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No Brasil, o uso de carros elétricos movidos a partir da energia solar seria uma revolução na independência energética. Nos motores elétricos, o fluxo !$ \Phi !$ de indução magnética B, por meio de um circuito, induz uma força eletromotriz !$ \varepsilon, !$ descrita pela Lei de Faraday !$ \varepsilon \, = \, - \dfrac {\Delta \Phi} {\Delta t}. !$ As figuras a seguir ilustram uma aplicação da Lei de Faraday. Na figura I, duas barras metálicas paralelas, inclinadas a um ângulo !$ \alpha !$ com relação à horizontal, são interligadas por uma terceira barra, que pode se mover perpendicular a elas. Tais barras estão sob o efeito de um campo magnético B, como mostram as figuras II e III, que são as projeções superior e lateral da figura I. Na figura II, os terminais indicados por !$ a !$ e !$ b !$ estão separados por uma distância !$ L !$ e, na figura III, que explicita a ação de um campo magnético B, homogêneo e perpendicular às barras, P é o vetor peso da barra perpendicular, que tem resistência de !$ 1 \, \Omega !$ e desce a rampa com uma velocidade constante !$ v. !$ As três barras são de alumínio e o contato entre elas é tal que o efeito do atrito pode ser desconsiderado. As barras paralelas estão conectadas a um multímetro na função de amperímetro.

Com base nas figuras e nas informações precedentes, julgue o item que se seguem.
Se a corrente induzida no circuito for 1 mA, a potência dissipada entre os terminais !$ a !$ e !$ b !$ da barra em movimento será de 1 microwatt.
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No Brasil, o uso de carros elétricos movidos a partir da energia solar seria uma revolução na independência energética. Nos motores elétricos, o fluxo !$ \Phi !$ de indução magnética B, por meio de um circuito, induz uma força eletromotriz !$ \varepsilon, !$ descrita pela Lei de Faraday !$ \varepsilon \, = \, - \dfrac {\Delta \Phi} {\Delta t}. !$ As figuras a seguir ilustram uma aplicação da Lei de Faraday. Na figura I, duas barras metálicas paralelas, inclinadas a um ângulo !$ \alpha !$ com relação à horizontal, são interligadas por uma terceira barra, que pode se mover perpendicular a elas. Tais barras estão sob o efeito de um campo magnético B, como mostram as figuras II e III, que são as projeções superior e lateral da figura I. Na figura II, os terminais indicados por !$ a !$ e !$ b !$ estão separados por uma distância !$ L !$ e, na figura III, que explicita a ação de um campo magnético B, homogêneo e perpendicular às barras, P é o vetor peso da barra perpendicular, que tem resistência de !$ 1 \, \Omega !$ e desce a rampa com uma velocidade constante !$ v. !$ As três barras são de alumínio e o contato entre elas é tal que o efeito do atrito pode ser desconsiderado. As barras paralelas estão conectadas a um multímetro na função de amperímetro.

Com base nas figuras e nas informações precedentes, julgue o item que se seguem.
Na situação apresentada, a corrente induzida na barra em movimento terá o sentido do terminal !$ a !$ para o terminal !$ b. !$
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No Brasil, o uso de carros elétricos movidos a partir da energia solar seria uma revolução na independência energética. Nos motores elétricos, o fluxo !$ \Phi !$ de indução magnética B, por meio de um circuito, induz uma força eletromotriz !$ \varepsilon, !$ descrita pela Lei de Faraday !$ \varepsilon \, = \, - \dfrac {\Delta \Phi} {\Delta t}. !$ As figuras a seguir ilustram uma aplicação da Lei de Faraday. Na figura I, duas barras metálicas paralelas, inclinadas a um ângulo !$ \alpha !$ com relação à horizontal, são interligadas por uma terceira barra, que pode se mover perpendicular a elas. Tais barras estão sob o efeito de um campo magnético B, como mostram as figuras II e III, que são as projeções superior e lateral da figura I. Na figura II, os terminais indicados por !$ a !$ e !$ b !$ estão separados por uma distância !$ L !$ e, na figura III, que explicita a ação de um campo magnético B, homogêneo e perpendicular às barras, P é o vetor peso da barra perpendicular, que tem resistência de !$ 1 \, \Omega !$ e desce a rampa com uma velocidade constante !$ v. !$ As três barras são de alumínio e o contato entre elas é tal que o efeito do atrito pode ser desconsiderado. As barras paralelas estão conectadas a um multímetro na função de amperímetro.

