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Foram encontradas 115 questões.

2301349 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Indevida culpa materna
Se eu pudesse aliviar o mundo de um sofrimento, seria o de remover as culpas indevidas que a maioria das mulheres carrega dentro de si, na função de mãe.
Para qualquer problema comportamental apresentado por uma criança ou por um adolescente, ou até mesmo por alguns adultos, há uma mãe se responsabilizando por ele. Há, sem dúvida, responsabilidades de que as mães não podem se furtar na educação dos filhos, mas uma boa parte da culpa é devida à cultura da época e do local, e pode ser evitada.
Hoje a grande culpa indevida é a que a maioria das mães pensa/sente que está “em falta” com os filhos quando trabalha fora. Essa culpa, que sabota a felicidade familiar, deve-se ao pensamento de que ela deveria se dedicar mais aos filhos.
Algumas mães podem ter a opção de não trabalhar (fora) e permanecer mais tempo com os filhos. Mas estes não precisam delas o tempo todo e, se precisarem, é porque já existe uma dinâmica de comportamentos problemáticos: o sufocado produz e sustenta um folgado. Ou seja: embaixo de um sufocado (mãe) tem sempre um ou vários folgados (filhos e, às vezes, também outros adultos).
Enquanto a mãe não resolver essa equação, ficará cada vez mais sufocada, e os filhos, cada vez mais folgados, malcriados e tiranos. Essa sufocada mãe vai achar que 24 horas por dia são insuficientes para atender a tantos folgados e… lá vem a culpa indevida!
A sufocada vai se sufocando porque quer deixar todos os filhos satisfeitos somente quando aprenderem a cuidar de si e dos seus pertences e ajudar os conviventes necessitados. Essa prática entra em conflito com outro pensamento: é obrigação da mãe fazer sempre tudo e mais alguma coisa para os filhos.
Quem foi que estabeleceu essa lei? Quem ensinou a mãe a ser sufocada? Vem da época do machismo, quando surgiu a figura da “boa mãe”, que todas as mulheres buscavam e buscam ser, cujo resultado final é perpetuar os filhos no folgado e inadequado machismo.
A boa mãe ensina o filho a fazer o que é capaz e cobra. Cobrança, estabelecimento de limites, responsabilidade que gera liberdade, ética para ser bem tratada, mesmo estando ausente, perde quem não cuida do que tem, prazos existem para serem cumpridos, necessidades têm que ser satisfeitas e vontades, quando puder, são costumes que devem ser adotados em casa para que a mãe tenha prazer e paz ao voltar para o “lar, doce lar”.
TIBA, Içami. Disponível em:https://editoraintegrare.com.br/blogs/educacao/indevidaculpa- materna-por-icami-tiba. Acesso em 30.jan.2019.
Com base na leitura do texto, é correto afirmar que seu objetivo central é defender a ideia de que
 

