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Peça da campanha publicitária do Carnaval de Belo Horizonte 2024 - Foto: Secretaria de Estado de Cultura e Turismo/Divulgação
Considerando o anúncio publicitário que promove o Carnaval de Belo Horizonte, é correto afirmar que a figura de linguagem utilizada no slogan, além da metáfora, é a(o)
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Se a história da fotografia manipulada de Catherine Middleton, a princesa de Gales, parece material para
sites de fofoca, não é. Vivemos o tempo dos deepfakes, das imagens falsificadas, da desinformação. Se a Coroa
britânica às vezes engana, tem cara de reportagem para tabloides e não coisa para gente séria, ela segue sendo
uma instituição do Estado britânico. Uma instituição que dá seu retorno em sedução diplomática, dinheiro de
turismo e habilidade de mobilização civil. A família Windsor é paga pelo Estado para botar roupas bacanas,
emanar fantasia e ser fotografada por onde anda, enquanto compõe a ideia do que é ser britânico. É muito
poderosa essa ferramenta de representar a essência de um país. Esse é o papel dos Windsors e, aos trancos e
barrancos, eles o exercem.
A princesa não é vista em público desde o Natal oficial, no dia 25 de dezembro. Em meados de janeiro,
deu entrada num hospital para uma “cirurgia abdominal” que disseram ser planejada. Nunca mais apareceu até
que, na sexta-feira da semana passada, foi divulgada uma fotografia sua com os três filhos atribuída ao príncipe
William, seu marido e herdeiro do trono. Como se tivesse sacado o iPhone, clicado e mandado distribuir. As
agências de notícias fizeram seu trabalho disparando o registro para jornais, revistas e sites em todo o mundo.
Algumas horas depois, a retiraram. [...]
Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/pedro-doria/coluna/2024/03/a-mentira-de-kate.ghtml. Acesso em: 16 mar. 2024.
No trecho acima, os termos destacados contribuem para a estrutura argumentativa ao
Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/pedro-doria/coluna/2024/03/a-mentira-de-kate.ghtml. Acesso em: 16 mar. 2024.
No trecho acima, os termos destacados contribuem para a estrutura argumentativa ao
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[...] 18 DE JULHO - Levantei as 7 horas. Alegre e contente. Depois que veio os aborrecimentos. Fui no
deposito receber... 60 cruzeiros. Passei no Arnaldo. Comprei pão, leite, paguei o que devia e reservei dinheiro
para comprar Licor de Cacau para Vera Eunice. Cheguei no inferno. Abri a porta e pus os meninos para fora. A D.
Rosa, assim que viu o meu filho José Carlos começou impricar com ele. Não queria que o menino passasse perto
do barracão dela. Saiu com um pau para espancá-lo. Uma mulher de 48 anos brigar com criança! As vezes eu
saio, ela vem até a minha janela e joga o vaso de fezes nas crianças. Quando eu retorno, encontro os travesseiros
sujos e as crianças fétidas. Ela odeia-me. Diz que sou preferida pelos homens bonitos e distintos. E ganho mais
dinheiro do que ela.
Surgio a D. Cecilia. Veio repreender os meus filhos. Lhe joguei uma direta, ela retirou-se. Eu disse:
—Tem mulher que diz saber criar os filhos, mas algumas tem filhos na cadeia classificado como mau elemento.
Ela retirou-se. Veio a indolente Maria dos Anjos. Eu disse:
— Eu estava discutindo com a nota, já começou chegar os trocos. Os centavos. Eu não vou na porta de ninguém.
E vocês quem vem na minha porta aborrecer-me. Eu nunca chinguei filhos de ninguém, nunca fui na porta de
vocês reclamar contra seus filhos. Não pensa que eles são santos. É que eu tolero crianças. [...]
JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Ática, 2014.
A escolha de uma variedade linguística socialmente estigmatizada, apresentada no trecho acima, influencia o estilo da narrativa de Carolina Maria de Jesus, na medida em que
JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo: Ática, 2014.