Com base nas figuras e nas informações precedentes, julgue o item que se seguem.
Nessa situação, haverá uma corrente induzida entre os terminais !$ a !$ e !$ b, !$ cujo módulo será !$ \dfrac {P \cdot sen \alpha} {L \, \cdot \, B}. !$
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No Brasil, o uso de carros elétricos movidos a partir da energia solar seria uma revolução na independência energética. Nos motores elétricos, o fluxo !$ \Phi !$ de indução magnética B, por meio de um circuito, induz uma força eletromotriz !$ \varepsilon, !$ descrita pela Lei de Faraday !$ \varepsilon \, = \, - \dfrac {\Delta \Phi} {\Delta t}. !$ As figuras a seguir ilustram uma aplicação da Lei de Faraday. Na figura I, duas barras metálicas paralelas, inclinadas a um ângulo !$ \alpha !$ com relação à horizontal, são interligadas por uma terceira barra, que pode se mover perpendicular a elas. Tais barras estão sob o efeito de um campo magnético B, como mostram as figuras II e III, que são as projeções superior e lateral da figura I. Na figura II, os terminais indicados por !$ a !$ e !$ b !$ estão separados por uma distância !$ L !$ e, na figura III, que explicita a ação de um campo magnético B, homogêneo e perpendicular às barras, P é o vetor peso da barra perpendicular, que tem resistência de !$ 1 \, \Omega !$ e desce a rampa com uma velocidade constante !$ v. !$ As três barras são de alumínio e o contato entre elas é tal que o efeito do atrito pode ser desconsiderado. As barras paralelas estão conectadas a um multímetro na função de amperímetro.