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2301348 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
Se você acha que o maior vexame do Brasil, quando o tema é Copa do Mundo, foi o 7 a 1 contra a Alemanha, em 2014, em pleno Mineirão lotado, pode estar enganado. Para muitos, a grande vergonha completa 35 anos: o roubo da taça Jules Rimet, na sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol).
A Jules Rimet foi criada em 1928, e o troféu era entregue para a seleção campeã da Copa. A cada quatro anos, a relíquia tinha uma nova casa. Mas o primeiro país que conquistasse o tricampeonato ficaria com o prêmio definitivamente. Pelé, Jairzinho, Tostão, Carlos Alberto Torres e companhia conquistaram o tri em 1970, no México.
Desde então, o troféu ficava exposto na sede da CBF, no centro do Rio de Janeiro, na entrada da principal sala de reuniões da confederação. Mas, depois de 13 anos e meio da conquista, os seguranças do prédio foram rendidos e a taça foi roubada. Os ladrões não conseguiram quebrar o vidro à prova de balas, mas desmontaram as molduras de madeira e levaram a relíquia.
A Jules Rimet era feita em prata, ouro, com base em pedra semipreciosa, pesava 3,8 quilos, tinha 35 centímetros de altura e era a imagem da deusa da vitória. Na época, a CBF recebeu um valor de Cr$ 30 milhões (aproximadamente R$ 370 mil) de um seguro sobre o ouro que tinha na peça, cerca de 1,8 quilo.
A taça nunca mais foi encontrada, e a suspeita mais forte é que foi derretida e o ouro e a prata usados para fazer novas peças. Três pessoas foram condenadas pelo roubo, Sérgio Peralta, Chico Barbudo e Luiz Bigode; e uma por receptação, Juan Carlos Hernandes.
Depois de 70, a Fifa (Federação Internacional de Futebol) criou o troféu que é entregue atualmente, mas nenhum país fica com a taça definitivamente e, sim, com uma réplica da Copa do Mundo.
CANTERAS, Carla. Disponível em: https://esportes.r7.com/futebol/roubo-da-taca-jules-rimet-na-sede-da-cbf-completa- 35-anos-19122018. Acesso em 03. jan.2019. (Adaptado)
Considere o enunciado a seguir, recortado do texto apresentado:
“A Jules Rimet foi criada em 1928, e o troféu era entregue para a seleção campeã da Copa. A cada quatro anos, a relíquia tinha uma nova casa. Mas o primeiro país que conquistasse o tricampeonato ficaria com o prêmio definitivamente. Pelé, Jairzinho, Tostão, Carlos Alberto Torres e companhia conquistaram o tri em 1970, no México”.
Sobre as formas verbais destacadas no trecho acima, é correto afirmar que
 

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2301347 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Se, na primeira vez, o filme “Café com canela” me avassalou, agora então, sem qualquer cerimônia, atravessou meu coração! Estou, desde menina, chafurdada na magia dessa sétima arte que tanto admiro e na qual também trabalho. Portanto, acostumada às salas de cinema e a sua película tão parecida com sonho. Lo que passa és que o filme de Glenda Nicácio e Ary Rosa me é inaugural e o é para o cinema brasileiro, que é também o do mundo.
Ao falar a partir da própria aldeia com extrema maestria, Cachoeira, cidade do Recôncavo onde se passa a premiada obra, consegue abrigar nos seus 122 minutos todas as Áfricas e as não Áfricas também. É de e sobre o afeto. A afetividade é sua liga, argamassa, presença invisível e aderente em todos os “frames”. É o pontilhado discretíssimo que forma a imagem. O filme foi identificado já em seu lançamento em Brasília como uma obra de afeto. E aí traz o mundo inteiro no bolso.
Não só pelo afeto ser uma forma de conhecimento, como afirma Espinosa, mas porque, em seu bojo, a humanidade se esculpe. Tudo passa por essa via: os primeiros cuidados, a autoconfiança, o autoconhecimento, a relação com o outro, com o trabalho, com a natureza, com a política... tudo passa pela estrada do afeto. Tramas urdidas com esta linha decidem o jogo da vida. Por causa do afeto ou de sua falta, muitas tramas se banham em dramas.
Mas então é inaugural por que, se muitos filmes falam de afeto, sua doença, seu avesso, que é a guerra? É que o filme me atravessou por identificação! Vi os aniversários lá de casa. Vi minha madrinha, tios, primos, minha gente alegre na tela do cinema. Normal. Bebendo cerveja de bar, contando piada, sem chororô estereotipado, e tirando sempre onda do sofrimento. Sem negálo. Tirando de letra a pesada lida da vida de uma etnia que experimenta há séculos uma realidade estruturalmente racista. E tem que sobreviver. E arrumar saúde. E durar pra virar o jogo sem ser abatido em “pleno voo”, como diz Martha Medeiros. Mas o filme não fala disso. Não precisa. Sua prova factual é irrefutável. O filme é trágico sem ser triste. Está ali a dona morte visitando a realidade exposta, mas tudo é costurado na linha da oferenda, no caminho da generosidade, fundamento matriz da filosofia africana, sem a qual não teríamos sobrevivido até aqui. [...]
LUCINDA, Elisa. Disponível em: https://www.jb.com.br/colunistas/cercadinho_de_palavras/2018/08/1774- me-vi-no-cinema.html . Acesso em 08.jan2019.(Adaptado)
Para a autora, o diferencial do filme comentado consiste no fato de
 

