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É claro que o teatro não é uma disciplina científica, e muito menos a arte do ator, na qual a minha atenção está centrada. No entanto, o teatro e, em particular, a técnica do ator, não pode, como Stanislavski sustentava, basear-se unicamente na inspiração ou em fatores imprevisíveis, como a exploração de talentos, um brotar repentino e surpreendente de possibilidades criativas. Por quê? Porque, ao contrário de outras disciplinas artísticas, o trabalho do ator é imperativo, ou seja, situado em lapso de tempo determinado e até mesmo em um momento preciso. Um ator não pode ficar esperando por uma onda de talento nem por um momento de inspiração. Como, então, fazer que esses fatores aconteçam quando necessários? Obrigando o ator que quer ser criativo a dominar um método?
Jerzy Grotowski. Para um teatro pobre. Brasília: Teatro
Caleidoscópio & Ed. Dulcina, 2011, p. 91-2 (com adaptações).

Considerando o texto e as imagens apresentados acima, julgue o item a seguir.
Infere-se do texto que aos atores menos criativos resta dominar um método de encenação que os inspire.
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Osgemeos. Boston. EUA.
O mural é brasileiro, o trauma é norte-americano
É uma brincadeira? É uma afronta? É uma ingênua criança de pijama com uma blusa na cabeça? Ou é a reprodução de um abominável terrorista muçulmano a intimidar os norte-americanos? Entre essas questões, divide-se a população de Boston, onde está instalado, em seu centro financeiro, o mural de 441 m² assinado pelos grafiteiros brasileiros Osgemeos — nome artístico dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo. Alinhado ao Partido Republicano dos EUA, o canal Fox indagou sobre esse grafite a seus espectadores. O mais leve que se ouviu foi o seguinte: “É a glorificação do vandalismo e do terrorismo.” Essa obra de Osgemeos integra uma mostra do Institute Of Contemporary Art. Os curadores tentaram, a todo custo, minimizar a questão. O prefeito até quis encerrar o assunto como se decretasse aquilo que o mural traduz: “Foi feito para mostrar um menino e é isso que eu creio que seja.” Não adiantou. Para significativa parcela dos norte-americanos, como lá se ouviu na televisão, “trata-se de um tapa do terrorismo na cara dos EUA”.
Istoé, 16/8/2012, p. 25 (com adaptações).
Com base no informe jornalístico apresentado acima, julgue o item a seguir.
A expulsão dos árabes da Península Ibérica impediu que a Europa medieval fosse influenciada pela sofisticada cultura árabe e, sobretudo, que entrasse em contado com a cultura clássica, a exemplo do idealismo platônico e da lógica aristotélica, cuja herança se perdera em face do obscurantismo feudal.
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Osgemeos. Boston. EUA.
O mural é brasileiro, o trauma é norte-americano
É uma brincadeira? É uma afronta? É uma ingênua criança de pijama com uma blusa na cabeça? Ou é a reprodução de um abominável terrorista muçulmano a intimidar os norte-americanos? Entre essas questões, divide-se a população de Boston, onde está instalado, em seu centro financeiro, o mural de 441 m² assinado pelos grafiteiros brasileiros Osgemeos — nome artístico dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo. Alinhado ao Partido Republicano dos EUA, o canal Fox indagou sobre esse grafite a seus espectadores. O mais leve que se ouviu foi o seguinte: “É a glorificação do vandalismo e do terrorismo.” Essa obra de Osgemeos integra uma mostra do Institute Of Contemporary Art. Os curadores tentaram, a todo custo, minimizar a questão. O prefeito até quis encerrar o assunto como se decretasse aquilo que o mural traduz: “Foi feito para mostrar um menino e é isso que eu creio que seja.” Não adiantou. Para significativa parcela dos norte-americanos, como lá se ouviu na televisão, “trata-se de um tapa do terrorismo na cara dos EUA”.
Istoé, 16/8/2012, p. 25 (com adaptações).
Com base no informe jornalístico apresentado acima, julgue o item a seguir.
Em linhas gerais, o terrorismo contemporâneo tende a ser identificado com determinados setores radicais muçulmanos, de que seriam exemplos organizações como a Al Qaeda e o Estado Islâmico. A rigor, o renascimento do Islã como força política vincula-se, especialmente, à Revolução Iraniana de 1979, liderada pelo aiatolá Khomeini.
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Osgemeos. Boston. EUA.