Com base nas figuras e nas informações precedentes, julgue o item que se seguem.
O módulo da componente da força peso P na direção do movimento de descida da barra é !$ P \cdot cos \alpha. !$
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O Brasil já produz uma grande parcela de sua eletricidade de fontes renováveis de energia. Dessas, 60% são de energia hidrelétrica, enquanto 20% são de outras fontes, como eólica, biomassa e fotovoltaica. Entretanto, a grande parcela de energia hidrelétrica também traz desafios, que são acentuados pelas mudanças climáticas e períodos de seca. Hoje em dia, regularmente ocorrem gargalos que são compensados com combustíveis fósseis. Isso, por sua vez, está levando a um aumento de emissões de gases de efeito estufa e a uma subida nos preços da energia. O Brasil planeja expandir outras fontes de energia renováveis, tais como a energia solar e a eólica, e ampliar sua eficiência energética. Prevê-se que a participação da energia eólica e solar se multiplicará significativamente.
Internet: www.giz.de (com adaptações).
Considerando os aspectos abordados no texto precedente, julgue o seguinte item.
O efeito estufa é um fenômeno artificial provocado pela atividade humana associada, principalmente, à queima de combustíveis fósseis.
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O Brasil já produz uma grande parcela de sua eletricidade de fontes renováveis de energia. Dessas, 60% são de energia hidrelétrica, enquanto 20% são de outras fontes, como eólica, biomassa e fotovoltaica. Entretanto, a grande parcela de energia hidrelétrica também traz desafios, que são acentuados pelas mudanças climáticas e períodos de seca. Hoje em dia, regularmente ocorrem gargalos que são compensados com combustíveis fósseis. Isso, por sua vez, está levando a um aumento de emissões de gases de efeito estufa e a uma subida nos preços da energia. O Brasil planeja expandir outras fontes de energia renováveis, tais como a energia solar e a eólica, e ampliar sua eficiência energética. Prevê-se que a participação da energia eólica e solar se multiplicará significativamente.
Internet: www.giz.de (com adaptações).
Considerando os aspectos abordados no texto precedente, julgue o seguinte item.
A construção de hidrelétricas provoca impactos ambientais que causam mudanças climáticas em decorrência da liberação de gases do efeito estufa provocada pela decomposição da vegetação submersa.
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O Brasil já produz uma grande parcela de sua eletricidade de fontes renováveis de energia. Dessas, 60% são de energia hidrelétrica, enquanto 20% são de outras fontes, como eólica, biomassa e fotovoltaica. Entretanto, a grande parcela de energia hidrelétrica também traz desafios, que são acentuados pelas mudanças climáticas e períodos de seca. Hoje em dia, regularmente ocorrem gargalos que são compensados com combustíveis fósseis. Isso, por sua vez, está levando a um aumento de emissões de gases de efeito estufa e a uma subida nos preços da energia. O Brasil planeja expandir outras fontes de energia renováveis, tais como a energia solar e a eólica, e ampliar sua eficiência energética. Prevê-se que a participação da energia eólica e solar se multiplicará significativamente.
Internet: www.giz.de (com adaptações).
Considerando os aspectos abordados no texto precedente, julgue o seguinte item.
O biodiesel é um combustível gerado a partir de biomassa vegetal (óleos vegetais) ou animal (gorduras animais) e pode substituir o óleo diesel em caminhões de carga.
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O álcool é um dos produtos de extrema importância para a independência energética brasileira, por isso, existe a necessidade de se desenvolver técnicas baratas que permitam avaliar alguma propriedade dos produtos de maneira eficiente junto ao produtor.
Uma dessas técnicas é a polarimetria, que permite determinar a concentração de sacarose em uma amostra advinda da cana-de-açúcar. A figura a seguir esquematiza o funcionamento dessa técnica: a luz de uma fonte luminosa, normalmente um laser de certo comprimento de onda, atravessa dois polarizadores cruzados, estabelecendo um valor mínimo para a detecção da intensidade da luz; entre esses polarizadores, coloca-se uma amostra líquida de sacarose em uma cubeta; depois do segundo polarizador (analisador), encontra-se um detector de intensidade luminosa. A sacarose tem a propriedade de girar o plano da polarização e é dextrógira. O grau de rotação da polarização depende do comprimento !$ L !$ da cubeta, da constante de rotação !$ \alpha !$ e da concentração !$ \gamma !$ da amostra, o que pode ser resumido pela expressão !$ \theta \, = \, \alpha \, \times \, L \, \times \, \gamma, !$ em que !$ \theta !$ é dado em graus, !$ \gamma, !$
em g/mL e !$ L, !$ em dm.

A seguir, os gráficos mostram o resultado experimental da medida da rotação da polarização para uma amostra de sacarose com três concentrações diferentes: !$ \gamma_1, \, \gamma_2 \,\, e \,\, \gamma_3. !$ Nesses gráficos, !$ I !$ representa a intensidade da luz emergente do polarímetro e !$ I_M, !$ um fator de normalização. O gráfico !$ \gamma_0 !$ é a situação original, na qual não há sacarose e os polarizadores estão cruzados, ou seja, em ângulo de 90º entre si. Para essa situação específica, !$ L \, = \, 1 !$ dm e a constante de rotação da sacarose é !$ \alpha \, = \, 58 \, mL \, \cdot \, g^{-1} \, \cdot \, dm^{-1}. !$