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2301346 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Se, na primeira vez, o filme “Café com canela” me avassalou, agora então, sem qualquer cerimônia, atravessou meu coração! Estou, desde menina, chafurdada na magia dessa sétima arte que tanto admiro e na qual também trabalho. Portanto, acostumada às salas de cinema e a sua película tão parecida com sonho. Lo que passa és que o filme de Glenda Nicácio e Ary Rosa me é inaugural e o é para o cinema brasileiro, que é também o do mundo.
Ao falar a partir da própria aldeia com extrema maestria, Cachoeira, cidade do Recôncavo onde se passa a premiada obra, consegue abrigar nos seus 122 minutos todas as Áfricas e as não Áfricas também. É de e sobre o afeto. A afetividade é sua liga, argamassa, presença invisível e aderente em todos os “frames”. É o pontilhado discretíssimo que forma a imagem. O filme foi identificado já em seu lançamento em Brasília como uma obra de afeto. E aí traz o mundo inteiro no bolso.
Não só pelo afeto ser uma forma de conhecimento, como afirma Espinosa, mas porque, em seu bojo, a humanidade se esculpe. Tudo passa por essa via: os primeiros cuidados, a autoconfiança, o autoconhecimento, a relação com o outro, com o trabalho, com a natureza, com a política... tudo passa pela estrada do afeto. Tramas urdidas com esta linha decidem o jogo da vida. Por causa do afeto ou de sua falta, muitas tramas se banham em dramas.
Mas então é inaugural por que, se muitos filmes falam de afeto, sua doença, seu avesso, que é a guerra? É que o filme me atravessou por identificação! Vi os aniversários lá de casa. Vi minha madrinha, tios, primos, minha gente alegre na tela do cinema. Normal. Bebendo cerveja de bar, contando piada, sem chororô estereotipado, e tirando sempre onda do sofrimento. Sem negálo. Tirando de letra a pesada lida da vida de uma etnia que experimenta há séculos uma realidade estruturalmente racista. E tem que sobreviver. E arrumar saúde. E durar pra virar o jogo sem ser abatido em “pleno voo”, como diz Martha Medeiros. Mas o filme não fala disso. Não precisa. Sua prova factual é irrefutável. O filme é trágico sem ser triste. Está ali a dona morte visitando a realidade exposta, mas tudo é costurado na linha da oferenda, no caminho da generosidade, fundamento matriz da filosofia africana, sem a qual não teríamos sobrevivido até aqui. [...]
LUCINDA, Elisa. Disponível em: https://www.jb.com.br/colunistas/cercadinho_de_palavras/2018/08/1774- me-vi-no-cinema.html . Acesso em 08.jan2019.(Adaptado)
Considerando-se as características do texto, é correto afirmar que esse se trata de
 