O mural é brasileiro, o trauma é norte-americano
É uma brincadeira? É uma afronta? É uma ingênua criança de pijama com uma blusa na cabeça? Ou é a reprodução de um abominável terrorista muçulmano a intimidar os norte-americanos? Entre essas questões, divide-se a população de Boston, onde está instalado, em seu centro financeiro, o mural de 441 m² assinado pelos grafiteiros brasileiros Osgemeos — nome artístico dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo. Alinhado ao Partido Republicano dos EUA, o canal Fox indagou sobre esse grafite a seus espectadores. O mais leve que se ouviu foi o seguinte: “É a glorificação do vandalismo e do terrorismo.” Essa obra de Osgemeos integra uma mostra do Institute Of Contemporary Art. Os curadores tentaram, a todo custo, minimizar a questão. O prefeito até quis encerrar o assunto como se decretasse aquilo que o mural traduz: “Foi feito para mostrar um menino e é isso que eu creio que seja.” Não adiantou. Para significativa parcela dos norte-americanos, como lá se ouviu na televisão, “trata-se de um tapa do terrorismo na cara dos EUA”.
Istoé, 16/8/2012, p. 25 (com adaptações).
Com base no informe jornalístico apresentado acima, julgue o item a seguir.
A inserção, no segundo período, de conector de sentido alternativo — Ou é uma afronta? — favoreceria o paralelismo sintático no trecho inicial do texto.
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Osgemeos. Boston. EUA.
O mural é brasileiro, o trauma é norte-americano
É uma brincadeira? É uma afronta? É uma ingênua criança de pijama com uma blusa na cabeça? Ou é a reprodução de um abominável terrorista muçulmano a intimidar os norte-americanos? Entre essas questões, divide-se a população de Boston, onde está instalado, em seu centro financeiro, o mural de 441 m² assinado pelos grafiteiros brasileiros Osgemeos — nome artístico dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo. Alinhado ao Partido Republicano dos EUA, o canal Fox indagou sobre esse grafite a seus espectadores. O mais leve que se ouviu foi o seguinte: “É a glorificação do vandalismo e do terrorismo.” Essa obra de Osgemeos integra uma mostra do Institute Of Contemporary Art. Os curadores tentaram, a todo custo, minimizar a questão. O prefeito até quis encerrar o assunto como se decretasse aquilo que o mural traduz: “Foi feito para mostrar um menino e é isso que eu creio que seja.” Não adiantou. Para significativa parcela dos norte-americanos, como lá se ouviu na televisão, “trata-se de um tapa do terrorismo na cara dos EUA”.
Istoé, 16/8/2012, p. 25 (com adaptações).
Com base no informe jornalístico apresentado acima, julgue o item a seguir.
O texto encerra-se com uma citação que, em linguagem figurada, reforça a ideia expressa no título da matéria jornalística.
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Osgemeos. Boston. EUA.
O mural é brasileiro, o trauma é norte-americano
É uma brincadeira? É uma afronta? É uma ingênua criança de pijama com uma blusa na cabeça? Ou é a reprodução de um abominável terrorista muçulmano a intimidar os norte-americanos? Entre essas questões, divide-se a população de Boston, onde está instalado, em seu centro financeiro, o mural de 441 m² assinado pelos grafiteiros brasileiros Osgemeos — nome artístico dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo. Alinhado ao Partido Republicano dos EUA, o canal Fox indagou sobre esse grafite a seus espectadores. O mais leve que se ouviu foi o seguinte: “É a glorificação do vandalismo e do terrorismo.” Essa obra de Osgemeos integra uma mostra do Institute Of Contemporary Art. Os curadores tentaram, a todo custo, minimizar a questão. O prefeito até quis encerrar o assunto como se decretasse aquilo que o mural traduz: “Foi feito para mostrar um menino e é isso que eu creio que seja.” Não adiantou. Para significativa parcela dos norte-americanos, como lá se ouviu na televisão, “trata-se de um tapa do terrorismo na cara dos EUA”.
Istoé, 16/8/2012, p. 25 (com adaptações).
Com base no informe jornalístico apresentado acima, julgue o item a seguir.
Conforme destacado no texto, a expressão “de Boston”, que especifica o núcleo nominal “população”, é retomada pelo termo “onde”, que exerce função de adjunto adverbial de lugar.
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Osgemeos. Boston. EUA.