A escolha de uma variedade linguística socialmente estigmatizada, apresentada no trecho acima, influencia o estilo da narrativa de Carolina Maria de Jesus, na medida em que
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Como muitos adolescentes, ele tinha uma banda. E, como muitos adolescentes, tinha de aceitar a dura realidade: nem todas as bandas são reconhecidas, nem todas fazem sucesso. E, como muitos adolescentes, fez o que podia fazer: pediu licença ao pai para usar a garagem da casa como estúdio. O pai concordou. Em primeiro lugar, porque queria ajudar o filho e seus talentosos companheiros. Depois, porque seria muito melhor que tocassem na garagem, isolada da casa, do que no quarto, de onde infernizavam a vida dos familiares e dos vizinhos. E, por último, porque a garagem estava vazia. O homem não tinha carro; possuía habilitação, mas não gostava de dirigir, e não dirigia. Comprara uma casa com garagem, claro, porque todas as casas têm garagem, mas por muito tempo usara-a apenas como depósito para umas poucas malas e para jornais velhos. Ceder a garagem, portanto, parecia-lhe uma boa solução, mesmo porque provavelmente era coisa para pouco tempo. Ou a banda se tornaria profissional, o que era improvável, ou os jovens cansariam daquilo. O que nem ele nem ninguém poderia imaginar era a surpresa que a sorte lhes preparava. Um colega de trabalho ofereceu-lhe uma rifa de automóvel. Ele não estava interessado, mas para ajudar uma boa causa (a rifa beneficiaria um asilo de idosos), comprou um número. Veio o sorteio e ele, que nunca ganhava nada, foi contemplado: foi-lhe entregue um novo e reluzente automóvel. A primeira coisa que pensou foi em vender o veículo. Mas o chefe tinha uma proposta: se você dirigir, disse, eu posso lhe encarregar das vendas de nossa empresa em várias cidades, e você vai ganhar muito mais. E aí estava criado o dilema. Porque o uso do automóvel seria esporádico, alguns dias por mês. O resto do tempo ficaria parado. Na garagem da casa, naturalmente. Quando anunciou a novidade ao filho, esse ficou furioso. Perderia então o seu lugar de ensaios? Justamente no momento em que a banda estava engrenando? Não, não podia concordar com isso. A discussão azedou, a mãe e outros irmãos entraram na briga. Por fim, e milagrosamente (graças a um tio que tinha fama de conciliador) chegaram a uma solução: os rapazes da banda continuariam ensaiando na garagem. O carro permaneceria lá, o que tornava a situação um pouco incômoda, mas seria melhor do que procurar um outro lugar para fazer música. Um dia, quando os rapazes estavam tocando, o homem entrou na garagem e ligou o carro para sair. Aquilo foi, para o filho, uma súbita inspiração: por que não combinar o som do motor com os instrumentos musicais? Experimentaram isso, acelerando e desacelerando a máquina, fazendo soar a buzina de vez em quando, e o resultado foi surpreendente. Tão surpreendente que muita gente veio ouvi-los; foram até convidados para um show numa tevê local. São considerados os pioneiros em um novo movimento, o da música motorizada. O carro, agora, é da banda. O pai está pensando em comprar outro automóvel. Só não sabe onde vai guardá-lo.
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0103201002. Acesso em: 26 fev. 2024
O texto se estabelece por meio de uma sequência textual predominantemente narrativa, que se caracteriza por
Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0103201002. Acesso em: 26 fev. 2024
O texto se estabelece por meio de uma sequência textual predominantemente narrativa, que se caracteriza por
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A cidade de Seine-Port, um vilarejo com menos de 2.000 habitantes localizado ao sul de Paris, aprovou
um referendo que proíbe a utilização de celulares em espaços públicos.
Cerca de 20% dos eleitores do município, 227 pessoas, participou da votação facultativa em 3 de fevereiro
– 54% dos votos foram favoráveis à pergunta: “você apoia a nova cartilha comum para o bom uso de telas?”.
