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Foram encontradas 35 questões.

2438313 Ano: 2012
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Um fazendeiro possui uma área plana de 5 hectares plantados com capim Tanzânia e deseja implementar um pastejo rotativo (intensivo). Um técnico recomendou-lhe as seguintes condições:

  • Taxa de lotação: 12 U.A/ha.
  • Período de descanso: 30 dias.
  • Período de ocupação: 1 dia.

Marque a alternativa que representa o número de unidades animais (U.A) que poderão ser colocadas nestas condições, o número de piquetes estabelecidos e a área de cada piquete, respectivamente:

 

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2438312 Ano: 2012
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Na avaliação de produtividade de um pasto, foram colhidas 10 parcelas de um quadrado de 1m² cada, apresentando um peso total médio por ano de 4,0 Kg de matéria verde/m². Considerando que o capim apresentou 20% de matéria seca (M.S) e que o consumo de matéria seca (MS) de um animal/dia é de 2% do seu peso vivo, marque a alternativa que representa a estimativa de consumo de matéria seca (Kg M.S/U.A/ha/ano) e a capacidade de suporte ( N° U.A/ha/ano) deste pasto, respectivamente:

Dados: I Unidade animal (U.A) = 450 Kg peso vivo.

 

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2438311 Ano: 2012
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFV
Orgão: UFV
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A tabela abaixo representa uma mistura de concentrado para vacas leiteiras.

Ingredientes Quantidade (kg) % Proteína bruta (%PB)
Milho 200 9
Farelo de soja 90 45
Calcário Calcítico 5,0 0
Mistura Mineral 5,0 0
TOTAL 300

Marque a alternativa que representa o teor (%) de proteína bruta (PB) desta mistura:

 

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2438310 Ano: 2012
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFV
Orgão: UFV
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Para se obter um intervalo de parto (IP) próximo de 12 meses e, consequentemente, maior eficiência reprodutiva do rebanho, é necessário que a vaca fique gestante até três meses após o parto. Para que isso ocorra, é importante o retorno ao cio pós-parto o mais breve possível; bem como uma identificação de cio eficiente e uma boa taxa de concepção. A falha na identificação do cio é um dos grandes problemas em fazendas de gado leiteiro que utilizam a inseminação artificial ou a monta controlada. Em relação às recomendações para aumentar a eficiência da identificação de cio, considere as seguintes afirmativas:

I. Quando há dois ou mais animais no cio, a observação é facilitada pelo agrupamento.

II. É preciso visualizar a aceitação da monta.

III. Observar o rebanho em intervalos de 30 minutos durante 15 dias, em busca dos sinais característicos.

IV. Evitar que vacas e novilhas entrem em contato com o touro ou rufião.

Está CORRETO o que se afirma em:

 

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2438309 Ano: 2012
Disciplina: Agronomia (Engenharia Agronômica)
Banca: UFV
Orgão: UFV
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A mamite é a doença mais frequente e com maior impacto econômico negativo nas explorações produtoras de leite. As mamites bovinas são classificadas de acordo com o seu grau de inflamação em subclínica, clínica e crônica. Em relação às alterações provocadas pela mamite clínica, considere as informações abaixo, atribuindo V para a(s) verdadeira(s) e F para a(s) falsa(s):

( ) Aumento na produção leiteira.

( ) Alterações dos aspectos físicos do leite.

( ) Aumento de volume da glândula mamária.

( ) Aumento de temperatura local da glândula mamária.

A sequência CORRETA é:

 

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2438198 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Espírito de Coletividade

Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.

O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.

Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."

Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.

Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.

Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.

Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.

(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)

“O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima [...].”

Os dois pontos foram utilizados na informação acima com a intenção de:

 

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2438197 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Espírito de Coletividade

Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.

O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.

Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."

Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.

Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.

Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.

Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.

(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)

Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade [...].”

Nessa informação, a expressão “ou seja” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:

 

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2438196 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Espírito de Coletividade

Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.

O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.

Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."

Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.

Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.

Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.

Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.

(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)

Assinale a alternativa em que se indica de forma INCORRETA a expressão a que se refere o termo sublinhado:

 

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2438195 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Espírito de Coletividade

Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.

O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.

Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."

Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.

Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.

Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.

Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.

(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)

Assinale a alternativa em que há correspondência entre a palavra sublinhada e o sentido a ela atribuído entre parênteses:

 

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2438194 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFV
Orgão: UFV

Espírito de Coletividade

Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.

O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.

Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."

Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.

Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.

Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.

Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.

(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)

Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença.”

Na passagem acima, o termo em destaque foi utilizado com sentido de:

 

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