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Em música, frequência fundamental é a menor frequência componente da série harmônica de um som. Os harmônicos de uma onda são múltiplos inteiros da respectiva frequência fundamental. Por exemplo, se a frequência fundamental é f, os harmônicos têm frequências 2f, 3f, 4f etc. As amplitudes variam, mas, de modo geral, quanto mais elevado for o harmônico, menor será a sua amplitude. A figura I mostra o gráfico da amplitude máxima versus frequência de um som composto por uma frequência fundamental f1 e seus harmônicos. A figura II ilustra a variação de pressão, em Pa, produzida por várias ondas senoidais em função do tempo, em ms, entre elas, as três, de frequências f1, f2 e f3, indicadas na figura I.
A partir dessas informações e com auxílio das figuras I e II acima, julgue o item a seguir.
Em um mesmo meio, a velocidade de propagação da onda indicada por a é duas vezes maior que a da onda indicada por d.
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Em música, frequência fundamental é a menor frequência componente da série harmônica de um som. Os harmônicos de uma onda são múltiplos inteiros da respectiva frequência fundamental. Por exemplo, se a frequência fundamental é f, os harmônicos têm frequências 2f, 3f, 4f etc. As amplitudes variam, mas, de modo geral, quanto mais elevado for o harmônico, menor será a sua amplitude. A figura I mostra o gráfico da amplitude máxima versus frequência de um som composto por uma frequência fundamental f1 e seus harmônicos. A figura II ilustra a variação de pressão, em Pa, produzida por várias ondas senoidais em função do tempo, em ms, entre elas, as três, de frequências f1, f2 e f3, indicadas na figura I.
A partir dessas informações e com auxílio das figuras I e II acima, julgue o item a seguir.
Na figura II, a onda representada pela letra c é o resultado da soma das ondas indicadas por a e b.
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Em música, frequência fundamental é a menor frequência componente da série harmônica de um som. Os harmônicos de uma onda são múltiplos inteiros da respectiva frequência fundamental. Por exemplo, se a frequência fundamental é f, os harmônicos têm frequências 2f, 3f, 4f etc. As amplitudes variam, mas, de modo geral, quanto mais elevado for o harmônico, menor será a sua amplitude. A figura I mostra o gráfico da amplitude máxima versus frequência de um som composto por uma frequência fundamental f1 e seus harmônicos. A figura II ilustra a variação de pressão, em Pa, produzida por várias ondas senoidais em função do tempo, em ms, entre elas, as três, de frequências f1, f2 e f3, indicadas na figura I.
A partir dessas informações e com auxílio das figuras I e II acima, julgue o item a seguir.
A amplitude máxima da onda indicada pela letra a é superior a 0,5 Pa.
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Em música, frequência fundamental é a menor frequência componente da série harmônica de um som. Os harmônicos de uma onda são múltiplos inteiros da respectiva frequência fundamental. Por exemplo, se a frequência fundamental é f, os harmônicos têm frequências 2f, 3f, 4f etc. As amplitudes variam, mas, de modo geral, quanto mais elevado for o harmônico, menor será a sua amplitude. A figura I mostra o gráfico da amplitude máxima versus frequência de um som composto por uma frequência fundamental f1 e seus harmônicos. A figura II ilustra a variação de pressão, em Pa, produzida por várias ondas senoidais em função do tempo, em ms, entre elas, as três, de frequências f1, f2 e f3, indicadas na figura I.
A partir dessas informações e com auxílio das figuras I e II acima, julgue o item a seguir.
A frequência fundamental f1 é igual a 100 Hz.
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Em música, frequência fundamental é a menor frequência componente da série harmônica de um som. Os harmônicos de uma onda são múltiplos inteiros da respectiva frequência fundamental. Por exemplo, se a frequência fundamental é f, os harmônicos têm frequências 2f, 3f, 4f etc. As amplitudes variam, mas, de modo geral, quanto mais elevado for o harmônico, menor será a sua amplitude. A figura I mostra o gráfico da amplitude máxima versus frequência de um som composto por uma frequência fundamental f1 e seus harmônicos. A figura II ilustra a variação de pressão, em Pa, produzida por várias ondas senoidais em função do tempo, em ms, entre elas, as três, de frequências f1, f2 e f3, indicadas na figura I.
A partir dessas informações e com auxílio das figuras I e II acima, julgue o item a seguir.
Se a função y = f(t) = \( \alpha \)sen(\( \beta \)t) for uma representação da onda d, em que t seja expresso em milissegundos, é correto afirmar que \( \dfrac{\alpha}{\beta} \) < 0,0016 Pa·s.
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Uma oitava, intervalo entre uma nota musical e outra com o dobro de sua frequência, corresponde à sequência das oito notas, por exemplo, da escala de dó maior: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó. Diz-se que o segundo dó, o último grau da escala, está “uma oitava acima” do primeiro. Um som cuja frequência fundamental é o dobro da de outro evoca a sensação de ser a mesma nota musical, apenas mais aguda (mais alta) ou mais grave (mais baixa). Nesse contexto, duas progressões geométricas (PG) construídas a partir dos 12 intervalos musicais que compõem uma oitava merecem destaque. A primeira PG (a1, a2, ..., an, ...), de primeiro termo a1 = 1 e razão 12 , aparece na 1 q = \( 2^{\dfrac{1}{12}} \) construção das sequências das notas sonoras da escala musical. A segunda PG (b1, b2, ..., bn, ...), de primeiro termo b1 = 1 e razão Q = \( 2^{\dfrac{1}{12}} \), é utilizada, por exemplo, para se obter a posição dos trastes ao longo dos braços de um violão. O primeiro termo da segunda PG representa o comprimento total das cordas soltas, ou seja, a distância entre os suportes das cordas soltas, por exemplo, 1 m. Multiplicando-se cada bn por essa distância, obtêm-se as medidas das distâncias entre os trastes do violão.
