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As redes sociais da internet tornaram-se uma mina de ouro para pesquisas científicas sobre o comportamento humano. Num estudo pioneiro feito no ano passado, cientistas da computação da Universidade de Bristol, na Inglaterra, usaram técnicas de Big Data para identificar, pela análise das mensagens de 140 caracteres do Twitter (os tuites), a associação entre os noticiários do dia e as variações de humor dos ingleses. Não foi preciso ler cada tuíte publicado na rede nos 31 meses que durou o estudo – tarefa, de qualquer forma, impossível de ser realizada em período tão curto pelos três pesquisadores envolvidos no projeto. O instrumento utilizado foi um programa de computador capaz de garimpar tuítes que contivessem uma entre 146 palavras relacionadas a raiva, 92 ligadas a medo, 224 a alegria e 115 a tristeza.
Se alguém digitava “foi legal assistir ao casamento real, o tuíte era colocado na categoria “alegria”. Se a frase fosse algo com “sofro devido aos cortes de gastos do governo”, era computada em “tristeza”. Pela avaliação automática de 484 milhões de tuítes, os pesquisadores chegam a conclusão de que predominava entre os ingleses o sentimento de raiva ao anúncio de cortes nos gastos públicos, que atingiram principalmente a previdência e a educação, em 2010. Também foi possível avaliar a alegria da população com o casamento do príncipe William e Kate Middleton, no ano seguinte.
Veja. São Paulo: Abril, ed. 2340, ano 46, n.º 39, 25 set. 2013, p.103.
O texto apresentado aborda uma temática expressiva em nossa atualidade. Infere-se que o objetivo do autor do texto em relação ao leitor é
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São páginas e páginas de termos misteriosos, usadas por sites e redes sociais para explicar os seus direitos e deveres. Alguns têm palavrões e piadas, outros escondem cláusulas abusivas. No final, você concorda com todas. Afinal, quem lê contratos?
“Por influência de americanos e britânicos, os contratos estão ficando cada vez mais detalhados”, conta Paulo Sá Elias, especialista em direito da informática. E contratos longos, apesar de protegerem empresa e usuário de forma mais completa, são desafiadores para quem só quer finalizar um cadastro. Além disso, segundo Elias, “são tão complexos que, no final, ninguém sabe o que está assinando”. Poderiam ser menores e mais simples. Outro jeito, mais complexo e mais efetivo, seria incorporar pedaços da política de uso na interface dos serviços. “Dessa forma, em vez de obrigar o usuário a decifrar os jargões, você explica as regras caso a caso”, conta Rebecca Jeschke, da EEF. Por último, outra solução, muito mais simples: você. Crie o hábito de ler os termos de uso, assim mesmo como eles estão. Apesar de difíceis, é possível tirar algum sentido deles. E, depois, poderá decidir se quer correr o risco de se cadastrar.
ROMRO, L. Não li e concordo. Superinteressante. ed. 307, São Paulo: Abril, ago. 2012, p.80-83 (Adaptado).
O texto apresentado mostra alguns dos problemas com que o usuário de internet pode se deparar ao aceitar os contratos no cadastro de qualquer serviço ou aplicativo. Segundo o autor do texto, uma única atitude é viável e possível, por parte do usuário, para ficar mais protegido:
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Em pesquisa da Universidade de Gettysburg, nos EUA, voluntários avaliaram a personalidade de 100 pessoas desconhecidas. Os voluntários tinham acesso a fotos e a uma lista com as preferências alimentares delas. Resultado: as pessoas consideradas mais simpáticas foram aquelas que gostavam mais de doces. Os cientistas não sabem explicar o fato.
CASTO, C. Supernovas. Superinteressante. São Paulo: Abril, ago. 2012, p. 24.
Infere-se, diante do texto apresentado, que o objetivo do autor é
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A ciência está cheia de mistérios. Mas há um que faz de todos os outros meros apêndices. 70% do universo são formados de quê? Agora, vêm à luz - com participação brasileira - os primeiros dados para tentar dizimar essa questão, que é das mais intrigantes interrogações do conhecimento. Pensar que depois de milênios praticando a astronomia e mais de um século de astrofísica, cientistas se veem diante dessa pergunta científica (e filosófica) extremamente penetrante. Para tentar respondê-la, formou-se o DES (sigla, em inglês, para Levantamento da Energia Escura), que conta com boa participação de pesquisadores brasileiros. O DES tem sua vedete. É a câmara conhecida como DECam, que está apontada para o céu do hemisfério Sul. Recentemente, para a esfuziante alegria dos participantes do experimento, o equipamento funcionou como o previsto e, agora, já coleta dados.
CiênciaHoje, nº 299, vol. 50, nov. 2012.
Nos fragmentos acima, os termos em destaque referem-se ao momento
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Estudo mostra que as pessoas são mais desonestas durante a tarde
Cansaço e tomada repetitiva de decisões ao longo do dia podem prejudicar o autocontrole, criando um fenômeno denominado “efeito de moralidade matinal
Um novo estudo feito nos Estados Unidos mostrou que as pessoas tendem a ser mais honestas de manhã. Ao longo do dia, porém, fica mais difícil manter o autocontrole, o que aumenta as chances de uma pessoa mentir ou trapacear. Os pesquisadores denominaram esse fenômeno de “efeito de moralidade matinal”.
A ideia para esta pesquisa surgiu quando Maryam Kouchaki, da Universidade Harvard, e Isaac Smith, da Universidade de Utah, ambos estudiosos da ética, perceberam que os experimentos realizados pela manhã apresentavam índices mais baixos de comportamentos desonestos, em relação àqueles realizados durante a tarde.
