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Quem tem boca vai ao arco
Todos os dias, milhares de estudantes e servidores passam(a) pelo arco do campus sede da UFSM.
No entanto, apesar de ser tão conhecido — e, aparentemente, simples —, poucos sabem que ele esconde(b) uma curiosidade: se duas pessoas pararem embaixo do arco, uma em cada extremidade, e conversarem em tom de voz normal, ambas são capazes de se ouvir mesmo com todo o barulho do trânsito a sua volta.
A explicação matemática do fenômeno é complexa, segundo o professor do Departamento de Estruturas e Construção Civil do Centro de Tecnologia da UFSM, Eric Brandão. No entanto, é possível entender o que acontece por meio do conceito de Whispering Gallery — galeria sussurrante, em português.
Segundo essa teoria, quando os sussurros chegam até uma superfície circular ou semicircular — como a do arco da UFSM —, as ondas sonoras se propagam(c) ao longo do caminho curvado. O ângulo da superfície faz com que a energia sonora seja canalizada até o outro lado. Desta forma, a mensagem chega ao receptor com poucas interferências — apenas com uma potência levemente menor do que quando foi emitida.
Por este motivo, caso a fonte apenas cochiche(d), é possível que o som da voz não chegue à outra extremidade.
“É como se o tamanho das flechas fosse diminuindo”, pontua Eric, que dá aulas no curso de Engenharia Acústica da UFSM.
A perda de potência ocorre porque a voz — que é uma onda sonora — não sai da boca em uma única direção. “É como se fosse um conjunto de flechas”, explica o professor Eric, que complementa: “No caso da experiência no arco, um tanto da onda sonora emitida pela fonte se perde(e) nos ruídos de fundo, como o barulho dos carros, ou é absorvida pelo material do arco. Chegarão ao outro lado os raios emitidos mais para cima, tangentes à curva”.
Fonte: ARCO. Quem tem boca vai ao arco. Publicado em 27 maio 2019.Disponível em:
https://www.ufsm.br/midias/arco/2019/05/27/quem-tem-boca-vai-ao-arco/. Acesso em 15 jul. 2019.
Explorar o sentido figurado das palavras é um recurso que torna o texto expressivo. Esse recurso fica evidente com o emprego do verbo
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O Regimento Geral da Universidade Federal de Santa Maria disciplina a organização e o funcionamento dos órgãos da Universidade, nos planos didático-científicos, administrativo, disciplinar e de gestão financeira e patrimonial. De acordo com o referido Regimento, está correto afirmar que
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O tradutor e intérprete de Libras se constituiu na medida em que os surdos foram sendo reconhecidos socialmente como grupo linguístico que faz uso da língua de sinais.
Sobre o contexto histórico desse profissional no Brasil, assinale a alternativa correta.
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A Lei nº 13.460, de 26 de junho de 2017, estabelece normas básicas para participação, proteção e defesa dos direitos do usuário dos serviços públicos prestados, direta ou indiretamente, pela administração pública.
Assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.
( ) A urbanidade e a presunção de boa-fé são algumas das diretrizes que devem ser observadas pelos agentes públicos e prestadores de serviços públicos.
( ) É direito básico do usuário a obtenção e utilização dos serviços com liberdade de escolha entre os meios oferecidos e sem discriminação.
( ) A Carta de Serviços ao Usuário deverá trazer informações relacionadas, dentre outras, a previsão do prazo máximo para a prestação do serviço.
( ) As ouvidorias deverão elaborar semestralmente o relatório de gestão, o qual indicará as providências adotadas pela administração pública nas soluções apresentadas.
A sequência correta é
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Quem tem boca vai ao arco
Todos os dias, milhares de estudantes e servidores passam pelo arco do campus sede da UFSM.
No entanto, apesar de ser tão conhecido — e, aparentemente, simples —, poucos sabem que ele esconde uma curiosidade: se duas pessoas pararem embaixo do arco, uma em cada extremidade, e conversarem em tom de voz normal, ambas são capazes de se ouvir mesmo com todo o barulho do trânsito a sua volta.
