Foram encontradas 35 questões.
Marque a afirmativa CORRETA, em relação ao período de transição de vacas leiteiras:
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O milho é uma das gramíneas mais utilizadas para produção de silagem de alta qualidade. É CORRETO afirmar que o milho apresenta:
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Observe a curva no gráfico abaixo:

Com base no gráfico acima, é CORRETO afirmar que:
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Um técnico está trabalhando em um Freestall que produz cerca de 3.000 L/dia de leite em sistema totalmente confinado de animais predominantemente holandeses. Ele tem observado que a detecção do cio está muito ruim. A fazenda está localizada na região do triângulo mineiro, com galpões com 3 m de pé direito, sem lanternim e telhas de zinco. A partir dessas informações, marque a afirmativa CORRETA:
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Observe atentamente a tabela abaixo que apresenta dados de um catálogo de touros comercial:
| Itens | A | B | C |
| Nome | Franchise | Kanoo | TD |
| Raça | HPB | Jersey | Pardo-Suíço |
| Preço da dose | R$ 75.00 | R$ 36.00 | R$ 41.00 |
| DEPs | |||
| Repetibilidade | 88% | 81% | 94% |
| PL | 1.208 | 701 | 361 |
| %Gord | -0.42 | 0.05 | 0.07 |
| %Prot | -0.22 | 0.02 | 0.03 |
| kg Gord | 6 | 41 | 30 |
| kg Prot | 15 | 28 | 6 |
| STAs | |||
| Estatura | 103 | 0.5 | -0.3 |
| Abertura de Peito | 100 | 0.1 | |
| Capacidade Corporal | 102 | 0.0 | |
| Ângulo de Garupa | 100 | 0.0 | -0.1 |
| Largura de Garupa | 99 | 0.4 | |
| Pernas vistas por trás | 101 | 0.1 | 0.7 |
| Pernas traseiras lateral | 93 | -0.1 | |
| Diagonal de casco | 104 | 0.2 | 0.6 |
| Inserção de úbere anterior | 108 | 0.5 | 1.4 |
| Inserção de úbere posterior | 110 | -0.5 | 0.6 |
| Profundidade de úbere | 106 | 1.0 | -1.0 |
| Ligamento suspensório médio | 103 | 0.7 | |
| Colocação dos tetos anterior | 105 | 0.3 | 1.5 |
| Colocação dos tetos superior | 102 | 0.3 | |
| Comprimentos dos tetos | 105 | 0.1 | -1.7 |
Com base nos dados da tabela, é CORRETO afirmar que:
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Espírito de Coletividade
Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.
O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.
Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."
Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.
Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.
Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.
Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.
(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)
“O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima [...].”
Os dois pontos foram utilizados na informação acima com a intenção de:
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Espírito de Coletividade
Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.
O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.
Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."
Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.
Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.
Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.
Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.
(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)
“Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade [...].”
Nessa informação, a expressão “ou seja” pode ser substituída, sem prejuízo de sentido, por:
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Espírito de Coletividade
Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.
O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.
Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."
Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.
Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.
Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.
Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.
(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)
Assinale a alternativa em que se indica de forma INCORRETA a expressão a que se refere o termo sublinhado:
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Espírito de Coletividade
Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.
O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.
Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."
Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.
Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.
Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.
Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.
(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)
Assinale a alternativa em que há correspondência entre a palavra sublinhada e o sentido a ela atribuído entre parênteses:
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Espírito de Coletividade
Recebi pela internet um texto sem autoria, e só tive como comprovar sua autenticidade através do Google, que ora avaliza os fatos, ora nos faz de bobos. No entanto, ao ler seu conteúdo, tive forte impressão de que era verdade.
O fato: um grupo de 200 aposentados japoneses, engenheiros em sua maioria, está se oferecendo para substituir trabalhadores mais jovens no perigoso trabalho de manutenção da usina nuclear de Fukushima, que foi seriamente afetada pelo terremoto de quatro meses atrás. Os reparos envolvem altos níveis de radioatividade cancerígena, como se sabe.
Em entrevista à BBC, o voluntário Yaseturu Yamada, de 72 anos, diz que tem procurado convencer o governo sobre as vantagens de se aceitar mão de obra da terceira idade. Argumenta ele: "Em média, devo viver mais uns 15 anos. Já um câncer vindo da radiação levaria de 20 a 30 anos para se manifestar. Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença."
Ou seja: cidadãos que estão na faixa entre 60 e 70 anos, muitos deles inativos, querem dar sua última contribuição à sociedade e ao mesmo tempo liberar os jovens de um trabalho que lhes subtrairia muitos anos produtivos de vida, enquanto que, para homens de idade mais avançada, não haveria diferença significativa.
Esta é uma notícia que deve fazer refletir a todos nós. Não se trata apenas de generosidade, mas de consciência. Os idosos japoneses não estão sendo bonzinhos, e sim exercendo o sentido de responsabilidade, que a eles é muito comum. Estão pensando na sociedade como algo que só funciona em conjunto, e não individualmente.
Acredito que quando a gente faz o bem para si mesmo, com ética e respeito à lei, sem ônus para nossos pares, está fazendo também o bem para todos, mas não basta: é preciso ir além, desconectar-se das vantagens pessoais para pensar no futuro, no que temos para doar em benefício daqueles que têm mais a perder. Um jovem de 18 anos pode contrair câncer aos 38 se trabalhar numa usina nuclear acidentada. A sociedade japonesa perde quando abre mão da força de trabalho de cidadãos de 38 anos. A família japonesa também. É essa visão macroscópica da funcionalidade que faz evoluir um país.
Dizem que a gente fica com o coração mole à medida que o tempo passa. Não é por causa de coração mole que esses aposentados japoneses estão se candidatando a um trabalho insalubre. É porque estão acostumados a transformar intempéries em oportunidades, tanto pessoais quanto coletivas, sem distinção. Coração mole tenho eu, que me emociono ao ver como seria fácil ser grande, se tivéssemos a grandeza necessária.
(MEDEIROS, Martha. Espírito de coletividade. Revista O Globo. Rio de Janeiro, n. 366, 31 jul. 2011, p. 22.)
“Logo, nós, que somos mais velhos, temos menos risco de desenvolver a doença.”
Na passagem acima, o termo em destaque foi utilizado com sentido de:
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