Foram encontradas 351 questões.

Considerando a tirinha acima, assinale a opção correta.
Infere-se que, no balão de texto do segundo quadrinho da tirinha, o período “NÓS SOMOS UMA COOPERATIVA” expressa, em relação ao período anterior, uma ideia de
Provas

Considerando a tirinha acima, julgue o item.
Em um sistema social embasado em cooperativas, os sujeitos têm autonomia de vontade e se autogovernam, com liberdade de pensamento e de expressão e igualdade de direitos.
Provas

Considerando a tirinha acima, julgue o item.
A charge retrata o Brasil atual, em que as mulheres são vistas em pé de igualdade com os homens, sobretudo no que diz respeito à família e ao mercado de trabalho.
Provas

Considerando a tirinha acima, julgue o item.
O homem que aparece na charge, um vendedor, expressa o tipo de consternação frequentemente vivenciada por quem se vê defrontado com um contexto social diferente daquele no qual foi socializado.
Provas

Considerando a tirinha acima, julgue o item.
No último quadrinho da tirinha, o emprego da terceira pessoa do plural indica que não há agente responsável pela ação de ensinar no curso de vendas frequentado pelo homem.
Provas
Samba
Oh ritmos fraternos do samba,
trazendo o feitiço das macumbas,
o cavo bater das marimbas gemendo
lamentos despedaçados de escravo,
oh ritmos fraternos do samba quente da Baía!
Pegando fogo no sangue inflamável dos mulatos,
fazendo gingar os quadris dengosos das mulheres,
entornando sortilégios e loucura
nas pernas bailarinas dos negros...
Ritmos fraternos do samba,
herança de África que os negros levaram
no ventre sem sol dos navios negreiros,
e soltaram, carregados de algemas e saudade,
nas noites mornas do Cruzeiro do Sul!
Oh ritmos fraternos do samba,
acordando febres palustres no meu povo
embotado das doses do quinino europeu...
Ritmos africanos do samba da Baía,
com maracas matraqueando compassos febris
— Que é que a baiana tem, que é —
violões tecendo sortilégios de xicuembos
e atabaques soando, secos, soando...
Oh ritmos fraternos do samba!
Acordando o meu povo adormecido à sombra dos embondeiros
dizendo na sua linguagem encharcada de ritmos
que as correntes dos navios negreiros não morreram não,
só mudaram de nome,
mas ainda continuam,
continuam,
os ritmos fraternais do samba!
Noémia de Souza. Sangue negro. São Paulo: Kapulana, 2016, p. 85.
Tendo como referência o fragmento do poema Samba, escrito em 1949 pela autora moçambicana Noémia de Souza, julgue o item a seguir.
No texto, a associação do samba a expressões como “sangue inflamável” (v.6), “quadris dengosos” (v.7), “sortilégios e loucura” (v.8) e “compassos febris” (v.19) reforça a ideia do uso da música e da festa como forma de evitar o enfrentamento dos problemas do dia a dia, por meio do escapismo.
Provas
Samba
Oh ritmos fraternos do samba,
trazendo o feitiço das macumbas,
o cavo bater das marimbas gemendo
lamentos despedaçados de escravo,
oh ritmos fraternos do samba quente da Baía!
Pegando fogo no sangue inflamável dos mulatos,
fazendo gingar os quadris dengosos das mulheres,
entornando sortilégios e loucura
nas pernas bailarinas dos negros...
Ritmos fraternos do samba,
herança de África que os negros levaram
no ventre sem sol dos navios negreiros,
e soltaram, carregados de algemas e saudade,
nas noites mornas do Cruzeiro do Sul!
Oh ritmos fraternos do samba,
acordando febres palustres no meu povo
embotado das doses do quinino europeu...
Ritmos africanos do samba da Baía,
com maracas matraqueando compassos febris
— Que é que a baiana tem, que é —
violões tecendo sortilégios de xicuembos
e atabaques soando, secos, soando...
Oh ritmos fraternos do samba!
Acordando o meu povo adormecido à sombra dos embondeiros
dizendo na sua linguagem encharcada de ritmos
que as correntes dos navios negreiros não morreram não,
só mudaram de nome,
mas ainda continuam,
continuam,
os ritmos fraternais do samba!
Noémia de Souza. Sangue negro. São Paulo: Kapulana, 2016, p. 85.
Tendo como referência o fragmento do poema Samba, escrito em 1949 pela autora moçambicana Noémia de Souza, julgue o item a seguir.
No poema, a repetição da expressão “ritmos fraternos do samba” marca, ao mesmo tempo, o ritmo do texto e a retomada da ideia de que a música é um meio de conectar os povos negros da América e da África.
Provas
Samba
Oh ritmos fraternos do samba,
trazendo o feitiço das macumbas,