A explicação matemática do fenômeno é complexa, segundo o professor do Departamento de Estruturas e Construção Civil do Centro de Tecnologia da UFSM, Eric Brandão. No entanto, é possível entender o que acontece por meio do conceito de Whispering Gallery — galeria sussurrante, em português.
Segundo essa teoria, quando os sussurros chegam até uma superfície circular ou semicircular — como a do arco da UFSM —, as ondas sonoras se propagam ao longo do caminho curvado. O ângulo da superfície faz com que a energia sonora seja canalizada até o outro lado. Desta forma, a mensagem chega ao receptor com poucas interferências — apenas com uma potência levemente menor do que quando foi emitida.
Por este motivo, caso a fonte apenas cochiche, é possível que o som da voz não chegue à outra extremidade.
“É como se o tamanho das flechas fosse diminuindo”, pontua Eric, que dá aulas no curso de Engenharia Acústica da UFSM.
A perda de potência ocorre porque a voz — que é uma onda sonora — não sai da boca em uma única direção. “É como se fosse um conjunto de flechas”, explica o professor Eric, que complementa: “No caso da experiência no arco, um tanto da onda sonora emitida pela fonte se perde nos ruídos de fundo, como o barulho dos carros, ou é absorvida pelo material do arco. Chegarão ao outro lado os raios emitidos mais para cima, tangentes à curva”.
Fonte: ARCO. Quem tem boca vai ao arco. Publicado em 27 maio 2019.Disponível em:
https://www.ufsm.br/midias/arco/2019/05/27/quem-tem-boca-vai-ao-arco/. Acesso em 15 jul. 2019.
Assinale a alternativa em que o recurso apresentado NÃO auxiliou na construção do sentido ou da estrutura textual.
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Quem tem boca vai ao arco
Todos os dias, milhares de estudantes e servidores passam pelo arco do campus sede da UFSM.
No entanto, apesar de ser tão conhecido — e, aparentemente, simples —, poucos sabem que ele esconde uma curiosidade: se duas pessoas pararem embaixo do arco, uma em cada extremidade, e conversarem em tom de voz normal, ambas são capazes de se ouvir mesmo com todo o barulho do trânsito a sua volta.
A explicação matemática do fenômeno é complexa, segundo o professor do Departamento de Estruturas e Construção Civil do Centro de Tecnologia da UFSM, Eric Brandão. No entanto, é possível entender o que acontece por meio do conceito de Whispering Gallery — galeria sussurrante, em português.
Segundo essa teoria, quando os sussurros chegam até uma superfície circular ou semicircular — como a do arco da UFSM —, as ondas sonoras se propagam ao longo do caminho curvado. O ângulo da superfície faz com que a energia sonora seja canalizada até o outro lado. Desta forma, a mensagem chega ao receptor com poucas interferências — apenas com uma potência levemente menor do que quando foi emitida.
Por este motivo, caso a fonte apenas cochiche, é possível que o som da voz não chegue à outra extremidade.
“É como se o tamanho das flechas fosse diminuindo”, pontua Eric, que dá aulas no curso de Engenharia Acústica da UFSM.
A perda de potência ocorre porque a voz — que é uma onda sonora — não sai da boca em uma única direção. “É como se fosse um conjunto de flechas”, explica o professor Eric, que complementa: “No caso da experiência no arco, um tanto da onda sonora emitida pela fonte se perde nos ruídos de fundo, como o barulho dos carros, ou é absorvida pelo material do arco. Chegarão ao outro lado os raios emitidos mais para cima, tangentes à curva”.
Fonte: ARCO. Quem tem boca vai ao arco. Publicado em 27 maio 2019.Disponível em:
https://www.ufsm.br/midias/arco/2019/05/27/quem-tem-boca-vai-ao-arco/. Acesso em 15 jul. 2019.