Considerando essas informações, julgue o item a seguir.
É correto afirmar que an \( \times \) bn = 1, para todo n = 1, 2, 3,...
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Uma oitava, intervalo entre uma nota musical e outra com o dobro de sua frequência, corresponde à sequência das oito notas, por exemplo, da escala de dó maior: dó, ré, mi, fá, sol, lá, si, dó. Diz-se que o segundo dó, o último grau da escala, está “uma oitava acima” do primeiro. Um som cuja frequência fundamental é o dobro da de outro evoca a sensação de ser a mesma nota musical, apenas mais aguda (mais alta) ou mais grave (mais baixa). Nesse contexto, duas progressões geométricas (PG) construídas a partir dos 12 intervalos musicais que compõem uma oitava merecem destaque. A primeira PG (a1, a2, ..., an, ...), de primeiro termo a1 = 1 e razão 12 , aparece na 1 q = \( 2^{\dfrac{1}{12}} \) construção das sequências das notas sonoras da escala musical. A segunda PG (b1, b2, ..., bn, ...), de primeiro termo b1 = 1 e razão Q = \( 2^{\dfrac{1}{12}} \), é utilizada, por exemplo, para se obter a posição dos trastes ao longo dos braços de um violão. O primeiro termo da segunda PG representa o comprimento total das cordas soltas, ou seja, a distância entre os suportes das cordas soltas, por exemplo, 1 m. Multiplicando-se cada bn por essa distância, obtêm-se as medidas das distâncias entre os trastes do violão.
Considerando essas informações, julgue o item a seguir.
Sabendo-se que a frequência da nota lá é de 220 Hz, é correto afirmar que, após percorrer uma oitava completa, a nova frequência será dada por 220 \( \times \) a13 Hz.
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O galo-da-serra-andino e o galo-da-serra-do-pará são pássaros encontrados somente em áreas montanhosas do norte da América do Sul. As fêmeas do galo-da-serra constroem os ninhos nas faces rochosas de penhascos, grandes rochas, grutas ou em profundos desfiladeiros e criam os filhotes sem ajuda dos machos. Os machos adultos ocupam parte de seu tempo com a defesa do território e a corte às fêmeas, emitindo sons em alto volume e exibindo sua plumagem colorida. Desse modo, as fêmeas selecionam os machos com quem vão acasalar-se. Ao atrair as fêmeas, os machos também atraem, entre outros animais, gaviões e jiboias, que os atacam.
O galo-da-serra alimenta-se principalmente de frutos e engole as sementes sem que a maioria delas seja danificada ao passar pelo sistema digestório. Talvez por isso, a vegetação da floresta em torno dos poleiros ou debaixo de ninhos dos galos-da-serra seja um mosaico de espécies vegetais típicas de comunidades diferentes.
Internet: <www.ecologia.info> (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima, julgue o item a seguir.
O galo-da-serra-fêmea e o galo-da-serra-macho não apresentam genitália externa diferenciada, porém apresentam cariótipos distintos.
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O galo-da-serra-andino e o galo-da-serra-do-pará são pássaros encontrados somente em áreas montanhosas do norte da América do Sul. As fêmeas do galo-da-serra constroem os ninhos nas faces rochosas de penhascos, grandes rochas, grutas ou em profundos desfiladeiros e criam os filhotes sem ajuda dos machos. Os machos adultos ocupam parte de seu tempo com a defesa do território e a corte às fêmeas, emitindo sons em alto volume e exibindo sua plumagem colorida. Desse modo, as fêmeas selecionam os machos com quem vão acasalar-se. Ao atrair as fêmeas, os machos também atraem, entre outros animais, gaviões e jiboias, que os atacam.
O galo-da-serra alimenta-se principalmente de frutos e engole as sementes sem que a maioria delas seja danificada ao passar pelo sistema digestório. Talvez por isso, a vegetação da floresta em torno dos poleiros ou debaixo de ninhos dos galos-da-serra seja um mosaico de espécies vegetais típicas de comunidades diferentes.
Internet: <www.ecologia.info> (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima, julgue o item a seguir.
Nos galos-da-serra e nos gaviões, não se misturam o sangue que parte do coração e o que a este retorna, procedente dos tecidos.
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O galo-da-serra-andino e o galo-da-serra-do-pará são pássaros encontrados somente em áreas montanhosas do norte da América do Sul. As fêmeas do galo-da-serra constroem os ninhos nas faces rochosas de penhascos, grandes rochas, grutas ou em profundos desfiladeiros e criam os filhotes sem ajuda dos machos. Os machos adultos ocupam parte de seu tempo com a defesa do território e a corte às fêmeas, emitindo sons em alto volume e exibindo sua plumagem colorida. Desse modo, as fêmeas selecionam os machos com quem vão acasalar-se. Ao atrair as fêmeas, os machos também atraem, entre outros animais, gaviões e jiboias, que os atacam.
O galo-da-serra alimenta-se principalmente de frutos e engole as sementes sem que a maioria delas seja danificada ao passar pelo sistema digestório. Talvez por isso, a vegetação da floresta em torno dos poleiros ou debaixo de ninhos dos galos-da-serra seja um mosaico de espécies vegetais típicas de comunidades diferentes.
Internet: <www.ecologia.info> (com adaptações).
Tendo como referência o texto acima, julgue o item a seguir.
Os galos-da-serra localizam o fruto do qual se alimentam pelo cheiro, não sendo relevante para eles a cor do fruto.
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