Segundo os autores, as pessoas mais afetadas pela moralidade matinal são aquelas normalmente mais propensas a serem honestas e a se sentirem culpadas quando fazem algo considerado antiético. “Empresas, por exemplo, podem precisar ser mais vigilantes no combate de comportamentos antiéticos de clientes e funcionários durante a tarde do que pela manhã”, explicam os pesquisadores. “Se você estiver tentando controlar suas próprias tentações ou for um pai, professor ou líder preocupado com o comportamento ético de outras pessoas, nosso estudo sugere que pode ser importante levar em consideração algo tão banal quanto o período do dia”.
Disponível em: <http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia/estudo-mostra-que-as-pessoas-tendem-aser-mais-desonestas-durante-a-tarde>. Acesso em 5 nov. 2013.
Com base no texto acima, para os pesquisadores,
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Para quem deseja aproveitar o Natal para adquirir um bem durável (geladeira, fogão, automóvel), ou para os que conseguem controlar a ansiedade durante as festas, adiar as compras para janeiro pode ser boa medida.
Os saldões de início de ano já se tornaram tradição no Brasil, sendo tão marcantes quanto as campanhas do próprio Natal, e o comércio tem muitos motivos para apostar nessas promoções.
Janeiro é mês de gente endividada -- de pagar impostos, de acertar a matrícula dos filhos na escola.
O cliente, por sua vez, também tem muitos motivos para respirar fundo e esperar pacientemente. Os descontos não raramente chegam a 80% em produtos que vão de roupas a eletroeletrônicos, passando por material de construção e automóveis.
Quem vai às compras em janeiro, no entanto, não pode se deixar seduzir pelas promoções que podem levar à compra de itens desnecessários. E é importante estar atento a todas as características das mercadorias e a possíveis defeitos.
As lojas só são obrigadas a trocar produtos quebrados ou que não funcionam. A troca por outros motivos é uma gentileza, que pode ou não acontecer. No caso de saldão, os estoques costumam ser mais limitados e as trocas também o serão.
Também não se deixe seduzir pela lotação das lojas nos saldões e pelo deslumbramento dos outros clientes. É um erro acreditar nos descontos simplesmente porque uma loja está cheia. Pesquise e compare preços para ter sempre uma referência que possa confirmar a promoção.
Por último, e não menos importante, tente não acelerar suas decisões pelo grande número de consumidores se empurrando ou disputando o vendedor.
É preciso sair de casa com paciência para esperar, trombar com pessoas e, ainda assim, conseguir pensar com calma sobre cada compra.
Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/colunas/carodinheiro/2013/11/1376171-adiar-natalpara-janeiro-da-desconto-de-ate-80.shtml>. Acesso: 5 nov. 2013.
Considerando as informações acima, deduz-se que:
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Não é possível agradar a todos ao tempo todo e ninguém sabe disso melhor que empresas de tecnologia. Qualquer mudança deixará furioso algum subgrupo de clientes: mudanças no layout, em como uma ferramenta funciona, nos requisitos de sistema. Mesmo se o resultado geral for um avanço, um pouco de insatisfação dos clientes é o preço de fazer negócios.
Aparentemente, porém, também é possível enfurecer praticamente todos os seus consumidores de uma vez. Foi isso que a Adobe conseguiu fazer nesta primavera boreal quando anunciou que não iria mais vender o Photoshop, o Ilustrator, o InDesign e seus outros programas de design profissional. Em vez disso, agora esses softwares só ficam disponíveis para aluguel, por uma eterna taxa mensal ou anual.
American Scientific Brasil, nº 138, p. 19.
Em relação aos verbos em destaque, correlacione a segunda coluna com a primeira.
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1. Qualquer mudança deixará furioso algum subgrupo de clientes 2. Foi isso que a Adobe conseguiu fazer nesta primavera boreal [...] 3. [...]quando anunciou que não iria mais vender o Photoshop 4. [...] agora esses softwares só ficam disponíveis para aluguel [...] |
( ) Denota fato posterior ao momento da fala. ( ) O tempo verbal denota um fato atual, ou seja, simultâneo ao momento da fala. ( ) O tempo verbal denota um fato que ocorrerá em um futuro próximo. ( ) O tempo verbal denota um fato passado já concluído. |
Assinale a alternativa que representa a sequência correta.
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A direção argumentativa da fala de Calvin é estabelecida no sentido de
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Suponha que você quisesse vislumbrar o início dos tempos, os primeiros momentos da criação cósmica. Você iniciaria essa tarefa com a construção de um telescópio preciso, um instrumento tão poderoso que revelaria mesmo as regiões mais longínquas do universo observável. Você vasculharia o cume de uma montanha, bem distante da iluminação produzida pela presença humana, E aplainaria ali um local para instalar o observatório de última geração. Ele seria dotado de um espelho gigantesco – algo muito maior que o que se pode levar para o espaço - e o guarneceria com uma série de detectores sofisticados. Você gastaria anos de trabalho e bilhões de dólares de recursos nessa tarefa para fazer com que até o último fóton estivesse ao seu alcance. Mas o que você iria observar? Digamos que essa noite fosse perfeita, com a Lua oculta sob o horizonte, e o céu mostrando-se como uma cúpula límpida e negra sobre sua cabeça. Que joias brilhariam nessa vitrine cósmica?
Scientific American Brasil. Ano 12, nº 138, p. 32
Sobre as afirmativas que se seguem, assinale a alternativa INCORRETA.
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As cidades muitas vezes são vistas como ambientes ecológicos desolados onde só as espécies mais resistentes conseguem sobreviver, a duras penas. Mas cientistas do incipiente campo da ecologia urbana constataram que mais e mais animais nativos estão se adaptando à vida nas ruas.
No trecho acima, o termo em destaque está sendo empregado para introduzir
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