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Um RN com idade gestacional de 33 semanas e 2 dias, peso de nascimento 1315 g, masculino, PIG, evoluiu com 48 horas de vida com hipoatividade, desconforto respiratório, rendilhado cutâneo evidente, com tempo de enchimento capilar 4 segundos, pulsos centrais finos e periféricos ausentes e taquicardia, com FC em torno de 189 bpm. A mãe tinha história de DHEG grave, fazendo uso de hidralazina e chegou ao atendimento obstétrico em período expulsivo, não tendo recebido profilaxia intraparto para estreptococo grupo B nem corticoide. O RN tinha recebido surfactante intratraqueal com 35 minutos de vida e estava em uso de ampicilina e gentamicina, após coleta de hemocultura. A conduta correta para este RN neste momento é:
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Um Recém Nascido (RN) de 40 semanas de parto nasce apneico, pálido, flácido e bradicárdico com FC de 50 bpm, após uma cesariana de emergência por descolamento de placenta. Ele recebe as manobras de reanimação até intubação traqueal, ventilação com O2 a 100%, administração de adrenalina via cateterismo umbilical e expansão com SF 0,9%. Os escores de Apgar foram 1, 2, 4 e 7 aos 1, 5, 10 e 15 minutos respectivamente. O bebê foi transferido para a UTI Neonatal e a gasometria do cordão umbilical mostrou pH de 6,7, PCO2 de 127 mmHg, PO2 de 10 mmHg e déficit de base negativo de 19 mEq/l. O RN apresenta-se letárgico, pálido e com tônus muscular fraco. Qual a estratégia neuroprotetora de eficácia comprovada que você recomendaria para minimizar o dano neurológico nesse recém-nascido?
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Uma gestante de 25 anos, gesta 2, para 2, chega na Maternidade com idade gestacional de 25 semanas, com história de perda de líquido amniótico e cólicas desde o início do dia. Apresenta quadro clínico de diabetes gestacional e hipertensão arterial crônica. O parto anterior também foi prematuro, com 27 semanas de gestação. Pergunta-se: qual das situações a seguir representa o maior fator de risco que predispõe esse RN a desenvolver Síndrome do Desconforto Respiratório (SDR)?
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Um RN prematuro com idade gestacional de 31 semanas, peso 1205 g, apresenta gemência audível à distância, batimentos de aletas nasais, tiragem subcostal acentuada e saturação em ar ambiente em torno de 81%. O neonatologista decide intubá-lo, fazer dose de surfactante pulmonar intratraqueal e extubá-lo, colocando o RN em CPAP nasal.
Essa técnica de administração de surfactante é designada como:
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Um RN de parto cesariana indicado por ruptura de membranas há mais de 24 horas, sem evolução do trabalho de parto, com idade gestacional 39 semanas e 4 dias, peso 3460 g, apresenta desconforto respiratório importante logo após o nascimento, com gemência, tiragem subcostal e intercostal, batimentos de asas do nariz e cianose. É colocado em CPAP nasal com FiO2 a 40% e solicitados exames de rastreio para infecção e RX de Tórax. O RX evidencia infiltrado reticulogranular difuso em todo o parênquima pulmonar. A mãe não recebeu profilaxia intraparto com antibioticoterapia e apresentava febre durante a permanência no pré-parto; na revisão dos exames da gestação, havia uma cultura de secreção vaginal para estreptococo grupo B positiva com 35 semanas de vida, que não tinha sido vista pelo obstetra.
Qual a causa mais provável deste quadro respiratório:
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