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Considere o software Microsoft Office PowerPoint 2007 em sua configuração padrão e no idioma Português do Brasil. Uma das várias guias do software Microsoft Office PowerPoint 2007 é a guia Inserir. Essa guia apresenta diversas ferramentas que auxiliam na personalização de apresentações. São ferramentas presentes na guia Inserir, EXCETO:
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Maria Montessori é conhecida por ter criado um método de educação, com ambientes e com materiais de ensino cuja eficácia está no respeito às fases de desenvolvimento cognitivo da criança. E, a julgar pela difusão que sua obra teve em todo o mundo, qualquer sistema de ensino que pretenda ir além da mera transmissão de saberes, qualquer estrutura pedagógica que pretenda se constituir também como prática humanista são tributárias do legado da educadora italiana.
PINTO, Manuel da Costa. Operários da humanidade.
Memória da Pedagogia. n. 3. Rio de Janeiro: Ediouro; São Paulo: Segmento-Duetto, 2005, p. 4. (Fragmento adaptado)
Em relação ao trecho anterior, o trecho negritado expressa
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Você sabia que existe depressão sazonal?
O termo existe, assim como a doença. Afeta de 1% a 2% da população e ocorre nas trocas de estação, principalmente quando cai o verão.
No filme Insônia, de 2002, o personagem de Al Pacino vai a uma cidade do Alasca para desvendar um crime. Com o passar dos dias e a ausência de luz solar, vem a privação do sono, e os problemas começam a ocorrer. Mas será que a luz influencia nosso estado de humor?
Pode parecer estranho, mas algumas pessoas realmente desenvolvem quadros depressivos em tais momentos. O quadro é denominado desordem afetiva sazonal (SAD – da sigla em inglês) e está relacionado, na verdade, à exposição do indivíduo à luz.
Dessa maneira, nas estações do ano em que a exposição solar é menor, como ocorre no outono e no inverno, algumas pessoas desenvolvem a SAD. Os sintomas são similares aos de quadros depressivos comuns, como irritabilidade, letargia, perda de interesse por atividades antes interessantes, falta de concentração, dentre outros.
O tratamento indicado em casos mais leves inclui atividade física outdoor, para que haja exposição a raios solares, e fototerapia. Em casos mais graves, talvez seja necessário o uso concomitante de medicamentos.
Você sabia que existe depressão sazonal? Visão Eleva. Ano 4, n. 4, set. 2018. p. 23.
“Dessa maneira, nas estações do ano em que a exposição solar é menor, como ocorre no outono e no inverno, algumas pessoas desenvolvem a SAD.”
“Os sintomas são similares aos de quadros depressivos comuns, como irritabilidade, letargia, perda de interesse por atividades antes interessantes, falta de concentração, dentre outros.”
Nos excertos acima, o termo em negrito “como” introduz, respectivamente,
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Você sabia que existe depressão sazonal?
O termo existe, assim como a doença. Afeta de 1% a 2% da população e ocorre nas trocas de estação, principalmente quando cai o verão.
No filme Insônia, de 2002, o personagem de Al Pacino vai a uma cidade do Alasca para desvendar um crime. Com o passar dos dias e a ausência de luz solar, vem a privação do sono, e os problemas começam a ocorrer. Mas será que a luz influencia nosso estado de humor?
Pode parecer estranho, mas algumas pessoas realmente desenvolvem quadros depressivos em tais momentos. O quadro é denominado desordem afetiva sazonal (SAD – da sigla em inglês) e está relacionado, na verdade, à exposição do indivíduo à luz.
Dessa maneira, nas estações do ano em que a exposição solar é menor, como ocorre no outono e no inverno, algumas pessoas desenvolvem a SAD. Os sintomas são similares aos de quadros depressivos comuns, como irritabilidade, letargia, perda de interesse por atividades antes interessantes, falta de concentração, dentre outros.
O tratamento indicado em casos mais leves inclui atividade física outdoor,para que haja exposição a raios solares, e fototerapia. Em casos mais graves, talvez seja necessário o uso concomitante de medicamentos.
Você sabia que existe depressão sazonal? Visão Eleva. Ano 4, n. 4, set. 2018. p. 23.
Em relação aos procedimentos de coesão textual realizados no texto, assinale a alternativa INCORRETA.
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Você sabia que existe depressão sazonal?
O termo existe, assim como a doença. Afeta de 1% a 2% da população e ocorre nas trocas de estação, principalmente quando cai o verão.
