e o fazer. "Decifrar o que se esconde por trás do visível ou do fotografável continua sendo um desafio para os cientistas que se documentam com expressões visuais da realidade social." Na tessitura de seu pensamento - formado, aliás, com muitos estudos sobre história da fotografia e fotógrafos -, Martins nos chama atenção para a necessidade de uma sociologia do conhecimento visual para aprender a ler e interpretar imagens, em especial a fotográfica: "Sociólogos e antropólogos precisam muito mais do que uma foto para compreender o que uma foto contém." E assim é, pois desde muito alguém já nos disse que a fotografia é umtipo especial de conhecimento.

Fonte: PERSICHETTI, Simonetta. Documento do imaginário social. Jornal O Estado de S. Paulo. Edição de 15/11/08. (Adaptado) Disponível em: https://cultura.estadao.com.br/noticias/artes-documento-do-imaginario-social,278319. Acesso em 04/07/2018.

No funcionamento do texto, a ideia de Martins de que "Sociólogos e antropólogos precisam muito mais do que uma foto para compreender o que uma foto contém" deve, coerentemente, ser interpretada como

 

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1779523 Ano: 2018
Disciplina: Medicina
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Em relação a síndromes glomerulares, a síndrome __________ manifesta-se pela tríade clássica de edema, hipertensão e hematúria, e sua causa mais comum é__________________________.

Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do texto.

 

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1751727 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Uma amostra com 100 mL de esgoto doméstico foi colocada em uma cápsula de porcelana e foi seca em estufa a 105 °C até peso constante. Após esse período foi feita a pesagem e obteve-se o valor de 28,400 g. Em seguida, essa cápsula foi colocada em uma mufla a 550 °C por 1h e, após, foram feitos os procedimentos de resfriamento e pesagem, obtendo- se o valor de 28,302 g. Uma segunda amostra de 100 mL foi filtrada utilizando-se um filtro com porosidade de 1,2 μm e, após o procedimento, o filtro foi seco a 105 °C até peso constante. Após a pesagem do filtro, foi obtido o valor de 5,000 g. O filtro com o resíduo foi então seco em uma mufla a 550 °C por 1h e, após, foram feitos os procedimentos de resfriamento e pesagem, obtendo-se o valor de 4,952 g. Os pesos iniciais da cápsula de porcelana e do filtro são, respectivamente, 28,210 g e 4,943 g.

Considerando os dados apresentados, é correto afirmar que a amostra apresenta

 

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1751659 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Uma indústria de laticínios se estabelecerá em determinado local com uma capacidade produtiva de 5000 L∙dia–1, o que gerará 2 m3∙dia–1 de efluente bruto. Esse efluente possui uma concentração de DBO (demanda bioquímica de oxigênio 5 dias a 5 20 °C) de 600 mg∙L–1, que, após tratamento, passará a uma concentração de DBO5 de 200 mg∙L–1 Não há perdas de volume durante o tratamento.

A indústria deseja lançar esse efluente tratado em um rio que é enquadrado como classe 2, segundo Resolução n° 357/2005 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA), e que possui uma vazão de referência de 47000 L∙dia e DBO5 de 4mg∙L-1 .

De acordo com as informações fornecidas, considere as afirmativas a seguir em relação ao parâmetro DBO5.

I → Considerando apenas os requisitos da Resolução n° 357/2005 do CONAMA e da Resolução nº 430/ 2011 do CONAMA, a indústria poderia lançar o efluente tratado no rio.

II → A indústria não poderá lançar o efluente tratado no rio, pois não atende à Resolução nº 357/2005 do CONAMA, e a DBO5 na zona de mistura é de 16,25mg∙L–1.

III → A indústria não poderá lançar o efluente tratado no rio, pois atende apenas à Resolução nº 430/ 2011 do CONAMA.

Está(ão) correta(s)

 

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1746182 Ano: 2018
Disciplina: Psiquiatria
Banca: UFSM
Orgão: UFSM
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Quanto ao exame do estado mental, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.

( ) A orientação aplicada ao exame psicopatológico inclui apenas a orientação do ambiente e da cronologia do tempo.

( ) Os termos vigília, alerta e atenção definem três estados da mente que influenciam de modo direto a consciência.

( ) As alucinações e as alucinoses são alterações da sensopercepção que ocorrem na ausência de um objeto real.

( ) Existem apenas dois aspectos da memória: a capacidade de fixação e a capacidade de reprodução.

A sequência correta é

 

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1745774 Ano: 2018
Disciplina: Engenharia Química
Banca: UFSM
Orgão: UFSM

Os padrões de pureza de água reagente estabelecidos pelo Clinical and Laboratory Standarts Institute (CLSI) classificam atualmente como água reagente para laboratório clínico a água classificada anteriormente como tipo I e II. Esse tipo de água pode ser utilizada para diversas funções, tais como:

I→preparação de padrões e calibradores.
II→preparação demeios de cultura e tampões.
III → uso em autoclaves, banhos-maria e abastecimento de equipamentos de grande porte.

Está(ão) correta(s)

 

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