Foram encontradas 50 questões.
Prospera pouco no Pantanal o andarilho. Seis meses durante a seca, anda. Remói caminhos e descaminhos. Abastece de perna as distâncias. E, quando as estradas somem, cobertas por águas, arrancha.
BARROS, Manoel de. Livro de Pré-coisas. p.47, RJ: Ed. Record, 2007, p. 47.
Ao descrever a vida do andarilho no Pantanal, o poeta finaliza dizendo que ele „arrancha". Isso significa que o andarilho
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O cenário exigente se transforma num bicho-papão para a moçada que busca o primeiro emprego. Uma pesquisa mostra que o monstro tem cinco cabeças e costuma aparecer com frequência nas tão faladas dinâmicas. As duas mais temidas cabeças dessa fera são a falta de experiência e o medo de não corresponder ao perfil desejado.
O medo do bicho-papão. Isto é, Especial Educação. São Paulo: Três, 23 maio 2001. p. 208 (Adaptado)
O fragmento é parte de um texto que apresenta o resultado de uma pesquisa sobre como o jovem vê o primeiro emprego. O que motivou o autor a usar metáforas para se referir ao primeiro emprego?
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Homologação - ato ou efeito de homologar; aprovação, confirmação; reconhecimento legal, reconhecimento legítimo, confirmação de uma sentença; nome feminino.
ETIMOLOGIA - do grego homólogos: concordante.
Disponível em:< http://palavradodia.com/>. Acesso: 26 out. 2013.
Considerando a definição acima da palavra „homologação", assinale a alternativa que apresenta a utilização adequada da palavra.
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Era um jantar e estávamos comendo um bobó de camarão. Durante esse jantar, rolavam uns beijos, cada um falava uma coisa, e aí mordi um camarão. Eu estava fazendo um tratamento dentário, estava com um dente provisório na boca e, quando mordi o camarão, senti alguma coisa a mais que o camarão. Senti que o dente tinha saído, o tal provisório.
Os verbos em destaque foram flexionados no tempo passado. A sequência em que esses verbos foram apresentados
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Excelentes a capa e a reportagem [...] que mostra a defesa da censura prévia das últimas gerações. Os escritores têm escrito sobre a vida deles. A censura de qualquer tipo é igual à repressão totalitária e a democracia desenvolve mecanismos de compensação para os biografados que se sentem ofendidos. [...] Que decepção! Meus ídolos não são mais os mesmos. O que eles pregavam serve para os outros, e não para eles. Bando de hipócritas!
BASTOS, Ricardo Alves; BRITO, Maria de Fátima. Leitor. Veja. 30 out., 2013. p. 36. (Adaptado)
Os trechos acima são depoimentos de fãs de diversos artistas no que diz respeito à defesa da censura prévia às suas biografias. Ao usar a expressão “Bando de hipócritas”, o autor refere-se a
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Babaloo escapou. Tiffani, Muleca, Barriguinha, Jack e Tequila também conseguiram a liberdade e viraram símbolos de uma ardente discussão sobre os limites entre o bem estar dos animais e a necessidade de submetê-los a sacrifícios em benefício da síntese de novos remédios.
Desde antes de deixar a televisão, há dois anos, Luisa Mell abraçou a defesa dos animais. Por isso, é acusada de usar a causa para se promover e manter a fama.
MEGALE, Alexandre A. Veja. 30 out. 2013, p. 89.
Os trechos acima foram retirados do artigo “Crime em nome do amor”. Infere-se que a causa a que o texto se refere diz respeito ao uso de animais
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Poema Crítico BR-666
Na estrada corria veloz um carro
Algoz, a família do Joaquim ia pra ilha
ver jardins. E viram um carro...
Que carro?
Ao passar ... louco, insano
Por pouco, o pai desviou...
E bateu, e gritou
Por filhos seus...
E morreu...
Lá do céu viu o carro na estrada, o diabo, a bebida
Um trago e se foi...
Nunca mais...
Primeira página dos jornais.
Diego Poeta. Disponível em: <http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080805063732AAu4jib>. Acesso em: 24 out. 2013.
No poema, é possível reconhecer que a razão da crítica do autor é
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Eu quero uma mulher que saiba lavar e cozinhar
Que de manhã cedo, me acorde na hora de trabalhar
Só existe uma e sem ela eu não vivo em paz
Emília, Emília, Emília, [...]
LOBO, Haroldo; BATISTA, Wilson. Emília. Rio de Janeiro: Columbia, 1941.
O autor apresenta as características de uma mulher ideal na década de 40. Segundo o texto, qual o perfil dessa mulher ideal?
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Deivid perde gol inacreditável. O lance que mais marcou o clássico Vasco e Flamengo porém, não foi um gol, mas uma chance inacreditável perdida por Deivid. Aos 35 minutos, Léo Moura foi até a linha de fundo, passou por Rodolfo e rolou para o atacante que, completamente livre e dentro da pequena área, conseguiu acertar a trave num dos gols mais perdidos da história do futebol. O lance foi tão incrível que a torcida do Vasco passou a gritar o nome do atacante rival. 'Deivid é seleção', ironizavam os torcedores.
Disponível em: <http://www.pciconcursos.com.br/comopassar/futebol-ansiedade-e-concursos>. Acesso em: 24 out. 2013.
O trecho em destaque constitui uma sequência
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A data do aparecimento do papel na china é:
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