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2301345 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
Leia o texto a seguir para responder a questão.
Se, na primeira vez, o filme “Café com canela” me avassalou, agora então, sem qualquer cerimônia, atravessou meu coração! Estou, desde menina, chafurdada na magia dessa sétima arte que tanto admiro e na qual também trabalho. Portanto, acostumada às salas de cinema e a sua película tão parecida com sonho. Lo que passa és que o filme de Glenda Nicácio e Ary Rosa me é inaugural e o é para o cinema brasileiro, que é também o do mundo.
Ao falar a partir da própria aldeia com extrema maestria, Cachoeira, cidade do Recôncavo onde se passa a premiada obra, consegue abrigar nos seus 122 minutos todas as Áfricas e as não Áfricas também. É de e sobre o afeto. A afetividade é sua liga, argamassa, presença invisível e aderente em todos os “frames”. É o pontilhado discretíssimo que forma a imagem. O filme foi identificado já em seu lançamento em Brasília como uma obra de afeto. E aí traz o mundo inteiro no bolso.
Não só pelo afeto ser uma forma de conhecimento, como afirma Espinosa, mas porque, em seu bojo, a humanidade se esculpe. Tudo passa por essa via: os primeiros cuidados, a autoconfiança, o autoconhecimento, a relação com o outro, com o trabalho, com a natureza, com a política... tudo passa pela estrada do afeto. Tramas urdidas com esta linha decidem o jogo da vida. Por causa do afeto ou de sua falta, muitas tramas se banham em dramas.
Mas então é inaugural por que, se muitos filmes falam de afeto, sua doença, seu avesso, que é a guerra? É que o filme me atravessou por identificação! Vi os aniversários lá de casa. Vi minha madrinha, tios, primos, minha gente alegre na tela do cinema. Normal. Bebendo cerveja de bar, contando piada, sem chororô estereotipado, e tirando sempre onda do sofrimento. Sem negálo. Tirando de letra a pesada lida da vida de uma etnia que experimenta há séculos uma realidade estruturalmente racista. E tem que sobreviver. E arrumar saúde. E durar pra virar o jogo sem ser abatido em “pleno voo”, como diz Martha Medeiros. Mas o filme não fala disso. Não precisa. Sua prova factual é irrefutável. O filme é trágico sem ser triste. Está ali a dona morte visitando a realidade exposta, mas tudo é costurado na linha da oferenda, no caminho da generosidade, fundamento matriz da filosofia africana, sem a qual não teríamos sobrevivido até aqui. [...]
LUCINDA, Elisa. Disponível em: https://www.jb.com.br/colunistas/cercadinho_de_palavras/2018/08/1774- me-vi-no-cinema.html . Acesso em 08.jan2019.(Adaptado)
Em “Estou, desde menina, chafurdada na magia dessa sétima arte que tanto admiro e na qual também trabalho.”, o termo destacado foi empregado com o sentido de
 

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2301344 Ano: 2019
Disciplina: Administração Geral
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Com relação ao planejamento nas organizações, segundo Maximiano (2011), os planos podem ser classificados como temporários, quando se trata daqueles que se extinguem quando os objetivos são realizados e, como planos permanentes, referindo-se àqueles que contêm decisões programadas que devem ser usadas em situações predefinidas.
Com base nessa classificação, relacione a primeira coluna à segunda.
1 – Plano Temporário ( ) Políticas
2 – Plano Permanente ( ) Cronogramas
( ) Calendários
( ) Procedimentos
( ) Missão
( ) Projetos
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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2301343 Ano: 2019
Disciplina: Administração Pública
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Segundo Abrucio (1997), o modelo gerencial não é um corpo fechado, uma vez que vem sofrendo mudanças e sendo adaptado nos países em que se firmou. Porém, ainda não é possível afirmar que se trata de um novo paradigma que substitui por completo o antigo padrão burocrático weberiano. O autor apresenta as principais tendências de modificações nesse antigo padrão, vinculadas às estruturas pós-burocráticas influenciadas pelo debate em torno do modelo gerencial. Uma dessas tendências é o desenvolvimento de habilidades gerenciais nos funcionários, principalmente nos de médio e de alto escalão burocrático. Esses funcionários devem possuir grande versatilidade, atuando em diversas funções, principalmente, nas de administrador, de produtor, de inovador e de integrador.
Relacione a primeira coluna com a segunda, ligando cada função ao seu respectivo conceito.
1 – Administrador
( ) Função vinculada à capacidade de trabalhar
com os regulamentos de rotina.
2 – Produtor
( ) Função ligada à obtenção de uma maior
produtividade com qualidade.
3 – Inovador
( ) Função relacionada à capacidade de se
buscar novas respostas e de se modernizar
fluxos.
4 – Integrador
( ) Função que busca unir o grupo de trabalho
em busca de um objetivo.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
 

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2301342 Ano: 2019
Disciplina: Informática
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Ao usar o MS Windows 7, o usuário, se clicar no botão Iniciar (Enunciado 3536464-1), seguido de um clique com o botão direito do mouse sobre a opção Desligar, é apresentado a uma caixa de diálogo com algumas maneiras de desligar o computador.
Assinale a alternativa que NÃO é considerada uma maneira de desligar o computador.
 

