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As tendências de cunho progressista interessadas em propostas pedagógicas voltadas para os interesses da maioria da população foram adquirindo maior solidez e sistematização por volta dos anos 1980. São também denominadas teorias críticas da educação.
LIBÂNEO, José Carlos. Didática. São Paulo: Cortez, 1994 p.68.
No campo das pedagogias progressistas, podemos afirmar que a Pedagogia Crítico-social dos conteúdos assume
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Severino (2002), ao tratar dos processos lógicos de estudo diz que, “o trabalho científico implica ainda outros processos lógicos para realização de suas várias etapas. Assim, para abordar determinado tema, objeto de suas pesquisas, reflexão e conhecimento, o autor pode utilizar-se de processos analíticos e sintéticos.”
SEVERINO, Antônio Joaquim. Metodologia do trabalho científico. São Paulo: Cortez, 2002 p. 193.
Sobre os processos lógicos de estudo, segundo Severino, é correto afirmar que a análise e a síntese
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No projeto interdisciplinar não se ensina, nem se aprende: vive-se, exerce-se. A responsabilidade individual é a marca do projeto interdisciplinar, mas essa responsabilidade está imbuída do envolvimento - envolvimento esse que diz respeito ao projeto em si, as pessoas e as instituições a ele pertencentes.
FAZENDA, Ivani. Práticas interdisciplinares na escola. São Paulo: Cortez, 1999 p. 17.
De acordo com Fazenda, um projeto interdisciplinar
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- Pesquisa em Educação
- A Pesquisa Qualitativa e o Trabalho Educativo
- O Papel da Pesquisa na Formação do Professor
Pedro Demo (2023), ao defender a pesquisa como a base da educação escolar, anuncia o questionamento reconstrutivo, com qualidade formal e política, como o cerne do processo de pesquisa.
DEMO, Pedro. Educar pela pesquisa. Campinas: Autores Associados, 2003.
Demo compreende “questionamento reconstrutivo” como um processo de
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- Planejamento na EducaçãoNíveis e tipos de planejamentoPlanejamento Educacional
- Elaboração do Planejamento de Ensino
Entendemos que é preciso superar tanto a adesão deslumbrada (que o considera como uma espécie de panaceia), quanto a pura e simples rejeição (que o considera como empulhação), em direção à compreensão do planejamento como prática humana contraditória, tendo lucidez de seus limites (constrangimentos naturais, sociais ou inconscientes, concepções equivocadas, etc.), mas também de suas potencialidades (tomada de consciência, elemento articulador da ação, etc.).
VASCONCELLOS, Celso Santos. Planejamento: plano de ensino-aprendizagem e projeto educativo. São Paulo: Libertad, 1995 p.63.
Ao compreender o planejamento da forma apresentada no texto acima, o autor defende esse processo como ato político por
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Há uma ideia de senso comum, inclusive de muitos pedagogos, de que Pedagogia é o modo como se ensina, o modo de ensinar a matéria, o uso de técnicas de ensino. O pedagógico aí diz respeito ao metodológico, aos procedimentos. Trata se de uma ideia simplista e reducionista.
LIBÂNEO, José Carlos. Pedagogia e pedagogos: para quê? São Paulo: Cortez, 2002.
Para se contrapor a essa visão reducionista, o autor defende a Pedagogia como
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Por mediação pedagógica entendemos a atitude, o comportamento do professor que se coloca como um facilitador, incentivador ou motivador da aprendizagem, que se apresenta com a disposição de ser uma ponte entre o aprendiz e sua aprendizagem - não uma ponte estática, mas uma ponte ‘rolante’, que ativamente colabora para que o aprendiz chegue aos seus objetivos.
MASETTO, Marcos T. Mediação pedagógica e o uso da tecnologia. In MORAN, José Manuel. MASETTO, Marcos T. BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas, SP: Papirus, 2000 p. 144-145.
Analise as asserções abaixo sobre características de um professor que se propõe a ser um mediador.
I. O professor, com o aluno, constitui-se como célula básica do desenvolvimento da aprendizagem por meio de uma ação conjunta ou de ações conjuntas em direção à aprendizagem.
II. O professor tem relações de empatia com o aluno para se colocar no lugar do outro, seja nos momentos de incertezas, dúvidas, erros, ou nos momentos de avanço e de sucesso.
III. O professor e o aluno constituem-se como partes separadas do processo. Um ensina e outro aprende. Cada um com sua função, em direção à internet como o caminho para a aprendizagem.
IV. O professor domina profundamente sua área de conhecimento, demonstrando que sua competência está atualizada sobre as informações e sobre os assuntos afeitos a essa área.
Assinale a alternativa que apresenta apenas asserções corretas.
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Caracterizar um paradigma emergente não parece tarefa de fácil resposta nesse momento histórico, mas o que se pode garantir, além da multiplicidade de denominações, é que o paradigma inovador engloba diferentes pressupostos de novas teorias.
BEHRENS, Marilda Aparecida. Projetos de aprendizagem colaborativa num paradigma emergente. In MORAN, José Manuel. MASETTO, Marcos T. BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas, SP: Papirus, 2000 p. 85.
Para alicerçar uma prática pedagógica compatível com um paradigma educacional emergente, acredita-se na necessidade de desencadear uma aliança de abordagens pedagógicas. Assinale uma das características a que se refere Behrens (2000) sobre as abordagens pedagógicas mais coerentes com esse contexto.
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Ensinar utilizando a internet exige uma forte dose de atenção do professor. A navegação precisa de bom senso, gosto estético e intuição.
MORAN, José Manuel. Ensino e aprendizagem inovadores com tecnologias audiovisuais e telemáticas. In MORAN, José Manuel. MASETTO, Marcos T. BEHRENS, Marilda Aparecida. Novas tecnologias e mediação pedagógica. Campinas, SP: Papirus, 2000.p. 52.
Para esse autor, o uso da internet evoca algumas questões relativas ao trabalho do professor em sala de aula que precisa de bom senso
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FREIRE, Paulo. Pedagogia do Oprimido. 17ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1987 p. 23.
Sobre os momentos distintos da Pedagogia do Oprimido, assinale a alternativa correta.
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