As expressões No entanto e segundo são repetidas na sequência, proximamente. Essa repetição próxima poderia ser evitada sem prejuízo da adequação gramatical e do sentido, se a segunda ocorrência desses elementos fosse substituída, respectivamente, por
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Há muitas crenças recorrentes quando se fala da língua de sinais, como, por exemplo, que ela é um código e não uma língua.
Com relação à língua de sinais, assinale V (verdadeiro) ou F (falso) em cada afirmativa a seguir.
( ) É uma representação pantomima.
( ) Tem característica línguística como qualquer língua humana.
( ) Tem um alfabeto manual que é utilizado como um recurso para soletrar nomes próprios de pessoas, lugares, siglas e algo que ainda não tem sinal.
( ) Pode expressar sentimentos, emoções, ideias e conceitos abstratos.
A sequência correta é
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São algumas das atribuições do tradutor e intérprete de Libras no exercício de suas competências:
I - interpretar em Língua Brasileira de Sinais - Língua Portuguesa as atividades didáticopedagógicas e culturais desenvolvidas nas instituições de ensino nos níveis fundamentais, médio e superior, de forma a viabilizar o acesso aos conteúdos curriculares.
II - atuar nos processos seletivos para cursos na instituição de ensino e nos concursos públicos.
III - preparar materiais didático-pedagógicos juntamente com o professor, com a finalidade de ajudar o aluno com o conteúdo.
IV - ensinar a Língua Brasileira de Sinais para os ouvintes, a fim de facilitar a comunicação entre surdos e ouvintes.
Estão corretas
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Quem tem boca vai ao arco
Todos os dias, milhares de estudantes e servidores passam pelo arco do campus sede da UFSM.
No entanto, apesar de ser tão conhecido — e, aparentemente, simples —, poucos sabem que ele esconde uma curiosidade: se duas pessoas pararem embaixo do arco, uma em cada extremidade, e conversarem em tom de voz normal, ambas são capazes de se ouvir mesmo com todo o barulho do trânsito a sua volta.
A explicação matemática do fenômeno é complexa, segundo o professor do Departamento de Estruturas e Construção Civil do Centro de Tecnologia da UFSM, Eric Brandão. No entanto, é possível entender o que acontece por meio do conceito de Whispering Gallery — galeria sussurrante, em português.
Segundo essa teoria, quando os sussurros chegam até uma superfície circular ou semicircular — como a do arco da UFSM —, as ondas sonoras se propagam ao longo do caminho curvado. O ângulo da superfície faz com que a energia sonora seja canalizada até o outro lado. Desta forma, a mensagem chega ao receptor com poucas interferências — apenas com uma potência levemente menor do que quando foi emitida.
Por este motivo, caso a fonte apenas cochiche, é possível que o som da voz não chegue à outra extremidade.
“É como se o tamanho das flechas fosse diminuindo”, pontua Eric, que dá aulas no curso de Engenharia Acústica da UFSM.
A perda de potência ocorre porque a voz — que é uma onda sonora — não sai da boca em uma única direção. “É como se fosse um conjunto de flechas”, explica o professor Eric, que complementa: “No caso da experiência no arco, um tanto da onda sonora emitida pela fonte se perde nos ruídos de fundo, como o barulho dos carros, ou é absorvida pelo material do arco. Chegarão ao outro lado os raios emitidos mais para cima, tangentes à curva”.
Fonte: ARCO. Quem tem boca vai ao arco. Publicado em 27 maio 2019.Disponível em:
https://www.ufsm.br/midias/arco/2019/05/27/quem-tem-boca-vai-ao-arco/. Acesso em 15 jul. 2019.
A explicação da curiosidade referida no texto é realizada com base em
I - experiência pessoal.
II - conhecimento científico.
III - sensações auditivas.
Está(ão) correta(s)
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Quadros e Karnopp (2004) indicam que as regras morfológicas são aplicadas para criar novas unidades com significados (compostos). Na língua de sinais existem três regras morfológicas: a regra do contato, a regra da sequência única e a regra da antecipação da mão não-dominante.
Assinale a alternativa que contém sinais da aplicação da regra do contato.
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