Com o resultado, há agora uma orientação para que o uso de celulares e smartphones seja limitado ao
passear por shoppings, parques, cafeterias ou simplesmente andando pela rua. Não há nenhuma punição prevista
para aqueles que forem vistos utilizando celulares em espaços públicos. _____________ a proibição é simbólica.
A principal intenção do referendo é incentivar o não uso de aparelhos eletrônicos por parte de adultos e crianças.
Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2024/03/15/a-cidade-francesa-que-proibiu-o-uso-de-celularesem-publico. Acesso em: 15 mar. 2024.
O conectivo que corretamente preenche o tracejado tem sentido
Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/expresso/2024/03/15/a-cidade-francesa-que-proibiu-o-uso-de-celularesem-publico. Acesso em: 15 mar. 2024.
O conectivo que corretamente preenche o tracejado tem sentido
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Disponível em: https://www.nexojornal.com.br/grafico/2023/12/19/qual-a-parcela-de-gas-carbonico-emitida-pelos-maisricos. Acesso em: 08 mar. 2024.
Conforme o gráfico apresentado, assinale a alternativa correta.
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A matéria-prima principal no processo de produção de conteúdo jornalístico são as declarações feitas por
atores públicos e as informações potencialmente falsas que circulam em plataformas de redes sociais e em
aplicativos de mensagem.
O processo começa com a seleção das frases que podem vir a ser checadas e classificadas. Para isso,
os jornalistas da Lupa observam, diariamente, o que é dito por políticos, líderes sociais e celebridades, em jornais,
revistas, rádios, programas de TV e na internet. Ao selecionar a frase em que pretende trabalhar, a equipe adota
três critérios de relevância. Dá preferência a afirmações feitas por personalidades de destaque nacional, a
assuntos de interesse público (que afetem o maior número de pessoas possível) e/ou que tenham ganhado
destaque na imprensa ou na internet recentemente. Preocupa-se, portanto, com “quem fala”, “o que fala” e “que
barulho faz”.
Disponível em: https://acesse.one/BaAtO. Acesso em: 05 mar. 2024.
O texto trata prioritariamente sobre
Disponível em: https://acesse.one/BaAtO. Acesso em: 05 mar. 2024.
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Romeu e Julieta nasceram numa fazenda em Nova Friburgo habitada por aves exóticas e lhamas. Aos 6
meses de idade, trocaram a serra pela capital fluminense. Chegaram ao Parque Guinle em 12 de junho de 2015 –
o Dia dos Namorados – como um par de avis rara: contra todas as expectativas, se comportavam de maneira
gentil e pacífica com os visitantes. [...]
Julieta colocou outros quatro ovos em janeiro [2019], mas só teve tempo de ver o nascimento de dois
filhotes. Certa madrugada, ela brigou com um cão que se aproximou do seu ninho e foi esfaqueada no peito por
um ser humano. [...]
Os olhos vermelhos de Romeu se fecharam pela última vez no dia 27 de agosto passado [2023], um
domingo chuvoso. [...] Às sete da noite, um homem embriagado apareceu por lá, se aproximou do lago artificial
onde Romeu flutuava e, sem pensar duas vezes, quebrou-lhe o pescoço. [...]
Romeu foi enterrado ao lado de Julieta, num pedaço de terra à margem do lago. Lustosa [aposentada que
doou os cisnes ao Parque Guinle] pretende transformar a área em um jardim com flores brancas e vermelhas.
Dezenas de pessoas apareceram para o ritual fúnebre do cisne, apesar da chuva que caía sobre a cidade. Aquela
tarde lhes trouxe uma soturna paz, diria Shakespeare. Como na tragédia de Verona, há de viver na memória de
todos a triste história do Romeu e da Julieta de Laranjeiras.
Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/tragedia-no-parque/. Acesso em: 01 mar.2024.