o cavo bater das marimbas gemendo
lamentos despedaçados de escravo,
oh ritmos fraternos do samba quente da Baía!
Pegando fogo no sangue inflamável dos mulatos,
fazendo gingar os quadris dengosos das mulheres,
entornando sortilégios e loucura
nas pernas bailarinas dos negros...
Ritmos fraternos do samba,
herança de África que os negros levaram
no ventre sem sol dos navios negreiros,
e soltaram, carregados de algemas e saudade,
nas noites mornas do Cruzeiro do Sul!
Oh ritmos fraternos do samba,
acordando febres palustres no meu povo
embotado das doses do quinino europeu...
Ritmos africanos do samba da Baía,
com maracas matraqueando compassos febris
— Que é que a baiana tem, que é —
violões tecendo sortilégios de xicuembos
e atabaques soando, secos, soando...
Oh ritmos fraternos do samba!
Acordando o meu povo adormecido à sombra dos embondeiros
dizendo na sua linguagem encharcada de ritmos
que as correntes dos navios negreiros não morreram não,
só mudaram de nome,
mas ainda continuam,
continuam,
os ritmos fraternais do samba!
Noémia de Souza. Sangue negro. São Paulo: Kapulana, 2016, p. 85.
Tendo como referência o fragmento do poema Samba, escrito em 1949 pela autora moçambicana Noémia de Souza, julgue o item a seguir.
No verso 12, a preposição de, contida na contração “dos” — “dos navios negreiros” —, expressa causa, razão por que a referida contração poderia ser substituída, sem prejuízo dos sentidos do texto, pela expressão devido aos.
Provas
Samba
Oh ritmos fraternos do samba,
trazendo o feitiço das macumbas,
o cavo bater das marimbas gemendo
lamentos despedaçados de escravo,
oh ritmos fraternos do samba quente da Baía!
Pegando fogo no sangue inflamável dos mulatos,
fazendo gingar os quadris dengosos das mulheres,
entornando sortilégios e loucura
nas pernas bailarinas dos negros...
Ritmos fraternos do samba,
herança de África que os negros levaram
no ventre sem sol dos navios negreiros,
e soltaram, carregados de algemas e saudade,
nas noites mornas do Cruzeiro do Sul!
Oh ritmos fraternos do samba,
acordando febres palustres no meu povo
embotado das doses do quinino europeu...
Ritmos africanos do samba da Baía,
com maracas matraqueando compassos febris
— Que é que a baiana tem, que é —
violões tecendo sortilégios de xicuembos
e atabaques soando, secos, soando...
Oh ritmos fraternos do samba!
Acordando o meu povo adormecido à sombra dos embondeiros
dizendo na sua linguagem encharcada de ritmos
que as correntes dos navios negreiros não morreram não,
só mudaram de nome,
mas ainda continuam,
continuam,
os ritmos fraternais do samba!
Noémia de Souza. Sangue negro. São Paulo: Kapulana, 2016, p. 85.
Tendo como referência o fragmento do poema Samba, escrito em 1949 pela autora moçambicana Noémia de Souza, julgue o item a seguir.
O emprego das formas verbais “trazendo”, “pegando”, “fazendo”, “acordando”, “soando” e “dizendo” é um recurso textual que sugere a ideia de processo em curso, em uma associação do samba com as consequências do sistema escravista colonial, o que é confirmado pelos versos “mas ainda continuam, /continuam” (v. 28 e 29).
Provas
Há 80 anos, com a instauração do Estado Novo, a educação tornou-se um instrumento importante para a promoção do progresso econômico e do desenvolvimento humano. O maestro Heitor Villa-Lobos acreditava que a melhor maneira de formar a disciplina das gerações futuras era o canto coletivo. Para ele, o canto orfeônico apresentava três finalidades: disciplina, civismo e educação artística. Villa-Lobos posiciona-se politicamente ao lado de Vargas. O projeto do Estado que surgiu com a Revolução de 1930 tinha viés autoritário. Porém, intelectuais como Villa-Lobos, Carlos Drummond de Andrade e outros percebiam no apoio estatal a possibilidade de concretização de projetos.
Mirelle Ferreira Borges. O Brasil cantando a uma só voz: Heitor Villa-Lobos, o músico educador. In: Jorge Ferreira (org.). As repúblicas no Brasil: política, sociedade e cultura. Niterói: Editora da UFF, 2010, p. 98-108 (com adaptações).
Com relação aos aspectos históricos e artísticos pertinentes ao fragmento de texto anteriormente apresentado, julgue o item que se segue.
O violoncelo, um dos instrumentos tocados por Villa-Lobos, é o maior e o que produz o som mais grave entre os instrumentos da família das cordas na orquestra.
Provas
Caderno Container