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2301341 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Mais um dia cansativo. São seis horas da tarde e, após um dia estressante no trabalho, a única coisa que você quer é chegar em casa e descansar. Mas, conforme o ônibus avança, aparecem no caminho os bares da vida. O ônibus para no sinal e, ao olhar para o lado, você vê todas aquelas pessoas com seus copos nas mãos, sentadas, rindo. Mas eu já bebi ontem, você pensa. E hoje ainda é terça-feira.
É difícil resistir. Desce tão gelada, refrescante. Só um copinho, você diz. Ainda mais depois de um longo dia de trabalho, eu mereço. Toca a sineta e você desce do ônibus pensando: um diazinho a mais que mal tem?
Essa é uma cena comum que repercute entre as milhares de pessoas que utilizam o álcool como uma forma de desestressar. O problema está quando isso se torna frequente, dia após dia. O consumo excessivo e inadequado pode acarretar dependência química, conhecida como alcoolismo.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo de álcool per capita no Brasil aumentou 43,5% em dez anos. Ainda de acordo com a OMS, um total de 3,3 milhões de pessoas morrem todos os anos pelas consequências do álcool, representando 5,9% de todas as mortes no mundo. Em pessoas de 20 a 39 anos, 25% das mortes têm uma relação direta com o álcool.
Para a OMS, os governos têm a responsabilidade de formular, implementar, monitorar e avaliar políticas públicas para reduzir o uso excessivo do álcool.
FERNANDES, Octávio Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/blogs/opinião1363900/Alcool-o-prazerque- destroi-aos-poucos-1.686439. Acesso em 16.jan.2019. (Adaptado)
Com base na leitura do texto, é correto afirmar que
 

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2301340 Ano: 2019
Disciplina: Português
Banca: UFU
Orgão: UFU
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Mais um dia cansativo. São seis horas da tarde e, após um dia estressante no trabalho, a única coisa que você quer é chegar em casa e descansar. Mas, conforme o ônibus avança, aparecem no caminho os bares da vida. O ônibus para no sinal e, ao olhar para o lado, você vê todas aquelas pessoas com seus copos nas mãos, sentadas, rindo. Mas eu já bebi ontem, você pensa. E hoje ainda é terça-feira.
É difícil resistir. Desce tão gelada, refrescante. Só um copinho, você diz. Ainda mais depois de um longo dia de trabalho, eu mereço. Toca a sineta e você desce do ônibus pensando: um diazinho a mais que mal tem?
Essa é uma cena comum que repercute entre as milhares de pessoas que utilizam o álcool como uma forma de desestressar. O problema está quando isso se torna frequente, dia após dia. O consumo excessivo e inadequado pode acarretar dependência química, conhecida como alcoolismo.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo de álcool per capita no Brasil aumentou 43,5% em dez anos. Ainda de acordo com a OMS, um total de 3,3 milhões de pessoas morrem todos os anos pelas consequências do álcool, representando 5,9% de todas as mortes no mundo. Em pessoas de 20 a 39 anos, 25% das mortes têm uma relação direta com o álcool.
Para a OMS, os governos têm a responsabilidade de formular, implementar, monitorar e avaliar políticas públicas para reduzir o uso excessivo do álcool.
FERNANDES, Octávio Disponível em: https://www.hojeemdia.com.br/opiniao/blogs/opinião1363900/Alcool-o-prazerque- destroi-aos-poucos-1.686439. Acesso em 16.jan.2019. (Adaptado)
Para garantir a adesão à ideia de que o governo é responsável pelo estabelecimento de políticas públicas que reduzam o consumo de álcool, o autor apresenta
 

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