Assinale a alternativa que NÃO pode semanticamente substituir o trecho “Dezenas de pessoas apareceram para o ritual fúnebre do cisne, apesar da chuva que caía sobre a cidade”.
Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/materia/tragedia-no-parque/. Acesso em: 01 mar.2024.
Assinale a alternativa que NÃO pode semanticamente substituir o trecho “Dezenas de pessoas apareceram para o ritual fúnebre do cisne, apesar da chuva que caía sobre a cidade”.
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Vive-se ainda no Brasil tempos difíceis. Há forte tendência de desqualificação das pessoas mais pobres –
negros, indígenas, quilombolas, comunidades das periferias – e dos seus direitos políticos, individuais, coletivos e
culturais. Nos diz Hannah Arendt, a filósofa política, que o totalitarismo reduz as pessoas a uma condição de
supérfluas, que podem ser eliminadas. Nos últimos anos os contextos políticos e administrativos evidenciam a edição cotidiana de normas que
podem provocar a eliminação das pessoas, pois confrontam os direitos humanos e impõem regimes de convivência
social, religiosa e dos costumes com predicados fundamentalistas e conservadores. Soma-se a tudo isso a
inoperância dos poderes públicos e a ingerência de poderosos grupos econômicos nas medidas que visam o
combate à violência, às invasões e à aplicabilidade das normas constitucionais.
Os povos indígenas estão entre aqueles que são dramaticamente afetados pela precariedade assistencial,
pelas péssimas condições de saúde, educação, habitação e segurança. Os indígenas que vivem nas cidades, ou
muito próximos dos contextos urbanos, estão diretamente implicados com essa realidade. Eles enfrentam graves
adversidades e violações a seus direitos fundamentais, evidenciando existir uma dupla discriminação: uma,
oriunda da União, que não lhes assiste porque são “desaldeados”, e outra, dos estados e municípios, porque os
gestores alegam ser responsabilidade do Governo Federal, e não deles, as ações e serviços a serem destinadas
a essas populações.
Portanto, dentre aqueles afetados pela desassistência, os indígenas que migram são os que mais sofrem,
tendo em vista que acabaram se instalando em lugares degradados, improvisados, insalubres, sem infraestrutura,
sem habitação adequada e onde a sociedade envolvente os repele e agride.
Disponível em: https://cimi.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Porantim-461_Dez-2023.pdf. Acesso em: 01 mar. 2024.
A partir da leitura, o texto sustenta
Disponível em: https://cimi.org.br/wp-content/uploads/2024/02/Porantim-461_Dez-2023.pdf. Acesso em: 01 mar. 2024.
A partir da leitura, o texto sustenta
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Quarta-feira. O Rio de Janeiro flutua em ondas de vento morno. O ônibus do BRT para
desajeitadamente na estação Riocentro e um grupo de vinte pessoas atravessa as portas automáticas
como sardinhas escapando da lata. Conforme o veículo se distancia, eles atravessam a roleta e sorriem diante
do que veem do outro lado da rua. Saltitando no asfalto pegajoso, alguns ignoram os gritos do guarda municipal
suando debaixo de um colete verde neon. Um caminhão risca a faixa de pedestres e o grupo que abandonou o
BRT já se dissipou em cinco. Suas vozes chegam como um eco distante. Após cruzar a cancela do
estacionamento, estamos dentro do segundo maior centro de convenções da América Latina. Em três pavilhões,
a 18ª Bienal Internacional do Livro do Rio chega ao sétimo dia de seu exercício hercúleo: levar literatura a uma
população que não lê – segundo a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, divulgada em 2016, 44% dos brasileiros
não lê e 30% nunca comprou um livro.
Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/esperando-leitor/. Acesso em: 15 mar. 2024.
Os trechos destacados no texto apresentam construções metafóricas que têm por função
Disponível em: https://piaui.folha.uol.com.br/esperando-leitor/. Acesso em: 15 mar. 2024.
Os trechos destacados no texto apresentam construções metafóricas que têm por função
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