O mural é brasileiro, o trauma é norte-americano
É uma brincadeira? É uma afronta? É uma ingênua criança de pijama com uma blusa na cabeça? Ou é a reprodução de um abominável terrorista muçulmano a intimidar os norte-americanos? Entre essas questões, divide-se a população de Boston, onde está instalado, em seu centro financeiro, o mural de 441 m² assinado pelos grafiteiros brasileiros Osgemeos — nome artístico dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo. Alinhado ao Partido Republicano dos EUA, o canal Fox indagou sobre esse grafite a seus espectadores. O mais leve que se ouviu foi o seguinte: “É a glorificação do vandalismo e do terrorismo.” Essa obra de Osgemeos integra uma mostra do Institute Of Contemporary Art. Os curadores tentaram, a todo custo, minimizar a questão. O prefeito até quis encerrar o assunto como se decretasse aquilo que o mural traduz: “Foi feito para mostrar um menino e é isso que eu creio que seja.” Não adiantou. Para significativa parcela dos norte-americanos, como lá se ouviu na televisão, “trata-se de um tapa do terrorismo na cara dos EUA”.
Istoé, 16/8/2012, p. 25 (com adaptações).
Com base no informe jornalístico apresentado acima, julgue o item a seguir.
O caráter provocativo, que caracteriza a arte do grafite, explica por que Osgemeos selecionaram, para a mostra de Boston, obra que pudesse intimidar o público estadunidense, como relatado na matéria jornalística e comprovado, em especial, pela dimensão do mural selecionado: 441 m2.
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Osgemeos. Boston. EUA.
O mural é brasileiro, o trauma é norte-americano
É uma brincadeira? É uma afronta? É uma ingênua criança de pijama com uma blusa na cabeça? Ou é a reprodução de um abominável terrorista muçulmano a intimidar os norte-americanos? Entre essas questões, divide-se a população de Boston, onde está instalado, em seu centro financeiro, o mural de 441 m² assinado pelos grafiteiros brasileiros Osgemeos — nome artístico dos irmãos Gustavo e Otávio Pandolfo. Alinhado ao Partido Republicano dos EUA, o canal Fox indagou sobre esse grafite a seus espectadores. O mais leve que se ouviu foi o seguinte: “É a glorificação do vandalismo e do terrorismo.” Essa obra de Osgemeos integra uma mostra do Institute Of Contemporary Art. Os curadores tentaram, a todo custo, minimizar a questão. O prefeito até quis encerrar o assunto como se decretasse aquilo que o mural traduz: “Foi feito para mostrar um menino e é isso que eu creio que seja.” Não adiantou. Para significativa parcela dos norte-americanos, como lá se ouviu na televisão, “trata-se de um tapa do terrorismo na cara dos EUA”.
Istoé, 16/8/2012, p. 25 (com adaptações).
Com base no informe jornalístico apresentado acima, julgue o item a seguir.
A informação é apresentada, no texto, com objetividade e imparcialidade, como evidenciam o título da matéria e a referência à linha política do canal de tevê que pesquisou a opinião de telespectadores.
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Com a técnica fotográfica proposta por Walter Benjamin, a arte como reprodução passou a ser pensada de um modo inteiramente diverso, não mais enquanto reprodução de um objeto ou tema, mas, sim, enquanto produção da própria obra. Essa nova perspectiva rompeu a tradição, lançando a modernidade em outro paradigma, em que o que contava não era mais imitar (a natureza ou os grandes modelos) ou ser original, mas, sim, o fato de não mais existir uma identidade única, fechada, da obra, do seu produtor e daquilo que eventualmente ela viesse a representar.
M. Seligmann-Silva. A segunda técnica em Walter Benjamin: o cinema e o novo mito da caverna. In: W. Benjamin. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. Porto Alegre: L&PM, 2013, p. 28 (com adaptações).
Assinale a opção correta com relação a conceitos de arte e ideias de Walter Benjamin.
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Com a técnica fotográfica proposta por Walter Benjamin, a arte como reprodução passou a ser pensada de um modo inteiramente diverso, não mais enquanto reprodução de um objeto ou tema, mas, sim, enquanto produção da própria obra. Essa nova perspectiva rompeu a tradição, lançando a modernidade em outro paradigma, em que o que contava não era mais imitar (a natureza ou os grandes modelos) ou ser original, mas, sim, o fato de não mais existir uma identidade única, fechada, da obra, do seu produtor e daquilo que eventualmente ela viesse a representar.
M. Seligmann-Silva. A segunda técnica em Walter Benjamin: o cinema e o novo mito da caverna. In: W. Benjamin. A obra de arte na era de sua reprodutibilidade técnica. Porto Alegre: L&PM, 2013, p. 28 (com adaptações).
Tendo como referência inicial o fragmento de texto acima, julgue o item a seguir.
Segundo Walter Benjamin, a invenção da fotografia gerou grande transformação no campo das artes visuais, as quais deixaram de guiar-se por antigos ideais estéticos, tais como a imitação da realidade, a submissão à autoridade de um passado originário e a inspiração divina.
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