No filme Insônia, de 2002, o personagem de Al Pacino vai a uma cidade do Alasca para desvendar um crime. Com o passar dos dias e a ausência de luz solar, vem a privação do sono, e os problemas começam a ocorrer. Mas será que a luz influencia nosso estado de humor?
Pode parecer estranho, mas algumas pessoas realmente desenvolvem quadros depressivos em tais momentos. O quadro é denominado desordem afetiva sazonal (SAD – da sigla em inglês) e está relacionado, na verdade, à exposição do indivíduo à luz.
Dessa maneira, nas estações do ano em que a exposição solar é menor, como ocorre no outono e no inverno, algumas pessoas desenvolvem a SAD. Os sintomas são similares aos de quadros depressivos comuns, como irritabilidade, letargia, perda de interesse por atividades antes interessantes, falta de concentração, dentre outros.
O tratamento indicado em casos mais leves inclui atividade física outdoor, para que haja exposição a raios solares, e fototerapia. Em casos mais graves, talvez seja necessário o uso concomitante de medicamentos.
Você sabia que existe depressão sazonal? Visão Eleva. Ano 4, n. 4, set. 2018. p. 23.
O segundo parágrafo do texto acima finaliza com a pergunta “Mas será que a luz influencia nosso estado de humor?”, que cumpre, no contexto em que aparece, a função de
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“Se o cérebro humano fosse tão simples que conseguíssemos entendê-lo, seríamos tão simples que não o conseguiríamos.” (Emerson Pugh, filósofo, 1938)
Assinale a alternativa que apresenta uma paráfrase adequada para o enunciado acima.
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Memórias editadas
Psicólogos alertam: a mania de tirar fotos o tempo todo pode estar
destruindo nossas lembranças e nos tornando pessoas mais superficiais.
O Instagram recebe 95 milhões de fotos por dia. São 1100 novas imagens no sistema a cada segundob. Isso sem falar nos outros bilhões de cliques armazenados na memória dos celulares e que nunca verão a luz do dia.
Nunca se fotografou tanto, clarod. As câmeras digitais acabaram com a limitação de poses. O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso. E tome foto. De tudo. De todos. Só tem um problema: esse hábito pode estar acabando com nossas vidas - pelo menos com a forma como nos lembramos das nossas vidas.
O celular é um HD externo do nosso cérebro. Uma extensão da nossa memória. E isso começou bem antes do celular. Desde sempre, a humanidade buscou formas de expandir a capacidade de guardar informação que trazemos de fábrica. Das pinturas rupestres aos livros e quadros, quase tudo o que entendemos como “cultura” vem do impulso de tornar a vida um fenômeno menos furtivo.a
Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.
“Prestar atenção é fundamental para codificar informações na memória”, diz a italiana Giuliana Mazzoni, professora de psicologia da Universidade de Hull, no Reino Unido, e especialista no assunto.
Giuliana é um dos vários psicólogos acadêmicos que amaldiçoam o hábito de tirar fotos – ao menos quando ele se torna uma compulsãoc. “Se você adquire esse hábito, seu cérebro pode começar a processar informações de forma mais superficial.” Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.
BATTAGLIA, Rafael. Memórias editadas. Superinteressante. Ed. 400, mar. 2019, p. 54-57. (Fragmento adaptado)
Na chamada da matéria, logo abaixo de seu título, a referência à existência de uma “mania de tirar fotos o tempo todo” reaparece, de diferentes maneiras, em várias partes do texto, EXCETO, em:
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Memórias editadas
Psicólogos alertam: a mania de tirar fotos o tempo todo pode estar
destruindo nossas lembranças e nos tornando pessoas mais superficiais.
O Instagram recebe 95 milhões de fotos por dia. São 1100 novas imagens no sistema a cada segundo. Isso sem falar nos outros bilhões de cliques armazenados na memória dos celulares e que nunca verão a luz do dia.
Nunca se fotografou tanto, claro. As câmeras digitais acabaram com a limitação de poses. O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso. E tome foto. De tudo. De todos. Só tem um problema: esse hábito pode estar acabando com nossas vidas - pelo menos com a forma como nos lembramos das nossas vidas.
O celular é um HD externo do nosso cérebro. Uma extensão da nossa memória. E isso começou bem antes do celular. Desde sempre, a humanidade buscou formas de expandir a capacidade de guardar informação que trazemos de fábrica. Das pinturas rupestres aos livros e quadros, quase tudo o que entendemos como “cultura” vem do impulso de tornar a vida um fenômeno menos furtivo.
Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.
“Prestar atenção é fundamental para codificar informações na memória”, diz a italiana Giuliana Mazzoni, professora de psicologia da Universidade de Hull, no Reino Unido, e especialista no assunto.
Giuliana é um dos vários psicólogos acadêmicos que amaldiçoam o hábito de tirar fotos – ao menos quando ele se torna uma compulsão. “Se você adquire esse hábito, seu cérebro pode começar a processar informações de forma mais superficial.” Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.
BATTAGLIA, Rafael. Memórias editadas. Superinteressante. Ed. 400, mar. 2019, p. 54-57. (Fragmento adaptado)
Em “Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.”, o trecho negritado
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Memórias editadas
Psicólogos alertam: a mania de tirar fotos o tempo todo pode estar
destruindo nossas lembranças e nos tornando pessoas mais superficiais.
O Instagram recebe 95 milhões de fotos por dia. São 1100 novas imagens no sistema a cada segundo. Isso sem falar nos outros bilhões de cliques armazenados na memória dos celulares e que nunca verão a luz do dia.
Nunca se fotografou tanto, claro. As câmeras digitais acabaram com a limitação de poses. O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso. E tome foto. De tudo. De todos. Só tem um problema: esse hábito pode estar acabando com nossas vidas - pelo menos com a forma como nos lembramos das nossas vidas.
O celular é um HD externo do nosso cérebro. Uma extensão da nossa memória. E isso começou bem antes do celular. Desde sempre, a humanidade buscou formas de expandir a capacidade de guardar informação que trazemos de fábrica. Das pinturas rupestres aos livros e quadros, quase tudo o que entendemos como “cultura” vem do impulso de tornar a vida um fenômeno menos furtivo.
Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.
“Prestar atenção é fundamental para codificar informações na memória”, diz a italiana Giuliana Mazzoni, professora de psicologia da Universidade de Hull, no Reino Unido, e especialista no assunto.
Giuliana é um dos vários psicólogos acadêmicos que amaldiçoam o hábito de tirar fotos – ao menos quando ele se torna uma compulsão. “Se você adquire esse hábito, seu cérebro pode começar a processar informações de forma mais superficial.” Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.
BATTAGLIA, Rafael. Memórias editadas. Superinteressante. Ed. 400, mar. 2019, p. 54-57. (Fragmento adaptado)
Em: “Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.”
A proposição negritada tem por função estabelecer, quanto ao período que lhe sucede, relação de
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Memórias editadas
Psicólogos alertam: a mania de tirar fotos o tempo todo pode estar
destruindo nossas lembranças e nos tornando pessoas mais superficiais.
O Instagram recebe 95 milhões de fotos por dia. São 1100 novas imagens no sistema a cada segundo. Isso sem falar nos outros bilhões de cliques armazenados na memória dos celulares e que nunca verão a luz do dia.
Nunca se fotografou tanto, claro. As câmeras digitais acabaram com a limitação de poses. O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso. E tome foto. De tudo. De todos. Só tem um problema: esse hábito pode estar acabando com nossas vidas - pelo menos com a forma como nos lembramos das nossas vidas.
O celular é um HD externo do nosso cérebro. Uma extensão da nossa memória. E isso começou bem antes do celular. Desde sempre, a humanidade buscou formas de expandir a capacidade de guardar informação que trazemos de fábrica. Das pinturas rupestres aos livros e quadros, quase tudo o que entendemos como “cultura” vem do impulso de tornar a vida um fenômeno menos furtivo.
Quando você vive com uma câmera fotográfica de capacidade virtualmente infinita no bolso, a tendência é que você se preocupe mais em registrar momentos do que em prestar atenção neles. Aí complica.
“Prestar atenção é fundamental para codificar informações na memória”, diz a italiana Giuliana Mazzoni, professora de psicologia da Universidade de Hull, no Reino Unido, e especialista no assunto.
Giuliana é um dos vários psicólogos acadêmicos que amaldiçoam o hábito de tirar fotos – ao menos quando ele se torna uma compulsão. “Se você adquire esse hábito, seu cérebro pode começar a processar informações de forma mais superficial.” Resultado: memórias mais fracas, mais difíceis de acessar.
BATTAGLIA, Rafael. Memórias editadas. Superinteressante. Ed. 400, mar. 2019, p. 54-57. (Fragmento adaptado)
Em: “O celular realizou uma utopia: colocou uma câmera digital em cada bolso - ou quase isso.”, o emprego dos dois pontos no trecho objetiva, EXCETO:
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