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Quanto ao infarto agudo do miocárdio, é correto afirmar que
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- Linguagens e Suportes MidiáticosProdução AudiovisualLuz, Iluminação e Luminotécnica em Audiovisual e Cinema
Do ponto de vista da iluminação, uma luz com temperatura de cor muito abaixo de 5.500K é considerada cor ___________, pois se aproxima do _________ e, na escala de temperatura de cor (Kelvin), é mais __________.
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas.
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Com relação a atelectasia, uma das principais complicações de pós-operatórios, considere as afirmativas a seguir.
I - Em situações de pós-operatórios recentes, os pacientes podem apresentar dor, tosse ineficaz, diminuição de inspirações profundas e retenção de secreções.
II - Incentivadores respiratórios, como Triflo, Respiron, Voldyne e outros, podem ser utilizados para desfazer atelectasias, devendo ser realizados em altas frequências respiratórias, para evitar alcalose respiratória.
III - Algumas das causas da atelectasia incluem anestesia geral, respiração superficial,alteração na produção de surfactante e diminuição da capacidade residual funcional.
Está(ão) correta(s)
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Considere as três afirmações explicitadas na sequência sobre os Transtornos Disruptivos, do Controle e da Conduta categorizados no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais em sua quinta edição (DSM-5).
I - Envolvem problemas de regulação emocional.
II - A sociopatia intermitente está incluída nesse conjunto de transtornos.
III - Tendem a ser mais comuns no sexo masculino do que no feminino.
Está(ão) correta(s)
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Para uma exibição em um evento da UFSM, o técnico audiovisual responsável pelas projeções verifica a exigência de que o vídeo seja entregue em MP4 com varredura progressiva e que seja criado por meio de codecs AAC e H.264.
Com esses dados sobre o vídeo, é correto afirmar que
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Em relação ao uso de articuladores para reprodução das relações maxilo-mandibulares em modelos de estudo ou de trabalho, assinale a alternativa correta.
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A volta da letra bonita
Nossas histórias têm caligrafia própria. A forma da letra nos identifica, por isso a treinamos, buscando uma imagem ideal, como quando fazemos caras e bocas no espelho.
Quer escrevamos em garranchos de médico, em estudada letra de professor, em sofridos traços de quem teve pouca escola ou em estilosas maiúsculas de arquiteto, há uma razão de ser na estética, tamanho e cadência do que colocamos no papel.
Não é à toa que existem grafólogos, que sabem ler a linguagem do traço. A assinatura, com a qual emprestamos valor e seriedade a tanta coisa, nos sintetiza.
Aos nove anos, passei a usar o sobrenome do meu padrasto. Era algo que desejava, portanto preparei-me com pompa para a nova assinatura.
Sem determinação consciente, mudei de letra e nunca mais escrevi em cursiva. Imitei o traçado dos cadernos artísticos de uma colega que admirava - aliás, ela virou arquiteta. Sempre quis que meus caóticos e borrados cadernos escolares parecessem algo melhor, mas na ocasião o que importava era sua escrita em maiúsculas.
Em inglês, chamam-nas de "letras capitais", como as cidades mais importantes, como a pena que ceifa uma vida, como um valor investido.
Maiúsculo, dizemos nós, nome superlativo, como esperava do que dali em diante se tornaria o meu.
Se hoje tento escrever em cursiva, volta-me a letra de criança de nove anos, retrato congelado daquela cuja vida abriu um novo parágrafo. Acho que, também sem querer, escolhi que as letras não fossem coladas. Era uma identidade nova, peças soltas que passarei a vida tentando juntar.
O escritor Fabrício Carpinejar também tem uma história de filiação através da letra. Ele era, como eu, um desastre de aluno. Quando informado pela mãe de que no dia seguinte teria de assinar sua primeira carteira de identidade, ficou apavorado.
Com urgência, treinou fazendo calcos dos autógrafos do seu já famoso pai. Sua primeira assinatura foi um plágio, uma apropriação, prenúncio da herança artística dos dois pais poetas, que mais adiante reivindicaria para si. "A letra do meu pai me deu colo", ele definiu. No meu caso, foram as maiúsculas que deram colo para meu novo pai.
Quando os teclados tomaram conta da escrita, os presságios para o futuro da capacidade de escrever à mão foram terríveis. Como tantos
apocalipses, este não se confirmou. Entre os mais jovens, virou mania a arte do lettering. Uma caligrafia esmerada, que compõe diários-agendas, nos quais compromissos, confissões e ideias espalham-se graciosamente por páginas que não vexariam um monge escriba. Nas tatuagens que contêm palavras com que nos revestimos para sempre, as formas, os tipos de letras usados fazem toda a diferença.
Chegamos até aqui como civilização escrevendo: documentando contabilidades, leis, memórias e ficções. Não posso afirmar que isso nos tornou boa gente, mas, se temos algum potencial para ser melhores, acredito que o cuidado com a escrita pode ajudar. A letra manuscrita é um ato de amor às palavras, e nesse caso as aparências não enganam.
Vê-la resgatada com tanta graça me enche de otimismo de que as coisas se transformam, mas o essencial talvez não se perca.
Fonte: CORSO, Diana. A volta da letra bonita. Jornal Zero Hora, Porto Alegre, ano 56, 18 fev.
2019. Colunistas, p.31.
Para fazer o texto progredir, no parágrafo, relata-se uma nova experiência com a escrita à mão e, em certo momento, dá-se a palavra à própria fonte citada, o que está demarcado no texto pelas aspas e por definiu. Mantendo a coerência interna do parágrafo, esse verbo poderia ser substituído por
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No diagnóstico de qual patologia congênita é utilizada a manobra de Ortolani?
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Com base no modelo tradicional da comunicação científica (Garvey e Griffith, 1972), os canais de informação foram classificados em formais e informais. Uma das características dos canais de informação formais é
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Em relação às características ideais de oclusão em prótese total, as quais devem ser levadas em consideração durante a montagem de dentes artificiais, assinale a alternativa correta.
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