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item que se seguem.
No experimento em questão, a relação entre as concentrações !$ \gamma_3 \,\, e \,\, \gamma_2 \,\, é \,\, \gamma_3 \, = \, \dfrac {3} {2} \, \gamma_2. !$
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O álcool é um dos produtos de extrema importância para a independência energética brasileira, por isso, existe a necessidade de se desenvolver técnicas baratas que permitam avaliar alguma propriedade dos produtos de maneira eficiente junto ao produtor.
Uma dessas técnicas é a polarimetria, que permite determinar a concentração de sacarose em uma amostra advinda da cana-de-açúcar. A figura a seguir esquematiza o funcionamento dessa técnica: a luz de uma fonte luminosa, normalmente um laser de certo comprimento de onda, atravessa dois polarizadores cruzados, estabelecendo um valor mínimo para a detecção da intensidade da luz; entre esses polarizadores, coloca-se uma amostra líquida de sacarose em uma cubeta; depois do segundo polarizador (analisador), encontra-se um detector de intensidade luminosa. A sacarose tem a propriedade de girar o plano da polarização e é dextrógira. O grau de rotação da polarização depende do comprimento !$ L !$ da cubeta, da constante de rotação !$ \alpha !$ e da concentração !$ \gamma !$ da amostra, o que pode ser resumido pela expressão !$ \theta \, = \, \alpha \, \times \, L \, \times \, \gamma, !$ em que !$ \theta !$ é dado em graus, !$ \gamma, !$
em g/mL e !$ L, !$ em dm.

A seguir, os gráficos mostram o resultado experimental da medida da rotação da polarização para uma amostra de sacarose com três concentrações diferentes: !$ \gamma_1, \, \gamma_2 \,\, e \,\, \gamma_3. !$ Nesses gráficos, !$ I !$ representa a intensidade da luz emergente do polarímetro e !$ I_M, !$ um fator de normalização. O gráfico !$ \gamma_0 !$ é a situação original, na qual não há sacarose e os polarizadores estão cruzados, ou seja, em ângulo de 90º entre si. Para essa situação específica, !$ L \, = \, 1 !$ dm e a constante de rotação da sacarose é !$ \alpha \, = \, 58 \, mL \, \cdot \, g^{-1} \, \cdot \, dm^{-1}. !$

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item que se seguem.
A sacarose faz que a rotação da polarização se dê no sentido horário.
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O álcool é um dos produtos de extrema importância para a independência energética brasileira, por isso, existe a necessidade de se desenvolver técnicas baratas que permitam avaliar alguma propriedade dos produtos de maneira eficiente junto ao produtor.
Uma dessas técnicas é a polarimetria, que permite determinar a concentração de sacarose em uma amostra advinda da cana-de-açúcar. A figura a seguir esquematiza o funcionamento dessa técnica: a luz de uma fonte luminosa, normalmente um laser de certo comprimento de onda, atravessa dois polarizadores cruzados, estabelecendo um valor mínimo para a detecção da intensidade da luz; entre esses polarizadores, coloca-se uma amostra líquida de sacarose em uma cubeta; depois do segundo polarizador (analisador), encontra-se um detector de intensidade luminosa. A sacarose tem a propriedade de girar o plano da polarização e é dextrógira. O grau de rotação da polarização depende do comprimento !$ L !$ da cubeta, da constante de rotação !$ \alpha !$ e da concentração !$ \gamma !$ da amostra, o que pode ser resumido pela expressão !$ \theta \, = \, \alpha \, \times \, L \, \times \, \gamma, !$ em que !$ \theta !$ é dado em graus, !$ \gamma, !$
em g/mL e !$ L, !$ em dm.

A seguir, os gráficos mostram o resultado experimental da medida da rotação da polarização para uma amostra de sacarose com três concentrações diferentes: !$ \gamma_1, \, \gamma_2 \,\, e \,\, \gamma_3. !$ Nesses gráficos, !$ I !$ representa a intensidade da luz emergente do polarímetro e !$ I_M, !$ um fator de normalização. O gráfico !$ \gamma_0 !$ é a situação original, na qual não há sacarose e os polarizadores estão cruzados, ou seja, em ângulo de 90º entre si. Para essa situação específica, !$ L \, = \, 1 !$ dm e a constante de rotação da sacarose é !$ \alpha \, = \, 58 \, mL \, \cdot \, g^{-1} \, \cdot \, dm^{-1}. !$

Tendo como referência as informações precedentes, julgue o item que se seguem.
A concentração !$ \gamma_1 !$ é superior a 0,29 g/mL.
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